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“Deixei o governo Duque por causa de Agenor de Melo”, diz Rosimério de Cuca na Serra FM

Por Nill Júnior

Por Juliana Lima

Em entrevista concedida ao Programa Serra FM Notícias, da Rádio Serra FM, na última sexta-feira (1º), o vereador Rosimério de Cuca (PMN), foi enfático ao responder qual a principal motivação para sua saída da base governista do prefeito Luciano Duque para integrar o grupo de Sebastião Oliveira e Rogério Leão.

Segundo o parlamentar, as atenções do governo municipal estavam mais voltadas para as necessidades e demandas do vereador Agenor de Melo, com quem divide suas bases eleitorais em Caiçarinha da Penha.

“O motivo porque deixei o governo se chama Agenor de Melo Lima. É impossível trabalhar num grupo onde toda a atenção e apoio são para o outro vereador, nada pra Rosimério de Cuca. Depois que fui pra o grupo de Sebastião já consegui atender o povo de Caiçarinha muito mais do que quando tava no governo de Luciano Duque”, disse.

Provocado a avaliar a gestão do prefeito Luciano Duque, foi econômico nas críticas. “O governo tá trabalhando bem, mas só na cidade, porque nos distritos deixa a desejar, precisar olhar mais para os distritos”.

Sobre a eleição para a presidência da Câmara Municipal, disse que a oposição não está discutindo possibilidade de formar chapa e que votaria em qualquer nome, menos em Agenor de Melo, considerado um dos prováveis candidatos à sucessão de Nailson Gomes. “Voto em qualquer um, só não voto em Agenor”.

Rosimério disse ainda manter boa relação com o deputado estadual Rodrigo Novaes e uma convivência pacífica com o federal Kaio Maniçoba. Quanto ao governador Paulo Câmara, não mostrou entusiasmo. “Eu voto no governador para seguir o grupo, mas não vou trabalhar na reeleição dele”, afirmou.

Outras Notícias

Ao lado do jogador Ronaldo, Aécio promete bolsas para estudantes

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, prometeu neste domingo (14), no Rio de Janeiro,  que pagará uma bolsa no valor de um salário mínimo por mês para garantir a conclusão dos estudos aos cerca de 20 milhões de jovens brasileiros entre 18 e 29 anos que não completaram o ensino fundamental […]

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O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, prometeu neste domingo (14), no Rio de Janeiro,  que pagará uma bolsa no valor de um salário mínimo por mês para garantir a conclusão dos estudos aos cerca de 20 milhões de jovens brasileiros entre 18 e 29 anos que não completaram o ensino fundamental ou o médio. “Eu vou pagar uma bolsa de um salário mínimo para resgatar esses 20 milhões de jovens que não concluíram esse ensino. Eles vão concluir o fundamental e os que quiserem vão concluir o ensino médio e a gente vai qualificar esses caras no curso  técnico, que tem a ver com as oportunidades do mercado”.

Aécio pretende usar a experiência de Minas Gerais na educação para a sua gestão na Presidência da República, caso seja eleito. A medida adotada em Minas, que estabelecia  o depósito de uma quantia no final do ano para cada aluno do ensino médio que, entretanto, só podia ser sacada se comprovada frequência e ficha limpa,  reduziu em mais de 50% a evasão escolar. “A gente quer levar isso para o Brasil inteiro”.

Acompanhado do ex-jogador de futebol Ronaldo Nazário, o Ronaldo Fenômeno, o ex-governador de Minas Gerais participou do lançamento oficial do livro Um País Chamado Favela, que reúne a mais ampla pesquisa  já efetuada sobre as favelas brasileiras. O exemplar foi entregue pelos autores  Celso Athayde, fundador da Central Única das Favelas (Cufa), e pelo presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles.

“Segurança pública é muito importante”, disse o candidato do PSDB, referindo-se às unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), “mas tem que levar serviços, emprego, qualificação às pessoas para não ficar no meio do caminho”. Aécio Neves disse que o livro sobre as favelas é um roteiro que vai fazer a sociedade e os governantes compreenderem o que se passa nesses locais, ”a partir de uma visão de dentro para fora. Saber o que as pessoas [das favelas] pensam, sentem, acham o que aconteceu de bom e o que precisa ainda acontecer”.

Aécio ressaltou que o livro mostra a opinião da maioria dos habitantes de favelas do país de que não foi nenhum governo que fez a vida do povo melhorar “nesta ou naquela região”. “Nós sabemos, na verdade, que quem melhora a vida de cada um é quem acorda cedo, quem rala, que chacoalha em um transporte de péssima qualidade, estuda e trabalha para encontrar um lugar na vida”, disse o candidato do PSDB. O Estado, frisou, deve ser um parceiro do cidadão no sentido de fazer o país crescer e trazer boas condições de vida para seu povo.

