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Lewandowski devolve Abdelmassih ao lar

Por Nill Júnior

Estadão

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu habeas corpus ao ex-médico Roger Abdelmassih, condenado a 181 anos por 48 estupros contra 37 mulheres. A decisão foi tomada nesta sexta-feira, 29. Roger Abdelmassih, de 73 anos, está custodiado no presídio de Tremembé, no interior de São Paulo. Agora vai cumprir prisão domiciliar.

A pedido do Ministério Público de São Paulo, Abdelmassih teve o direito à prisão domiciliar cassado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) em 17 de agosto. O ex-médico havia perdido o direito à prisão domiciliar, de acordo com decisão da juíza Sueli Zeraik Armani, da 1ª Vara de Execuções Criminais, de Taubaté (SP), por falta de tornozeleiras eletrônicas no Estado de São Paulo­.

Entre 7 e 15 de agosto, o e-médico esteve internado no Hospital Albert Einstein, na zona oeste de São Paulo, para tratar uma infecção bacteriana no trato urinário. Em 24 de agosto, Abdelmassih foi transferido para Tremembé. Ao mandar Abdelmassih de novo para casa, Lewandowski considerou que durante o período de prisão domiciliar Abdelmassih não cometeu nenhum ato que quebrasse a confiança depositada nele pelo poder Judiciário. Para o ministro, o ex-médico não pode suportar o ônus por um problema do Estado no fornecimento de equipamentos de monitoramento eletrônico.

O ministro também levou em conta o quadro médico do preso. No habeas corpus ao STF, os advogados de Abdelmassih apontaram que ele encontra-se “extremamente debilitado, inclusive incapaz de deambular sozinho, dependendo da utilização de cadeiras de rodas e do auxílio de terceiros para realizar suas necessidades básicas”.

Lewandowski apontou em sua decisão que assim que o Estado de São Paulo restabelecer contrato para fornecimento de tornozeleiras eletrônicas, Roger Abdelmassih deve ficar sob o monitoramento.

Outras Notícias

Na contramão de movimento, Deputado defende Usina Nuclear no Sertão

A possibilidade de instalação de uma usina nuclear em Itacuruba (Sertão de Itaparica) ganhou a defesa do deputado Alberto Feitosa (SD), na Reunião Plenária da última quarta (4). O empreendimento está previsto em estudo concluído este ano pela Eletronuclear, estatal brasileira do setor, e foi anunciado no World Nuclear Spotlight, evento que reuniu representantes da […]

Foto: Jarbas Araújo

A possibilidade de instalação de uma usina nuclear em Itacuruba (Sertão de Itaparica) ganhou a defesa do deputado Alberto Feitosa (SD), na Reunião Plenária da última quarta (4).

O empreendimento está previsto em estudo concluído este ano pela Eletronuclear, estatal brasileira do setor, e foi anunciado no World Nuclear Spotlight, evento que reuniu representantes da indústria nuclear no Rio de Janeiro em abril. Para o parlamentar, o desconhecimento provoca reações negativas e a Alepe deve assumir o papel de esclarecer as dúvidas sobre o assunto.

“Esse debate precisa, antes de tudo, considerar exemplos internacionais, porque 11% da energia do mundo é proveniente de matriz nuclear. Os Estados Unidos possuem 110 empreendimentos do tipo; a França, 58; e a China tem 45 usinas instaladas e mais 15 em construção”, citou.

Feitosa informou que uma usina nuclear pode funcionar por cem anos e tem 100% da produção aproveitada, além de ser a fonte de energia mais segura que existe.

“Esse debate precisa, antes de tudo, considerar exemplos internacionais, porque 11% da energia do mundo é proveniente de matriz nuclear. Os Estados Unidos possuem 110 empreendimentos do tipo; a França, 58; e a China tem 45 usinas instaladas e mais 15 em construção”, citou. Feitosa informou que uma usina nuclear pode funcionar por cem anos e tem 100% da produção aproveitada, além de ser a fonte de energia mais segura que existe.

