Em nota, AESA responsabiliza gestão Wellington por demora para Curso de Medicina
Por Nill Júnior
A Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde (AESA) divulgou uma nota oficial nesta quarta-feira (2) esclarecendo a situação do processo de implantação do curso de Medicina. Segundo a instituição, a atual gestão identificou uma série de exigências técnicas, estruturais e acadêmicas que não teriam sido cumpridas pela administração anterior, comprometendo o avanço do projeto.
A nota faz referência à gestão Wellington Maciel e ao ex-presidente da AESA, Alexandre Lira.
De acordo com a nota, também foram encontradas inconsistências no projeto pedagógico originalmente aprovado, o que tornou necessária uma revisão para garantir a qualidade da formação e o atendimento às exigências dos órgãos competentes.
A AESA ainda afirmou que não há qualquer definição sobre valores de mensalidades do curso de Medicina ou de qualquer outro curso. Informações que circulam sobre possíveis preços, segundo a autarquia, são consideradas especulativas. A instituição informou que realiza uma ampla revisão de sua política de custos antes de qualquer definição sobre investimentos.
Outro ponto destacado pela gestão foi a situação financeira da autarquia. Segundo o comunicado, a AESA foi encontrada em cenário “extremamente delicado”, com elevado comprometimento da receita, estrutura física sucateada, passivos acumulados e irregularidades administrativas. Ainda conforme a nota, a arrecadação estava quase totalmente comprometida com a folha de pagamento.
A presidência da AESA afirmou que vem promovendo uma reestruturação administrativa, financeira e acadêmica, com ações voltadas à recuperação da infraestrutura e reorganização das contas da instituição.
Ao final, a autarquia reafirmou o compromisso com a implantação de novos cursos, desde que sejam respeitados todos os requisitos legais, técnicos e financeiros necessários para assegurar a sustentabilidade da instituição e a qualidade do ensino ofertado.
A pré-candidata Márcia Conrado incorporou ao pé da letra o discurso do PT, partido que escolheu para disputar a prefeitura de Serra Talhada. Ela comentou o ingresso à legenda falando ao blogueiro Júnior Campos. “Eu tive uma conversa prévia com o presidente Lula e eu não me via em outro partido ao não ser o […]
A pré-candidata Márcia Conrado incorporou ao pé da letra o discurso do PT, partido que escolheu para disputar a prefeitura de Serra Talhada. Ela comentou o ingresso à legenda falando ao blogueiro Júnior Campos.
“Eu tive uma conversa prévia com o presidente Lula e eu não me via em outro partido ao não ser o PT”, disse, destacando que a legenda “transformou Serra Talhada”.
Ela defendeu o modelo de administração de Luciano Duque, que segundo Márcia segue os mesmos padrões impressos por Lula.
Provocada a expor sua opinião sobre o registro ou não da candidatura do ex-prefeito, Carlos Evandro, a petista diz não estar preocupada com o futuro do ex-prefeito.
“Eu não estou preocupada com isso não. Estou preocupada em continuar construindo o que temos construído e de andar no caminho certo e assim a gente vai seguindo, não olhando para oposição”, refutou.
Quanto as declarações de Carlos de que está pronto para o debate e de que não dará mais respostas às provocações de Luciano Duque, Conrado minimizou.
“Campanha é sempre um grande desafio e vai ganhar que tiver as melhores propostas e ações para entregar a população. Isso eu tenho, certeza”, disse.
Do Correio Braziliense A epidemia de zika, que colocou o país em emergência de saúde, reabriu o debate sobre as possibilidades de aborto. Essa discussão, que já ocorre no Judiciário, deve chegar ao Congresso Nacional. A deputada Maria do Rosário (PT-RS), favorável a uma legislação mais ampla sobre o aborto, se opõe à proposta de […]
A epidemia de zika, que colocou o país em emergência de saúde, reabriu o debate sobre as possibilidades de aborto. Essa discussão, que já ocorre no Judiciário, deve chegar ao Congresso Nacional. A deputada Maria do Rosário (PT-RS), favorável a uma legislação mais ampla sobre o aborto, se opõe à proposta de autorizar por via judicial o aborto de fetos com suspeita de microcefalia. A ideia foi levantada pela organização não governamental feminista Anis — Instituto de Bioética. A ONG, autora da ação que autorizou, via Supremo Tribunal Federal (STF), a interrupção da gestação de fetos anencéfalos, em 2012, pretende conseguir o mesmo, novamente pelo STF, para suspeitas de microcefalia.
