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Defesa Social emite nota lamentando “transtornos” com paralisação de policiais civis

Por Nill Júnior

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A Secretaria de Defesa Social  lamentou em nota “os transtornos provocados para a sociedade com a paralisação de algumas categorias de policiais civis nesta terça-feira (19/05), principalmente no Instituto de Medicina Legal – IML, onde houve interrupção na liberação de corpos para suas famílias, e no Instituto de Identificação Tavares Buril – IITB e Expressos Cidadãos, onde as emissões de carteiras de identidade foram suspensas”.

A SDS afirmou que o Governo do Estado “mantém mesa permanente de negociação através da Secretaria de Administração com as categorias representadas pelo Sinpol, já tendo realizado três reuniões e desde a semana passada estavam agendadas duas novas reuniões para esta semana, nos dias 18 e 21/05, tendo o referido sindicato informado a impossibilidade de comparecimento à reunião do dia 18”.

A nota, assinada pelo Centro de Comunicação Social da Secretaria, diz ainda que nesta quarta-feira,  buscará normalizar todos os atendimentos.

A paralisação começou à meia-noite desta terça (19) e deve durar 24 horas segundo o Simpol. Apenas os serviços de flagrante devem ser executados.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE), Áureo Cisneiros,  a paralisação foi decidida em assembleia, após a passeata no dia 13”, diz Cisneiros. Os policiais civis pedem que o Governo se pronuncie sobre uma pauta de reivindicações que foi entregue pela categoria em 30 de janeiro deste ano.

Outras Notícias

Afogados: alunos da rede municipal participam de projeto de incentivo à leitura

Na manhã desta sexta (09), no auditório da Secretaria de Educação, alunos da rede municipal de ensino participaram do projeto “Ler bem”, que garante uma vaga representando o município na etapa regional da competição. A atividade contou com a participação de pais de alunos, professores e equipe da secretaria. É o terceiro ano que Afogados […]

Na manhã desta sexta (09), no auditório da Secretaria de Educação, alunos da rede municipal de ensino participaram do projeto “Ler bem”, que garante uma vaga representando o município na etapa regional da competição. A atividade contou com a participação de pais de alunos, professores e equipe da secretaria.

É o terceiro ano que Afogados da Ingazeira participa, em uma parceria com a Associação Pernambucana de Atacadistas e Distribuidores, realizadores do projeto.

O livro escolhido para ser lido durante o concurso foi “Amizade a pelo e pena” do escritor Zé Adalberto, que participou da mesa julgadora. Esse ano participaram 13 escolas, sendo oito da área urbana e cinco da zona rural, envolvendo 128 alunos.

O Vice-Prefeito Alessandro Palmeira, que também é escritor, participou da atividade e entregou as premiações. “Fico sempre muito grato quando vejo projetos e iniciativas como essa, trazendo o autor para perto dos seus leitores, estimulando a leitura e contribuindo para esse despertar para novos mundos que os livros trazem,” avaliou Alessandro.

“A prática da leitura, além de ajudar na formação de cidadãos com consciência crítica, ajuda bastante no aprendizado em sala de aula,” destacou a Secretária de Educação, Veratânia Morais.

Confira as vencedoras:

1º Maria Daiane Neves – Escola Francisca Lira

2º Aliny Rodrigues – Escola Ana Melo

3º Lara Tawanny – Escola Geraldo Cipriano

Maria Daiane Neves irá representar Afogados no concurso regional que acontecerá no dia 31 de Julho, em Salgueiro.

Diretor da Arcotrans pediu pra sair ou foi exonerado pelas redes sociais?

Em nota, a prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, informou que atendeu solicitação de desligamento do diretor da Autarquia de Trânsito e Transportes – Arcotrans, Vladimir de Souza Cavalcante, na manhã desta sexta-feira, 01. Ele estava à frente da autarquia desde sua criação. “Madalena reconhece os relevantes serviços prestados a cidade por Vladimir, destacando o seu […]

Em nota, a prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, informou que atendeu solicitação de desligamento do diretor da Autarquia de Trânsito e Transportes – Arcotrans, Vladimir de Souza Cavalcante, na manhã desta sexta-feira, 01. Ele estava à frente da autarquia desde sua criação.

