Em Itapetim, jovem reclama atendimento urgente para tratar fratura grave
Por Nill Júnior
Nill Júnior,
Meu nome é Clécio Dâmocles Brito de Araújo, tenho 28 anos e sou de Itapetim. Moro na Rua Serafim Piancó, 212, centro. Estou com a perna quebrada a 5 meses com o osso exposto e sinais de infecção. Me caso é de urgência.
Estou com muito medo de perder minha perna. Já clamei a autoridades como Deputado, prefeito e nada de tomarem providências. Passo o dia acamado, com febre. Minha perna dói bastante.
Sou pobre e não tenho condições de acompanhamento particular. Estou desesperado A alegação é de falta de vaga no hospital. Mas estou desesperado, sem a devida assistência.
Um vendaval levou ao chão a estrutura montada para as barracas armadas para XV Expoagro. Segundo os barraqueiros em contato com o blog, o vento levantou a estrutura. Alguns carros foram atingidos mas ninguém se feriu. Por sorte o episódio foi registrado nessa fase preliminar, quando não há maior fluxo de pessoas. O registro é […]
Um vendaval levou ao chão a estrutura montada para as barracas armadas para XV Expoagro. Segundo os barraqueiros em contato com o blog, o vento levantou a estrutura.
Alguns carros foram atingidos mas ninguém se feriu. Por sorte o episódio foi registrado nessa fase preliminar, quando não há maior fluxo de pessoas.
O registro é de carga e descarga de freezers, bebidas e estrutura interna para as barracas. Os barraqueiros apelaram para melhor fixação, evitando novos acidentes. Uma força tarefa da prefeitura está intensificando os trabalhos para recuperar o tempo perdido.
Líder do governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE) já defende oposição ao eventual governo do vice Michel Temer, que, segundo ele “será ilegítimo”. No entanto, ele diz que o PT deve evitar oposição radical. “Não vamos incendiar o Brasil”, afirmou “Não reconhecemos a legitimidade desse governo, que usurpou o poder, não vejo o PT se […]
Líder do governo no Senado, Humberto Costa (PT-PE) já defende oposição ao eventual governo do vice Michel Temer, que, segundo ele “será ilegítimo”. No entanto, ele diz que o PT deve evitar oposição radical. “Não vamos incendiar o Brasil”, afirmou
“Não reconhecemos a legitimidade desse governo, que usurpou o poder, não vejo o PT se dispor a sentar com ele. Lógico que não vamos fazer oposição ao Brasil. Ninguém imagina, ou pelo menos eu defendo, que o PT vai propor pauta-bomba, nem fazer jogo de corporativismo”, disse, em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’.
O senador, ex-ministro do governo Lula, fez ainda uma autocrítica em relação a erros cometidos pelo partido e pela presidente. “Dilma é uma pessoa que tem uma dificuldade de dialogar, de ouvir. Ela não se adaptou a um modo de fazer política que existe no Brasil”.
“ No caso do PT, o partido virou correia de transmissão do governo, deixou de propor suas políticas, propostas. O partido foi pelo caminho mais fácil, não enfrentou outras coisas. A questão do monopólio da mídia, da democratização dos meios de comunicação”, completou.
Por André Luis A ex-deputada e vice-presidente nacional do Solidariedade Marília Arraes encontrou-se com o Papa Francisco no Vaticano, na Itália, nesta terça-feira (7). Em suas redes sociais, Arraes destacou a importância do encontro e aproveitou para pedir pelo processo de beatificação de Dom Helder Câmara. “Em meio a emoção, aproveitei para dizer que estamos […]
A ex-deputada e vice-presidente nacional do Solidariedade Marília Arraes encontrou-se com o Papa Francisco no Vaticano, na Itália, nesta terça-feira (7). Em suas redes sociais, Arraes destacou a importância do encontro e aproveitou para pedir pelo processo de beatificação de Dom Helder Câmara.
“Em meio a emoção, aproveitei para dizer que estamos ansiosos para que o processo de beatificação de Dom Helder Câmara seja logo concluído e, claro, que continue se articulando pelo fim das guerras”, escreveu Arraes.
Dom Helder Câmara foi um arcebispo emérito de Olinda e Recife, conhecido por seu trabalho humanitário e defesa dos direitos humanos. Ele foi um dos principais líderes da Igreja Católica na América Latina durante a ditadura militar brasileira.
O processo de beatificação de Dom Helder Câmara foi aberto em 2014. Em 2019, o Vaticano reconheceu um milagre atribuído ao arcebispo, o que o aproxima da beatificação.
