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Detran amplia atuação para vacinar idosos contra a Covid-19

Por André Luis

Além de atuar no sistema “drive thru”, para vacinação de idosos contra a Covid-19 nas cidades de Paulista e São Lourenço da Mata, Região Metropolitana, agentes de trânsito do Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN-PE, por meio da operação prevenção “Segundos que Salvam vidas”, passam também a integrar ações em domicílio.

A nova modalidade de vacinação ocorre naqueles municípios, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde. Para isso, o Detran disponibilizou agentes de trânsito e viaturas para contribuir com a vacinação de idosos com 85 anos ou mais, acamados, que moram em locais de difícil acesso.

Segundo o diretor de fiscalização, Sérgio Lins, para todos os pontos de “drive thru” o departamento de trânsito disponibiliza o Detran Itinerante, que é um caminhão com gerador próprio, frigobar (para conservação das vacinas) e banheiro. 

Também oferece viaturas para ordenar o trânsito. Lins reforça que, além de evitar aglomerações, o sistema oferece contribuição na prevenção do coronavírus, e ainda fiscaliza e organiza o tráfego de veículos nos pontos de vacinação. Ele lembra que o DETRAN-PE já apoiou a vacinação contra H1N1.

Outras Notícias

Bolsonaro faz ato de lançamento de novo partido em Brasília

Número escolhido para a nova legenda é o 38, afirmou presidente. G1 O presidente Jair Bolsonaro deu nesta quinta-feira (21), em Brasília, o primeiro passo para criação do partido Aliança pelo Brasil. O ato de lançamento da sigla aconteceu em um hotel de Brasília e reuniu diversos apoiadores, que lotaram a capacidade do local. A nova legenda ainda […]

Número escolhido para a nova legenda é o 38, afirmou presidente.

G1

O presidente Jair Bolsonaro deu nesta quinta-feira (21), em Brasília, o primeiro passo para criação do partido Aliança pelo Brasil. O ato de lançamento da sigla aconteceu em um hotel de Brasília e reuniu diversos apoiadores, que lotaram a capacidade do local.

A nova legenda ainda depende da coleta de assinaturas e de registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em transmissão ao vivo por uma rede social na noite desta quinta, Bolsonaro afirmou que o número escolhido para a nova sigla é o 38.

“Acho que é um bom número, não é? Tinha poucas opções, e 38 é um número fácil de gravar”, afirmou o presidente.

O 38 é o calibre de um dos modelos de revólver mais comuns. Entre os princípios que a nova legenda diz ter está o “direito à legítima defesa, inclusive por meio do acesso às armas”.

O Aliança, se criado, será o nono partido de Jair Bolsonaro. Ele foi eleito pelo PSL, do qual se desfiliou na semana passada. Ao longo de três décadas de carreira política, ele teve passagens por PDC, PPR, PPB, PTB, PFL, PP e PSC. Em discurso durante o ato, Bolsonaro disse que o partido não é “um negócio”, e que por isso saiu do PSL.

“Agora, falo para vocês uma coisa da minha vida: fiquei 28 anos dentro do parlamento. Dois anos como vereador no Rio de Janeiro, 30 anos de vida pública, nunca tive um diretório municipal. Não pode, como está na cabeça de alguns, querer ter comando do partido no estado para negociar legenda. Isso não vai acontecer. Em parte, o problema que tivemos no partido que deixei há poucas horas foi essa questão: negociar legenda, vender tempo de televisão e fazer do partido um negócio”, afirmou Bolsonaro.

No ato de lançamento na capital federal, a maior parte da imprensa não teve acesso ao evento e assistiu aos discursos por um telão instalado do lado de fora, sob o sol, em um gramado cercado.

