É fogo! Curto circuito provoca explosões, fogo em tranformador e tumulto entre os alunos
Por Nill Júnior
Alunos e professores da Faculdade de Formação de Professores de Afogados da Ingazeira (Fafopai) levaram um susto por volta das 20h de ontem. Uma provável sobrecarga de energia provocou um curto circuito na área externa do prédio, com muitas explosões e estrondos.
Houve muita correria nos corredores, gritos e muita gente em pânico. Os bombeiros foram chamados ao local, assim como a equipe de prontidão da Celpe. Ao final, houve a confirmação de que um curto circuito em um transformador causou o episódio. A informação é do Blog Juliana Lima.
O Bispo Diocesano Dom Limacêdo Antonio da Silva participou esta manhã da programação da Rádio Pajeú para sua reflexão de ano novo. Ele falou em entrevista ao jornalista Alyson Nascimento. Dom Limacêdo seguiu o alinhamento com o Papa Francisco e criticou as guerras e conflitos no mundo. Lembrou também das guerras no continente africano, que também […]
O Bispo Diocesano Dom Limacêdo Antonio da Silva participou esta manhã da programação da Rádio Pajeú para sua reflexão de ano novo.
Ele falou em entrevista ao jornalista Alyson Nascimento.
Dom Limacêdo seguiu o alinhamento com o Papa Francisco e criticou as guerras e conflitos no mundo. Lembrou também das guerras no continente africano, que também causam dor e mortes e muitas vezes não são destacadas pela imprensa.
Falou do clima e da necessidade de que líderes mundiais e cada um de nós faça sua parte para tentar evitar mais danos à nossa casa comum. “O que já se fez de dano, de ruim, não se reverte mais”.
Ainda invocou a paz entre as famílias, a partir dos simples eventos, evitando crises nessa instituição tão importante. Lembrou a necessidade de reflexão para enfrentar os conflitos.
Também defendeu a maior geração de empregos, comemorando índices que indicam aumento nas modalidades formal e informal.
Fez referências a Dom Francisco Austregésilo, Dom Hélder Câmara e agradeceu ao empenho e bispado de Dom Egidio Bisol, nosso bispo emérito.
Reunião com prefeitos
Dom Limacêdo Antonio confirmou que se reunirá com prefeitos da região do Pajeú.
O encontro será dia 23 de janeiro às 09 horas, no Stella Maris, em Triunfo.
“Quero ouvi-los, conversar. O pastor precisa ouvir. Tenho ouvido muito. E quero ouvir os prefeitos também”.
Dentre os temas, lembrou da Campanha da Fraternidade e seu papel social. Com o tema “Fraternidade e Amizade Social”, tem o lema “Vós sois todos irmãos e irmãs”. (Mt 23,8)
“A Campanha da Fraternidade opera na questão social. Queremos propor. Esse ano ela nos fala que todos somos irmãos. Dom Helder dizia que a gente precisava sempre ouvir”, comentou.
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Dom Limacêdo anunciou que o padre Gutembergue Lacerda, atual vigário paroquial da Paróquia de São José, em São José do Belmonte, foi transferido para exercer a função de vigário paroquial na Paróquia de São Sebastião, em Iguaracy.
A missa com o rito acontecerá no dia 14 de fevereiro de 2024.
Preocupação mais imediata de cúpula é a paralisia da reforma da Previdência Igor Gielow/Folha de S. Paulo A cúpula do Congresso Nacional já vê uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o caso do vazamento de conversas atribuídas a Sergio Moro e a Deltan Dallagnol como muito provável. O presidente Jair Bolsonaro (PSL), por sua […]
Preocupação mais imediata de cúpula é a paralisia da reforma da Previdência
Igor Gielow/Folha de S. Paulo
A cúpula do Congresso Nacional já vê uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o caso do vazamento de conversas atribuídas a Sergio Moro e a Deltan Dallagnol como muito provável. O presidente Jair Bolsonaro (PSL), por sua vez, está tentando se afastar ao máximo do caso envolvendo o então juiz e hoje ministro da Justiça de seu governo.
Este é o resumo inicial das reações que tomaram Brasília desde a noite de domingo (9), quando o site The Intercept Brasil divulgou trechos aparentemente hackeados do celular de um ou mais envolvidos. Além disso, o site promete novos capítulos do material.