Movimento com participação da Igreja é contra: em julho, o professor e representante da Articulação Antinuclear Brasileira, Heitor Scalambrini falou ao Debate das Dez na Rádio Pajeú sobre a possibilidade da construção da usina de energia nuclear às margens do rio São Francisco, no município sertanejo de Itacuruba, e deixou evidentes os riscos que se colocam sobre todas as cidades beneficiadas pelo Rio da integração nacional, o São Francisco. Ele participa de um movimento com apoio da Igreja Católica e outros movimentos da sociedade civil.

“Imaginem a possibilidade de vazamento de material radioativo no rio São Francisco, o rio da integração nacional, que passa por sete estados, 506 municípios e com 20 milhões de pessoas que dependem de suas águas direta ou indiretamente. Dez por cento dos municípios brasileiros dependem do Rio. Seria desastroso. Você não poderia usar mais a água para nada. para evitar um acidente de uma usina o único caminho é não instalar a usina”, argumentou.

O temor é compartilhado por mais de 100 entidades que assinaram a “Carta em defesa da vida e em repúdio à implantação de novas usinas nucleares no Brasil”. O grupo realizou caminhadas para chamar a atenção para o assunto, em Carnaubeira da Penha e Floresta, e defender a manutenção de comunidades tradicionais, como quilombolas e indígenas, que vivem na região.

Cidades como Itacuruba, Floresta e Petrolândia segundo o professor devem destacar uma atenção especial ao tema, mas todo o Sertão deve ter preocupação. Cidades do Pajeú, por exemplo, que estão a duzentos quilômetros em média do local da usina poderiam sofrer impactos de um eventual acidente nuclear. “Se constatou um amento de radiotividade com o acidente de Chernobyl em Portugal, distante três mil quilômetros”, exemplificou. Uma audiência pública deverá acontecer em Itacuruba, em data a ser definida.

Flávio Marques comemora votação dos seus candidatos em Tabira

Após a apuração das urnas no último domingo, o advogado Flávio Marques (PT) comemorou nas principais ruas do município e em suas redes sociais as expressivas votações de seus candidatos. José Patriota, Carlos Veras, Teresa Leitão, Danilo Cabral e Lula, candidatos a deputado estadual, federal, senador, governador e presidente, respectivamente, foram majoritários em Tabira. José […]

Após a apuração das urnas no último domingo, o advogado Flávio Marques (PT) comemorou nas principais ruas do município e em suas redes sociais as expressivas votações de seus candidatos.

José Patriota, Carlos Veras, Teresa Leitão, Danilo Cabral e Lula, candidatos a deputado estadual, federal, senador, governador e presidente, respectivamente, foram majoritários em Tabira.

José Patriota terminou a eleição com 4.100 votos, enquanto Carlos Veras atingiu a marca de 7.041 votos. Ambos foram os mais votados no município, atingindo imensa diferença para os candidatos da atual prefeita, Nicinha Brandino.

“Essa votação expressiva que não seria possível sem o apoio do nosso grupo político, vereadores, lideranças; e de cada tabirense, que confiando em nosso projeto, depositou um voto de confiança nos nossos candidatos”, afirmou Flávio Marques.

Polícia intercepta drogas e celulares na Cadeia Pública de Serra Talhada

Por Juliana Lima A Polícia Militar apreendeu nesta segunda-feira, 1° de novembro, 443 gramas de maconha, 03 aparelhos celulares, 01 carregador de celular e 01 fone de ouvido na Cadeia Pública de Serra Talhada. De acordo com o 14° BPM, o efetivo foi acionado por volta das 18h40 para comparecer à unidade prisional, onde a […]

Por Juliana Lima

A Polícia Militar apreendeu nesta segunda-feira, 1° de novembro, 443 gramas de maconha, 03 aparelhos celulares, 01 carregador de celular e 01 fone de ouvido na Cadeia Pública de Serra Talhada.

