Eleições: 25 tentam reeleição. Segundo turno ocorre em 57 cidades
Por Nill Júnior
Uol
Neste domingo (30), 32,9 milhões de eleitores voltam às urnas para escolher os prefeitos em 57 cidades. Em 25 desses municípios, os prefeitos tentam a reeleição, oito deles em capitais.
No Recife, o prefeito Geraldo Julio (PSB)disputa votos com João Paulo (PT). Em Fortaleza, o prefeito Roberto Cláudio (PDT)tenta o segundo mandato contra Capitão Wagner (PR). Em São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT) tenta se reeleger contra Eduardo Braide (PMN). Já em Maceió, Rui Palmeira (PSDB) busca a reeleição, tendo Cícero Almeida (PMDB) como adversário.
Na região Norte, Artur Virgílio Neto (PSDB)tenta se reeleger em Manaus e enfrenta nas urnas Marcelo Ramos (PR). Em Belém, Zenado Coutinho (PSDB) busca o segundo mandato contra o ex-prefeito Edmilson Rodrigues (PSOL). Em Macapá, o prefeito da Rede, Clécio Luís, disputa com Gilvam Borges (PMDB).
Entre as capitais do Sudeste, apenas Vitóriaterá um prefeito buscando a reeleição no segundo turno: Luciano Rezende (PPS) tenta o segundo mandato e enfrenta o candidato do Solidariedade, Amaro Neto.
Entre as capitais da região Sul e Centro-Oeste não há prefeitos que tentam a reeleição neste segundo turno.
Reeleição nas grandes cidades
No primeiro turno das eleições municipais, 16 dos 53 prefeitos de grandes cidades (capitais e municípios com mais de 200 mil eleitores) que se candidataram à reeleição tiveram sucesso, o que corresponde a um percentual de 30,2%.
A taxa é menor que a das últimas duas eleições. Em 2012, a quantidade de prefeitos reeleitos no primeiro turno dos grandes municípios foi de 36,8%, enquanto em 2008 foi de 67,39%.
O grupo das grandes cidades possui 93 municípios: as 26 capitais e outras 67 cidades com mais de 200 mil eleitores, onde é possível haver segundo turno.
Neste ano, o PSDB foi o partido que mais reelegeu candidatos no primeiro turno nas grandes cidades: foram sete, incluindo Teresina, em que Firmino Filho ganhou mais quatro anos de gestão. Depois aparecem PMDB, com três reeleitos, e DEM, com dois.
Nas capitais, sete dos 15 ex-prefeitos que tentavam voltar ao cargo foram “reprovados” pelas urnas. Outros oito ex-mandatários foram ao segundo turno.
Em nota ao blog, o Secretário de transportes Sebastião Oliveira rebateu o prefeito Luciano Duque, que disse que “pagaria combustível” para leva-lo a visitar obras de sua gestão de serra Talhada. Luciano também criticou Sebastião por propagar como suas ações asfalto de Santa Rita, ainda a ser executado e reparos no terminal Rodoviário que ele […]
Fotocharge: “taiada contra quaiada”. Foto: Alejandro Garcia/Farol de Notícias
Em nota ao blog, o Secretário de transportes Sebastião Oliveira rebateu o prefeito Luciano Duque, que disse que “pagaria combustível” para leva-lo a visitar obras de sua gestão de serra Talhada. Luciano também criticou Sebastião por propagar como suas ações asfalto de Santa Rita, ainda a ser executado e reparos no terminal Rodoviário que ele chamou de “taiada”.
“Muito me alegra em saber que tenho minhas obras do passado reconhecidas pelo prefeito e reitero que estas obras do passado, Faculdade de Medicina, estrada de Santa Rita, UPAe, estrada do aeroporto, passagens molhadas e poços são traduzidas no melhor presente que Serra Talhada tem hoje e a garantia de um futuro promissor”.
Oliveira afirmou também que ainda este ano está alocando para o município R$ 32 milhões em Bernardo Vieira, R$ 6,2 milhões da nova pista do aeroporto, R$ 7 milhões da construção das alças locais de Varzinha, recursos estes, estaduais e federais.
“ Quanto ao dinheiro da gasolina que ele se dispôs a pagar eu peço que transfira para as fardas dos alunos da rede municipal ou coloque nas ambulâncias do Samu que estão todas paradas”, rebateu.
