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Duque diz que deixou 95% concluído do Vanete Almeida

Por André Luis

Ao lado da governadora Raquel Lyra e do ministro das Cidades, Jader Filho, o deputado estadual Luciano Duque participou, na tarde desta sexta-feira (16), da entrega das casas do Residencial Vanete Almeida, em Serra Talhada. A obra teve início durante a gestão de Duque como prefeito, quando o projeto foi concebido para enfrentar o déficit habitacional do município e chegou a atingir cerca de 95% de execução, mas acabou sendo paralisada em meio às instabilidades políticas e econômicas vividas pelo país nos anos seguintes.

A conclusão do residencial contou com forte articulação institucional e investimentos do Governo de Pernambuco, que aplicou mais de R$ 3,8 milhões em infraestrutura essencial, garantindo acesso, mobilidade e saneamento. Essas intervenções foram decisivas para que o Governo Federal retomasse os aportes do programa Minha Casa, Minha Vida, viabilizando a entrega das 902 unidades habitacionais. 

“Serra Talhada tem muito a agradecer à governadora Raquel Lyra. Foi ela quem assumiu esse desafio, articulou com o presidente Lula e colocou recursos do Estado para destravar uma obra que estava parada há anos. Isso demonstra compromisso, sensibilidade social e respeito com o nosso povo. Essa parceria tem rendido frutos concretos para a cidade”, destacou Duque.

A história do Residencial Vanete Almeida atravessa mais de uma década e reflete como decisões nacionais impactam diretamente os municípios. O empreendimento simboliza planejamento, persistência e compromisso do então prefeito Luciano Duque, com o futuro da cidade. 

“Nós pensamos Serra Talhada com visão de futuro, olhando 20, 25 anos à frente e recolocando a cidade no lugar de protagonismo que ela merece. Esse empreendimento é resultado de muito planejamento e de uma articulação permanente com parlamentares e com o Governo Federal. Quem acompanha a nossa trajetória sabe: eu estava em Brasília com frequência, com a pasta de projetos debaixo do braço, buscando investimentos e defendendo os interesses do nosso município”, afirmou o deputado.

A obra começou em 2013, quando Duque apresentou à então presidenta Dilma Rousseff a necessidade de moradias para reduzir o déficit habitacional de Serra Talhada, durante a inauguração da Adutora do Pajeú. A demanda foi atendida com a autorização da construção de 902 casas. Em 2016, com a mudança de governo no país, a obra — já com cerca de 95% de execução — foi paralisada, interrompendo pagamentos e transformando a expectativa de centenas de famílias em longa espera.

Mesmo fora da prefeitura, entre 2019 e 2021, Duque seguiu atuando para evitar o abandono definitivo do residencial, participando de reuniões em Brasília e dialogando com órgãos como Banco do Brasil e Compesa. Ao concluir seu mandato, em 2020, deixou o empreendimento com a maior parte das obras prontas, cadastros realizados, sorteios organizados e o nome oficialmente definido. A retomada só se tornou possível a partir de 2023, com o retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a atuação decisiva da governadora Raquel Lyra, culminando, em 2026, na entrega das casas.

Para o parlamentar, a entrega do Residencial Vanete Almeida representa a materialização de uma visão de longo prazo. “Quando pensamos esse residencial, lá atrás, pensamos Serra Talhada para o futuro. Pensamos em moradia digna, planejamento urbano e qualidade de vida. Ver esse sonho se tornar realidade hoje é a certeza de que vale a pena planejar, insistir e acreditar que políticas públicas bem pensadas transformam vidas e mudam a história de uma cidade”, concluiu.

