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Justiça Eleitoral indefere 61 candidaturas a deputado estadual em Pernambuco

Por Michael Andrade

Decisões atingem todas as candidaturas do Mobiliza e do Democrata, além de um nome do Republicanos; ainda cabe recurso ao TSE.

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) concluiu, nas sessões dessa quarta-feira (9) e desta quinta-feira (10), julgamentos relacionados aos registros para a disputa por vagas na Assembleia Legislativa.

Foram indeferidas as 40 candidaturas apresentadas pelo Mobilização Nacional (Mobiliza), as 20 do Democrata e uma candidatura do Republicanos.

Nos casos do Mobiliza e do Democrata, o Tribunal apontou irregularidades na composição dos diretórios estaduais. Segundo a decisão, no momento da realização das convenções partidárias, as duas direções não possuíam anotação de regularidade no Sistema de Gerenciamento de Informações Partidárias (SGIP) do Tribunal Superior Eleitoral.

O TRE-PE também apontou descumprimento da cota de gênero pelas duas chapas. A legislação estabelece que cada partido ou federação deve preencher o mínimo de 30% e o máximo de 70% das candidaturas de cada gênero.

Já o registro do candidato do Republicanos foi indeferido porque, segundo a Corte, não havia sido cumprido o prazo mínimo de seis meses de filiação partidária antes da eleição, previsto na regulamentação eleitoral.

As decisões do TRE-PE não encerram a discussão. Os atingidos pelos indeferimentos podem recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Fonte: Dantas Barreto

Foto: Reprodução

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Outras Notícias

O Blog e a História: Anchieta Santos e Moacir Santos, o Ouro Negro

O registro foi enviado ao blog pelo carnaibano William Malaquias e mostra um encontro do comunicador Anchieta Santos com o arranjador brasileiro Moacir Santos, o Ouro Negro. É da década de 90. Segundo ele, a imagem é do acervo de Robero Santana, de Flores, terra do músico. Como maior nomes da comunicação do Pajeú por […]

O registro foi enviado ao blog pelo carnaibano William Malaquias e mostra um encontro do comunicador Anchieta Santos com o arranjador brasileiro Moacir Santos, o Ouro Negro. É da década de 90. Segundo ele, a imagem é do acervo de Robero Santana, de Flores, terra do músico. Como maior nomes da comunicação do Pajeú por décadas, o carnaibano era muito convidado para eventos em toda a região. Anchieta nos deixou precocemente em 11 de setembro de 2021, aos 61 anos.

Moacir Santos nasceu em Flores, 26 de julho de 1926, a exatos 100 anos. Após perder sua mãe aos 3 anos, Moacir foi criado por diferentes famílias, enquanto seu pai se unia a uma força volante contra cangaceiros.Cresceu na pobreza, mas sua família adotiva ajudou-o a frequentar a escola e a ter aulas de música.Desde a infância, destacou-se por seu talento musical, liderando uma banda de meninos e demonstrando aptidão acadêmica. Aos 14 anos, já tocava saxofone, banjo, violão e bandolim. No entanto, enfrentou obstáculos como tarefas domésticas pesadas e preconceito racial, reflexo das desigualdades persistentes no Brasil pós-escravidão.

Na adolescência, tocou na banda da Polícia Militar da Paraíba e mais tarde tornou-se maestro desse mesmo grupo. Eventualmente, fugiu de casa e tornou-se um músico itinerante, viajando por Pernambuco em busca de trabalho e chegando a atuar, por um tempo, em um circo itinerante.

Nos anos 1950, Santos vivia no Rio de Janeiro e trabalhava na Rádio Nacional como compositor.Reconhecendo o valor artístico da música popular, passou a estudar compositores de big band, tendo aulas com Hans-Joachim Koellreutter. Ele acabaria se tornando diretor musical da emissora.

Durante as décadas de 1950 e 1960, Santos deu aulas particulares a vários jovens músicos da Bossa Nova, entre eles Nara Leão, Baden Powell, Carlos Lyra e Roberto Menescal.

Em 1965, Santos lançou o álbum Coisas pelo selo Forma. O álbum era uma fusão de ritmos afro-brasileiros com sonoridades de big-band jazz. Embora na época tenha recebido pouca atenção, mais tarde passou a ser amplamente aclamado — o New York Times o descreveu como “uma das grandes realizações da música brasileira moderna”. Larry Blumenfeld, no Village Voice, escreveu que o álbum representava “o melhor do jazz brasileiro”.

Depois de compor trilhas sonoras para diversos filmes brasileiros ao longo da década de 1960, Santos teve a oportunidade de se mudar para os Estados Unidos. Em 1967, ele e sua esposa, Cleonice, mudaram-se para Pasadena, Califórnia, com a intenção de ingressar na indústria cinematográfica. Continuou a dar aulas de música em casa, por meio das quais conheceu Horace Silver. Grande parte de seu trabalho em Hollywood foi não creditado, sendo Final Justice seu único crédito oficial.

