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Deputado pede moção de aplausos para Escola Tomé Francisco da Silva, de Quixaba

Por Nill Júnior

thumbnail_comissao-de-educacaoO deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE) apresentou requerimento para uma moção de aplausos (5187/2016), na Câmara dos Deputados, para gestores, professores, técnicos, servidores, terceirizados, alunos e pais da Escola Tomé Francisco da Silva, localizada em Quixaba, no Sertão do Pajeú.

A unidade escolar obteve a nota 8.1 do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Foi a maior registrada por escolas da rede pública de Pernambuco.

“Só temos a agradecer e parabenizar a todos envolvidos pelo sucesso na formação de alunos e cidadãos dignos. É um orgulho imenso ver o desenvolvimento dessa escola e o impacto positivo que ela tem na comunidade”, afirmou Danilo Cabral.

O parlamentar, que é membro da Comissão de Educação, lembra que essa não é a primeira vez que a Escola se destaca no Ideb e em outros prêmios nacionais. Ela já foi escolhida a melhor Escola do Estado. Foi campeã nacional no Prêmio Referência em Gestão Escolar de 2012, tornando-se Escola Referência no Brasil.

A Tomé Francisco da Silva faz parte da rede de ensino pública estadual e oferece turmas do Ensino Fundamental – anos iniciais e finais –, e do Ensino Médio. Para os anos finais do Ensino Fundamental, a nota do Ideb obtida pela Escola foi 6.6. Tanto para os anos finais como para os iniciais, a unidade escolar superou as metas previstas pelo Ideb para o ano de 2021.

Pernambuco, de acordo com os resultados do Ideb divulgados pelo Ministério da Educação na semana passada, alcançou o primeiro lugar na qualidade de ensino público do Brasil no Ensino Médio.

O Estado saltou do quarto lugar de 2013 para a liderança do ranking com a nota 3.9. A média nacional foi de 3.7. Além disso, Pernambuco também atingiu as metas estabelecidas para os anos iniciais e finais do Ensino Fundamental.

Outras Notícias

Aliados articulam saída para livrar Aécio e evitar desgaste

Blog do Camarotti Com um forte temor da repercussão política, aliados do senador Aécio Neves (PSDB-MG) articulam uma saída para livrar o tucano e evitar o desgaste junto à opinião pública. Por essa estratégia, Aécio pode escapar por uma preliminar que deve ser apresentada na sessão de terça-feira: a de que um parlamentar só poderia […]

Blog do Camarotti

Com um forte temor da repercussão política, aliados do senador Aécio Neves (PSDB-MG) articulam uma saída para livrar o tucano e evitar o desgaste junto à opinião pública.

Por essa estratégia, Aécio pode escapar por uma preliminar que deve ser apresentada na sessão de terça-feira: a de que um parlamentar só poderia ser afastado pelo plenário do Supremo Tribunal Federal, e não por uma turma do STF, como foi o caso.

Neste momento, a articulação é para que essa tese consiga ser majoritária no plenário. A solução está sendo proposta porque o grupo de Aécio está preocupado com o placar. A avaliação é que hoje ele escaparia por um resultado muito apertado.

“A situação de Aécio mudou. No primeiro momento, houve uma solidariedade em todos os partidos. Agora, senadores sentiram o peso do desgaste”, observou ao Blog um aliado de Aécio.

A percepção é que a votação deixou de ser “favas contadas”. Apesar de dividido, o PT deve decidir em reunião da bancada marcada para terça-feira pela aplicação do afastamento do mandato e do recolhimento noturno de Aécio decidido pela primeira turma do STF. Isso porque os petistas estão sendo cobrados pela militância do partido. Já o PMDB está dividido.

A percepção entre os aliados de Aécio é que é melhor tentar uma solução alternativa do que correr risco em uma votação aberta que está sendo acompanhada em tempo real pela opinião pública.

