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Em breve discurso, Renata diz que vai continuar engajada na campanha

Por Nill Júnior

Após ser recepcionada com muitos aplausos pelos quase três mil presentes ao encontro do PSB com militantes políticos, a viúva do ex-governador Eduardo Campos, Renata Campos, disse que vai continuar engajada na campanha tanto para governador de Pernambuco (na qual Paulo Câmara concorre pelo PSB) e presidencial. Renata, entretanto, não falou se pode assumir algum cargo de destaque. Algumas lideranças políticas especulam que ela poderia se candidatar ao cargo de vice-presidente na chapa de Marina Silva, que, com a morte de Eduardo, deve ser oficializada como candidata.

Renata chegou ao encontro do PSB com duas horas de atraso, acompanhada dos filhos. Foi aplaudida de pé e se dirigiu para a frente do palco. Ao discursar, se referiu a Eduardo Campos como Dudu, sendo mais uma vez ovacionada pelos presentes. “Estava com Dudu quando ele marcou essa reunião. Agora vou ter que trabalhar por dois. Seus sonhos estarão sempre entre nós. Fica tranquilo, Dudu. Não desistiremos do Brasil. É aqui que cuidaremos dos nossos filhos”, disse, emocionada.

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Foto: Márcio Fernandes/Estadão Conteúdo

Ao terminar o breve discurso, pediu empenho aos correligionários para eleger Paulo Câmara governador do Estado (o socialista aparece em segundo nas pesquisas de intenções de voto) e disse que vai se empenhar na campanha como sempre fez, mas sem dar pistas se vai ou não assumir papel de destaque.

A viúva encerrou seu discurso prometendo que vai lutar pelos ideais do marido. “Fica tranquilo Dudu, teremos a sua coragem para mudar o Brasil. Não desistiremos do Brasil. É aqui que vamos cuidar de nossos filhos, um beijo grande.”

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Foto de Cláudio Gomes ao blog, mostrando público no espaço

No início do encontro, o presidente do PSB, Roberto Amaral, ao ser questionado se Renata estava apta a disputar as eleições presidenciais como vice de Marina (que deve ser oficializada na próxima quarta-feira (20), ele foi enfático: “”Renata pode ser o que quiser. É um nome bom para o País e para o partido”. (JC On Line)

Outras Notícias

Nasce o primeiro bebê no Centro de Parto Humanizado de Serra Talhada

O primeiro bebê do Centro de Parto Humanizado de Serra Talhada nasceu nesta quinta-feira, 22 de maio. Ravi Misael veio ao mundo às 20h36, com 3,292 kg e 49 centímetros. O parto ocorreu de forma normal, marcando o início das atividades da unidade voltada à assistência humanizada à gestante. A prefeita de Serra Talhada, Márcia […]

O primeiro bebê do Centro de Parto Humanizado de Serra Talhada nasceu nesta quinta-feira, 22 de maio.

Ravi Misael veio ao mundo às 20h36, com 3,292 kg e 49 centímetros. O parto ocorreu de forma normal, marcando o início das atividades da unidade voltada à assistência humanizada à gestante.

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, celebrou a chegada de Ravi com emoção. “Ser mãe é uma das experiências mais transformadoras da vida. A chegada de Ravi simboliza o cuidado, o acolhimento e o respeito que buscamos oferecer às mulheres de Serra Talhada. Agradeço de coração à nossa secretária de Saúde, Lisbeth Rosa, por todo o empenho em garantir que este espaço se tornasse realidade”, declarou.

A mãe de Ravi, Maria Rosimary Soares, contou com todo o suporte necessário durante o trabalho de parto. A equipe do centro esteve presente em todos os momentos, assegurando a assistência prevista no modelo humanizado de atendimento. A secretária de Saúde, Lisbeth Rosa, acompanhou de perto todo o processo. “Fiz questão de monitorar cada etapa, desde a entrada da gestante até o nascimento. Foi uma grande alegria ver tudo acontecer como deve ser, com segurança e sem intercorrências”, afirmou.

O coordenador do Centro de Parto Humanizado, João Antônio, destacou a importância desse primeiro nascimento. “Foi um momento especial para todos nós. Toda a equipe se dedicou com profissionalismo e sensibilidade para que a mãe e o bebê tivessem uma experiência segura e respeitosa. A chegada de Ravi nos enche de alegria e reforça o nosso compromisso com o cuidado humanizado”, afirmou.

