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Raquel Lyra destaca iniciativas de Pernambuco para transição econômica

Por André Luis

Em debate sobre os desafios e avanços da sustentabilidade no Brasil, a governadora Raquel Lyra ressaltou que o Governo do Estado está atuando para posicionar Pernambuco para a nova economia global, sustentável e justa. 

No Fórum Esfera, evento que aconteceu neste sábado (8), em Guarujá, no litoral de São Paulo, a gestora participou do painel “O Brasil na Liderança da Sustentabilidade Global”. 

A chefe do Executivo estadual ressaltou ações realizadas pelo Governo do Estado para a transição energética, como o investimento no gás natural através da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), além de iniciativas que serão entregues em breve, a exemplo do Plano de Ação da Mudança Econômica e Ecológica de Pernambuco (Permeie).

“Dialogamos sobre o futuro do nosso País e as oportunidades do nosso Estado e da nossa região através do tema da sustentabilidade. Nossa estratégia é nos posicionarmos para a nova economia. Por isso, já recebemos todas as grandes economias do mundo, buscando mostrar como estamos nos preparando para garantir que investimentos voltados à cadeia produtiva verde com foco na descarbonização possam estar centrados na estratégia de crescimento do nosso Estado, de maneira justa e sustentável. O Nordeste brasileiro é grande parte da solução do Brasil no que diz respeito à transição para a nova economia e Pernambuco está pronto”, destacou a governadora Raquel Lyra.

Durante o evento, a gestora explicou algumas das iniciativas para esse avanço da sustentabilidade. “Vamos compartilhar com a sociedade, no início do próximo mês, o Plano de Ação da Mudança Econômica e Ecológica de Pernambuco, baseado na economia regenerativa. Além disso, vamos, pela primeira vez na história, junto com o BNDES, fazer o programa Floresta Viva para regenerar a Caatinga. Também estamos realizando a transição energética com a Companhia Pernambucana de Gás para alimentar a energia através do gás, fazendo a transição do carvão para o gás em arranjos produtivos do Estado, e assim abrindo espaço para a transição ao hidrogênio verde. E o Porto de Suape será carbono zero daqui a dois anos”, explanou a governadora.

O fórum de debate é organizado pela Esfera Brasil, uma organização criada em 2021 para fomentar o pensamento e o diálogo sobre o Brasil. O evento reuniu políticos, empreendedores, classe produtiva e empresários. No painel em que a gestora participou, estiveram também no debate a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra; o CEO da JBS, Gilberto Tomazoni; o presidente da Shell Brasil, Cristiano Pinto da Costa, e o diretor Industrial da Gerdau, Maurício Metz.

Acompanharam a governadora os secretários de Estado Ana Luiza Ferreira (Meio Ambiente, Sustentabilidade e Fernando de Noronha), Fernando Holanda (Assessoria Especial e Relações Internacionais); o diretor-presidente da Adepe, André Teixeira Filho, e a secretária executiva de Relacionamento com a Imprensa, Daniella Brito.

Outras Notícias

Aliados apostam que reforma ajudará na recomposição da base

Agência Brasil – O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, defendeu nesta sexta-feira (2) uma unidade dentro do PMDB.“Temos que reunificar o partido. Essa divisão não interessa a ninguém. Não interessa ao PMDB, não interessa aos peemedebistas e a meu juízo é prejudicial ao governo”, afirmou. “O governo fez a sua parte, atendeu à Câmara dos […]

Ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha.
Ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.

Agência Brasil – O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, defendeu nesta sexta-feira (2) uma unidade dentro do PMDB.“Temos que reunificar o partido. Essa divisão não interessa a ninguém. Não interessa ao PMDB, não interessa aos peemedebistas e a meu juízo é prejudicial ao governo”, afirmou.

“O governo fez a sua parte, atendeu à Câmara dos Deputados – um segmento importante no partido – tratou e correspondeu às expectativas com dois grandes ministérios [ Saúde e Ciência e Tecnologia], então há que se esperar que a Câmara dos Deputados dê a resposta correspondente. O presidente Michel Temer vai trabalhar para que o PMDB tenha um comando só, uma voz só”, acrescentou.

Segundo Padilha, a ampliação do espaço do PMDB na Esplanada dos Ministérios deve pacificar os ânimos entre os parlamentares da sigla na Câmara, que resistiam a propostas consideradas fundamentais pelo governo para o ajuste fiscal.

“Penso que o governo fez a sua parte. A presidenta Dilma foi ao limite extremo, dando o Ministério da Saúde e o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação para a Câmara dos Deputados. Penso que o governo fez o gesto, agora há que se esperar correspondente reação da parte de quem foi tão beneficiado”, disse.

O primeiro teste do governo sobre o efeito da reforma ministerial será na próxima terça-feira (6), quando está marcada sessão conjunta da Câmara e do Senado para apreciar vetos da presidenta a propostas que aumentam os gastos do governo. Um deles é o veto à proposta que concede reajuste aos servidores do Judiciário, que variam entre 53% e 78%.