Em sua postagem, Arraes também agradeceu ao Papa Francisco por sua liderança na Igreja Católica. “Obrigada, Papa Francisco, por conduzir nossa Igreja acolhendo a todos e priorizando o amor e a paz pelo mundo!”, disse.
Marília está em Roma a convite da Charis. Ela acompanhou o concerto da Orquestra Criança Cidadã.
Desde que a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, assumiu uma cadeira no primeiro escalão do governo do presidente Jair Bolsonaro, uma ferida de 15 anos atrás voltou a arder no Xingu. A aldeia Kamayurá, no centro da reserva indígena no norte de Mato Grosso, é o berço de Kajutiti […]
Desde que a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, assumiu uma cadeira no primeiro escalão do governo do presidente Jair Bolsonaro, uma ferida de 15 anos atrás voltou a arder no Xingu. A aldeia Kamayurá, no centro da reserva indígena no norte de Mato Grosso, é o berço de Kajutiti Lulu Kamayurá, de 20 anos. Damares a apresenta como sua filha adotiva. A adoção, porém, nunca foi formalizada legalmente. A condição em que a menina, então com 6 anos de idade, foi retirada da aldeia é motivo de polêmica entre os índios.
Lulu nasceu em 20 de maio de 1998, segundo seu registro. ÉPOCA foi ao Xingu ouvir dos kamayurás a história da menina que foi criada pela avó paterna, Tanumakaru, uma senhora de pele craquelada, cega de um olho. Eles afirmam que Damares levou a menina irregularmente da tribo. Alguns detalhes se perdem na memória dos índios, mas há um fio condutor que une o relato de todos eles. Lulu deixou a aldeia sob pretexto de fazer um tratamento dentário na cidade e nunca mais voltou. Contam que Damares e Márcia Suzuki, amiga e braço direito da ministra, se apresentaram como missionárias na aldeia. Disseram-se preocupadas com a saúde bucal da menina.
“Chorei, e Lulu estava chorando também por deixar a avó. Márcia levou na marra. Disse que ia mandar de volta, que quando entrasse de férias ia mandar aqui. Cadê?” Questionada sobre se sabia, no momento da partida de Lulu, que ela não mais retornaria, foi direta: “Nunca”.
A ministra Damares Alves procurou ÉPOCA quando a reportagem ainda estava no Xingu. Disse que estava “à disposição para responder às perguntas (…) sobre nossas crianças, sobre minha filha e sobre as famílias”. “Não temos nada a esconder. Mas insisto: tratem tudo com o olhar especial para estes povos, para as mães e crianças que sofrem”, afirmou, via WhatsApp.
Em Brasília, no entanto, ela se recusou a dar entrevista e respondeu apenas parcialmente a 14 questionamentos da revista. “Todos os direitos de Lulu Kamayurá foram observados. Nenhuma lei foi violada. A família biológica dela a visita regularmente. Tios, primos e irmãos que saíram com ela da aldeia residem em Brasília. Todos mantêm uma excelente relação afetiva.” Perguntamos por que Damares não devolveu a criança à aldeia após o tratamento. “Lulu Kamayurá já retornou à aldeia. Ela deixou o local com a família e jamais perdeu contato com seus parentes biológicos.” A questão sobre não ter adotado formalmente Lulu foi ignorada.
A assessoria de Damares diz que a ministra conheceu Lulu em Brasília, e não na aldeia, como dizem os índios.
Leia em ÉPOCA desta semana a reportagem completa sobre a saída de Lulu Kamayurá de sua aldeia no Xingu e a atuação da ministra Damares Alves em comunidades indígenas, a partir do relato de índios que vivem nesses lugares, de famílias atendidas que defendem esse trabalho, da Funai e de documentos de investigações.
O presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde, Weverton Siqueira, o Siqueirinha, mais Rodrigo e Cybele Roa é a vereadora Célia Galindo anunciaram apoio à pré candidata do Solidariedade, Marília Arraes. O anúncio foi feito hoje, em uma postagem na sua rede social. Siqueirinha disse ainda que será anunciada uma data da ida de Marília […]
O presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde, Weverton Siqueira, o Siqueirinha, mais Rodrigo e Cybele Roa é a vereadora Célia Galindo anunciaram apoio à pré candidata do Solidariedade, Marília Arraes.
O anúncio foi feito hoje, em uma postagem na sua rede social.
Siqueirinha disse ainda que será anunciada uma data da ida de Marília a Arcoverde. Na postagem a pré-candidata agradece o apoio.
No plano local, eles se unem no apoio ao vice-prefeito Israel Rubis, que também confirmou votar na candidata do Solidariedade. O grupo marca posição em contraponto ao prefeito Welligton da LW, que vota em Danilo Cabral.
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