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Em cerimônia pública, TRE-PE começa a preparar as urnas do Estado

Por André Luis

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Procedimento técnico é um dos mais importantes do processo eleitoral. Cerimônias são públicas e prezam pela total transparência

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) inicia nesta terça-feira (03.11), às 8 horas, o processo de preparação das 20.541 urnas eletrônicas usadas nas eleições de novembro. Serão 18.771 urnas instaladas nas seções eleitorais do Estado e 1.770 de reserva.

A preparação acontece nos 18 Polos Eleitorais que atendem aos 184 municípios, sempre em cerimônias públicas. No Polo 1 (que contempla Recife, Olinda, Camaragibe e São Lourenço da Mata), a preparação acontecerá na unidade do TRE-PE localizada no Bongi (Avenida Cônsul Vilares Fragoso, 291) e contará com a presença do presidente do Tribunal, desembargador Frederico Neves.

No Polo 1 serão preparadas 4.058 urnas eletrônicas para votação e 373 urnas de contingência. Para tal, 221 pessoas estão envolvidas no processo.

A preparação em todo o Estado vai até o próximo dia 10. Tecnicamente chamado de Cerimônia de Carga e Lacre das Urnas, o evento ocorre com total transparência e consiste em inserir nas urnas eletrônicas os dados referentes aos candidatos e eleitores.

Todos os procedimentos que envolvem as mídias e as urnas eletrônicas são realizados em cerimônias públicas, com a participação do juiz eleitoral e convocação, por edital, dos representantes do Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), partidos políticos e as coligações.

Participam ainda da cerimônia os servidores e colaboradores da Justiça Eleitoral que atuam diretamente nessa etapa das eleições.

Por meio da operação, feita urna a urna, são inseridas todas as informações necessárias à realização do pleito: os programas de votação, a relação de eleitores da respectiva seção eleitoral, os dados de partidos, coligações e os nomes e fotos de todos os concorrentes aptos a disputar a eleição, inclusive os que têm registros indeferidos e aguardam julgamento de recursos.

Depois de inseridas todas essas informações, as urnas eletrônicas são lacradas e estão prontas para serem utilizadas nas eleições – a máquina lacrada só realiza operações em dia e horário predeterminados. As eleições acontecem em 15 de novembro (primeiro turno) e, se houver segundo turno, em 29 de novembro.

Serviço:

O quê – Cerimônia de preparação das Urnas/2020

Onde – Depósito do TRE-PE no Bongi (Avenida Cônsul Vilares Fragoso, 291, Bongi)

Quando – 3 de novembro de 2020 (terça-feira)

Horário – 8h

Outras Notícias

João Campos chega a Serra Talhada para agenda com Márcia e Breno

O pré-candidato a governador João Campos e o pré-candidato a vice-governador Carlos Costa chegaram a pouco em Serra Talhada e foram recepcionados pela prefeita Márcia Conrado, pelo pré-candidato a Deputado Estadual, Breno Araújo, vereadores e aliados. Ele participa da entrega de 75 novos veículos para o transporte de pacientes do SUS. “É uma importante conquista […]

O pré-candidato a governador João Campos e o pré-candidato a vice-governador Carlos Costa chegaram a pouco em Serra Talhada e foram recepcionados pela prefeita Márcia Conrado, pelo pré-candidato a Deputado Estadual, Breno Araújo, vereadores e aliados.

Ele participa da entrega de 75 novos veículos para o transporte de pacientes do SUS. “É uma importante conquista através do Governo Federal que vai fortalecer a saúde e garantir mais dignidade, cuidado e acesso para a nossa gente”, disse a prefeita Márcia Conrado em sua rede social.

João Campos não conseguirá participar da reunião da UVP, em Triunfo, após atraso provocado por uma audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília.

Segundo João, o encontro com Lula foi “muito positivo” e serviu para discutir os palanques políticos pelo Brasil, incluindo Pernambuco. Com a reunião se estendendo além do previsto, ele perdeu o voo para Recife e só conseguirá retornar durante a madrugada.

Apesar da ausência em Triunfo, João confirmou presença em Serra Talhada.