“O governo não está aberto a novas negociações para a reforma da Previdência, apesar de sua votação ter sido adiada para fevereiro”, afirmou nesta quinta-feira (14) o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reconhecendo também que importantes medidas de ajuste fiscal podem não ser votadas até o fim deste ano, o que abre a porta para […]
“O governo não está aberto a novas negociações para a reforma da Previdência, apesar de sua votação ter sido adiada para fevereiro”, afirmou nesta quinta-feira (14) o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reconhecendo também que importantes medidas de ajuste fiscal podem não ser votadas até o fim deste ano, o que abre a porta para corte de gastos em 2018.
Falando a jornalistas após encontro com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Meirelles afirmou que a postergação da votação sobre as mudanças para aposentadoria se deu pelo fato de o ano legislativo caminhar para o fim, o que ameaça a mobilização da base aliada.
De acordo com Meirelles, a equipe econômica ainda está fazendo as contas para ver o tamanho do impacto de eventual flexibilização no regime de transição para servidores, ponto que segundo parlamentares estaria na mesa.
Ele ressaltou, contudo, que trata-se de uma sugestão, que não há nada decidido, e que “a princípio” não está reaberta nova rodada de negociações para a reforma.
O apertado calendário no Congresso Nacional também coloca em xeque a tramitação de importantes medidas para o ajuste fiscal que foram enviadas pelo governo para garantir o cumprimento da meta de deficit primário de R$ 159 bilhões no ano que vem.
Meirelles reconheceu que “não há compromisso, mas haverá esforço” dos parlamentares em votar ainda em dezembro a Medida Provisória que muda a tributação de fundos fechados. Com ela, a União esperava levantar R$ 6 bilhões em 2018. Mas a arrecadação extra só virá se o texto receber sinal verde do Congresso ainda neste ano.
A respeito do projeto de reoneração da folha de pagamento das empresas, o ministro apontou que será votado “quando possível”. Com ele, a expectativa inicial do governo era de aumento de R$ 5,8 bilhões nas receitas, com economia de outros R$ 3 bilhões nas despesas em 2018.
Além dessas iniciativas, o Congresso também não analisou a postergação do reajuste do funcionalismo público e o aumento da contribuição previdenciária dos servidores, ambas impopulares e que devem enfrentar ainda mais resistência num ano eleitoral.
Questionado se o cenário pressionava por um contingenciamento das despesas do Orçamento já no início do ano que vem, Meirelles disse que é preciso analisar a questão.
Temos que ver se será votado e o que será votado. A segunda coisa é que existe recuperação importante de receita em função exatamente da recuperação da atividade econômica”, afirmou ele, após ter revisado mais cedo a expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) a 3% no ano que vem, ante 2% e contra estimativa de 2,5% na peça orçamentária.
Depois de passar as últimas semanas batendo o pé de que era essencial votar a reforma da Previdência ainda neste ano, Meirelles defendeu ainda que o adiamento para fevereiro de 2018 dá mais tempo ao governo para esclarecer algumas questões ainda em aberto na sociedade.
Mesmo assim, Meirelles disse que fará uma série de conferências com agências de classificação de risco na próxima semana para tratar do assunto e tentar, no limite, evitar o rebaixamento do rating brasileiro.
A Câmara de Vereadores de Calumbi aprovou, nesta terça-feira (18), o projeto de adesão do município ao Serviço de Inspeção Municipal (SIM) Consorciado Cimpajeú. O serviço tem a finalidade de fiscalizar e certificar a qualidade dos produtos de origem animal e vegetal, garantindo que sejam produzidos dentro das normas sanitárias estabelecidas. O SIM é uma […]
A Câmara de Vereadores de Calumbi aprovou, nesta terça-feira (18), o projeto de adesão do município ao Serviço de Inspeção Municipal (SIM) Consorciado Cimpajeú.
O serviço tem a finalidade de fiscalizar e certificar a qualidade dos produtos de origem animal e vegetal, garantindo que sejam produzidos dentro das normas sanitárias estabelecidas.
O SIM é uma parceria entre municípios que compartilham a estrutura de inspeção, permitindo a redução de custos operacionais e a unificação da legislação para a região. A iniciativa também busca fortalecer a segurança alimentar, incentivar produtores a formalizarem seus negócios e contribuir para a geração de emprego e renda, além de aumentar a arrecadação dos municípios consorciados.