Em reunião nesta manhã, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, discutiram o cenário, que obviamente pode mudar ao longo das próximas horas e dias.
A avaliação interna do Congresso, levada a Maia e a Alcolumbre já na noite de domingo por líderes partidários, é o clássico clichê das CPIs: todos sabem como começam, ninguém como acabam. Isso dito, a preocupação com a manutenção de uma agenda mínima de governabilidade, a começar pela tramitação da reforma da Previdência, permeou as conversas.
Se é impossível saber a extensão do dano do caso a esta altura, os sinais são bastante ruins para Moro. Bolsonaro deixou para o filho Eduardo, deputado pelo PSL-SP, a missão de fazer uma defesa da Lava Jato que o hoje ministro representava como juiz símbolo. O filho vereador e estrategista digital do pai, Carlos (PSC-RJ), foi na mesma linha.
O presidente será obrigado a falar mais cedo ou mais tarde sobre a situação, mas a aposta pela manhã de segunda (10) no Planalto era a de que deixaria o voto de confiança para ser dado pelo seu porta-voz, general Otávio do Rêgo Barros. Os militares com assento no governo, usualmente entusiastas de Moro, estão prudentemente silenciosos sobre o episódio até aqui.
Segundo a Folha ouviu do círculo do presidente, a ordem é se afastar de atos pregressos de Moro. Assim, o ministro tende a ser jogado às feras no Congresso, onde tem poucos amigos para sua agenda moralizante e antiestablishment.
A defesa pontual que parlamentares eleitos na mesma onda conservadora de Bolsonaro tenderá a ser isso, pontual, em especial com a cúpula do Congresso lavando as mãos. Nunca é demais lembrar que Moro e Maia já protagonizaram altercações acerca do andamento do pacote anticrime do ministro neste ano. Fizeram as pazes, mas estão longe de ter um relacionamento próximo.
Análises preliminares da reação de redes sociais, que não são pesquisas de opinião mas servem de termômetro para políticos, indicam que Moro ainda está com sua imagem relativamente intocada fora dos grupos à esquerda. As hashtags favoráveis à Lava Jato e ao ministro são mais replicadas do que as contrárias, ainda que nesta conta seja indistinguível o universo de robôs virtuais e internautas reais.
Isso certamente terá efeito na ferocidade com que Moro será atacado no Congresso. Partidos de centro e centro-direita não estão à frente dos movimentos para a CPI neste momento, por temer a associação negativa com uma agenda pró-corrupção.
Assim a iniciativa foi deixada para a esquerda de sempre —PSOL e, principalmente, o PT que viu no caso uma oportunidade de reavivar seu slogan pela liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por improvável que isso seja juridicamente na esteira das mensagens. Como será o embarque na canoa é algo ainda a ver.
Por fim, resta o Supremo, representado por Toffoli nas discussões. A avaliação é de que o caso dará força à ala dita legalista da corte, que sempre torceu o nariz para Moro e seus métodos. Com isso, a usual preponderância de votos em favor da operação no plenário pode ser afetada, caso ministros usualmente mais neutros tendam a unir-se aos contrários ao lava-jatismo.
Além disso, mais óbvio, a resistência a uma eventual indicação de Moro à corte, conforme já foi prometido por Bolsonaro, deverá crescer.
O Deputado Federal Augusto Coutinho, do Republicanos, deve aparecer em mais cidades da região pedindo votos no ano que vem. É mais um daqueles que pousam de progressistas, amigo da população, com o gabinete abarrotado de dinheiro das famigeradas emendas parlamentares, que ele e o Centrão defendem tanto, sob investigação no Supremo. Na hora de […]
O Deputado Federal Augusto Coutinho, do Republicanos, deve aparecer em mais cidades da região pedindo votos no ano que vem.
É mais um daqueles que pousam de progressistas, amigo da população, com o gabinete abarrotado de dinheiro das famigeradas emendas parlamentares, que ele e o Centrão defendem tanto, sob investigação no Supremo.
Na hora de votar, o Deputado foi a favor de boa parte das pautas que sacrificam a sociedade e blindam políticos. Coutinho foi um dos que votaram a favor da PEC da Blindagem ou da Vergonha, que queria dar superpoderes a parlamentares. Não foi à frente pela grande pressão social.
