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Delegado Lessa oficializa apoio a Paulo Câmara

Por Nill Júnior

O governador e candidato à reeleição, Paulo Câmara (PSB), recebeu um importante apoio, nesta terça-feira (18/09), durante visita à Capital do Agreste. O delegado e candidato a deputado estadual, Erick Lessa (PP), anunciou que marchará ao lado do socialista durante as eleições deste ano.

“Quero oficializar o meu apoio à reeleição do governador Paulo Câmara. O meu partido já está em sua base, mas eu fiz questão de registrar de forma oficial neste momento”, destacou o progressista.

Erick Lessa reuniu amigos, parentes e apoiadores de sua postulação em sua residência para reforçar seu alinhamento a Paulo Câmara. “Essas são pessoas que estão comigo na minha caminhada. Tem gente de Caruaru e de municípios da região. Todos, agora, estão também na sua campanha, governador, que tanto ainda vai fazer pelo nosso Estado”, ressaltou.

Paulo Câmara afirmou que o apoio de Erick Lessa dialoga com a construção de uma nova política, que coloca as pessoas acima de projetos pessoais. “Lessa é delegado de carreira, um servidor público com serviços prestados à população. O seu apoio muito me honra. Vamos, juntos, trabalhar para realizar as entregas que ajudam a melhorar a vida do povo”, frisou.

O encontro entre Paulo Câmara e o delegado Erick Lessa ocorreu na sequência do debate promovido pela Rádio Liberdade de Caruaru, no Sest/Senat, com os principais candidatos ao Governo de Pernambuco.

No debate,  Paulo falou que pretende implantar o Crédito Popular, voltado para o pequeno empreendedor, que terá acesso a R$ 3 mil como forma de intensificar seu negócio.

Outra proposta do socialista é a criação do Prouni estadual, que vai conceder quatro mil bolsas a estudantes de rede pública que tentarem ingressar na universidade particular. Na área da educação, Paulo também se comprometeu a ampliar o acesso ao ensino integral, passando para 70% de alcance. A criação do 13º salário para beneficiários do Bolsa Família também foi reafirmada.

Outras Notícias

MP visita SDS, Polícia Científica, CBMPE e PCPE para discutir parcerias

Foto: O  procurador-geral de Justiça Paulo Augusto de Freitas Oliveira e a gerente geral de polícia científica Sandra Maria dos Santos – Priscilla Buhr/MPPE Nesta terça-feira (21), o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) visitou o Corpo de Bombeiros Militar (CBMPE), a Polícia Civil (PCPE), a Polícia Científica no Instituto de Medicina Legal (IML) e a […]

Foto: O  procurador-geral de Justiça Paulo Augusto de Freitas Oliveira e a gerente geral de polícia científica Sandra Maria dos Santos – Priscilla Buhr/MPPE

Nesta terça-feira (21), o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) visitou o Corpo de Bombeiros Militar (CBMPE), a Polícia Civil (PCPE), a Polícia Científica no Instituto de Medicina Legal (IML) e a Secretaria de Defesa Social (SDS). 

O procurador-geral de Justiça, Paulo Augusto de Freitas Oliveira, realizou série de reuniões com os órgãos para o fortalecimento de parcerias entre as instituições e o Ministério Público.

Nos encontros, houve a abordagem de temas específicos como a reestruturação de vagas, orçamentos e planejamentos para geração de economia nas corporações, além da troca de experiências e do fortalecimento da união entre os órgãos públicos, visando evolução ou novos projetos em benefício da população.

Ao final de cada visita, o PGJ Paulo Augusto de Freitas Oliveira entregou o Selo comemorativo dos 130 anos do MPPE. 

“Precisamos valorizar as parcerias. Esses momentos de compartilhamento de informações são importantes para que as instituições de segurança pública olhem umas para as outras e tenham um processo de construção coletiva. Essa é a primeira vez em que o MPPE celebra a sua atuação enaltecendo não apenas as suas conquistas, mas também homenageando outras instituições que também se engajam arduamente na resolução dos problemas da sociedade e que estão em atuação pelo cidadão”, pontua.

Ao longo de todas as visitas, o PGJ esteve acompanhado do secretário-geral do MPPE, Maviael de Souza, e do coronel BM Gil Guimarães, integrante da Assistência Militar do MPPE.

No CBMPE, estavam presentes ainda o subcomandante geral, Cel Ramalho, o promotor de Justiça e coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa Social e Controle Externo da Atividade Policial (CAO de Defesa Social), Rinaldo Jorge, e o tenente-coronel Pacífico (Alepe).

Na Chefia da Polícia Civil o MPPE foi recepcionado pelo chefe de polícia e delegado especial Nehemias Falcão, pelo subchefe Darlson Macedo, pelo diretor da Diretoria Integrada Metropolitana (DIM) Antônio Barros, pela diretora da Diretoria Integrada Especializada (DIE) Pollyane Farias e pela coordenadora de planejamento operacional da PCPE Fabíola Oliveira Costa.