Representante da Pfizer confirma: governo não respondeu ofertas feitas em agosto de 2020

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado Presidente regional da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo afirmou em testemunho à CPI da Pandemia nesta quinta-feira (13) que os primeiros contatos da empresa com o governo brasileiro para apresentação de seu imunizante aconteceram entre maio e junho de 2020.  Ele também declarou que a empresa chegou a oferecer, na […]

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Presidente regional da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo afirmou em testemunho à CPI da Pandemia nesta quinta-feira (13) que os primeiros contatos da empresa com o governo brasileiro para apresentação de seu imunizante aconteceram entre maio e junho de 2020. 

Ele também declarou que a empresa chegou a oferecer, na segunda e na terceira propostas apresentadas ao Ministério da Saúde em agosto do ano passado, 1,5 milhão de doses para serem entregues ainda em 2020, o que não ocorreu por não ter havido resposta governamental.

Segundo Murillo, a primeira oferta oficial, feita ao Ministério da Saúde, ocorreu em 14 de agosto de 2020, com duas possibilidades: 30 milhões de doses ou 70 milhões de doses, ambas com a entrega de 500 mil doses ainda em 2020.

Na segunda oferta, em 18 de agosto de 2020, e na terceira, em 26 de agosto, também foram propostos os volumes de 30 milhões e 70 milhões, mas com uma nova possibilidade: 1,5 milhão de doses para serem entregues em 2020. O valor contratual seria de U$ 10 por dose, definido a todos os países de renda média.

“Nossa oferta de 26 de agosto tinha uma validade de 15 dias. Passados os 15 dias, o governo brasileiro não rejeitou, tampouco aceitou a oferta”, esclareceu Murillo.

Depois disso, novas ofertas teriam sido feitas, mas somente em 19 de março foi assinado contrato com a empresa para a oferta de 14 milhões no segundo trimestre de 2021 e mais 86 milhões para o terceiro trimestre. O segundo contrato, que estaria para ser assinado, prevê a entrega de mais 100 milhões no quarto trimestre deste ano.

O presidente regional da Pfizer confirmou que em 12 de setembro do ano passado — conforme dito na quarta-feira (12) pelo ex-secretário de Comunicação da Presidência da República Fabio Wajngarten à CPI — a Pfizer enviou uma carta a seis autoridades brasileiras sobre as ofertas feitas ao Brasil e sobre o interesse em negociações. 

Murillo disse que a carta foi encaminhada ao presidente Jair Bolsonaro, ao vice-presidente, Hamilton Mourão, aos ministros Paulo Guedes (Economia), Eduardo Pazuello (que nessa época era o ministro da Saúde), Walter Braga Netto (então na Casa Civil) e ao embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Nestor Forster.

Murillo garantiu que as negociações com o governo brasileiro sempre foram lideradas por ele, junto ao Ministério da Saúde, em especial com o ex-secretário-executivo da pasta, Élcio Franco. Murillo também confirmou a assessoria de dois escritórios externos de advocacia à empresa.

Os senadores Marcos Rogério (DEM-RO) e Ciro Nogueira (PP-PI) contestaram que a Pfizer pudesse entregar as vacinas ainda em dezembro ao Brasil, diante do fato de que somente em 11 de dezembro essas vacinas foram autorizadas pela agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (FDA), tendo sido iniciada a vacinação naquele país em 14 de dezembro.

Os dois parlamentares alegaram que em dezembro não havia disposto legal para aceitação contratual com a empresa no Brasil, o que só teria ocorrido após a publicação em março de 2021 da Lei 14.125, de 2021, que dispõe sobre a responsabilidade civil relativa a eventos adversos pós-vacinação contra a covid-19.

“Há três cláusulas jurídicas consideradas incompatíveis com a legislação brasileira. Imposição da farmacêutica: que o Brasil dispusesse de valores em uma conta no exterior, da Pfizer, como garantia de pagamento, na chamada pré-compra; que qualquer questão contratual fosse julgada em um tribunal de Nova York, nos Estados Unidos; e que o Estado brasileiro assumisse a responsabilidade por eventuais efeitos colaterais da vacina. A legislação não permitia, até então, a assinatura do contrato com cláusulas impostas nessas condições. Foi por isso que o Senado Federal e o Congresso brasileiro tiveram que aprovar uma legislação permitindo ao governo assinar esse contrato com a Pfizer”, pontuou Marcos Rogério.

