Dinca volta a atacar e diz que Flávio Marques é Secretário em duas prefeituras
Por Nill Júnior
Por Anchieta Santos
Flávio Marques é mais um Secretário onipresente do Governo Sebastião Dias. Atua em dois empregos ao mesmo tempo, em cidades e estados diferentes. O ex-prefeito Dinca Brandino voltou a carga contra o Secretário de Administração e em seu Blog prova que Flávio além de auxiliar do Governo Sebastião Dias (PTB), também é Assessor Jurídico (com status de Secretário) da Prefeitura de Água Branca.
Assim cometem Improbidade Administrativa além do próprio advogado Flávio, os prefeitos Sebastião Dias de Tabira/PE e Tom de Água Branca/PB. Para não deixar dúvidas Dinca apresenta cópias do Diário Oficial do Município de Água Branca com a nomeação que aconteceu no dia 26 de janeiro de 2017 e cópia da Folha de Pagamento. Pelo jeito o Governo Sebastião Dias tem mais Secretário onipresente do que se imaginava.
O partido Patriota inaugurou os pedidos de impugnação de pesquisas eleitorais em Pernambuco. Alegou que a pesquisa eleitoral registrada sob o número PE-03306/2022, da MTG Conectar, que seria publicada no Blog de Jamildo, tinha vícios. Dentre eles, irregularidades quanto à classificação das eleitoras e eleitores relativamente ao grau de instrução e à faixa etária; inexistência de ponderação […]
O partido Patriota inaugurou os pedidos de impugnação de pesquisas eleitorais em Pernambuco. Alegou que a pesquisa eleitoral registrada sob o número PE-03306/2022, da MTG Conectar, que seria publicada no Blog de Jamildo, tinha vícios.
Dentre eles, irregularidades quanto à classificação das eleitoras e eleitores relativamente ao grau de instrução e à faixa etária; inexistência de ponderação quanto ao nível econômico das eleitoras e eleitores entrevistados; não é possível fiscalizar o cumprimento do plano amostral; a pesquisa, tal como registrada, deveria referir-se tão somente aos cargos de governadora/governador e senadora/senador, mas o questionário perguntas atinentes ao cargo de Presidente.
O Patriota integra a aliança com o candidato ao governo Miguel Coelho. Nos bastidores, especula-se que a campanha do ex-prefeito de Petrolina via a pesquisa como uma pá de cal nas suas pretensões. Registre-se, a decisão da juíza Mariana Vargas é liminar e pode cair no julgamento do mérito. Geralmente, a repercussão do pedido de proibição das pesquisas é maior que a própria divulgação dos números.
A Conectar informou que já acionou seu departamento jurídico. A empresa vai tentar esclarecer as dúvidas levantadas e há expectativa de reverter-se a situação ainda nesta terça (26), para divulgação do resultado durante a tarde.
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, utilizou suas redes sociais para ressaltar a relevância da última reunião de monitoramento dos programas e ações governamentais, realizada nesta quinta-feira (7). O encontro, que reuniu os secretários de Governo, foi descrito como um momento crucial para avaliar o processo de acompanhamento das metas da gestão municipal. Durante a […]
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, utilizou suas redes sociais para ressaltar a relevância da última reunião de monitoramento dos programas e ações governamentais, realizada nesta quinta-feira (7). O encontro, que reuniu os secretários de Governo, foi descrito como um momento crucial para avaliar o processo de acompanhamento das metas da gestão municipal.
Durante a reunião, Zeinha Torres expressou sua gratidão pelo comprometimento e parceria de cada membro que integra a administração de Iguaracy. Ele destacou que é o empenho conjunto desses indivíduos que tem contribuído para fazer de Iguaracy um lugar cada vez melhor para seus habitantes.
“Agradeço o comprometimento e parceria de cada um que compõem a nossa Gestão, são vocês que fazem um Iguaracy cada vez melhor”, ressaltou o prefeito.
Segundo Zeinha, esses encontros periódicos têm sido uma ferramenta fundamental para garantir a eficiência e eficácia das políticas públicas implementadas pela gestão municipal. Através do monitoramento constante, é possível identificar eventuais desafios, ajustar estratégias e assegurar que as metas estabelecidas sejam alcançadas em benefício da comunidade local.
