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Dom Limacêdo discute questões sociais com magistrados

Por Nill Júnior

Do Blog Alyson Nascimento

O bispo diocesano, Dom Limacêdo Antônio da Silva, cumpriu agenda no Fórum de Afogados da Ingazeira, onde se reuniu com os juízes doutores Max Galdino, Rafael Brandão e Viviane Salviano.

Durante o encontro, foram discutidos temas institucionais e questões relacionadas à realidade social, fortalecendo o diálogo entre a Igreja e o Poder Judiciário.

Em entrevista à Rádio Pajeú, Dom Limacêdo avaliou a visita como um momento importante para estreitar laços e reforçar a presença da Igreja também nesses espaços.

“Cada entidade tem a sua função, mas todos nós nos complementamos. Precisamos uns dos outros para contribuir com a humanidade e exercer o nosso papel. Esse contato me possibilitou conversar com eles sobre algumas questões, entre elas a realidade das cadeias”, destacou o bispo.

Outras Notícias

Adelmário Coelho pede votos pra Gonzaga

  Depois de receber o apoio do cantor e compositor Targino Gondim, agora foi a vez do cantor e forrozeiro Adelmário Coelho demonstrar sua afinidade com o projeto de reeleição do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB). O forrozeiro gravou um vídeo pedindo voto para o socialista e reforçou que Patriota é ficha limpa e tem […]

 

Depois de receber o apoio do cantor e compositor Targino Gondim, agora foi a vez do cantor e forrozeiro Adelmário Coelho demonstrar sua afinidade com o projeto de reeleição do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB).

O forrozeiro gravou um vídeo pedindo voto para o socialista e reforçou que Patriota é ficha limpa e tem diversos serviços prestados em Pernambuco.

“Trata-se de uma pessoa ficha limpa, vida limpa, com serviços prestados a Pernambuco. Sertânia, com certeza, a sua cidade, se orgulha desse filho ilustre. Então, gente, eu peço a vocês que votem para deputado federal em Gonzaga Patriota”, disse Adelmário Coelho.

São José do Egito: Duas irmãs de Roseane Borja declaram apoio a Fredson Brito

O candidato a prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, anunciou em suas redes sociais a adesão de Conceição e Socorro Nóbrega à sua candidatura. As duas irmãs da professora Roseane Borja, candidata a vice-prefeita na chapa de George Borja, que representa o grupo de situação, decidiram não apoiar o grupo da Frente Popular. […]

O candidato a prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, anunciou em suas redes sociais a adesão de Conceição e Socorro Nóbrega à sua candidatura. As duas irmãs da professora Roseane Borja, candidata a vice-prefeita na chapa de George Borja, que representa o grupo de situação, decidiram não apoiar o grupo da Frente Popular.

A reunião de adesão ocorreu na manhã deste domingo (25), com a presença das famílias de Conceição e Socorro, que agora fazem parte do grupo político de Fredson Brito.

Em suas declarações, Conceição e Socorro enfatizaram que, apesar da decisão política, não há nenhum problema pessoal com a irmã. “Não temos nada contra a nossa irmã, Roseane. Apenas não podemos mais apoiar a candidatura dela, pois não concordamos com o grupo político da Frente Popular e com a forma como vêm conduzindo a cidade”, afirmaram.

Afogados: prefeitura retira “a pedra no meio do caminho”

Uma pedra de aproximadamente 10 toneladas tirava o sono dos moradores da Rua Isabel Gomes dos Santos, no bairro São Braz, em Afogados da Ingazeira. As reclamações não paravam de chegar à rádio Pajeú e ao blog. O servidor público Artur Santana relata que tinha muito medo de um acidente, sobretudo em dias de chuva. […]

A rua, antes, durante e depois da retirada da pedra

Uma pedra de aproximadamente 10 toneladas tirava o sono dos moradores da Rua Isabel Gomes dos Santos, no bairro São Braz, em Afogados da Ingazeira. As reclamações não paravam de chegar à rádio Pajeú e ao blog.

O servidor público Artur Santana relata que tinha muito medo de um acidente, sobretudo em dias de chuva. “Certa vez um caminhão foi desviar da pedra e freou em cima do portão da minha casa, por pouco não acontecia uma tragédia.”