Danilo participa de Audiência Pública sobre venda da Eletrobrás

A primeira audiência pública da Comissão da Medida Provisória 814/2017 – Medida Provisória que autoriza a privatização da Eletrobrás e de suas subsidiárias, aconteceu nesta terça-feira (27). Foram ouvidos Paulo Pedrosa, representando o Ministério das Minas e Energia; Antônio Varejão, diretor de geração da Eletrobrás e Ícaro Chaves, representante do Coletivo Nacional dos Eletricitários. O deputado federal Danilo Cabral (PSB\PE), membro da Comissão e um dos parlamentares mais críticos […]

A primeira audiência pública da Comissão da Medida Provisória 814/2017 – Medida Provisória que autoriza a privatização da Eletrobrás e de suas subsidiárias, aconteceu nesta terça-feira (27). Foram ouvidos Paulo Pedrosa, representando o Ministério das Minas e Energia; Antônio Varejão, diretor de geração da Eletrobrás e Ícaro Chaves, representante do Coletivo Nacional dos Eletricitários.

O deputado federal Danilo Cabral (PSB\PE), membro da Comissão e um dos parlamentares mais críticos contra a decisão do Governo Temer em vender o setor elétrico brasileiro, fez vários questionamentos aos convidados e cobrou a presença do Ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho. “Sei que nem vocês estão acreditando nessa privatização. Se fosse a casa de vocês, vocês fariam isso?, perguntou.

A MP determina a expansão da oferta de energia elétrica emergencial, recomposição tarifária extraordinária, cria o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica – Proinfa e a Conta de Desenvolvimento Energético – CDE e dispõe sobre a universalização do serviço público de energia elétrica.

A medida chegou a ser parcialmente suspensa em janeiro deste ano por uma liminar, do juiz Cláudio Kitner da 6ª Vara Federal de Pernambuco, que anulava o 3º artigo do texto para impedir a privatização. Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), contudo, derrubou a liminar em fevereiro.

A medida provisória já recebeu 158 emendas. Só o deputado Danilo apresentou 13. Foi o parlamentar que mais apresentou emendas à MP. Essa comissão foi instalada no dia 6 de março e é presidida pelo senador Eduardo Braga (PMDB-AM). O deputado Júlio Lopes (PP-RJ) ocupa o cargo de relator. Outras duas audiências públicas estão marcadas para as próximas semanas.

Cabral diz, em depoimento, que Pezão era responsável por obras do Maracanã

G1 O atual governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, foi citado duas vezes no depoimento do ex-governador Sérgio Cabral, prestado à Polícia Federal (PF) e protocolado na segunda-feira (21), na Justiça Federal do Paraná. Nos depoimentos, Cabral respondeu que a reforma no estádio do Maracanã começou quando o atual governador, Luiz Fernando Pezão, […]

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O atual governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, foi citado duas vezes no depoimento do ex-governador Sérgio Cabral, prestado à Polícia Federal (PF) e protocolado na segunda-feira (21), na Justiça Federal do Paraná.

Nos depoimentos, Cabral respondeu que a reforma no estádio do Maracanã começou quando o atual governador, Luiz Fernando Pezão, era secretário de Obras do estado. Ele comandou a pasta entre os anos de 2007 e 2011.

O ex-governador foi preso na última quinta-feira (17) sob a acusação de comandar um esquema de corrupção que teria desviado cerca de R$ 224 milhões dos cofres públicos do Rio.

Segundo Cabral, Pezão tinha contato com o empresário Fernando Cavendish e outros empreiteiros que tratavam com a secertaria de Obras. Cavendish era o dono da construtora Delta, responsável por parte das obras do estádio. Ele é acusado de pagar propina para ganhar os contratos e de lavagem de dinheiro.

Segundo o Ministério Público Federal, Cabral é suspeito de cobrar proprina de empreiteiras para fechar contratos de obras com o estado. As principais obras fraudadas são: reforma do Maracanã (custo total de R$ 1,5 bilhão), PAC das Favelas (custo de R$ 1,14 bilhão) e Arco Metropolitano (custo de R$ 1,55 bilhão). Durante o depoimento, ele ainda se disse indignado com as denúncias e afirmou ter a “consciência tranquila quanto às mentiras absurdas”.

Depoimento de Cabral tem 18 páginas: no depoimento, que contém 18 páginas, os procuradores perguntaram se Cabral conhece alguns dos acusados de fazer parte da organização criminosa. O ex-governador disse que sempre atendia executivos das diversas construtoras envolvidas em corrupção e que, às vezes, era procurado ou até os convocava para o controle de obras, mas que nos encontros sempre havia outras pessoas, como o titular da pasta, o secretário de obras.

Os investigadores questionaram Sérgio Cabral sobre a “taxa de oxigênio” que seria cobrada por Hudson Braga, secretário de Obras em sua gestão. O ex-governador disse desconhecer tal fato.