Outras Notícias

Em Tabira, vereador Sebastião Ribeiro deseja unir oposição para enfrentar palanque do prefeito

por Anchieta Santos Anunciando que o seu propósito é mudar a história de Tabira, o vereador Sebastião Ribeiro(PSB), detentor de seis mandatos, confirmou ontem a sua intenção de disputar a prefeitura do município. A decisão foi tirada da reunião do GI-Grupo Independente realizada no domingo(21). Sebastião disse ser um soldado do grupo e vai à luta. […]

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por Anchieta Santos

Anunciando que o seu propósito é mudar a história de Tabira, o vereador Sebastião Ribeiro(PSB), detentor de seis mandatos, confirmou ontem a sua intenção de disputar a prefeitura do município. A decisão foi tirada da reunião do GI-Grupo Independente realizada no domingo(21). Sebastião disse ser um soldado do grupo e vai à luta.

Falando a Rádio Cidade FM, Ribeiro disse que vai conversar com toda oposição, inclusive citando do ex-prefeito Dinca até a vice Genedy, para fortalecer o seu nome e não quis escolher candidato para enfrentar, se o prefeito Sebastião Dias (reeleição), ou outro nome do grupo.

Disse respeitar a posição do ex-prefeito Dinca Brandino que criticou a posição do GI que se dividiu na hora de decidir pela continuação das investigações contra o Prefeito. Sebastião Ribeiro fez críticas aos dois anos da administração do poeta e disse que o pouco que foi feito, veio de ajuda do governo federal e principalmente do estadual, citando a reforma do hospital.

Inclusive admitiu que o Hospital foi fechado antes da reforma apenas por maldade. Perguntado por que votou pela aprovação das contas de Dinca quando elas foram reprovadas pelo TCE e pela reprovação das contas de Josete quando elas tiveram o aval do mesmo Tribunal, Ribeiro disse que as contas tinhas as mesmas falhas técnicas.

Inclusive admitiu que a inclusão de latinha de pitu na merenda escolar nas contas de Dinca, foi também um erro técnico.

Petrúcio Amorim animou festa de São Vicente, em Itapetim

A 11ª edição da Festa do Padroeiro São Vicente Ferrer, no distrito de São Vicente, Itapetim, teve show com  o cantor Petrúcio Amorim e a Banda Forró do Paredão. A festa, organizada pela Prefeitura,  teve o apoio do Governo do Estado, da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e dos deputados Ângelo Ferreira (Estadual) […]

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A 11ª edição da Festa do Padroeiro São Vicente Ferrer, no distrito de São Vicente, Itapetim, teve show com  o cantor Petrúcio Amorim e a Banda Forró do Paredão.

A festa, organizada pela Prefeitura,  teve o apoio do Governo do Estado, da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e dos deputados Ângelo Ferreira (Estadual) e Gonzaga Patriota (Federal).

Subiram ao palco Luiz Nunes e Banda e Gatos Boys do Forró. No momento mais aguardado da noite, o publico que compareceu em grande número a Praça João Leonardo da Silva Rocha, cantou e vibrou com os sucessos do cantor e compositor Petrúcio Amorim. Logo após, foi à vez do Forró do Paredão.

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O prefeito Arquimedes Machado prestigiou o evento. Segundo ele, no momento em que o município enfrenta uma das piores crises hídricas da história a prioridade são as ações de convivência e combate à seca.

“Agradecemos o apoio dos deputados Ângelo Ferreira e Gonzaga Patriota, da Fundarpe e do Governo do Estado”, alegou, colocando como determinante o apoio para realização do evento.

O gerente estadual da Casa Civil, Adelmo Moura, também compareceu.

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Ouro Velho busca inserção no Mapa de Regionalização do Turismo

O prefeito de Ouro Velho, Dr. Júnior, participou na tarde desta quarta-feira (21) de uma reunião com o objetivo de incluir o município no Mapa de Regionalização do Turismo do Brasil. A agenda contou com a presença do secretário de Cultura, Turismo e Esportes, Jackson Monteiro, e da integrante da Instância de Governança Regional (IGR) […]

O prefeito de Ouro Velho, Dr. Júnior, participou na tarde desta quarta-feira (21) de uma reunião com o objetivo de incluir o município no Mapa de Regionalização do Turismo do Brasil. A agenda contou com a presença do secretário de Cultura, Turismo e Esportes, Jackson Monteiro, e da integrante da Instância de Governança Regional (IGR) do Cariri, Rosângela Rafael.