“Madalena reconhece os relevantes serviços prestados a cidade por Vladimir, destacando o seu empenho e compromisso com a construção de um município mais acessível para todos e sua busca incessante por melhorias e iniciativas que transformaram o trânsito de Arcoverde em referência para dezenas de outras cidades de Pernambuco e do Nordeste”, diz a nota.

Em atendimento a convite da prefeita, Vladimir Cavalcante vai assumir um novo desafio na gestão, passando a trabalhar na Diretoria de Meio Ambiente, área que já conhece como servidor do IPA. No novo cargo, o ex-diretor da Arcotrans vai atuar visando a construção de uma cidade mais sustentável e a municipalização da gestão ambiental.

Outra versão,  do blog Folha das Cidades, fiz que vai assumir a função em seu lugar o coronel Ferreira Junior, ex-comandante do 3° BPM.

“A frieza da chefe do executivo foi percebida pelo então presidente que, no momento em que estava trabalhando em um bairro da cidade foi surpreendido pelas redes sociais de que não mais comandava a Autarquia de Trânsito e Transporte de Arcoverde, a Arcotrans”, fiz.

“O então presidente tentou saber sobre os fatos, mas a assessoria do governo Madalena Britto apenas dizia mas, mas. Valdemir comandava a Arcotrans desde a sua criação, em 2011”.

Lava Jato vazou delação para interferir na Venezuela após sugestão de Moro, diz The Intercept

The Intercept Procuradores da Lava Jato se articularam para vazar informações sigilosas da delação da Odebrecht para a oposição venezuelana após uma sugestão do então juiz Sergio Moro. As conversas privadas pelo aplicativo Telegram em agosto de 2017 indicam que a principal motivação para o vazamento era política, e não jurídica, e que os procuradores […]

The Intercept

Procuradores da Lava Jato se articularam para vazar informações sigilosas da delação da Odebrecht para a oposição venezuelana após uma sugestão do então juiz Sergio Moro.

As conversas privadas pelo aplicativo Telegram em agosto de 2017 indicam que a principal motivação para o vazamento era política, e não jurídica, e que os procuradores sabiam que teriam que agir nas sombras.

“Talvez seja o caso de tornar pública a delação dá Odebrecht sobre propinas na Venezuela. Isso está aqui ou na PGR?”, sugeriu Moro ao coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba Deltan Dallagnol às 14h35 do dia 5 de agosto.

Deltan respondeu mais tarde, explicando como eles poderiam fazer a operação: “Naõ dá para tornar público simplesmente porque violaria acordo, mas dá pra enviar informação espontãnea [à Venezuela] e isso torna provável que em algum lugar no caminho alguém possa tornar público”.

Deltan já havia dito a Moro, em meio a uma conversa sobre os vazamentos: “Haverá críticas e um preço, mas vale pagar para expor e contribuir com os venezuelanos”.

A intenção de expor informações secretas comprometedoras contra o governo de Nicolás Maduro, agindo politicamente, o que não é papel do MPF, chegaria em um momento bastante tenso.

Em julho daquele ano, os EUA tinham ameaçado novas sanções se a Venezuela prosseguisse com a fundação de uma Assembleia Constituinte — uma nova entidade legislativa criada para fortalecer o governo e desmoralizar o Congresso, dominado pela oposição.

Uma semana depois, Trump faria uma ameaça de ação militar pela primeira vez desde o começo das tensões entre Washington e Caracas, quando Hugo Chávez foi eleito presidente em 1999.

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Seminário abre ano letivo em Afogados

O seminário de abertura do ano letivo 2020 trouxe como tema de debate a diversidade étnico-racial de nosso País e a inclusão social, sob a luz da Lei nº 10.639/2003 (alterada pela Lei nº 11.645/2008) que trata da obrigatoriedade do ensino de história da África e da cultura afro-brasileira, assim como da história dos povos […]

O seminário de abertura do ano letivo 2020 trouxe como tema de debate a diversidade étnico-racial de nosso País e a inclusão social, sob a luz da Lei nº 10.639/2003 (alterada pela Lei nº 11.645/2008) que trata da obrigatoriedade do ensino de história da África e da cultura afro-brasileira, assim como da história dos povos indígenas nas escolas.

Atividades pedagógicas foram realizadas com os professores ao longo do dia, tanto no auditório da AEDAI quanto no centro tecnológico. No Cineteatro São José, o Professor João Marcos de Souza Rodrigues, graduado em pedagogia pela Universidade de Campina Grande e mestrando em educação pela mesma universidade, ministrou uma palestra sobre o tema em questão.