Anderson Ferreira nega que PL já tenha se decidido por candidatura própria em PE

Anderson disse entretanto que não tem como subir no palanque sem apoio a Flávio. “Ela não declara apoio nem ao candidato do partido dela, como vou querer que ela apoie o meu candidato?”.  Do Blog da Renata Gondim O presidente estadual do PL, Anderson Ferreira, negou que o partido tenha definido pelo lançamento de uma […]

Anderson disse entretanto que não tem como subir no palanque sem apoio a Flávio. “Ela não declara apoio nem ao candidato do partido dela, como vou querer que ela apoie o meu candidato?”. 

Do Blog da Renata Gondim

O presidente estadual do PL, Anderson Ferreira, negou que o partido tenha definido pelo lançamento de uma candidatura própria ao Governo do Estado como foi noticiado nesta quinta-feira (18).

Em conversa com a editora do Blog da Renata, a jornalista Renata Gondim, o liberal explicou que o seu foco no momento é trabalhar um projeto que fortaleça a sigla no Estado, assim como sua chapa proporcional, e que até agosto – prazo final para a homologação das candidaturas – haverá um posicionamento oficial.

“O que estamos vendo é um gabinete do ódio nas redes sociais, gente manipulando informações não sei a serviço de quem. Até porque se tivesse uma definição de candidatura eu, junto com a nacional, iríamos nos posicionar oficialmente, por meio de uma coletiva. Nós temos um palanque nacional e lógico que nós estamos tentando construir o que é melhor para o nosso partido”, disse Anderson Ferreira, enfatizando que o PL permanece independente diante do Governo Raquel Lyra.

“Quem faz parte da base de Raquel são Sebastião (Oliveira, Avante) e Eduardo da Fonte (PP). Eu nunca tive, nosso partido sempre foi independente desde o início do governo. Ela vai construir o caminho dela e nós vamos construir o nosso. Como posso subir no palanque sem apoio a Flávio? Ela não declara apoio nem ao candidato do partido dela, como vou querer que ela apoie o meu candidato?”, afirmou.

Entretanto, quando questionado se não subir no palanque de Raquel já era um entendimento definido, o liberal deixou claro que não fecha portas para diálogos, desde que não envolvam o PT e quem está recebendo o seu apoio. “Na política eu nunca fechei portas para diálogo com ninguém. Só fecho para o PT porque vai contra ao que nós pregamos e a nossa trajetória política. Eu sou do campo da direita”, destacou o presidente do PL.

Contraponto: advogada defende escolha de Palmeira para candidato a vice

Por Áurea Emanoella* É em meio ao lodo de uma tradição política, que jaz moribunda pelos vermes que a consomem, que recebemos pelas “ondas do rádio” a efervescente notícia de que teremos como futuro vice-prefeito um jovem e poético rapaz, de voz mansa, sorriso franco e olhar sincero. Quisera que a política, “imitasse” os enredos […]

IMG-20160805-WA0000Por Áurea Emanoella*

É em meio ao lodo de uma tradição política, que jaz moribunda pelos vermes que a consomem, que recebemos pelas “ondas do rádio” a efervescente notícia de que teremos como futuro vice-prefeito um jovem e poético rapaz, de voz mansa, sorriso franco e olhar sincero.

Quisera que a política, “imitasse” os enredos de novela, assim saberíamos, que ao final de uma série de capítulos, o desfecho seria feliz, e os mocinhos, “açoitados” no decorrer de toda a trama, prevaleceriam sobre os vilões.

Entretanto, alegro-me por saber que a vida não é uma novela, e que os “vilões” do cotidiano real, as vezes, são surpreendidos, mesmo antes do final da trama, pela ascensão dos mocinhos, que, à semelhança dos “folhetins novelísticos”, representam a maioria de um povo, que vive sob o jugo opressor de uma minoria que “respira interesses” e, quando contrariados em suas gananciosas vontades, inspira os piores e mais tenebrosos sentimentos que podem habitar a alma humana.

A sabedoria bíblica diz que o “a boca fala do que está cheio o coração”, o “ódio fluente”, por traz de palavras, aparentemente educadas, foi responsável pelas piores chagas que história revela e todas elas, impostas pelos que se enxergavam grandes, às camadas mais vulneráveis.

De análogo “àquele folhetim”, temos tão somente a antecipação do final, na qual o “Santo” vence as forças oligárquicas antes do último capítulo e o “deputado” tem que engolir, seu orgulho, seu ego e o “nosso mocinho”, que vem fazer história na política local, pois representa os anseios da sua terra, “do homem sem escola, homem sem vitória, do violeiro”.