A iniciativa busca fortalecer o setor turístico local, promovendo Ouro Velho como um destino integrado às políticas públicas nacionais de turismo. A inclusão no Mapa permitirá ao município acessar recursos e programas do Ministério do Turismo, além de ampliar as possibilidades de desenvolvimento econômico, geração de emprego e valorização do patrimônio cultural e natural.

“Estamos trabalhando para posicionar Ouro Velho no cenário turístico nacional, potencializando nossas belezas naturais, nossa cultura e, acima de tudo, buscando investimentos que beneficiem a nossa população”, afirmou o prefeito Dr. Júnior.

INSS mostra insensibilidade ao cortar benefício de idosa de 91 anos durante a pandemia

Por André Luis/Causos & Causas Em mais um capítulo de insensibilidade e burocracia excessiva, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi duramente criticado por cessar o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) de Custodia da Silva, uma idosa de 91 anos, em dezembro de 2020, no auge da pandemia de Covid-19. A justificativa do órgão […]

Por André Luis/Causos & Causas

Em mais um capítulo de insensibilidade e burocracia excessiva, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi duramente criticado por cessar o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS) de Custodia da Silva, uma idosa de 91 anos, em dezembro de 2020, no auge da pandemia de Covid-19. A justificativa do órgão foi baseada unicamente na renda per capita de sua família, desconsiderando a realidade socioeconômica e as necessidades especiais da beneficiária.

O caso

Custodia da Silva, que vivia sob os cuidados da filha aposentada, teve o benefício cortado pelo INSS sob o argumento de que a renda da filha, superior a R$ 2.300,00, ultrapassava o limite de ½ salário mínimo per capita estabelecido por lei. A decisão ignorou completamente as despesas significativas com itens essenciais como fraldas geriátricas e bengalas, além do custo de cuidados especiais que sua avançada idade exige.

O caso foi levado à 26ª Vara Federal de Juizado Especial Cível da Seção Judiciária do Distrito Federal, que, em primeira instância, decidiu contra a idosa, reforçando a posição do INSS. A juíza considerou que o amparo financeiro da filha descaracterizava a hipossuficiência econômica necessária para o benefício, uma análise que desprezou as provas e laudos apresentados pela defesa de Custódia.

Decisão final: uma reviravolta necessária

A luta da idosa só teve um desfecho favorável após recurso à 3ª Turma Recursal da SJDF, que reformou a sentença inicial e determinou o restabelecimento do BPC/LOAS. O colegiado considerou que:

A miserabilidade não se resume à renda per capita: Embora o critério de renda seja um parâmetro legal, o tribunal destacou que a análise de vulnerabilidade social deve ser mais ampla, incluindo elementos como despesas médicas e condições de saúde.

Provas socioeconômicas contundentes: A perícia demonstrou que a renda da filha estava comprometida com os cuidados da mãe, inviabilizando a subsistência confortável de ambas.

Jurisprudência em defesa do bom senso: O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já reconheceu a possibilidade de considerar outros elementos além da renda per capita para determinar a condição de miserabilidade, uma interpretação que o INSS insiste em desconsiderar.

A decisão garantiu que Custodia da Silva tenha o benefício restabelecido com efeito retroativo, fixando a Data de Início do Benefício (DIB) na data da citação do processo.

Críticas à atuação do INSS

Este caso evidencia a postura insensível e mecanicista do INSS, que trata números e fórmulas como verdades absolutas, sem considerar a realidade humana por trás de cada processo. O corte do benefício de uma idosa de 91 anos em plena pandemia é uma afronta ao princípio de dignidade da pessoa humana e um reflexo da desconexão do órgão com sua função social.

A atuação da 3ª Turma Recursal traz alívio e justiça, mas o caso de Custodia da Silva é apenas mais um em um mar de decisões equivocadas do INSS, que frequentemente forçam cidadãos em situação de vulnerabilidade a travarem longas batalhas judiciais para reaver direitos básicos.