Representando o Prefeito José Patriota, o Vice-Prefeito Alessandro Palmeira destacou a prioridade da gestão quanto aos investimentos em educação.

“É gratificante olhar para trás e ver tudo o que já fizemos pela educação de Afogados. Inauguramos seis novas unidades de ensino, 40 novas salas de aula, temos a educação entre as dez melhores de Pernambuco e mais de 150 alunos premiados nas mais diversas olimpíadas nacionais do conhecimento. E olhar para a frente e ver a belíssima nova escola Dom Mota que estamos construindo e o tanto que ainda vamos fazer para melhorar ainda mais a qualidade da nossa educação,” destacou Sandrinho.

As atividades incluíram ainda homenagens à Professora Suely Brasil e apresentação dos alunos da Escola Municipal Geraldo Cipriano. Eles apresentaram o resultado do projeto de leitura “Voz, liberdade, história e cultura na cor da literatura”, fruto da adaptação do poema Navio Negreiro, do poeta Castro Alves, intercalando com trechos do rap de Slim Rimografia, que traz uma versão atualizada do poema. A apresentação foi orientada pela Professora Juliana Oliveira, com roteiro e direção do professor Adeílton Rodrigues.

Rombo nas contas públicas soma R$ 111 bilhões em 2015, maior da história

Do G1 As contas do setor público consolidado, que englobam o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais, registraram no ano passado o maior rombo da série histórica, que tem início em 2001, informou Banco Central nesta sexta-feira (29). Foi o segundo ano seguido com as contas no vermelho. Em 2015, as contas […]

Recessão na economia e pagamento de 'pedaladas' afetou resultado. Após pagar juros, déficit somou R$ 613 bilhões, mais de 10% do PIB
Recessão na economia e pagamento de ‘pedaladas’ afetou resultado.
Após pagar juros, déficit somou R$ 613 bilhões, mais de 10% do PIB

Do G1

As contas do setor público consolidado, que englobam o governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais, registraram no ano passado o maior rombo da série histórica, que tem início em 2001, informou Banco Central nesta sexta-feira (29). Foi o segundo ano seguido com as contas no vermelho.

Em 2015, as contas públicas apresentaram um déficit primário (gastos maiores que as receitas, sem a inclusão dos juros da dívida) de R$ 111,24 bilhões, ou 1,88% do Produto Interno Bruto (PIB). Até então, o pior resultado para um ano fechado havia sido registrado em 2014 (-R$ 32,53 bilhões, ou 0,57% do PIB).

O fraco resultado das contas públicas em 2015 está relacionado com a recessão que se abateu sobre a economia brasileira, prejudicando o recolhimento de impostos e contribuições do governo, estados e municípios. Além disso, também foi contabilizado, no último ano, o pagamento integral das chamadas “pedaladas fiscais” pelo governo federal – recursos que eram devidos aos bancos públicos.

Desempenho do governo impulsiona déficit
O desempenho das contas públicas no ano passado está relacionado, principalmente, com resultado ruim das contas do governo central. Em 2015, o governo teve déficit primário de R$ 116,65 bilhões, enquanto estados e municípios tiveram superávit primário de R$ 9,68 bilhões, e as estatais registraram resultado negativo de R$ 4,27 bilhões.

Além da recessão na economia e do pagamento das “pedaladas fiscais” em 2015, o governo também atribui os números ruins das contas públicas aumento do déficit do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em todo ano passado, o déficit da Previdência somou R$ 85,81 bilhões, contra R$ 56,69 bilhões em 2014. Nesta quinta-feira (28), o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, informou que pretende encaminhar ao Congresso Nacional ainda no primeiro semestre deste ano uma proposta de reforma da Previdência Social.

Revisão da meta fiscal
Por conta do resultado ruim das contas públicas no decorrer do ano passado, o Executivo enviou ao Congresso, que aprovou, uma nova revisão da meta fiscal de 2015. A meta passou de um superávit, nas contas do setor público, de R$ 8,7 bilhões, ou 0,15% do PIB, para um déficit fiscal de R$ 48,9 bilhões (0,8% do PIB).