Sobre Carlos Miranda, apontado pelos procuradores como o “homem da mala”, que recolhia o dinheiro da propina, Ségio Cabral diz que é amigo desde os tempos do colégio. Perguntado se alguma vez Carlos Miranda efetuou solicitação e recebimento de propinas no nome dele, o ex-governador disse que nunca solicitou a Carlos Miranda que procedesse desta forma.

Questionado se Carlos Miranda cuidava de sua contabilidade e pagamentos, o ex-governador disse que não. Em outro trecho do depoimento, no entanto, Cabral se contradiz. Ele afirmou que, sim, Miranda o auxiliava em sua vida pessoal financeira.

Os investigadores perguntaram ainda sobre a Gralc consultoria, empresa de Miranda, que recebeu incentivos fiscais do estado. A firma é apontada como central no esquema de lavagem de dinheiro. Sérgio Cabral disse que diversas outras empresas e segmentos obtiveram incentivos fiscais.

Cabral foi questionado sobre o uso de uma lancha, da família de Paulo Fernando Magalhães Pinto, tido como laranja de Sérgio Cabral e usado para ocultar bens, o ex-governador disse que usou a lancha algumas vezes, mas ressaltou que não possui um barco no condomínio .

No interrogatório, também foi questionada a relação do ex-governador com Paulo Roberto Costa, ex-diretor de abastecimento da Petrobrás. Sérgio Cabral disse que nunca teve relação de amizade ou relações privadas com ele. O interrogado alegou ainda que nunca interviu em questões relacionadas com a Petrobrás ou com o Comperj.

Uma reforma na casa do ex-governador também foi tema do interrogatório. Questionado sobre quem efetuou as contratações de obra e mobiliário para a sua residência, ele disse que não se recorda. Os investigadores quiseram saber o porquê de notas fiscais relativas à aquisição de mobiliário foram efetuadas em nome de Sônia. No total, foram mais de R$ 100 mil.

Sônia Ferreira Batista é uma assessora do ex-governador, apontada como parte do esquema de lavagem de dinheiro. O ex-governador afirmou que não se recorda dos fatos.

Câmara de Vereadores de Tabira fará concurso público

Na sessão desta segunda-feira (21), o presidente da Câmara de Vereadores de Tabira, Valdemir Filho, fez uso da tribuna e informou a intenção de realizar concurso público. Segundo o presidente, já houve uma conversa com a Universidade de Pernambuco (UPE) e foi demonstrado a intenção que o órgão possa realizar o processo. “Tivemos uma reunião […]

Na sessão desta segunda-feira (21), o presidente da Câmara de Vereadores de Tabira, Valdemir Filho, fez uso da tribuna e informou a intenção de realizar concurso público.

Segundo o presidente, já houve uma conversa com a Universidade de Pernambuco (UPE) e foi demonstrado a intenção que o órgão possa realizar o processo.

“Tivemos uma reunião com representantes da UPE, e demonstramos para a equipe a intenção da realização do certame, agora vamos reestruturar os quadros da câmara para dar prosseguimento ao processo“ informou Valdemir Filho.

No momento em que acontecer será um feito inédito, já que nunca houve um concurso público para a câmara municipal.

Todos pela conclusão da Adutora do Agreste

Por Inaldo Sampaio Após a conclusão do Eixo Leste das obras de transposição, que já estão levando água do São Francisco para a Paraíba, começando pela cidade de Monteiro, os políticos de Pernambuco deram-se as mãos para pressionar o governo federal a terminar ainda este ano a Adutora do Agreste. Trata-se da mais importante obra […]

Foto: Compesa/Divulgação

Por Inaldo Sampaio

Após a conclusão do Eixo Leste das obras de transposição, que já estão levando água do São Francisco para a Paraíba, começando pela cidade de Monteiro, os políticos de Pernambuco deram-se as mãos para pressionar o governo federal a terminar ainda este ano a Adutora do Agreste.

Trata-se da mais importante obra hídrica do Estado, que necessita de apenas 680 milhões para levar água do “velho Chico” para 69 localidades daquela região, que é a mais seca de Pernambuco, embora muita gente ache que é o Sertão.

Numa espécie de “força-tarefa” pela conclusão desta obra, o governador Paulo Câmara pediu anteontem ao presidente Michel Temer que não corte recursos previstos para o semiárido nordestino, que vive o sexto ano consecutivo de seca, enquanto o senador Armando Monteiro apelava ao ministro Hélder Barbalho para colocar esta obra entre as prioridades de sua pasta. Este empenho coletivo faz supor que até dezembro a Adutora estará concluída.