Projeto de Lei cria “Junho Verde” em Pernambuco

Em função da necessidade constante de serem desenvolvidas políticas públicas de fiscalização, e principalmente de fomento à educação ambiental, o deputado Zé Maurício desenvolveu o Projeto de Lei nº 1513/2017 – aprovado, na última semana​, pela Comissão de Meio Ambiente e Sustentabilidade (CMAS) da Alepe. A medida, já aprovada com Substitutivo da Comissão de Constituição, […]

Em função da necessidade constante de serem desenvolvidas políticas públicas de fiscalização, e principalmente de fomento à educação ambiental, o deputado Zé Maurício desenvolveu o Projeto de Lei nº 1513/2017 – aprovado, na última semana​, pela Comissão de Meio Ambiente e Sustentabilidade (CMAS) da Alepe.

A medida, já aprovada com Substitutivo da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça da Casa Joaquim Nabuco, tem como proposta a criação do “Junho Verde”, uma forma de estender as atividades de educação ambiental da Semana Estadual de Meio Ambiente – que ocorre, em conformidade com a Lei nº 15.805/2016, anualmente no período em que consta o dia 5 de junho (instituído em 1972 durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano, em Estocolmo).

“Estamos vivendo um contexto que necessita, com cada vez mais frequência, de ações, também por parte do poder público, que busquem conscientizar as pessoas acerca da importância de atitudes sustentáveis e de cuidados urgentes com o meio ambiente”, defende Zé, à frente da Presidência da CMAS desde 2014 e autor também do Projeto de Resolução nº 742/2016, que pretende instituir o Prêmio Município Amigo do Meio Ambiente e da Sustentabilidade.

Este último PR visa ao reconhecimento de iniciativas desenvolvidas por prefeituras em Pernambuco que estejam voltadas, entre outros temas, à preservação de nascentes, à recuperação de áreas degradadas, ao manejo adequado dos resíduos sólidos e à redução no consumo de energia e de material descartável em órgãos públicos.

Em tempo, é do parlamentar ainda a Lei nº16.112/2017, que cria o Selo Verde para Empresas em Pernambuco, a fim de coroar iniciativas, já existentes, de viés sustentável de companhias em solo pernambucano e incentivar novas atitudes desse tipo por empresas no Estado.

Em Tabira, Sebastião Dias derrota Flávio Marques

Foi por pouco. Mas é certo dizer em Tabira que os 211 votos que faltaram a Flávio Marques não foram tirados apenas por Dinca e sua esposa Nicinha neste domingo. A avaliação da gestão Sebastião Dias, poeta genial, ser humano inatacável, mas prefeito com carência de comando, além do entorno de figuras carimbadas coladas nas […]

Foi por pouco. Mas é certo dizer em Tabira que os 211 votos que faltaram a Flávio Marques não foram tirados apenas por Dinca e sua esposa Nicinha neste domingo.

A avaliação da gestão Sebastião Dias, poeta genial, ser humano inatacável, mas prefeito com carência de comando, além do entorno de figuras carimbadas coladas nas tetas da viúva acabaram pesando para que o petista não chegasse à vitória.

Flávio tentou na campanha explorar o pouco do que funcionou no governo do prefeito poeta. Ainda teve um apoio importante de Carlos Veras, grande articulador da sua candidatura pelo PT. Mas foram tantos erros na gestão que, mesmo tentando escondê-los, Flávio sucumbiu.

Claro, vale registrar que Dinca Brandino, mesmo com tantos processos, contas rejeitadas, inelegibilidade, é uma espécie de baraúna política ainda que carcomida por seus próprios erros.

Difícil entender o que ainda o vincula ao eleitorado.  Em outras cidades poderia estar batido eleitoralmente.

Mas conseguiu fazer a esposa, uma dona de casa vocacionada aos bastidores do processo, tanto que nunca quis ser alçada a nada até o marido virar inelegível, à prefeita da quarta cidade mais importante do Pajeú.

A viola que virou símbolo da eleição do poeta desafinou na gestão e levou junto quem representava o novo…

Lula deve apoiar Marília Arraes, diz site

O ex-presidente Lula (PT) vai declarar apoio oficial e exclusivo a Marília Arrares (PT) na eleição para o segundo turno da eleição pelo Governo de Pernambuco. A ex-filiada do PT disputa o Palácio Campo das Princesas contra Raquel Lyra (PSDB). O Valor Econômico trouxe a informação, também endossada pelo Jornal do Commercio.  A informação foi […]

O ex-presidente Lula (PT) vai declarar apoio oficial e exclusivo a Marília Arrares (PT) na eleição para o segundo turno da eleição pelo Governo de Pernambuco.