Este valor não incluía, porém, o pagamento das chamadas “pedaladas fiscais” (limitadas a R$ 55,6 bilhões) e, também, a frustração de R$ 11 bilhões em receitas previstas com o leilão de hidrelétricas – cuja arrecadação aconteceu somente em janeiro deste ano. Incluindo o pagamento das pedaladas e a frustração de receitas das hidrelétricas, o teto da meta passou para R$ 115,8 bilhões em 2015 para as contas do setor público. Deste modo, a meta revisada foi atingida pelo setor público.

Déficit nominal
Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta, no conceito conhecido no mercado como resultado “nominal”, houve déficit de R$ 613 bilhões no ano passado, o equivalente a expressivos 10,34% do PIB. Trata-se do pior resultado da história para o conceito em 12 meses. Esse número é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco na determinação da nota dos países.

Com este valor, o resultado nominal do Brasil só está em melhor situação que países como Antigua (-10,5% do PIB), Algéria (-12,5% do PIB), Brunei (-15,6% do PIB), República do Djibuti (-13% do PIB), Egito (-11,7% do PIB), Guinea Equatorial (-21,4% do PIB), Eritreia (-12,18% do PIB), Líbia (-68% do PIB) e Venezuela (-19,9% do PIB), de acordo com projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI).

O resultado nominal das contas do setor público – ou seja, após a incorporação dos juros – sofreu impacto, no ano passado, do processo de aumento dos juros (Selic), para conter a inflação, atualmente em 14,25% ao ano, o maior patamar em quase 10 anos. Também houve efeitos dos contratos de swaps cambiais – cujas perdas, que são incorporadas aos juros da dívida pública, somam cerca de R$ 89,67 bilhões em 2015.

O pagamento de juros nominais, em todo ano passado, ainda de acordo com números da autoridade monetária, somou R$ 501 bilhões, ou 8,46% do PIB, contra R$ 311 bilhões, ou 5,48% do PIB, no ano anterior.

Dívida líquida do setor público sobe
Segundo números do Banco Central, a dívida líquida do setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais) subiu de R$ 1,88 trilhão dezembro de 2014, ou 33,1% do PIB, para R$ 2,13 trilhões no fechamento de 2015 – o equivalente a 36% do PIB. A dívida líquida considera os ativos do país como, por exemplo, as reservas internacionais – atualmente ao redor de US$ 370 bilhões.

Dívida bruta também avança
No caso da dívida bruta do setor público, uma das principais formas de comparação internacional (que não considera os ativos dos países, como as reservas cambiais), o endividamento brasileiro também cresceu no ano passado. Esse conceito também é acompanhado mais atentamente pelas agências de classificação de risco.

Em dezembro de 2015, a dívida estava em 66,2% do PIB (R$ 3,92 trilhões), em comparação com R$ 3,25 trilhões, ou 63,4% do PIB, no fim de 2014.

Alguns bancos já projetam a dívida bruta em 70% do PIB nos próximos anos. O próprio Banco Central já admite que, considerando as previsões de mercado para PIB, câmbio, juros básicos da economia e inflação no próximo ano, além de um déficit primário de 1% do PIB (estimado pelos analistas para 2016), a dívida bruta somaria 71,5% do PIB no fim deste ano.

Em setembro do ano passado, a Standard & Poors tirou o grau de investimento do país. A equipe econômica trabalhava para que o Brasil não perdesse o selo de bom pagador de outra agência de classificação de risco, mas acabou não conseguindo atingir seu objetivo e, no fim de 2015,, a Fitch anunciou o rebaixamento da nota brasileira para grau especulativo. Com isso, alguns fundos de pensão, por conta de suas regras, têm de retirar investimentos do país.

Meta fiscal para 2016
Para este ano, o Congresso Nacional aprovou o texto do Orçamento de 2016 estabelecendo uma meta de superávit primário (economia que o governo tem que fazer para pagar os juros da dívida) de 0,5% do PIB, o equivalente a R$ 30,5 bilhões. Esse valor, porém, é para todo o setor público – que inclui a União, estados, municípios e estatais. A parte somente do governo é de R$ 24 bilhões, ou 0,4% do PIB, enquanto R$ 6,5 bilhões são a meta de estados e municípios (0,1% do PIB).

Entre outros pontos, o texto da lei orçamentária prevê arrecadação federal com a criação da nova CPMF – tributo que sofre resistência por parte da sociedade e de parlamentares. Bancos ouvidos pelo Ministério da Fazenda em dezembro, porém, não acreditam que a meta fiscal de 2016 será atingida.