A implementação do serviço ocorre por meio de um consórcio público, no qual cada município participante deve aprovar em lei municipal a criação do SIM e regulamentar seu funcionamento.
Os produtos fiscalizados incluem carnes, ovos, leite, mel e seus derivados, além de vegetais minimamente processados. O selo de certificação emitido pelo SIM assegura que os alimentos atendem aos padrões exigidos. Em cada município, o serviço está vinculado à Secretaria ou Departamento de Agricultura.
“O SIM Consorciado é um grande avanço para Calumbi, garantindo mais segurança alimentar para a população e novas oportunidades para os produtores locais. Com essa adesão, fortalecemos a economia do município e damos um passo importante para a regularização e valorização da produção agropecuária”, destacou o prefeito Joelson.
Serra Talhada, Tabira e Iguaracy confirmaram novos óbitos nesta sexta-feira Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados nesta nesta-feira (06.11), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 10.142 casos confirmados de Covid-19. Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de […]
Serra Talhada, Tabira e Iguaracy confirmaram novos óbitos nesta sexta-feira
Por André Luis
De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados nesta nesta-feira (06.11), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 10.142 casos confirmados de Covid-19.
Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 4.569 confirmações. Logo em seguida, com 1.244 casos confirmados está Afogados da Ingazeira, Tabira conta com 912, São José do Egito está com 865, Santa Terezinha tem 360, Triunfo tem 350 e Carnaíba está com 340.
Itapetim tem 218, Flores está com 197, Calumbi está com 181 casos, Brejinho tem177, Iguaracy tem 162, Quixaba tem 155, Solidão tem 133, Tuparetama tem 114, Santa Cruz da Baixa Verde está com96 e Ingazeira está com 69 casos confirmados.
Nota da Secretaria de Saúde de Quixaba: Em virtude de alguns resultados de sorologias quantitativas apresentadas a vigilância, algumas retificações de casos positivos estão sendo realizadas, apenas para aqueles de comprovação laboratorial segura.
Pacientes que testaram positivo e realizaram RT-PCR de resultado negativo não sofrerá alterações, por não se enquadrar nos critérios de realização do teste, descrito na Nota Técnica 24/2020, item 3.1.2 “Coleta nos casos de Síndrome Gripal: realização até sétimo dia do início dos sintomas (podendo ser até o décimo dia, se ainda sintomático)”.
Os testes da marca Nutriex foram recolhidos e empresa e fabricante notificadas das inconformidades.
Com isso, o município que apresentava 164 casos positivos no dia de ontem, apresenta 155, de acordo com boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira (6).
Mortes – Com mais uma morte em Serra Talhada, uma em Tabira e mais uma em Iguaracy, a região tem no total, 171 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada tem 62, Afogados da Ingazeira tem 15, Triunfo e Tabira tem 12 cada, Carnaíba tem 11 óbitos cada, São José do Egito tem 10, Santa Terezinha, Flores e Iguaracy tem 8 cada, Tuperatema tem 7 óbitos, Itapetim tem 6, Quixaba tem 4, Brejinho tem 3, Calumbi tem 2, Ingazeira e Santa Cruz da Baixa Verde tem 1 óbito cada.
Recuperados – A região conta agora com 9.364 recuperados. O que corresponde a 92,32% dos casos confirmados.
O levantamento foi fechado às 08h15 deste sábado (07.11), com os dados Fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.
O culpado mora ao lado e diz em quem você vai votar Não foi novidade o resultado da votação da maioria da bancada pernambucana em favor de Temer esta semana. O resultado final, de 13 votos contra a investigação e 11 favoráveis com uma abstenção, é o retrato do fisiologismo que contamina parte dos nossos Deputados. […]
O culpado mora ao lado e diz em quem você vai votar
Não foi novidade o resultado da votação da maioria da bancada pernambucana em favor de Temer esta semana. O resultado final, de 13 votos contra a investigação e 11 favoráveis com uma abstenção, é o retrato do fisiologismo que contamina parte dos nossos Deputados. Nesse caso, estranho seria resultado contrário.
O discurso contra o petismo ou o Lulismo, ou porque “o partido mandou”, ou “pela estabilidade”, todas questões que não estavam em jogo na votação – o importante era saber se o presidente havia cometido erros passíveis de investigação do Supremo – foram invocados para encobrir o que na maioria dos casos prevalecera: o toma lá dá cá, o jogo imundo dos porões da política, mais do mesmo na velha barganha cada vez mais explícita.