A ex-filiada do PT disputa o Palácio Campo das Princesas contra Raquel Lyra (PSDB). O Valor Econômico trouxe a informação, também endossada pelo Jornal do Commercio. 

A informação foi confirmada com fontes ligadas à executiva nacional do PT. Sabe-se que, desde o fim do primeiro turno, abriu-se um canal de diálogo intenso entre a campanha de Marília Arraes e a campanha de Lula, que disputa o segundo turno da eleição para a Presidência da República.

Agora as campanhas conversam para alinhar data e horário para o anúncio oficial, além de resolver trâmites locais. Está prevista, também, uma visita a Pernambuco. Cá, o candidato apoiado oficialmente pelo petista no primeiro turno foi Danilo Cabral (PSB).

Arraes, desde a pré-campanha, levanta o nome de Lula em Pernambuco, a despeito de rivalizar com a aliança PT-PSB pelo voto de esquerda no estado.  O anúncio deve ocorrer até esta sexta.

MEC está sem dinheiro para novos contratos do Fies neste semestre

Do Correio Braziliense O Ministério da Educação não tem dinheiro para assinar novos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) neste semestre, disse o secretário executivo do MEC, Luiz Cláudio Costa. Ele informou que o ministério não foi notificado da determinação judicial para reabertura do prazo de inscrições e adiantou que recorrerá da decisão. Luiz […]

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Do Correio Braziliense

O Ministério da Educação não tem dinheiro para assinar novos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) neste semestre, disse o secretário executivo do MEC, Luiz Cláudio Costa. Ele informou que o ministério não foi notificado da determinação judicial para reabertura do prazo de inscrições e adiantou que recorrerá da decisão.

Luiz Cláudio explicou que “mesmo que [o prazo para inscrições] seja reaberto, será inútil”, porque foram reservados R$ 2,5 bilhões para o Fies; o limite foi atingido e não será possível financiar novos contratos neste semestre.

O Fies registrou 252.442 novos financiamentos em instituições privadas de ensino superior, segundo balanço do ministério. O prazo para novos contratos foi encerrado no último dia 30 e mais de 500 mil candidatos buscaram o financiamento.

O ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, disse que o número superou a expectativa de 250 mil novos contratos. Os cursos mais procurados foram engenharia, com 46.981 contratos, direito (42.717), enfermagem (16.770) e administração (15.796).

O número, explica Ribeiro, pode cair, pois os alunos precisam comprovar as informações na Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento em cada instituição de ensino. A expectativa é que a queda seja insignificante.

Neste ano, as normas do Fies foram mudadas. Além obter nota superior a zero na redação, os candidatos precisaram chegar a pelo menos 450 pontos na média das provas do Exame Nacional do Ensino Médio. Antes, não era exigida nota mínima. Além disso, a pasta passou a privilegiar os cursos com notas mais altas na avaliação do MEC.

“As mudanças serviram para destacar alunos com patamar mínimo de qualidade”, disse Ribeiro. “Conseguimos orientar os alunos para cursos melhores e com isso terão uma melhor formação”, acrescentou referindo-se ao privilégio dado aos cursos com notas mais altas.

A porcentagem de financiamentos em cursos com a nota máxima, 5, subiu de 8,13% no ano passado para 19,79%, enquanto nos cursos de nota 3, mínimo necessário para que o curso funcione, caiu de 51,92% para 41,23%.

Para renovação dos contratos em andamento, o prazo vai até o dia 29 de maio. Faltam ser renovados 148.757 contratos. O ministério diz ter feito contato com as instituições de ensino que têm alunos sem a confirmação do aditamento para que busquem os estudantes e verifiquem se há algum problema.

O Fies oferece cobertura da mensalidade de cursos em instituições privadas de ensino superior a juros de 3,4% ao ano. O estudante começa a quitar o financiamento 18 meses após a conclusão do curso. O programa acumula 1,9 milhão de contratos e abrange mais de 1,6 mil instituições.