*Áurea Emanoella é advogada

“Trumpleco”: galinha com topete de Trump vira atração nos EUA

Uma galinha inflável com um topete dourado e uma inegável semelhança com o presidente dos EUA, Donald Trump, foi exibida nesta quarta (9) em um parque atrás da Casa Branca. Fotos do boneco começaram a circular em redes sociais no início da tarde, mas sem uma explicação sobre o motivo de sua aparição. Em abril, […]

Uma galinha inflável com um topete dourado e uma inegável semelhança com o presidente dos EUA, Donald Trump, foi exibida nesta quarta (9) em um parque atrás da Casa Branca. Fotos do boneco começaram a circular em redes sociais no início da tarde, mas sem uma explicação sobre o motivo de sua aparição.

Em abril, a galinha inflável fez sua primeira aparição durante um protesto no qual os manifestantes exigiam que Trump divulgasse os dados de seu imposto de renda. Desta vez, no entanto, ela não apareceu acompanhada de nenhuma mensagem.

E, de qualquer forma, seja qual for o recado, Donald Trump não está lá para ver: o presidente está de férias em seu clube de golfe em Nova Jersey.

Segundo Danielle Morton, responsável pela galinha no protesto de abril, o inflável de 3 metros de altura foi comprado em um site de vendas e leilões online por US$ 649.

O boneco é uma reprodução de uma escultura que foi exibida em um shopping center chinês em 2016, em comemoração ao Ano do Galo. A brincadeira com o presidente americano fez tanto sucesso que o chamado “Trump Rooster Cock” se tornou famoso na China, segundo uma matéria do site Slate, que encontrou cópias de diversos tamanhos e materiais à venda em sites chineses.

Condução coercitiva cria polêmica entre magistrados

Conteúdo Estadão A condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinada pelo juiz Sérgio Moro provocou reações na magistratura. Ela foi defendida por uns e considerada ilegal ou excesso por outros magistrados. O desembargador José Damião Cogan, do TJ-SP, disse que a decisão de Moro foi razoável diante da situação “excepcionalíssima” que envolvia […]

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Conteúdo Estadão

A condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinada pelo juiz Sérgio Moro provocou reações na magistratura. Ela foi defendida por uns e considerada ilegal ou excesso por outros magistrados.

O desembargador José Damião Cogan, do TJ-SP, disse que a decisão de Moro foi razoável diante da situação “excepcionalíssima” que envolvia a garantia da segurança para o depoimento. “Testemunhei a confusão em frente ao fórum em São Paulo quando Lula devia depor no Ministério Público Estadual.” Cogan disse ainda que o depoimento fruto da condução é legal. Maierovitch concorda com esse ponto. “Ele podia se calar, mas decidiu falar.”

Para Walter Maierovitch, juiz aposentado e ex-secretário nacional antidrogas do governo Fernando Henrique Cardoso, a decisão de Moro foi “arbitrária”. “Mais do que excesso, foi ilegal. O que não se pode confundir é achar que isso acabará com a Lava a Jato. Não se pode dar mais valor à ilegalidade do que à roubalheira.” O argumento de que ela era necessária à segurança de Lula não se sustentaria. “Que se providenciasse a segurança para que ele fosse depor. Ninguém está acima da lei: nem Lula, nem Moro.”

A Associação dos Juízes do Brasil apoiou Moro. “A Justiça Federal brasileira e os integrantes do Ministério Público, da Receita Federal e da Policia Federal agiram nos estritos limites legais e constitucionais, sempre respeitando os direitos de ampla defesa”, diz nota. A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) repudiou ontem, por intermédio de nota oficial, as críticas feitas por parlamentares do PT e pelo próprio ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à 24ª fase da Operação Lava Jato, que teve o petista como alvo. A nota foi assinada pelo presidente da entidade, José Robalinho Cavalcanti.

Repúdio
“Ao contrário do que querem fazer crer algumas lideranças políticas, os procuradores da República à frente do caso – bem como a Justiça Federal, a Polícia Federal e a Receita Federal – atuaram novamente de acordo com a mais rígida e cuidadosa observância dos preceitos legais, sem violência ou desrespeito aos investigados”, diz a nota. O texto não cita Lula.