Já na visita ao Instituto de Medicina Legal, o PGJ e a comitiva estiveram reunidos com a Polícia Científica. A reunião foi realizada com a gerente geral de polícia científica Sandra Maria dos Santos, com o diretor Paulo Ernando, com o vice-diretor Mauro Catunda, com o diretor integrado João César e com o diretor do Instituto de Criminalística Elbson Amorim.

O último encontro foi realizado na Secretaria de Defesa Social, com o secretário Humberto Freire, com o secretário executivo Rinaldo de Souza, com o secretário executivo de Gestão Integrada, Flávio Duncan e com o corregedor geral da SDS Paulo Loyo.

Vaias a socialistas em ato com Lula repercutem

Uol O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) hoje em Garanhuns (PE), sua terra natal, escancarou a insatisfação de parte da militância petista com a aliança com o governador Paulo Câmara (PSB) e a opção pela pré-candidatura do deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE) ao governo. Em vários momentos de climão, ambos foram vaiados e […]

Uol

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) hoje em Garanhuns (PE), sua terra natal, escancarou a insatisfação de parte da militância petista com a aliança com o governador Paulo Câmara (PSB) e a opção pela pré-candidatura do deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE) ao governo.

Em vários momentos de climão, ambos foram vaiados e o petista teve de defendê-lo em seu discurso.

No estado, o objetivo principal da viagem, além de reafirmar seu nome na disputa ao Planalto, é exatamente turbinar a pré-candidatura de Cabral.

O problema é que, em Pernambuco, o nome de Lula é mais ligado à ex-petista Marília Arraes (SD-PE), que tinha apoio de grande parte da plateia e desponta nas pesquisas.

Câmara e o prefeito recifense, João Campos (PSB), foram vaiados pela maioria dos presentes já ao subirem ao palco. Cabral foi vaiado por uma parte e aplaudido por outra. Lula chegou a ir ao lado do governador para tentar amenizar, mas o climão seguiu durante todo o ato.

Quando Cabral pegou o microfone, a militância do PSB, à beira do palanque, começou a gritar seu nome enquanto parte de trás, de maioria de petista — alguns com bottons da Marília —, vaiava.

“Aqui não tem ajuntamento de projetos pessoais e de ressentidos. Aqui tem um projeto político, aqui tem um time que tá entrando em campo e tem uma história. Aprendi, na política, que as pessoas têm que ter lado, têm que saber o lado certo da história”, cutucou Cabral.

O climão claramente tomou conta do palco. Constrangido, Lula — sempre último a falar — abriu seu discurso reafirmando que tinha apenas um nome em Pernambuco, Danilo Cabral, e deixou claro que este era o acordo com o PSB. Eu não confundo a minha relação pessoal com a minha relação política. O PT tem um compromisso nacional com o PSB e eu sou do tempo em que não precisava de documento, era no fio do bigode. Eu quero cumprir o compromisso com o PSB e quero que o PSB cumpra compromisso com o PT. Porque, se a gente não fizer assim, a gente não cria base para construir uma coalizão capaz de ensinar a sociedade brasileira a conviver democraticamente na adversidade.

Nós não precisamos professar a mesma religião, nós não precisamos gostar da mesma praia, precisamos gostar do ser humano, respeitar a diversidade. Por isso, tinha que vir aqui dizer que tenho candidato em Pernambuco e ele se chama Danilo Cabral”, completou o ex-presidente. Ainda assim, parte da militância seguiu chamando por Marília.

Ministro em Custódia

O Ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, esteve na última sexta-feira na cidade de Custódia. Ele foi recebido pelo prefeito Emmanuel Fernandes (Manuca), vereadores governistas, secretários municipais e lideranças políticas. André participou de um almoço na residência do vereador licenciado e atual Secretário Municipal de Educação, Alysson de Yolanda. “Foi muito gratificante reencontrar […]

O Ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, esteve na última sexta-feira na cidade de Custódia.

Ele foi recebido pelo prefeito Emmanuel Fernandes (Manuca), vereadores governistas, secretários municipais e lideranças políticas.

André participou de um almoço na residência do vereador licenciado e atual Secretário Municipal de Educação, Alysson de Yolanda.

“Foi muito gratificante reencontrar meus amigos de Custódia, agradecer ao prefeito Manuca e toda sua equipe pelo acolhimento”, disse o ministro. A informação é de Júnior Finfa.

Comissão do impeachment dispensa 4 testemunhas e revolta aliados de Dilma

Em mais uma decisão que irritou aliados da presidente afastada, Dilma Rousseff, a comissão do impeachment no Senado dispensou nesta segunda-feira (13) quatro das nove testemunhas convocadas para prestar depoimento ao colegiado nesta segunda (13) e nesta terça-feira (14). As dispensas foram solicitadas por três senadores que defendem impeachment. O intuito, segundo assessores dos parlamentares, […]

anastacia
Do Uol

Em mais uma decisão que irritou aliados da presidente afastada, Dilma Rousseff, a comissão do impeachment no Senado dispensou nesta segunda-feira (13) quatro das nove testemunhas convocadas para prestar depoimento ao colegiado nesta segunda (13) e nesta terça-feira (14).