Alexandre de Moraes acaba de determinar o afastamento do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. A acusação, de prevaricação e conivência com os atos golpistas em Brasília. O afastamento é de 90 dias. Artigo 319 do Código Penal. Também determinou a desocupação em frente a área militar por golpistas. O governador do MDB chegou a […]
Alexandre de Moraes acaba de determinar o afastamento do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha.
A acusação, de prevaricação e conivência com os atos golpistas em Brasília. O afastamento é de 90 dias.
Artigo 319 do Código Penal. Também determinou a desocupação em frente a área militar por golpistas.
O governador do MDB chegou a gravar um vídeo neste domingo (8) para pedir desculpas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelas invasões às sedes dos três poderes, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou hoje que a Polícia Federal (PF) mantenha no comando delegados que trabalham em inquéritos na Corte. Com isso, evita-se que o novo diretor da PF — que ainda será escolhido — mude a orientação das investigações. “Comunique-se ao Diretor Executivo da Polícia Federal, em […]
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou hoje que a Polícia Federal (PF) mantenha no comando delegados que trabalham em inquéritos na Corte.
Com isso, evita-se que o novo diretor da PF — que ainda será escolhido — mude a orientação das investigações.
“Comunique-se ao Diretor Executivo da Polícia Federal, em exercício, que, no âmbito da Polícia Federal, as investigações neste inquérito deverão continuar a ser conduzidas pelo Delegado Federal Alberto Ferreira Neto, em São Paulo e da equipe de Brasília, composta pelos Delegados Federais Igor Romário de Paula, Denisse Dias Rosas Ribeiro, Fábio Alceu Mertens e Daniel Daher”, decidiu Moraes.
Os delegados indicados trabalham em duas frentes na Corte. Uma sobre ofensas, ameaças e fake news enquanto a outra é sobre o financiamento de atos com pautas antidemocráticas. Moraes é o relator de ambos os casos e o responsável por coordenar as investigações ao lado da Polícia Federal.
A decisão de Moraes acontece horas após o ex-ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, pedir demissão. Ele afirmou que não concordou com a exoneração de Maurício Valeixo, diretor-geral da PF, e declarou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) trocou o comando da PF para ter acesso a investigações e relatórios da entidade, o que é proibido pela legislação.
JC Oline O Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco ofereceu, à Justiça Federal, denúncia contra nove envolvidos em fraudes com recursos federais no âmbito de convênios firmados pelo Ministério do Turismo (Mtur) e pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) com entidades sem fins lucrativos e empresas para promoção de eventos culturais. Os denunciados são acusados […]
O Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco ofereceu, à Justiça Federal, denúncia contra nove envolvidos em fraudes com recursos federais no âmbito de convênios firmados pelo Ministério do Turismo (Mtur) e pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) com entidades sem fins lucrativos e empresas para promoção de eventos culturais.
Os denunciados são acusados de desviar cerca de R$ 3,5 milhões do projeto Relix Pernambuco 2017. O caso é de responsabilidade da procuradora da República Silvia Regina Pontes Lopes.
São acusados do crime de peculato o diretor do Departamento Nacional do Sesi e presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, o diretor regional do Sesi em Pernambuco, Ricardo Essinger, o superintendente regional do Sesi no estado, Nilo Augusto Câmara Simões, o empresário e à época secretário de Meio Ambiente do Estado de Pernambuco, Sérgio Luís de Carvalho Xavier, os diretores do Instituto Origami, Hebron Costa Cruz de Oliveira e Romero Neves Silveira Souza Filho, os administradores da Aliança Comunicação e Cultura, Luiz Otávio Gomes Vieira da Silva e Lina Rosa Gomes Vieira da Silva, bem como o administrador da Alto Impacto Entretenimento, Luiz Antônio Gomes Vieira da Silva. Todos já foram alvos de denúncias anteriores do MPF no âmbito da Operação Fantoche.
A nova denúncia é a quarta oferecida no curso da operação, deflagrada em fevereiro de 2019. As investigações – iniciadas a partir de relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Controladoria-Geral da União (CGU) – indicaram o uso de empresas de “fachada” e pagamentos por serviços não realizados para desvio da verba federal.
Segundo a procuradora da República, Robson Braga de Andrade, Ricardo Essinger, Nilo Augusto Câmara Simões e Sérgio Luís de Carvalho Xavier participaram da liberação dos recursos do Relix Pernambuco 2017, segunda edição do festival no estado, sem nenhum tipo de avaliação financeira, pesquisa de mercado ou acompanhamento da execução orçamentária e financeira do projeto, possibilitando o enriquecimento ilícito de terceiros às custas de verba do Sistema S.