Para Ciro Nogueira, “caem por terra” narrativas como a de que a população estaria vacinada se essas tratativas tivessem acontecido.

“Acho que ficou bem claro, pelos números, contra esses fatos, o que Dr. Carlos Murillo colocou, que a quase totalidade das vacinas ofertadas pela Pfizer é para o terceiro semestre em diante, em especial o segundo semestre, no nosso país. E a segunda [narrativa] é a de que o país teria condições legais de ter comprado essas vacinas no ano passado.”

As colocações de Marcos Rogério e Ciro Nogueira foram contestadas por vários senadores. O presidente da CPI, senador Omar Aziz, destacou que até 18,5 milhões de doses poderiam ter sido entregues ao Brasil até o segundo semestre de 2021, caso o governo tivesse aceito a oferta de 26 de agosto.

“Eu conversei há pouco com o Dr. Dimas Covas, que é presidente do Instituto Butantan. Perguntei: “Dr. Dimas, quando é que chegou a CoronaVac ao Brasil?”. Ele falou: “Em novembro, nós tínhamos seis milhões de doses”. Aí, a aprovação na Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] só foi em janeiro. Tanto é que a Anvisa aprovou em janeiro, num domingo, ao que todos nós assistimos pela televisão, e dois dias depois já estavam distribuindo as vacinas. O caso específico em relação à Pfizer poderia ter sido no mesmo sistema. Teríamos as doses, esperaríamos a Anvisa aprovar, como foi feito com a CoronaVac”, argumentou Omar.

O senador Otto Alencar (PSD-BA) afirmou que, se o Brasil tivesse atendido a todos os pré-requisitos exigidos pela Pfizer no mês de janeiro, no começo desse mesmo mês os brasileiros já estariam sendo vacinados com o imunizante americano.

“A situação que nós estamos vivendo hoje, neste momento, de falta de vacina, sem dúvida nenhuma é [resultado da] política equivocada do governo federal.”

Fonte: Agência Senado

Municípios poderão parcelar dívidas previdenciárias

Proposta é de autoria do deputado federal Silvio Costa Filho, em parceria com a Confederação Nacional de Municípios Foi publicada, nesta quarta-feira (16), no Diário Oficial da União, a portaria que trata do parcelamento da dívida previdenciária dos municípios, proposta de autoria do deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos), em parceria com a Confederação Nacional […]

Proposta é de autoria do deputado federal Silvio Costa Filho, em parceria com a Confederação Nacional de Municípios

Foi publicada, nesta quarta-feira (16), no Diário Oficial da União, a portaria que trata do parcelamento da dívida previdenciária dos municípios, proposta de autoria do deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos), em parceria com a Confederação Nacional de Municípios (CNM). Agora, os municípios brasileiros poderão reparcelar essas dívidas em até 240 meses. 

O texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), antes tratada como PEC 15/2021, foi incorporada à PEC dos Precatórios e aprovada no plenário no final do ano passado. 

O texto estabelece que fica excepcionalmente autorizado o parcelamento dos débitos decorrentes de contribuições previdenciárias dos municípios, incluídas suas autarquias e fundações, com o Regime Geral de Previdência Social, com vencimento até 30 de setembro de 2021, ainda que em fase de execução fiscal ajuizada, inclusive os decorrentes do descumprimento de obrigações acessórios e os parcelados anteriormente, no prazo máximo de 240 prestações mensais.

Paulo Ziulkoski, presidente da CNM, destacou que essa medida é essencial para amenizar o desequilíbrio fiscal com os débitos previdenciários do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). 