Santos gravou três álbuns para a Blue Note na década de 1970. Seu lançamento de 1972, Maestro, foi indicado ao Grammy. Ainda assim, ele não obteve o reconhecimento amplo que desejava e continuou escrevendo e lecionando música no sul da Califórnia.

A partir de 1980, Moacir Santos empreendeu uma busca meticulosa pelo seu registro de nascimento original, impulsionado por uma necessidade de esclarecer sua identidade. Originário de Bom Nome, um vilarejo remoto, sua jornada o levou a explorar os recantos da pequena localidade, desde a igreja até a residência do padre e da zeladora. Com o apoio de diversos colaboradores, a investigação retrocedeu ao período entre 1920 e 1935. Finalmente, após uma busca exaustiva, o registro de batismo foi descoberto no salão paroquial de São José do Belmonte, datado de 11 de setembro de 1926. Esse documento mencionava “Muacy”, filho legítimo de José Francisco do Nascimento e Juleheita Pureza Torre, nascido em 26 de julho de 1926. Essa descoberta não apenas lançou luz sobre sua identidade, mas também ressaltou as complexidades enfrentadas por muitos brasileiros em relação à documentação e à cidadania. Motivado por esse evento marcante em sua vida, Moacir compôs “Agora eu sei” e também “Now I know”. Essa música, permeada pela emotividade do momento e pela reflexão sobre sua jornada pessoal, tornou-se um testemunho musical de sua busca pela identidade.

Em 2001, os músicos brasileiros Zé Nogueira e Mario Adnet organizaram sessões para regravar composições de Santos. Essas gravações formariam o álbum Ouro Negro (2004), com participações de Milton Nascimento, João Donato e Gilberto Gil. O álbum revitalizou a reputação de Santos no Brasil e internacionalmente. Seu último disco, Choros & Alegria, lançado em 2005, foi composto inteiramente de material inédito e contou com participação de Wynton Marsalis. Em 6 de agosto de 2006, Moacir Santos morreu devido a complicações de um AVC anterior, em uma casa de repouso em Pasadena, Califórnia. Pouco antes de falecer, recebeu os Prêmio Shell de Música e o Prêmio Tim.

Foi parceiro de Vinicius de Moraes, e por esse foi homenageado na canção “Samba da Bênção”, com Baden Powell: “Moacir Santos / tu que não és um só, és tantos / como este meu Brasil de todos os santos.” Foi assistente do compositor alemão Hans Joachim Koellreuter e professor de músicos como Baden Powell, Paulo Moura, João Donato, Nara Leão, Roberto Menescal, Sérgio Mendes e outros importantes nomes da música brasileira.

 

Mult Limpo contrata vendedores externos. Saiba requisitos:

A empresa Mult Limpo, da cidade de Tabira, iniciou processo para contratação de vendedor externo. A empresa é uma referência na área de produtos de limpeza no interior, com DNA sertanejo e sede em Tabira. Os interessados em participar da seleção podem enviar currículos para o e-mail [email protected] . A busca por vendedores busca atender […]

A empresa Mult Limpo, da cidade de Tabira, iniciou processo para contratação de vendedor externo.

A empresa é uma referência na área de produtos de limpeza no interior, com DNA sertanejo e sede em Tabira.

Os interessados em participar da seleção podem enviar currículos para o e-mail [email protected] .

A busca por vendedores busca atender as áreas de Petrolina, Serra Talhada e Ouricuri.

Aproveite a oportunidade de atuar em uma empresa séria, marcada pela qualidade, eficiência e com a marca da região. Veja abaixo os critérios:

 

Consultado pelo MP, TCE cita Serra Talhada para indicar que Prefeitura de Afogados não deveria contratar Assessoria Jurídica à Amupe

E Jair Almeida critica agora gastos com diárias por prefeito O ingresso do PT com denúncia no MP solicitando  apuração dos gastos da Prefeitura de Afogados da Ingazeira com assessoria jurídica da Amupe gerou uma consulta do promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto a que o blog teve acesso junto ao Tribunal de Contas do Estado […]

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O documento do TCE ao MP: em Serra, ação similar rendeu multa a Carlos Evandro

E Jair Almeida critica agora gastos com diárias por prefeito

O ingresso do PT com denúncia no MP solicitando  apuração dos gastos da Prefeitura de Afogados da Ingazeira com assessoria jurídica da Amupe gerou uma consulta do promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto a que o blog teve acesso junto ao Tribunal de Contas do Estado – TCE.

O promotor solicitou das corte uma posição quanto aos contratos semelhantes realizados entre a Amupe e outros municípios de Pernambuco para Assessoria Jurídica, depois de provocado para se posicionar quanto ao contrato da Prefeitura de Afogados para este fim com a entidade, considerado alto pelo partido, segundo a denúncia.

O ofício, de 15 de outubro de 2014, foi assinado por Tereza Duere. Nele, a Conselheira diz que o Tribunal está analisando de forma ampla os aspectos dessa contratações e analisa no bojo do Processo TC 1208764-6. Mas apresenta um caso concreto, o processo 1306068-5, da contratação da Amupe pelo ex-prefeito Carlos Evandro, em Serra Talhada.