O problema também reside nos nosso políticos locais. Muitos vão se dizer “decepcionados”, “tristes”, tráidos” com a postura do seu Deputado em Brasília, mas ao fundo sabem como a banda toca. Tem ciência em boa parte que tem muito pouco ou quase nada a cobrar do Digníssimo Representante proporcional. Isso porque as candidaturas e os apoios negociados na região, tem , guardadas as proporções e exceções a parte, o mesmo modus operante do jogo em Brasília.
Determinados candidatos são apoiados pelo agentes locais, não pela plataforma política, pelo chamado conteúdo programático, pelos discurso em sintonia com a prática. Sejamos sinceros: o mesmo toma-lá dá cá de Brasília, o mesmo jogo de quem dá mais, a mesma troca de apoio por vantagens existe por aqui. Em resumo: candidatos são apoiados ou não a partir de sua capacidade de ofertar mais em troca, sustentando o mesmo esquema podre que no discurso todos condenam.
Já foi dito muitas vezes que a moralização da política no futura passa rigorosamente por 2018, a partir da representação que teremos em Brasília. Se o Congresso hoje é conservador, isso é fruto das “más e$colhas” de boa parte dos políticos locais, incluindo prefeitos, vices, vereadores, líderes de oposição e congêneres, repito, salvo exceções. O que o futuro Congresso será, também tem muita relação com a escolha que nossos políticos farão. Reclamar agora é sinismo, cara de pau e gozação com a opinião pública, salvo exceções. Não desculpem a franqueza…
Que falou foi Sebá
Se o prefeito de sua cidade teve em 2016 o apoio de Sebastião Oliveira e sair falando da crise é balela e chororô. A interpretação vem da própria justificativa de Oliveira ao votar contra a investigação do presidente Temer. “Sou um deputado municipalista. Meus prefeitos todos atestam que nunca houve últimos nos 12 anos um momento melhor nos repasses dos recursos federais para Prefeituras”.
Faltou completar a frase
A participação de Sebastião Dias no Congresso da AMUPE para falar sobre tema A Política de Cultura: Um desafio para os Municípios, foi interessante. Dias disse que há dificuldade para conseguir financiamento do governo do estado para a cultura. A segunda observação foi de que as festas populares estão esquecendo a participação dos artistas locais, investindo em artistas de fora. Faltou completar com o “por minha culpa, minha tão grande culpa”…
Pra onde é?
Secretários de Turismo de mais de quarenta cidades do Estado ficaram encantados com o potencial turístico de Afogados da Ingazeira. Estiveram na Catedral, Barragem, trilha e no roteiro foram ao Museu do Rádio, da Rádio Pajeú. Devem ter percebido haver uma carência histórica: faltam placas na cidade que orientem e direcionam o turista. Tá na hora, né?
Saia justa
Entre os políticos que ficaram na saia justa pelo voto de seus Deputados pró Temer, Carlos Evandro que apoiou Marinaldo Rosendo, Sebastião dias e Mário Filho, que apoiaram Ricardo Teobaldo, Luciano Torres, que pediu votos para Fernando Filho, Zé Negão, que defendeu Zeca Cavalcanti, Vitor Oliveira, aliado de Sebastião, dentre outros.
Exagero
A imprensa noticiou a possibilidade de que Luciano Duque venha a ser candidato ao governador pelo PT em 2018. Menos… Luciano é um quadro estratégico do partido, poderia até ser um candidato a vice em uma chapa pão com pão, mas há um abismo entre a possibilidade de encabeçar uma chapa e a realidade da legenda que tem Marília Arraes no plano A e João Paulo no plano BL, “Bem Longe”.
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“Patriota diz se é candidato”
Frase da semana:“A decisão soberana do parlamento não é uma vitória pessoal de quem quer que seja, mas é uma conquista do estado democrático, da força das instituições e da própria Constituição”.
De Michel Temer, comemorando escapar com a bênção e apoio de Adalberto Cavalcanti, Augusto Coutinho, Bruno Araújo, Eduardo da Fonte, Fernando Filho, Fernando Monteiro, Jorge Corte Real, Luciano Bivar, Marinaldo Rosendo, Mendonça Filho, Ricardo Teobaldo, Sebastião Oliveira e Zeca Cavalcanti.
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