As dispensas foram solicitadas por três senadores que defendem impeachment. O intuito, segundo assessores dos parlamentares, é agilizar a fase de depoimentos para que esta etapa seja encerrada no prazo previsto, até a próxima sexta-feira (17).

A decisão foi tomada em votação simbólica, sob protestos de aliados e do advogado de Dilma, o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, depois que o relator, Antonio Anastasia (PSDB-PB), se manifestou favoravelmente sobre os requerimentos.

Convidados, respectivamente, a partir de requerimentos dos senadores Ronaldo Caiado (DEM-GO) e José Medeiros (PSD-MT), ambos favoráveis o ex-subsecretário de Política Fiscal do Tesouro Nacional Marcus Pereira Aucélio e a ex-secretária de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento Esther Dweck, falariam nesta segunda. Os dois já estavam no plenário onde ocorre a sessão, o que provocou protestos da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). “Não pode dispensar testemunha que já está na sala”, declarou a petista.

A dispensa de Marcelo Pereira de Amorim e de Marcus Pereira Aucélio foi requerida por Ronaldo Caiado (DEM-GO); a de Marcelo Barbosa Saintive por Ana Amélia (PP-RS); e a de Esther Dweck por José Medeiros (PSD-MT).

“É um escândalo. Eu faço um apelo a vossa Excelência para que nós mantenhamos. São testemunhas fundamentais. Eles [senadores pró-impeachment] estão mostrando aqui que a estratégia deu errado”, afirmou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), em referência ao fato que os depoentes foram convocados por Caiado e Medeiros.

O secretário de Controle Externo da Fazenda Nacional do TCU (Tribunal de Contas da União), Tiago Alvez de Gouveia Lins Dutra, e o secretário de Macroavaliação Governamental do TCU, Leonardo Rodrigues Albernaz, também foram convocados a falar nesta segunda e tiveram os depoimentos mantidos.

Entre as cinco testemunhas previstas para esta terça, foram dispensados o ex-secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Barbosa Saintive, e o ex-coordenador-geral de Programação Financeira do Tesouro Nacional, Marcelo Pereira de Amorim. Permanecem previstos para a sessão de amanhã os depoimentos do ex-presidente do BNDES, Luciano Coutinho; o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, André Nassar; e o ex-secretário de Política de Investimento e ex-secretário-executivo Adjunto da Casa Civil da Presidência da República, Gilson Alceu Bittencourt.

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) afirmou que a “a dispensa de testemunhas na antessala do juiz é algo absolutamente normal, corriqueiro”. Segundo ele, o intuito dos aliados de Dilma é extrapolar o prazo constitucional de seis meses previsto para o julgamento do impeachment.

Autor de dois pedidos de dispensa, Caiado justificou suas medidas: “Eu me sinto 100% contemplado com as oitivas do senhor Adriano Pereira Paula e do senhor Otávio Ladeira. Eu já acho que não é necessário mais dados que já foram sobejamente colocados aqui. Por que trazer mais testemunhas aqui para falarmos mesma coisa?”.

O advogado José Eduardo Cardozo afirmou que já havia arrolado, na lista inicial, algumas das testemunhas dispensadas e que foi surpreendido pelos requerimentos, que considerou nulos, “por ausência do princípio da motivação”. “Como ficará a situação da defesa?”, questionou o ex-ministro.

O presidente da comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB), anunciou que a defesa de Dilma teria 24 horas para readequar o rol de testemunhas, tendo em vista as dispensas aprovadas nesta segunda.

Moacyr Franco é um dos destaques do desfile da Imperatriz

A Imperatriz Leopoldinense pintou a Sapucaí de dourado, verde e prata com seu desfile sobre ganância, a história do dinheiro e a relação do homem com a moeda. A escola foi a sexta a festejar na madrugada desta segunda-feira (4). Através de um guindaste manual controlado pelos próprios membros da comissão de frente, um Robin […]

A Imperatriz Leopoldinense pintou a Sapucaí de dourado, verde e prata com seu desfile sobre ganância, a história do dinheiro e a relação do homem com a moeda. A escola foi a sexta a festejar na madrugada desta segunda-feira (4).

Através de um guindaste manual controlado pelos próprios membros da comissão de frente, um Robin Hood voador jogava dinheiro (falso) para o público. A Imperatriz ainda homenageou o dinheiro na cultura pop, com representações do professor Raimundo, de Chico Anysio e seu bordão “e o salário ó”, e a peça “Deus lhe pague”. Como destaque estava o cantor Moacyr Franco. A Música Me dá um dinheiro Aí inspirou o samba enredo.

O carro abre-alas, que contava com um rei Midas gigante, tinha uma parte separada com uma coroa transformada em ouro através de um jogo de luzes que se soltou no começo do desfile e foi então presa com uma corda, o que pode custar pontos à escola. No meio do caminho, apresentou o surgimento das primeiras moeda e cédula, e ainda trouxe a história do Brasil, com um debate sobre escravidão e o custo da vida humana.