“As dívidas previdenciárias são, hoje, um dos principais gargalos enfrentados pela gestão local, especialmente em um cenário de enfrentamento de uma pandemia sem precedentes. Não resolve a situação, mas garante a manutenção da prestação de serviços públicos pelos municípios à população. Quero agradecer ao deputado Silvio Costa Filho pela vitória dos municípios brasileiros”, disse.

O presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, comentou sobre a publicação da lei. “Essa é uma grande vitória dos prefeitos brasileiros, que vai aliviar o caixa e melhorar significativamente os recursos das prefeituras municipais. Aproveito para agradecer o empenho e a luta do deputado federal Silvio Costa Filho, que é um grande municipalista, e a todos os deputados que aprovaram essa proposta”, ressaltou. 

“A lei que garante o reparcelamento da dívida previdenciária em até 240 meses irá fortalecer os municípios. Isso dará fôlego para que os municípios ampliem a sua capacidade de investimento em programas sociais e infraestrutura para gerar emprego e renda para a população. Vamos seguir trabalhando em defesa das nossas cidades de Pernambuco e do Brasil”, ressaltou o deputado Silvio Costa Filho.

BPM Serviços comemora posição em ranking de segurança do transporte escolar

A empresa BPM Serviços, que atua na área de transporte escolar para municípios pernambucanos, foi classificada em 6º Lugar em Pernambuco no índice de Segurança do Transporte Escolar pelo TCE-PE. A empresa comemorou nas redes sociais a classificação, que colocou Afogados da Ingazeira em 1º lugar no Pajeú no mesmo índice. A BPM Serviços atua em […]

A empresa BPM Serviços, que atua na área de transporte escolar para municípios pernambucanos, foi classificada em 6º Lugar em Pernambuco no índice de Segurança do Transporte Escolar pelo TCE-PE.

A empresa comemorou nas redes sociais a classificação, que colocou Afogados da Ingazeira em 1º lugar no Pajeú no mesmo índice.

A BPM Serviços atua em municípios da região do Pajeú. A operação realizada  pelo Tribunal de Contas avaliou as condições de segurança dos veículos que fazem o transporte escolar dos alunos das escolas públicas municipais.

Cerca de 250 auditores do TCE participaram da fiscalização que aconteceu simultaneamente em 183 municípios pernambucanos, exceção feita à capital, Recife, que não dispõe de transporte escolar.  A atuação do órgão teve ampla repercussão na imprensa.

Solidariedade em tempos de Covid-19

Em Afogados da Ingazeira, pessoas estão se disponibilizando para ajudar a quem precisa. Por André Luis Nestes tempos de pandemia causado pelo Covid-19, o novo coronavírus, a gente vê o que existe de pior e de melhor nos seres humanos. De pior, podemos citar o egoísmo que faz com que se acabem estoques de produtos […]

Em Afogados da Ingazeira, pessoas estão se disponibilizando para ajudar a quem precisa.

Por André Luis

Nestes tempos de pandemia causado pelo Covid-19, o novo coronavírus, a gente vê o que existe de pior e de melhor nos seres humanos.

De pior, podemos citar o egoísmo que faz com que se acabem estoques de produtos de limpeza voltados a prevenção do vírus, como no caso do álcool em gel – principal produto usado na assepsia das mãos. Também podemos citar, a corrida aos supermercados, por pessoas desesperadas que buscam estocar alimentos – sem se preocupar se quem vem depois vai achar o que comprar nas prateleiras.

Outra questão muito criticada durante esta semana é o aumento abusivo de produtos usados na prevenção do Covid-19, como mascaras, luvas, álcool em gel, por parte de comerciantes que se aproveitam de um momento de fragilidade humana para lucrar.

Mas, há aqueles que aproveitam o momento para ajudar, prestar solidariedade e se preocupar com o próximo.