De acordo com o 14° BPM, o efetivo foi acionado por volta das 18h40 para comparecer à unidade prisional, onde a guarda local relatou que um mototaxista não identificado havia deixado um colchão contendo a droga e os objetos ilícitos para ser entregue a um detento que não constava na lista da cadeia.

A droga e os objetos foram apreendidos e entregues na Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis. O mototaxista não foi localizado.

PF: agressor de Bolsonaro agiu sozinho

G1 Uma investigação feita pela Polícia Federal (PF) reforça a versão de que Adélio Bispo de Oliveira agiu sozinho para dar uma facada no candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, no último dia 6 de setembro em Juiz de Fora (MG). A informação foi divulgada pelo jornal “Folha de S.Paulo” e confirmada pelo G1 junto à assessoria da PF. Um dia […]

G1

Uma investigação feita pela Polícia Federal (PF) reforça a versão de que Adélio Bispo de Oliveira agiu sozinho para dar uma facada no candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, no último dia 6 de setembro em Juiz de Fora (MG).

A informação foi divulgada pelo jornal “Folha de S.Paulo” e confirmada pelo G1 junto à assessoria da PF.

Um dia após o crime, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que a PF trabalhava com a hipótese de Adélio ter atuado como “lobo solitário”.

Os investigadores também afastaram a hipótese de que Adélio teria recebido pagamento em sua conta bancária para executar o ataque ao presidenciável.

De acordo com a PF, o recurso encontrado na conta do agressor tem origem “sustentável”, de uma rescisão trabalhista, e de remuneração pelo período que trabalhou como garçom.

Um cartão de crédito internacional encontrado com Adélio nunca foi utilizado, conforme a investigação, e foi emitido automaticamente pelo banco em que o agressor tem conta.

O computador pessoal de Adélio, segundo a PF, é antigo e estava quebrado, tendo sido utilizado pela última vez em 2017. Além disso, dos quatro celulares encontrados com o agressor, somente dois funcionavam e nenhum foi comprado nas semanas que antecederam o ataque a Bolsonaro.

Para a PF, Adélio tinha condições financeiras próprias de pagar, de forma antecipada, a hospedagem em uma pensão de Juiz de Fora.

Os policiais também investigaram pessoas citadas em redes sociais que seriam cúmplices de Adélio e teriam repassado a faca ao agressor. No entanto, os investigadores descartaram essas suspeitas.

Em entrevista a TV Árabe Dilma diz que o povo deve lhe dar a oportunidade de um novo governo

Em entrevista à TV árabe Al-Jazeera, transmitida no fim da manhã desta segunda (14), a presidente Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, tratou abertamente sobre o pleito deste ano. Indagada sobre os motivos para o povo brasileiro lhe conceder um novo mandato, a presidente deixou claro qual será o tom de campanha. “Vai ser […]

dilmacoletiva620

Em entrevista à TV árabe Al-Jazeera, transmitida no fim da manhã desta segunda (14), a presidente Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, tratou abertamente sobre o pleito deste ano. Indagada sobre os motivos para o povo brasileiro lhe conceder um novo mandato, a presidente deixou claro qual será o tom de campanha.

“Vai ser travada uma disputa democrática entre caminhos. Quem quando pôde fez, sabe continuar fazendo. Quem quando pôde não fez, não sabe fazer”, declarou Dilma.

A presidente ainda destacou as conquistas sociais alcançadas pelos governos do PT desde 2002 como motivo que dá lastro a esse pedido de mais um mandato.

“Acredito que o povo brasileiro deve me dar uma oportunidade de um novo período de governo pelo fato de que nós fazemos parte de um projeto que transformou o Brasil. O Brasil tinha 54% de sua população entre pobres e miseráveis em 2002. Hoje 75% da população brasileira vive na classe C para cima”, afirmou a Presidente.

A petista ainda defendeu as manifestações que vem acontecendo no país. “ O Brasil mudou de perfil e foi feito isso com a democracia vigente, com todos os direitos de expressão, manifestação e divergência”.