Arcoverde terá audiência pública sobre obras atrasadas no Sertão e Agreste


O município de Arcoverde, considerado a porta para o Sertão de Pernambuco, irá sediar uma Audiência Pública, da Comissão de Desenvolvimento Econômico e Turismo, do Poder Legislativo do Estado.
Será na sexta-feira, dia 15 de maio, às 08h30 na Câmara de Vereadores, A iniciativa é do deputado estadual Eduíno Brito (PHS). O objetivo do encontro é discutir a os atrasos das Adutora do Agreste, Transposição do Rio Francisco, Construção da Estação de Tratamento Canela Ema e a Transnordestina.
A Região do Agreste Central e Sertão do Moxotó tem se desenvolvido bastante nos últimos tempos. Várias obras de melhoria e desenvolvimento para a região já iniciaram e/ou estão previstas para início próximo, o que nos deixam preocupados com o desenvolvimento sustentável da região, bem como a inclusão social da população.
“O desenvolvimento das regiões é inevitável e necessário, no entanto, não podemos deixar de nos preocuparmos com a destinação final da coisa pública, utilidade e necessidade de obras, sustentabilidade e inclusão social da população local”. disse Eduíno.
Para o deputado, os recursos naturais devem ser preservados por todos, por ser indispensável a todas as formas de vida e a todas as atividades humanas, protegendo, consequentemente, a saúde, a segurança alimentar, a atividade produtiva e a qualidade de vida de todos.




A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), por meio da 3ª Superintendência Regional, inicia, na próxima semana, a convocação dos vencedores do Edital 35/2017, que trata da seleção para ocupação de 299 unidades parcelares familiares no Projeto de Irrigação Pontal, localizado em Petrolina (PE), visando à implantação de empreendimentos agrícolas, agropecuários e agroindustriais.
Por André Luis


O promotor e Coordenador da 3a Circunscrição do MP, Lúcio Luiz de Almeida Neto, disse, participando do Debate das Dez da Rádio Pajeú, “não ter dúvidas” de que o Estado deverá prorrogar o decreto com medidas restritivas em vigor.
“Mesmo se aprovado o Projeto do prefeito Sávio Torres que visava parcelar os débitos da prefeitura com fundo de previdência do município, o FUNPRETU, não salvaria o fundo”.











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