Como não podia usar explosivos, tendo em vista a proximidade das casas, e o risco que a operação envolvia para os moradores, a Prefeitura de Afogados montou uma força tarefa e, em duas semanas, desobstruiu a rua, retirando a parte da pedra que atrapalhava o tráfego de veículos e gerava riscos para os moradores.

A desobstrução foi feita manualmente, com equipamentos apropriados, e gerou um volume de quatro caminhões caçambas de entulhos, que podem ser utilizados na construção civil, como ‘metralha’.

“Agora está uma beleza, podemos dormir sossegado, acabou-se o medo,” finalizou Artur. A determinação para a retirada da pedra foi feita pelo Prefeito José Patriota, atendendo ao pedido dos moradores e a um requerimento da câmara.

A demanda executada pela Prefeitura de Afogados foi apresentada pela população durante a sessão da Câmara nos bairros, no São Braz. Subscreveram a reivindicação, sob a forma de requerimento, os Vereadores Augusto Martins, Wellington JK, Raimundo Lima, Luiz Besourão, Renaldo Lima, Cícero Miguel, Daniel Valadares, Igor Mariano e Sargento Argemiro.

‘Golpe é romper com o que está na Constituição’, diz Temer

O vice-presidente Michel Temer classifica de “golpe” qualquer medida que rompa com o previsto na Constituição e afirma que a Carta não prevê eleições gerais. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o peemedebista rejeita as acusações do Planalto de que tenha “conspirado” pela queda da presidente Dilma Rousseff e diz que, “por […]

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O vice-presidente Michel Temer classifica de “golpe” qualquer medida que rompa com o previsto na Constituição e afirma que a Carta não prevê eleições gerais. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o peemedebista rejeita as acusações do Planalto de que tenha “conspirado” pela queda da presidente Dilma Rousseff e diz que, “por força do diálogo, coletivamente, tiraremos o País da crise”.

O sr. está preparado para ser presidente da República se o plenário da Câmara e depois e Senado decidirem pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff?

Primeiro quero reiterar a preliminar da sua pergunta. Evidentemente que, cautelosamente, tenho que aguardar aquilo que a Câmara decidir e o Senado vier a decidir depois. Agora, evidentemente que, sem ser pretensioso, mas muito modestamente, devo dizer que eu tenho uma vida pública já com muita experiência. Se o destino me levar para essa função, e mais uma vez eu digo que eu devo aguardar os acontecimentos, é claro que estarei preparado porque o que pauta a minha atividade é exatamente o diálogo. Eu sei que por força do diálogo e, portanto, coletivamente, com todos os partidos, os vários setores da sociedade, tiraremos o País da crise.

E na hipótese contrária? O sr. está preparado para o caso de o impeachment não passar?

A minha convivência será constitucional, como sempre. E sendo institucional eu não tenho nada a temer, né? Estarei tranquilo, aconteça o que acontecer.

Serão dois anos bastante atípicos na história brasileira, não?

É, mas você sabe que ao longo do período em que fui vice-presidente, nunca tive um chamamento efetivo para participar das questões de governo. De modo que, digamos, se nada acontecer, tudo continuará como dantes, não é? Nada mudará (risos).

O sr. ouviu o ministro Jaques Wagner dizer que, se o impeachment não passar, o sr. deve renunciar. Qual sua resposta a ele?

Eu respondo que (foi) o entusiasmo momentâneo do Jaques Wagner, uma figura delicada e educada. Naturalmente há um arroubo que muitas vezes toma conta das pessoas, por mais educadas e delicadas que sejam.

Então, renunciar não?

Por favor, né (risadas).

Há uma romaria de políticos no Palácio do Jaburu?

Olha, muitos me procuram, você sabe que eu mantenho uma discrição absoluta, embora seja apodado das mais variadas denominações, como “golpista”. Eu passei praticamente três semanas em São Paulo precisamente para que não me acusassem de nenhuma articulação. Agora, evidentemente, num dado momento, começou uma tal, digamos assim, uma guerra contra minha figura, no plano político e no pessoal, e eu fui obrigado a me defender. Então o que eu faço hoje não é guerrear, é defender.

O sr. acha que essa guerra vai continuar em qualquer caso, passe ou não o impeachment?