O MPF destaca que os denunciados Hebron Costa Cruz de Oliveira e Romero Neves Silveira Souza Filho, respectivamente presidente e diretor sociocultural do Instituto Origami, uma das entidades cooptadas no esquema, utilizaram empresas de “fachada” e pagamentos por serviços não realizados na execução do Relix.
As investigações ainda apontaram que a Aliança Comunicação e Cultura Ltda. foi a principal destinatária dos recursos alocados no projeto, que foram repassados mediante a emissão de notas fiscais faturadas pela Aliança por serviços supostamente prestados em benefício do Instituto Origami.
Ainda de acordo com a denúncia, uma parcela dos serviços referentes ao contrato de patrocínio firmado entre o Sesi e o Instituto Origami foi viabilizada mediante contratações realizadas por intermédio da empresa Alto Impacto Entretenimento Ltda.
Na contratação, foi detectado sobrepreço e consequente superfaturamento referente ao valor contratado pelo Sesi. As apurações evidenciaram que o instituto exerceu função meramente instrumental na execução do projeto, atuando como intermediário entre Sesi/PE e os destinatários finais dos recursos.
Segundo o MPF, assim como nos eventos anteriores, a edição 2017 do Relix contou com intensa participação do então secretário de Meio Ambiente Sérgio Luís de Carvalho Xavier, que teria cuidado das tratativas formais e aprovação do projeto, também articulando sua realização.
A procuradora da República destaca que as entidades do Sistema S, por gerirem recursos públicos e estarem sujeitas aos princípios constitucionais inerentes à atividade administrativa, estão obrigadas a exigir prestação de contas dos valores transferidos a entidades privadas por meio de contratos de patrocínio, assim como os terceiros patrocinados estão obrigados a essa prestação.
Em caso de condenação pelo crime de peculato, a pena para cada um dos denunciados pode chegar a 12 anos de reclusão, podendo ser maior devido à prática continuada, além do pagamento de multa.
Na denúncia, a procuradora da República requereu ainda que a Justiça Federal decrete a perda de eventual cargo ou função pública exercida pelos acusados, bem como a perda de bens acrescidos ao patrimônio em decorrência da prática criminosa e a reparação dos danos causados aos cofres públicos.
Histórico
As investigações relacionadas à Operação Fantoche identificaram fraudes ocorridas em processos seletivos e contratos firmados por diversos departamentos do Sesi e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) desde 2002.
De acordo com as apurações, as irregularidades ocorreram em seleções e contratos envolvendo o grupo empresarial da Aliança Comunicação e Cultura, com sede no Recife (PE). A entidade fora contratada inicialmente por inexigibilidade de licitação de forma indevida e, posteriormente, por meio da contratação indireta de seus projetos mediante a cooptação de organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips).
Na primeira denúncia oferecida pelo MPF no caso, em agosto de 2020, dez pessoas foram acusadas de desvio de mais de R$ 2,5 milhões do Sesi, liberados em contrato de patrocínio do projeto Relix Pernambuco 2014, firmado entre o Departamento Regional do Sesi no estado e o Instituto Origami.
A segunda denúncia decorrente da Operação Fantoche, ajuizada em setembro de 2020, tem como réus sete pessoas acusadas de desvio de recursos federais repassados por meio de cinco convênios firmados entre o MTur e o Instituto Mundial do Desenvolvimento e da Cidadania (IMDC).
O objetivo foi a realização de eventos artísticos e culturais para promover o estado de Pernambuco nas cidades de Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Para cada convênio, foram repassados, pelo Ministério do Turismo, R$ 300 mil – totalizando R$ 1,5 milhão em verbas federais. A terceira denúncia oferecida pelo MPF, em março de 2021, tem como alvos oito acusados de desviar cerca de R$ 2,2 milhões do projeto Relix Alagoas 2016.
O MPF ainda analisa outros projetos financiados pelos departamentos do Sesi, além dos convênios celebrados diretamente entre a União, por meio do Ministério do Turismo, e as entidades sem fins lucrativos investigadas nos desdobramentos da Operação Fantoche. As informações são do site oficial do MPF.
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