Solidão foi notícia por dúvida de Ministro do TSE

Repercutiu esta semana o questionamento do Ministro Dias Toffoli, quando o TSE julgava uma causa envolvendo o município Pernambucano de Solidão, transmitida pela TV Justiça.   Toffoli se virou para o colega Luiz Fux e perguntou: “Quem nasce em Solidão é o quê?” Fuz respondeu com humor: “Dependendo da companhia, é feliz”. Assim como acontece em […]

Solidão_(Pernambuco)

Repercutiu esta semana o questionamento do Ministro Dias Toffoli, quando o TSE julgava uma causa envolvendo o município Pernambucano de Solidão, transmitida pela TV Justiça.   Toffoli se virou para o colega Luiz Fux e perguntou: “Quem nasce em Solidão é o quê?” Fuz respondeu com humor: “Dependendo da companhia, é feliz”.

Assim como acontece em Afogados da Ingazeira, é comum que filhos da terra da gruta tenham que explicar a origem do nome.

Segundo o Wikipedia, Solidão teve origem em meados do século XIX, quando o senhor Euzébio, conhecido como o bandeirante, andava a procura de minérios, e chegando a essa localidade montou morada sob um pé de juá, posteriormente comprou terras onde foi morar com sua família.

Tempos depois deu as terras a sua filha chamada Conceição, que depois de algum tempo vendeu a um senhor vindo de Monteiro na Paraíba, chamado Jesuíno Pereira, por volta de 1870, embora só veio morar na localidade em 1907, quando começou a construir algumas casas de alvenaria.

Jesuíno era um homem religioso e resolveu convidar o padre Carlos Cottart de Afogados da Ingazeira, para celebrar uma missa em sua casa, no ano de 1910.

Quando o padre chegou na casa do senhor Jesuíno, disse: “Que solidão!”  Jesuíno não sabia o que significava aquela palavra e perguntou ao padre o seu significado. O padre lhe respondeu que solidão é um lugar deserto, isolado. Desde então o local ficou sendo chamado de Solidão.

Jesuíno tinha vontade de construir uma capela na região, porém faleceu mesmo antes de iniciar a obra. Em sua honra, sua esposa, o senhor João Batista de Oliveira e toda a população deu início à construção da capela. A construção ficou pronta em 1947 e foi colocada a imagem de Nossa Senhora de Lourdes, que é a padroeira do município.

Como a cidade fica localizada no pé da serra homônima, o padre Osvaldo da cidade de Tabira, juntamente com a população, construíram uma escadaria com uma gruta onde colocaram uma imagem de Nossa Senhora de Lourdes, ao lado da gruta começou a minar por entre as pedras uma água límpida, que foi usada por bastante tempo tida como milagrosa e começaram a surgir as romarias, até os dias atuais são pagas bastantes promessas à Nossa Senhora de Lourdes pelos romeiros, por graças alcançadas.

"Ninguém deixou governo", diz Dilma em posse de ministro

do Diário de Pernambuco Sem mencionar em nenhum momento o PR, a presidente Dilma Rousseff deu posse nesta quinta-feira, 26, aos novos ministros dos Transportes e da Secretaria Especial dos Portos e disse que está “realocando” as melhores pessoas em lugares diferentes. “Ninguém está deixando o governo”, enfatizou a presidente na rápida e pequena solenidade […]

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do Diário de Pernambuco

Sem mencionar em nenhum momento o PR, a presidente Dilma Rousseff deu posse nesta quinta-feira, 26, aos novos ministros dos Transportes e da Secretaria Especial dos Portos e disse que está “realocando” as melhores pessoas em lugares diferentes. “Ninguém está deixando o governo”, enfatizou a presidente na rápida e pequena solenidade realizada no Palácio do Planalto.

O ministério dos Transportes é da cota do PR, partido aliado do governo que ameaçava não se coligar com o PT caso o então titular dos Transportes, César Borges, não fosse demitido. Temendo ter mais uma baixa no seu projeto de reeleição, Dilma cedeu às pressões e substituiu Borges pelo ex-ministro Paulo Sérgio Passos. Borges, por sua vez, foi nomeado ministro dos Portos. O ocupante da pasta até hoje, Antonio Henrique Pinheiro, virou secretário executivo.

Apesar das pressões políticas, Dilma tentou dar um tratamento técnico a substituição e afirmou que está “reorganização no time que toca a infraestrutura logística do governo”. “Quero deixar claro que os três são a linha de frente do meu governo num trabalho que está transformando o Brasil num País mais desenvolvido e competitivo”.

Ela citou diversas obras de sua administração na área de logística, como a concessão de rodovias para o setor privado e a aprovação do novo marco regulatório dos portos. Os investimentos no setor, de acordo com Dilma, ainda “não maturaram”. “O processo de maturação em logística e energia leva um ou dois anos e o auge desse processo vai trazer para o País grandes benefícios”, ressaltou.