Não creio, não creio. Essas coisas são passageiras. Logo as pessoas terão compreensão de tudo que é importante para o País.

Essas pessoas que vêm aqui são de todos os partidos, do PP, PSD, PTB? O que eles vêm fazer?

Todos os partidos, até porque eles sabem, pela convivência de 24 anos no Parlamento, que sempre convivi harmoniosamente com todos os partidos políticos.

No caso de o sr. tomar posse, o que dirá aos partidos políticos?

Eu prefiro não mencionar isso, porque estaríamos todos supondo que vou tomar posse. Se você me disser: “Mas você não precisa se preparar para uma eventualidade?”, é claro que eu tenho na minha cabeça as questões que eu trataria, mas prefiro aguardar o evento.

Mas o sr. já distribuiu a gravação em que praticamente toma posse. O sr. sentou na cadeira?

(Risadas) Eu não sentei na cadeira, não. Instado por amigos meus, que me disseram: “Você precisa se preparar, não é, por que afinal, daqui a alguns dias, se de repente acontecer alguma coisa, o que é que você vai dizer?”. E daí, me explico mais uma vez, eu disse: “Olha, eu vou fazer o seguinte, eu vou gravar uma coisa que, em tese, eu falarei, se, em tese, acontecer alguma coisa, e até peço que depois nós possamos burilar essas sentenças e essas palavras”. E fiz uma gravação, e em vez de mandar para um amigo (risadas), equivocadamente mandei para um grupo de deputados e vazou alguma coisa, que não tem importância nenhuma, porque o conteúdo daquilo que eu disse eu já havia dito no passado e continuarei dizendo em qualquer momento, porque acho que é disso que o País precisa.

Do que o País precisa?

Conciliação, pacificação, diálogo, interação de trabalhadores e empregadores, integração de todos os setores da nacionalidade, prestigiamento da iniciativa privada. A manutenção dos programas sociais e sua revalorização.

O sr. teme que MST, CUT, UNE infernizem sua eventual gestão?

Não acredito, porque todos têm, certa e seguramente, um sentimento patriótico, né? Quando vamos pregar a unidade do País, aqueles que não quiserem a pacificação estarão contra o desejo do povo brasileiro e tenho certeza de que essas entidades têm o mesmo desejo.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, e o senador Valdir Raupp defenderam eleições antecipadas. Como o sr. vê isso?

Muito útil. Num Estado democrático as pessoas têm que ter liberdade de manifestação. Eu sou contra por uma razão: sou muito apegado ao texto constitucional. Toda vez que se quiser sair do texto constitucional está se propondo uma ruptura com a Constituição. E toda e qualquer ruptura com a Constituição é indesejável. A estabilidade do País e das instituições depende do que está na Constituição e nela não há hipótese de eleições gerais.

Eleição geral seria um golpe?

Seria algo que rompe com a Constituição. Não gosto de usar a palavra golpe, que está muito indevidamente utilizada, politicamente utilizada. Golpe, na verdade, é só quando se rompe com a Constituição. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Djalma apresenta demandas para o governo Raquel

O prefeito Djalma Alves esteve reunido, juntamente com demais prefeitos do Pajeú com a governadora Raquel Lyra, na cidade de Serra Talhada. No encontro o chefe do executivo solidanense encaminhou pleitos importantes, como a conclusão do projeto da Adutora do Pajeú, a operação tapa buracos e o recapeamento da PE 309, além da reforma e […]

O prefeito Djalma Alves esteve reunido, juntamente com demais prefeitos do Pajeú com a governadora Raquel Lyra, na cidade de Serra Talhada.

No encontro o chefe do executivo solidanense encaminhou pleitos importantes, como a conclusão do projeto da Adutora do Pajeú, a operação tapa buracos e o recapeamento da PE 309, além da reforma e construção do acostamento no trevo de acesso à Solidão, dentre outras demandas com secretários do governo estadual.

“O encontro com a governadora Raquel Lyra foi extremamente produtivo para o município de Solidão, demonstrando a importância do diálogo entre as diferentes esferas do governo para atender as necessidades da população”, disse.

“Reforço o meu compromisso em trabalhar incansavelmente para melhorar a qualidade de vida dos solidanenses e buscar soluções para os problemas enfrentados pelo nosso município”, acrescentou o prefeito Djalma Alves.