Carlos foi alvo de denúncia dos vereadores Cícero Fernandes, Leirson Magalhães, Gilson Pereira e Márcio Oliveira, pelo contrato de prestação de serviços advocatícios entre Amupe e o escritório Monteiro e Monteiro Advogados Associados. O TCE verificou que havia “ilegitimidade ativa da entidade para representar em juízo o ente municipal, postulando em nome próprio direito deste, e da notória burla à licitação”.

Ou seja, no caso de Serra, o TCE foi contrário ao contrato similar do realizado em Afogados. Para o TCE, se a prefeitura já detém assessoria Jurídica, a contratação representa gasto em duplicidade.

No episódio, Carlos Evandro foi multado em R$ 5 mil, além de ter determinada a rescisão do Termo de Adesão com a Amupe. O TCE determinou ainda ao Departamento de Controle Municipal que verifique a situação de regularidade de adesões em outros municípios.

Com base no parecer, a partir da provocação da oposição, não se descarta a possibilidade de que o MP ingresse com ação por improbidade, pelo que o blog apurou.

Diárias questionadas: o ex-presidente do PT afogadense, Jair Almeida, diz que o prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, gastou quase R$ 50 mil com diárias em 2013. “Este valor corresponde a algo em torno de cem dias fora do município, já que uma diária do prefeito custa aos cofres públicos do município o equivalente a R$ 500 por dia”.

Jair usou como parâmetro os dados do Portal do Cidadão do TCE. “Comparei com outras cidades como Arcoverde e o valor é bem mais alto”, reclama. O PT também promete levar o tema ao MP.

Múltipla Senado: Marília 18%, Humberto 15%, Mendonça 8% e Eduardo da Fonte, 7%

Túlio Gadêlha aparece com 4% O Múltipla quis ouvir qual a intenção de voto para o Senado. Na média dos dois votos, Marília Arraes aparece com 18%, seguida por Humberto Costa, com 15%. Mendonça Filho registra 8%, enquanto Eduardo da Fonte aparece com 7%. Túlio Gadelha tem 4%. Pastor Gilvan Costa e o grupo de […]

Túlio Gadêlha aparece com 4%

O Múltipla quis ouvir qual a intenção de voto para o Senado. Na média dos dois votos, Marília Arraes aparece com 18%, seguida por Humberto Costa, com 15%.

Mendonça Filho registra 8%, enquanto Eduardo da Fonte aparece com 7%. Túlio Gadelha tem 4%. Pastor Gilvan Costa e o grupo de outros candidatos aparecem com 1% cada.

A diferença entre Marília Arraes e Humberto Costa, de três pontos percentuais na média dos dois votos, está dentro do intervalo considerado de empate técnico pela metodologia da pesquisa, que possui margem de erro de 3,3 pontos para o total da amostra.

O levantamento mostra ainda que 45% dos entrevistados estão entre indecisos ou optaram por branco/nulo, considerando a média dos dois votos. São 27% de indecisos e 18% de branco ou nulo.

No primeiro voto, Humberto Costa aparece com 19% e Marília Arraes com 18%. No segundo voto, a ordem se inverte: Marília registra 19% e Humberto Costa, 11%.

Na pesquisa espontânea, sem apresentação dos nomes dos candidatos, Humberto Costa e Marília Arraes registram 6% cada na média dos dois votos. Mendonça Filho aparece com 3% e Eduardo da Fonte com 1%. A indefinição chega a 83% quando somados indecisos, branco/nulo e entrevistados que não opinaram.

O levantamento ouviu 900 eleitores, entre 12 e 14 de setembro. A margem de erro é de 3,3 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob o número PE-07035/2026.

Carnaval custará 118 mil a Prefeitura de Tabira. Em Afogados, ninguém sabe ainda quem vem

Como acontece todos os anos Tabira fará também em 2015 um carnaval dos mais movimentados do interior. Mesmo em tempo de seca e crise a Secretaria de cultura preparou uma super programação. Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM, o Secretário Edgley Freitas revelou que ao invés dos R$ 180 mil propagados na cidade, […]

downloadComo acontece todos os anos Tabira fará também em 2015 um carnaval dos mais movimentados do interior. Mesmo em tempo de seca e crise a Secretaria de cultura preparou uma super programação.

Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM, o Secretário Edgley Freitas revelou que ao invés dos R$ 180 mil propagados na cidade, o custo do carnaval será de R$ 118 mil. A própria renda do baile municipal realizado no último sábado será revertida para a despesa do carnaval.

Afogados e mais um anúncio “em cima da festa”: Enquanto as cidades que tradicionalmente a festa já anunciaram sua programação, mais uma vez Afogados da Ingazeira retarda o anúncio, o que está virando moda em se tratando de eventos. Foi assim também na Expoagro e Festa do Reveillon ano passado, com o anúncio em cima da festa.

A programação do carnaval de Afogados da Ingazeira ainda é mistério. A promessa do Secretário Alessandro Palmeira foi de que seria divulgada até a realização do Baile Municipal. Praticamente dez dias depois,  ninguém falou nada. A última informação foi de que  faltava apenas a definição de atração da Fundarpe.