A luta por justiça continua

Os advogados de Custodia da Silva, Renan Walisson de Andrade (OAB: PE56307) e Emanuel Fagner de Oliveira e Silva (OAB: PE58651), destacaram que o caso é emblemático da dificuldade enfrentada por milhares de beneficiários do BPC/LOAS no Brasil. A vitória de Custodia traz um precedente importante, mas também evidencia a necessidade urgente de reformular os critérios de análise do INSS para priorizar o ser humano em vez de se apegar a cálculos frios e descontextualizados.

“O caso de Dona Custódia foi um dos mais impactantes na minha vida profissional e ter conseguido, em atuação conjunta com o meu colega de profissão Emanuel Fagner, restabelecer o benefício assistencial à pessoa idosa, muito me emocionou. O INSS tem cometido inúmeras injustiças em todo o Brasil, contudo, temos o Poder Judiciário para nos socorrer e garantir a seguridade social necessária a quem de direito”, disse o advogado Renan Walisson, ao Causos & Causas.

Enquanto o órgão não mudar sua postura, histórias como a de Custodia da Silva continuarão a expor a face desumana da burocracia no Brasil.

Dona Custódia

Dona Custódia da Silva, mais conhecida como “Todinha”, apelido dado por seu primeiro neto, nasceu no dia 9 de março de 1932, em Amparo da Serra, Minas Gerais.

Neta de escravizados, Todinha deixou sua terra natal ainda menina para ir ao Rio de Janeiro. Lá, conheceu um homem e passaram a morar juntos. Tiveram uma filha e, assim como a história de diversas mulheres negras do país, ela sofreu. Seu “marido” a trancava em casa para ir trabalhar, e isso fez com que, em um vacilo do indivíduo, ela pegasse a filha pelo braço e fugisse para longe daquele cativeiro.

Ela se virou como pôde. Trabalhou na casa de uma família que, ao se mudar para Brasília, a levou junto com eles. Em Brasília, dotada de mãos maravilhosas para o preparo de alimentos, se destacou e passou a ser disputada nas cozinhas das madames da elite brasiliense.

Todinha cozinhou para Juscelino Kubitschek, Almir Pazzianotto (ministro do Trabalho à época), mas seu maior período de trabalho foi na casa da família que a levou para Brasília. Sem carteira assinada por esta família e por tantas outras para quem prestou serviço, quando chegou a hora de se aposentar, descobriu que, após uma vida inteira trabalhando, não tinha direito. Assim, passou a receber o BPC – Benefício de Prestação Continuada, que foi cortado em plena pandemia, como já mencionado antes. Um fato que pode voltar a acontecer a qualquer momento.

Todinha criou sua filha, Vera Lúcia, sozinha e ajudou Vera a criar o seu filho. Todinha é minha avó, Vera é minha mãe, e tenho muito orgulho de ter sido criado e educado por estas duas mulheres fortes e guerreiras, que, apesar das injustiças deste país, não se deixam abater.

Governo Municipal de Itapetim adere à paralisação da AMUPE

A Prefeitura de Itapetim e secretarias municipais paralisaram suas atividades nesta quarta-feira (30), aderindo à paralisação organizada pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). O movimento é contra a diminuição nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do ICMS.  Os serviços essenciais como hospital, unidades básicas de saúde, Centro de Saúde, SAMU, CAPS, […]

A Prefeitura de Itapetim e secretarias municipais paralisaram suas atividades nesta quarta-feira (30), aderindo à paralisação organizada pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe).

O movimento é contra a diminuição nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do ICMS.

 Os serviços essenciais como hospital, unidades básicas de saúde, Centro de Saúde, SAMU, CAPS, Bolsa Família, escolas da rede municipal e limpeza urbana, estão funcionando normalmente.

De roupas pretas, funcionários se posicionaram segurando faixas em frente ao prédio da Prefeitura.