A justificativa da presidente Dilma Rousseff é de que o projeto geraria impacto financeiro de R$ 25,7 bilhões para os próximos quatro anos, ao fim dos quais passaria dos R$ 10 bilhões por exercício, sendo “contrário aos esforços necessários para o equilíbrio fiscal na gestão de recursos públicos”.

“Será um grande teste a sessão do Congresso Nacional. Vamos tomar a temperatura de como é que essas medidas vão funcionar, até porque temos vários projetos na área de economia para votar. Acho que a presidenta está dando o exemplo, mostrando para a população que o governo está fazendo a lição de casa e também consolidando um governo de coalização, trazendo os partidos para governar conosco, para nos ajudar na gestão, na implementação de políticas e ao mesmo tempo olhando a Câmara e o Senado”, avaliou o líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS).

O líder do PT na Câmara também, José Guimarães (PT-CE), está otimista com a recomposição da base. Para ele, a reforma atende a questões fundamentais como nova governabilidade, interação e diálogo com os partidos e parlamentares. “É um recomeço com solidez, espírito de grandeza e recomposição da nossa base. Não há esse negocio que o PT perdeu e outro partido ganhou. A reforma atende à nova governabilidade, portanto não tem essa de partido A ou B ficar chateado, muito pelo contrário, são as exigências do momento. Indicamos os melhores para ocupar as funções, estou otimista”, disse.

Reunião entre Paulo Melo, Marcos, Inocêncio e Waldemar não foi conclusiva

O tom da reunião entre o vereador Paulo Melo,  o suplente Marcos Oliveira,  Inocêncio Oliveira e Waldemar Oliveira não teve tom de ameaça, ainda. Há dias atrás, Sebastião Oliveira chegou de ameaçá-los de expulsão caso não obedecessem às definições da legenda. A ideia do encontro foi de fato sensibilizar Paulo e Marcos para permanecerem no […]

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Marcos Oliveira, Inocêncio e Waldemar pouco após o encontro: se debateu tudo, não se concluiu nada.

O tom da reunião entre o vereador Paulo Melo,  o suplente Marcos Oliveira,  Inocêncio Oliveira e Waldemar Oliveira não teve tom de ameaça, ainda. Há dias atrás, Sebastião Oliveira chegou de ameaçá-los de expulsão caso não obedecessem às definições da legenda.

A ideia do encontro foi de fato sensibilizar Paulo e Marcos para permanecerem no grupo e não migrarem para a base Duquista, mirando o projeto do grupo em 2016, que é de fazer Waldemar Oliveira prefeito.

Paulo Melo
Paulo Melo

O encontro aconteceu no escritório político de Inocêncio no Recife. Todos classificam a reunião como boa, mas não dão muitos detalhes da conversa. Não foi revelado por exemplo, o que foi oferecido ou argumentado aos políticos para que permaneçam na base oposicionista a Luciano Duque.

Em suma, pode-se dizer que a conversa não foi conclusiva e uma nova reunião poderá acontecer para fechar uma posição.

Coluna do Domingão

Só carão não resolve Nos corredores do Supremo, ainda dá o que falar a lição moral do ministro Luis Roberto Barroso contra seu colega de Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes. Barroso disse a Gilmar que ele tem leniência com corruptos poderosos, principais protagonistas dos crimes de colarinho branco. O magistrado ainda disse que Gilmar não […]

Só carão não resolve

Nos corredores do Supremo, ainda dá o que falar a lição moral do ministro Luis Roberto Barroso contra seu colega de Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes. Barroso disse a Gilmar que ele tem leniência com corruptos poderosos, principais protagonistas dos crimes de colarinho branco. O magistrado ainda disse que Gilmar não costuma trabalhar com a verdade, mas com ódio.

Barroso ainda disparou: “Não transfira para mim esta parceria que Vossa Excelência tem com a leniência em relação à criminalidade do colarinho branco.”

Depois, Barroso ainda disse que Gilmar age como um juiz partidário e muda a lei de acordo com o réu, favorecendo aliados. “Vossa Excelência muda a jurisprudência de acordo com o réu. Isso não é Estado de Direito, isso é estado de compadrio. Juiz não pode ter correligionário.”

Alguns anos depois de Joaquim Barbosa mandá-lo às ruas e dizer que ele não estava tratando com seus “capangas de Mato Grosso”, Mendes recebe nova reprimenda pública.

Gilmar Mendes é quase uma unanimidade em se tratando de rejeição nacional, mas não é único. Existem muitos como ele Brasil afora, usando o estado de direito para “estado de compadrio”, valendo-se das relações para direcionar a jurisprudência.

Estão por toda a parte, graças a Deus não como regra, mas preenchendo todas as instâncias, afetando o sentimento coletivo de justiça para todos.

O Congresso que aí está tentou discutir uma legislação que garanta punições além de aposentadoria compulsória para magistrados que vão na contramão da lei. Em tempos de Lava Jato, soou como intimidação. Não tem legitimidade para mudança tão importante. Mas é fato que algo deve ser feito contra os que desonram a toga. Carão público é legal, a gente aplaude e vibra, mas não resolve.