César Borges, embora minado por seu próprio partido, foi elogiado por Dilma, que disse que ele levará relevante experiência para a secretaria dos Portos. Sobre o novo ministro dos Transportes, então alocado na Empresa de Planejamento e Logística, Dilma disse que ele volta para um cargo que “conhece como poucos”.

“Nossa capacidade de produção de riquezas e de crescimento da economia depende de mantermos o ritmo acelerado da entrega das obras”, disse Dilma. “Estou tranquila porque o Paulo Sérgio acompanhava de perto o processo de concessões, já que presidia a Empresa de Planejamento e Logística”, concluiu.

Patriota diz que discute 2022, mas reclama: “muitos defendem da terra, mas se comprometem com os sem identidade”

O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira e Presidente da AMUPE, José Patriota, se queixou ao debate das Dez de que muitas lideranças defendem publicamente um mandato estadual da terra, mas muito cedo se comprometem “com pessoas que não tem identidade nenhuma com a  região”. Foi falando ao Debate das dez da Rádio Pajeú, com participação dos […]

O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira e Presidente da AMUPE, José Patriota, se queixou ao debate das Dez de que muitas lideranças defendem publicamente um mandato estadual da terra, mas muito cedo se comprometem “com pessoas que não tem identidade nenhuma com a  região”.

Foi falando ao Debate das dez da Rádio Pajeú, com participação dos blogueiros Júnior Finfa, Pedro Araújo, Itamar França e Mário Martins. ” A população reclama e algumas lideranças não entendem essa reclamação”, disse sem citar nomes.

Ele lembrou nomes que já defenderam o Pajeú na ALEPE e no Congresso, como Josias Leite,  Edson Moura, Antonio Mariano, Orisvaldo Inácio, Zé Marcos, Inocêncio Oliveira. “Hoje você vê na mesma cidade, cinco, seis, sete candidatos. Alguns saem com 550,  mil votos. “Aí dizem que não voltam mais porque ficou cara a eleição”.

“Nesse modelo eu tenho dificuldades. Ainda bem que a população deseja. Acolho e agradeço. Também tem muitas lideranças”. Além do apoio natural de Sandrinho Palmeira, Ele citou Anchieta Patriota, de Carnaíba e a dupla Luciano Bonfim e João Batista, de Triunfo. Patriota revelou que recebeu proposta pra ser candidato majoritário por um outro partido, mas declinou pela história no PSB. Ele revelou que o partido já abriu diálogo com ele, citando Paulo Câmara, João campos e Sileno Guedes.

Perguntado se terá o apoio de Aline Mariano, ex-vereadora do Recife, disse esperar que Aline retribua o apoio que foi dado por ele e seu grupo. “Infelizmente ela não alcançou o mandato, mas Afogados votou dentro do esperado”.

Patriota disse que avalia muito positivamente os primeiros dias da gestão Sandrinho, pela continuidade ao que ficou encaminhado e pelas novas ações. Também voltou a dizer que, apesar de naturalmente ouvido, foi de Sandrinho a palavra final sobre a montagem do Secretariado. “Minha missão é angariar recursos parta o município e acompanhar a agenda de obras e tenho feito”.

Patriota elogiou a participação de Daniel Valadares no governo, dizendo que ele foi eleito pra isso e revelou que nem tudo que Sandrinho toca no seu estilo ele necessariamente concorda. “Mas minha obrigação é respeitar sua autonomia. Não fui eleito pra ficar me metendo em tudo”. Foto de Cláudio Gomes.

STJ mantém redação do Enem para alunos com deficiência

UOL O presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), ministro Humberto Martins, suspendeu uma decisão do TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) sobre a aplicação da redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e manteve a realização da prova, marcada para domingo (21). O TRF4 havia determinado a suspensão da aplicação da prova […]

UOL

O presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), ministro Humberto Martins, suspendeu uma decisão do TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) sobre a aplicação da redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e manteve a realização da prova, marcada para domingo (21).

O TRF4 havia determinado a suspensão da aplicação da prova de redação para alunos que não conseguem se expressar por escrito, como portadores de paralisia cerebral. A decisão ainda ordenava que a redação não fosse considerada na nota final dos alunos que precisariam de outros tipos de avaliação.

Contudo, Martins afirmou que a liminar do TRF4 colocava em risco a realização do Enem em todo o país. A prova tem 3,3 milhões de inscritos. “Tal inevitável consequência impactará negativamente em todo o planejamento estratégico desenhado pela administração pública para a concretização da política educacional desenvolvida por diversos órgãos públicos técnicos com expertise temática, após anos de experiência prática, de estudos especializados, de diálogos institucionais e debates técnico-acadêmicos”, afirmou.

O presidente do STJ destacou que, como apontado pela AGU no pedido de suspensão, existem dezenas de recursos oferecidos aos candidatos com deficiência para a realização da prova, em todos os seus aspectos.