Em Afogados da Ingazeira, esta semana, algumas ações chamaram a atenção. Como o caso do professor Glauber Araújo de 33 anos de idade. Ele fez uma postagem em suas redes sociais onde se coloca à disposição de pessoas com mais de 60 anos para ir as compras por elas.

“Olá, me chamo Glauber Araújo, moro na cidade de Afogados da ingazeira-PE e se você tiver mais de 60 anos, visto que que não faço parte da classe de risco, eu me ofereço para ir uma ou duas vezes por semana para você ao mercado. Basta fazer uma lista. Não cobrarei nada por isso, pode me chamar no Face mesmo. Só não saia de casa. Se todos tivermos cautela isso vai passar. Posso buscar seus remédios na farmácia e no posto também! É só me procurar!! #CorrenteDoBem Pode me chamar no WhatsApp através do número: (87) 9.9927-0365. Só falar comigo, que passo na sua residência”, escreveu o professor, que teve a sua atitude bastante elogiada nas redes.

Em conversa com a nossa redação, Glauber informou que há outras pessoas fazendo o mesmo. “Eu vi uma moça da Paraíba que  compartilhou é falou que ia fazer também. Uma de Santa Terezinha e acho que tem mais alguém aqui [em Afogados]. Mas não existe nada heroico nisto”, destacou o jovem professor.

Questionado sobre a ideia de oferecer a ajuda aos idosos, o professor relatou que perdeu a avó recentemente. “Sei bem como é complicado para o idoso.  Em tempos ‘normais’ pouca gente respeita a prioridade.  Como eles estão no grupo de risco, acho importante que alguém possa ajudar. Seria bom que mais gente também se prontificasse”, disse Glauber.

O professor aproveitou para dar uma dica aos comerciantes. “Agora o ideal é que nas farmácias e supermercados, onde a demanda é maior, se estabelecesse um horário prioritário. Ajudaria bastante.”

Com tristeza, Glauber relatou que ainda assim, tem gente brincando com a situação e pediu para que as pessoas não abusem de quem está se disponibilizando a ajudar. “Ontem mesmo me ligaram pedindo pra comprar gelo. E pelo que entendi era gente nova. Isso é triste porque num momento desse as pessoas brincam é não entendem que quando a gente sai pra ajudar estamos colocando nossa saúde e também daqueles que amamos, em risco”, ressaltou.

“Acredito que com fé em DEUS, que tudo pode e com muita responsabilidade e consciência social venceremos”. Destacou Glauber.

Outra ação solidária a ser destacada em Afogados, é a de membros da Igreja Batista. Seguindo a mesma linha, membros da igreja estão se disponibilizando a ajudar as pessoas que se encontram no grupo de risco (idosos, diabéticos, hipertensos e pessoas com problemas respiratórios) e que não podem sair de suas casas e também não tem pessoas que os ajudem a realizar atividades fora de seus lares, como compras em mercados, farmácias, padarias…

Os membros da igreja estão divulgando os telefones de pessoas que se propuseram a ajudar e dividiram por bairros. Veja mais abaixo a lista divulgada pela Igreja Batista.

Como podemos conferir, o número de pessoas dispostas a fazer o bem é bem maior do que ao contrário. Em tempos difíceis como o que estamos vivendo, a solidariedade humana é um alento para milhares de pessoas pelo Brasil afora. Viva a solidariedade!

Lista de voluntários da Igreja Batista de Afogados da Ingazeira

Bairro São Brás

Pr. Gilberto – 99806-5064

Marquinhos – 99624-9194

Givaldo – 99971-8233

Ederson – 99965-1773

Sobreira

Balbino – 99964-1561

André – 99601-4263/99662-2917

Centro

Sara – 99914-7214

André – 99666-9360

Geneci – 99602-2693

Mateus – 99100-4180/99615-2590

Brotas

Clécio – 99641-4033

Rua Nova – Bairro São Francisco

Rogério – 99929-3641

Ponte – Padre Pedro Pereira

 Carol – 99806-3706

Patrícia – 99605-9312