Viajar pra quê?

O Secretário de Transportes Sebastião Oliveira se licenciou três vezes para votar em momentos históricos em Brasília. Se absteve no impeachment de Dilma e foi criticado por não tomar posição. E votou duas vezes para barrar a investigação contra Temer, como na última quarta. Em uma delas, disse que os prefeitos de PE “nunca viram tanto dinheiro”.

Perdeu a paciência

O Governo Municipal de Sertânia lançou, na quarta-feira (25), uma errata do Edital da Seleção Simplificada 2017. Isso depois de publicar o primeiro edital, retificá-lo e suspendê-lo, e posteriormente lançar novo edital. Ângelo Ferreira já avisou que não admite mais trapalhadas.

Próximo a fazer ajuste

O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, será o próximo a anunciar medidas de contenção no Pajeú. Se não fizer, garante, não fecha o ano com as contas em dia. É o segundo no Pajeú, depois de Vaninho de Danda em Santa Terezinha.

Cida apóia Gonzaga

A ex-prefeita de Solidão, Cida Oliveira, não apoia Ricardo Teobaldo como anunciou o blog. Ela está apoiando Gonzaga Patriota, do PSB. O estadual, Clodoaldo Magalhães.

Colados

Se “grude” significar fidelidade, estão muito unidos Lino Morais e Luciano Torres na Ingazeira, Adelmo Moura e Arquimedes Machado em Itapetim. Na festa do Finfa, um era a sombra do outro.

Zeca está morto

O ex-vereador de Arcoverde, Luciano Pacheco, hoje ligado a Madalena Brito, diz que Zeca Cavalcanti está “morto”, principalmente depois que ajudou Temer duas vezes.

Fazendo contas

Aline Mariano é candidatíssima a uma vaga na ALEPE em 2018. A vereadora do Recife natural de Afogados acredita que terá votação maior que há quatro anos, quando chegou a quase 24 mil votos. Agora, mira a contagem a partir dos 30 mil.

Frase da semana: “Juiz não pode ter correligionário.”

De Luiz Roberto Barroso a Gilmar Mendes.

Bispo de Roraima visita Diocese de Afogados

O Bispo de Roraima, Dom Mário Antonio da Silva, está participando de atividades na Diocese de Afogados da Ingazeira, em agenda que tem como anfitrião o Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol. Dom Mário está visitando a Diocese para falar sobre a missão na Amazônia. Ele está pregando o retiro anual do clero que acontece em […]

O Bispo de Roraima, Dom Mário Antonio da Silva, está participando de atividades na Diocese de Afogados da Ingazeira, em agenda que tem como anfitrião o Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol.

Dom Mário está visitando a Diocese para falar sobre a missão na Amazônia. Ele está pregando o retiro anual do clero que acontece em Triunfo até esta quinta, dia 08 de março.

Na sexta, dia 9,  ele participa de entrevista na Rádio Pajeú. Às 19h, em São José Egito, em meio às comemorações dos 109 anos de Emancipação do município, celebra com Dom Egídio, padres e diáconos do zonal Alto Pajeú, que reúne além da Capital da Poesia, Itapetim, Brejinho, Santa Terezinha e Tuparetama.

A Diocese de Roraima tem um centro missionário na cidade de Mucajaí. Hoje, o Pe. Aderlan Siqueira,  que foi pároco na cidade de Santa Terezinha.  O pároco Jorge Dias de Siqueira reforça o convite aos fiéis.  “Convidamos todos os fiéis das duas paróquias São Judas e São José para acolherem o bispo e mostrar nossa solidariedade com a igreja que está em Roraima, extremo Norte do nosso país”, disse.

A Missa será celebrada na Paróquia São Judas Tadeu em São José do Egito, já que a Matriz São José esta em reforma.

Último embate entre Dilma e Aécio acontece nesta sexta

Acontece na noite desta sexta (24) o último embate entre os presidenciáveis, Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB), na Rede Globo. Com uma plateia de 71 eleitores indecisos, selecionados pelo Ibope em todos os estados do país, o debate terá duração de 1h50, No primeiro e no terceiro bloco do debate, que terá início às […]

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Acontece na noite desta sexta (24) o último embate entre os presidenciáveis, Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB), na Rede Globo. Com uma plateia de 71 eleitores indecisos, selecionados pelo Ibope em todos os estados do país, o debate terá duração de 1h50,

No primeiro e no terceiro bloco do debate, que terá início às 22h10, cada candidato poderá fazer a pergunta, de tema livre, que quiser ao seu adversário.

Nos outros dois blocos, os presidenciáveis responderão a oito perguntas feitas, de interesse nacional, elaboradas por eleitores.

Ao final cada candidato fará as suas considerações finais. Diferente do primeiro turno, os presidenciáveis poderão circular no palco e interagir com os eleitores que vão estar na plateia.