“A microcefalia é diferente da anencefalia, pois nasce uma pessoa com deficiência. No espírito da lei atual, o caso não estaria contemplado”, explica Maria do Rosário. “Uma coisa é a descriminalização do aborto em geral. Outra, a liberação em caso de malformação. Uma pessoa com malformação é parte da sociedade. Acredito que a legislação deveria ser mais abrangente, e não focada na deficiência”.
A Anis pretende cobrar no STF o direito de escolha das mulheres e a responsabilidade do governo diante de uma epidemia que não foi controlada. O pedido de autorização de aborto não fará distinção entre diagnósticos de microcefalia com ou sem risco de morte.
A antropóloga Débora Diniz, pesquisadora da Anis, explica que o estado deve oferecer o direito à escolha já que a atual epidemia de zika — e, em consequência, o surto de microcefalia — são reflexos da negligência governamental. “Esta é uma ação constitucional de direitos das mulheres, tendo como objeto o direito à saúde. Mas em um sentido amplo. O Brasil vive uma crise pelo zika vírus, mas é algo anunciado há quatro décadas: já fomos capazes de erradicar o mosquito no passado, mas falhamos. Ele retorna, e com a força de uma epidemia”, disse.
A solicitação terá três eixos. Primeiramente, o grupo refuta o posicionamento do ministro da Saúde, Marcelo Castro, repetido pela presidente Dilma Rousseff ontem, de que a batalha contra o Aedes aegypti está sendo perdida. “Essa não é uma guerra para ser perdida. Nunca. Não só porque já a vencemos antes, mas porque precisamos vencê-la novamente”, afirmou a antropóloga. “O segundo é que, enquanto vivemos a epidemia do zika, um amplo pacote de proteções em saúde sexual e reprodutiva precisa ser garantido às mulheres”, defende, citando como exemplos a oferta de métodos contraceptivos, o diagnóstico precoce da microcefalia e, para as mulheres que assim optarem, a interrupção da gravidez.
“Por fim, é importante protegermos os direitos sociais e fundamentais das crianças com microcefalia e das mulheres — estamos falando de mulheres pobres, nordestinas, que necessitarão de um forte amparo social para a proteção de seus bebês. Não basta a promessa de um salário mínimo para elas”, diz, referindo-se ao anúncio feito pelo governo federal de que vai estender o Benefício de Prestação Continuada (BPC) às mães de crianças com microcefalia.
O BPC é um salário mínimo mensal oferecido a idosos com mais de 65 anos e a pessoas deficientes de qualquer idade cuja renda familiar por pessoa seja menor que um quarto do salário mínimo (R$ 220).
Para Rosângela Talib, coordenadora da ONG Católicas pelo Direito de Decidir, a bolsa é insuficiente para as reais necessidades da família. “O valor nos parece aquém das necessidades das mulheres, que deveriam ter o direito de decidir. Elas não podem ficar a mercê de uma situação que não provocaram, causada pela falta de capacidade do estado em prover saneamento básico”, afirma.
A presidente do Movimento Brasil Sem Aborto, Lenise Garcia, rejeita a possibilidade de abrir a exceção para a microcefalia, assim como para quaisquer casos de deficiências mentais e físicas. “A atitude eugênica de matar alguém porque é deficiente se aproxima muito da eugenia praticada no nazismo. Certamente, essa não é a sociedade que desejamos”.
Débora Diniz classifica o argumento da eugenia como “um ato de má-fé”, já que as escolhas reprodutivas individuais de cada mulher não refletem uma política. “Eugenia é uma política de extermínio de um estado totalitário e opressor como foi o nazista. Não há nada semelhante em curso aqui: estamos diante de uma epidemia causada por negligência do Estado, em que o aborto é uma escolha. E, no caso da ação, uma pequena peça de uma arquitetura mais ampla de proteções sociais e fundamentais”.
A deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ), que se diz contra o aborto “por essência”, defende o direito de escolha somente nos casos de estupro e nos em que não há possibilidade de vida fora do útero. “Entretanto, esse não é o caso da microcefalia”, afirma. “Por outro lado, entendo a agonia das mães, que esperam um filho totalmente saudável. A vida da criança vai ser diferente e os pais ficam preocupados”, pondera.
Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) foi eleito por unanimidade, nesta quarta-feira (1º), novo líder do Partido Socialista Brasileiro (PSB) no Senado. O Senador já havia sido notícia por ter ajudado a tirar a liderança do partido na Câmara de Tadeu Alencar. A escolha do pernambucano para representar o PSB na Casa foi confirmada pelos seis colegas […]
Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) foi eleito por unanimidade, nesta quarta-feira (1º), novo líder do Partido Socialista Brasileiro (PSB) no Senado. O Senador já havia sido notícia por ter ajudado a tirar a liderança do partido na Câmara de Tadeu Alencar.
A escolha do pernambucano para representar o PSB na Casa foi confirmada pelos seis colegas da legenda: Antônio Carlos Valadares (SE), Lúcia Vânia (GO), Lídice da Mata (BA), João Capiberibe (AP), Romário (RJ) e Roberto Rocha (MA).
Segundo nota, natural de Petrolina (PE), Fernando Bezerra tem quase 40 anos de vida pública. Na política, elegeu-se deputado federal por duas vezes, deputado estadual e senador.
Entre as principais funções administrativas que ocupou, Bezerra Coelho foi prefeito de Petrolina por três vezes; secretário da Casa Civil do Governo do Estado de Pernambuco, de Desenvolvimento Econômico e de Agricultura; presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape e ministro da Integração Nacional.
O momento foi promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco – AMUPE. Entre os prefeitos convidados, Marconi Santana esteve na última quinta-feira (25), na sede da Associação da Comunidade Chinesa do Recife Brasil onde o presidente Jack Lu, ofereceu um almoço de apresentação, onde foi iniciado um diálogo sobre novas perspectivas de tecnologias, energia solar, iluminação […]
O momento foi promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco – AMUPE.
Entre os prefeitos convidados, Marconi Santana esteve na última quinta-feira (25), na sede da Associação da Comunidade Chinesa do Recife Brasil onde o presidente Jack Lu, ofereceu um almoço de apresentação, onde foi iniciado um diálogo sobre novas perspectivas de tecnologias, energia solar, iluminação pública, veículos elétricos, entre eles ônibus, camionetes, motos para uso público, novas tecnologias para o agronegócio, equipamentos de segurança, entre outros.
Acompanhado da primeira-dama do município, Lucila Santana e do Secretário de Infraestrutura, Júnior Campos, o prefeito de Flores definiu o encontro com empresários chineses, como mais um momento de uma agenda voltada para geração de novas oportunidades para o município.
“Diálogos foram iniciados e o nosso foco é o de manter uma agenda voltada para a continuidade do progresso de nossa Flores, na geração de novas oportunidades, que alavanquem o desenvolvimento de nossa Flores”, disse Marconi. O momento foi promovido pela Associação Municipalista de Pernambuco – AMUPE e foi o início de uma parceria com a instituição.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, por intermédio da Defesa Civil Municipal, convoca todos os apontadores responsáveis pelas cisternas que recebem água da operação carro-pipa, coordenada pelo Exército, para comparecerem a uma reunião na secretaria de agricultura de Afogados, nesta sexta-feira, 18 de julho, às 9h. O objetivo da reunião é realizar a atualização cadastral […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, por intermédio da Defesa Civil Municipal, convoca todos os apontadores responsáveis pelas cisternas que recebem água da operação carro-pipa, coordenada pelo Exército, para comparecerem a uma reunião na secretaria de agricultura de Afogados, nesta sexta-feira, 18 de julho, às 9h.
O objetivo da reunião é realizar a atualização cadastral das famílias beneficiadas pela operação carro-pipa no município, atendendo a uma exigência do Ministério da integração e desenvolvimento regional.
Segundo o coordenador da defesa civil de Afogados, Carlos Neves, a participação na reunião é extremamente importante pois o não comparecimento ou a não atualização dos cadastros pode implicar no desligamento do programa.
As orientações e medidas de apoio para a atualização cadastral foram discutidas nesta quarta (16), em uma reunião envolvendo representantes da defesa civil de Afogados da Ingazeira e da defesa civil do governo de Pernambuco.
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