Em setembro, a Câmara dos Deputados chegou a aprovar o requerimento de urgência para o Projeto de Lei 2162/23, que trata da anistia a golpistas. Augusto Coutinho se aliou à extrema direita e votou a favor.
Em julho, enquanto brasileiras e brasileiros dormiam, os parlamentares implodiram o licenciamento ambiental no Brasil às 1h53, por 267 votos a favor e 116 contra, na chamada PEC da Devastação. Augusto Coutinho votou a favor da proposta.
Não parou por aí. A Câmara dos Deputados aprovou o PDL da Pedofilia, um projeto cruel que proíbe meninas estupradas de serem informadas sobre o direito ao aborto legal e seguro e ainda impede o governo de realizar campanhas contra casamentos entre adultos e crianças. Augusto Coutinho foi um dos que votou a favor.
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado As possibilidades de ajuste da legislação eleitoral serão discutidas em sessão de debate temático do Senado nesta segunda-feira (5), às 10h. A sessão será remota, com participação de senadores e convidados por videoconferência. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, que também é presidente do Tribunal Superior Eleitoral […]
As possibilidades de ajuste da legislação eleitoral serão discutidas em sessão de debate temático do Senado nesta segunda-feira (5), às 10h.
A sessão será remota, com participação de senadores e convidados por videoconferência. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, que também é presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é um dos convidados.
O requerimento para a realização do debate (RQS 1.722/2021) foi apresentado pelo senador Nelsinho Trad (PSD-MS).
Atualmente, tramitam no Congresso Nacional várias propostas de alteração dessa legislação — como o PL 438/2021, projeto de lei do senador Fabiano Contarato (Rede-ES) que exige o registro das promessas de campanha perante a Justiça Eleitoral. Contarato também condena o nepotismo entre candidatos a cargos públicos e suplentes.
— Isso é um sintoma do patrimonialismo de quem trata a coisa pública como negócio de família. Isso viola o artigo 37 da Constituição Federal, quando este diz que a administração pública é regida pelos princípios da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade e da eficiência — afirmou ele.
Entre os outros projetos de lei que tratam do tema estão o PL 924/2021, que visa estabelecer que, na composição das chapas de candidatos a cargos eletivos do Poder Executivo, em todos os níveis, será assegurada a participação de ambos os gêneros; o PLP 253/2020, que prevê a inelegibilidade para o cargo de suplente de senador para cônjuge, companheiro e parentes (em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive) do candidato titular.
Ainda o PL 3.472/2019, que permite o voto no exterior nas eleições para governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital; e o PL 1.434/2021, que aumenta de seis meses para um ano o tempo que o candidato deve possuir de filiação ao partido e de domicílio eleitoral na respectiva circunscrição para concorrer às eleições.
Também foram convidados para a sessão de debate: Cristian Silva, mestre em ciência política pela Universidade de Brasília (UNB), advogado e analista político, Thiago Bovério, presidente do Instituto de Direito Político e Partidário (Pluris) e membro da Comissão de Direito Eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Eugênio Aragão, jurista e ex-ministro da Justiça.
De acordo com a campanha de Nicinha Melo, um levantamento divulgado neste domingo (01.09) pelo Instituto Ultraliberal de Pesquisa e Estatística (IUPE), a candidata à reeleição lidera a corrida pela Prefeitura de Tabira, com 59,34% dos votos válidos, enquanto Flávio Marques aparece com 40,66%. Ainda de acordo com a campanha, na pesquisa espontânea, Nicinha aparece […]
De acordo com a campanha de Nicinha Melo, um levantamento divulgado neste domingo (01.09) pelo Instituto Ultraliberal de Pesquisa e Estatística (IUPE), a candidata à reeleição lidera a corrida pela Prefeitura de Tabira, com 59,34% dos votos válidos, enquanto Flávio Marques aparece com 40,66%.
Ainda de acordo com a campanha, na pesquisa espontânea, Nicinha aparece com 51,8% e Flávio Marques com 35,5% das intenções de voto. Outros 11% dos entrevistados declararam não saber ou não quiseram opinar, enquanto 1,7% optaram pelo voto em branco ou nulo.
A pesquisa, registrada sob o número PE-03338/2024, foi realizada pelo Instituto Ultraliberal de Pesquisa e Estatística (IUPE) e entrevistou 578 eleitores da cidade entre os dias 23 e 24 de agosto.
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