Em virtude do meu tradicional descanso de férias, por três semanas a Coluna do Domingão e o quadro “O Blog e a História” estarão também em repouso, para voltar com mais força em fevereiro.
O blog, claro, segue sua vida própria, mas a coluna com essa cara e assinatura autorais, vai esperar um pouquinho para retornar com força total.
Dar um tempo, descansar, ficar off-line, sair da rotina, aproveitar o tempo para estar mais próximo dos amigos e da família e deixar o estresse do cotidiano de lado: pra isso que buscamos esse descanso anual.
Este momento de pausa é necessário para o corpo e para a mente. Psicólogos salientam que para descansar de verdade também é preciso se desligar das preocupações com o trabalho. Assim, é justo depois de um 2019 puxado, relaxar a mente para os desafios que se impõem neste ano que mal começou.
E não são poucas: no blog e na Rádio Pajeú, as Eleições 2020 representarão um grande esforço de cobertura.
Assim, peço licença. Vou ali e volto já, se Deus quiser
Além de votar no início da próxima semana o decreto presidencial da intervenção federal no Rio, a Câmara dos Deputados deve deliberar sobre um pedido de criação de uma comissão parlamentar externa para acompanhar as ações na segurança fluminense. O deputado Pedro Paulo (MDB-RJ) enviou hoje um ofício ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), […]
Além de votar no início da próxima semana o decreto presidencial da intervenção federal no Rio, a Câmara dos Deputados deve deliberar sobre um pedido de criação de uma comissão parlamentar externa para acompanhar as ações na segurança fluminense.
O deputado Pedro Paulo (MDB-RJ) enviou hoje um ofício ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), requerendo a criação da comissão externa. A comissão deve ser formada principalmente por deputados do Rio.
“É razoável que a Câmara acompanhe a intervenção. Foi uma medida abrupta, sem planejamento, mas necessária dado o caos na segurança do Rio. Temos que cuidar para que não seja só um paliativo, mas tenha efeitos permanentes. Colocar os tanques na rua aumenta a sensação de segurança, reduz eventualmente a criminalidade, mas precisamos de ações de longo prazo na inteligência, formação das polícias, na política penitenciária, de uma força tarefa com a Justiça e o Ministério Público, além de evitar que se cometam abusos”, disse o deputado.
Os deputados esperam devem antecipar a volta a Brasília, na expectativa de que seja convocada uma sessão extraordinária no início da semana que vem para votar o decreto do presidente Michel Temer.
Em nota enviada ao Blog do Magno, a vereadora de Arcoverde, Célia Galindo (Podemos), abordou questões levantadas sobre a recente eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal. Célia aproveitou a oportunidade para reafirmar sua postura ética e transparente na vida pública e expressou apoio à gestão do prefeito Zeca Cavalcanti. “Tenho por conduta na vida […]
Em nota enviada ao Blog do Magno, a vereadora de Arcoverde, Célia Galindo (Podemos), abordou questões levantadas sobre a recente eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal. Célia aproveitou a oportunidade para reafirmar sua postura ética e transparente na vida pública e expressou apoio à gestão do prefeito Zeca Cavalcanti.
“Tenho por conduta na vida pública nunca me reger por atitudes não republicanas. Sempre pautei minha vida pelo respeito, a ética e a transparência. Jamais agimos por revanchismo, e temos pelo prefeito Zeca Cavalcanti admiração pelo seu trabalho”, declarou.
Sobre o processo de escolha do novo presidente da Câmara, a vereadora destacou que sua decisão de não disputar a presidência foi em prol do bem comum e da governabilidade da gestão de Zeca Cavalcanti. Ela reforçou que o prefeito respeitou a autonomia dos poderes e que o resultado da eleição reflete o diálogo e os interesses da administração municipal.
“O vereador Luciano Pacheco foi eleito presidente em um processo franco e verdadeiro, cujo objetivo maior é fortalecer o governo Zeca e aprovar as pautas de interesse da gestão. Abrimos mão de nosso desejo para priorizar a governabilidade e o bem de Arcoverde”, esclareceu.
Célia também desmentiu informações de que teria sido derrotada no processo. Segundo ela, seu nome não estava em disputa, e em caso de empate, Luciano Pacheco seria o escolhido devido ao número de mandatos que já exerceu, superior ao de outros parlamentares.
Apesar dos desafios de saúde que enfrenta, a vereadora garantiu que continuará atuando em defesa do município e reafirmou sua confiança na capacidade do prefeito Zeca Cavalcanti de transformar a realidade local.
“A hora agora é de trabalho. Arcoverde precisa recuperar o tempo perdido, com mais saúde, empregos, educação de qualidade e oportunidades para nosso povo. Seguiremos firmes, todos juntos, pelo bem da nossa cidade”, concluiu. Leia abaixo a íntegra da nota:
A propósito da postagem sobre a eleição da nova mesa diretora da Câmara de Arcoverde, esclareço que tenho por conduta na vida pública nunca me reger por atitudes não republicanas. Sempre pautei minha vida pelo respeito, a ética e a transparência.
Sendo assim, nunca agimos por revanchismo e temos pelo prefeito Zeca Cavalcanti admiração pelo seu trabalho, e a certeza de que ele, de volta ao poder municipal, vai transformar a realidade de Arcoverde, que sofreu tanto nos últimos anos. Não adianta pregar o contrário, pois o povo de nossa cidade sabe da fidelidade de Célia.
Se houve algum derrotado na escolha da presidência da Câmara de Arcoverde seria a articulação do Governo, que nunca nos procurou, mesmo sabendo que tínhamos o desejo de disputar a presidência da Casa. O prefeito, pelo contrário, sempre respeitou a autonomia dos poderes e sabe que a eleição da Mesa Diretora é um ato independente dos que fazem a Câmara municipal. Abrimos mão de nosso desejo em prol do bem comum e da governabilidade da gestão Zeca.
Jamais seria derrotada, pois nosso nome não estava em disputa e a vitória do vereador Luciano Pacheco é fruto do diálogo franco, verdadeiro e que tem como objetivos fortalecer o governo Zeca e aprovar as pautas de interesse da gestão que vai mudar a história de Arcoverde.
Outra retificação: em caso de empate, eu não seria escolhida presidente por ser a decana, mas sim Luciano Pacheco, que foi o candidato e como tal, por ser detentor de sete mandatos, número acima do nobre vereador Rodrigo Roa, seria o escolhido. Eu tenho mais mandatos, mas estava na chapa como primeira-secretária e não como candidata a presidente.
Seguirei firme, mesmo enfrentando os desafios que a saúde me coloca, com fé em Deus e trabalhando para que Arcoverde possa voltar ao tempo bom, com mais saúde, empregos, educação de qualidade e oportunidades para nosso povo. Somos todos governo. A hora agora é de trabalho! Arcoverde precisa recuperar o tempo perdido.
Célia Galindo – vereadora de Arcoverde pelo Podemos
Caro Nill Júnior, A decisão do TCE desta quarta-feira (19), foi referente a uma prestação de contas do ano de 2006 que já havia sido aprovada pelo Tribunal e pela Câmara, mas houve um pedido de rescisão em contradição à súmula do próprio tribunal que não admite esse tipo de recurso após apreciação dos vereadores. […]
A decisão do TCE desta quarta-feira (19), foi referente a uma prestação de contas do ano de 2006 que já havia sido aprovada pelo Tribunal e pela Câmara, mas houve um pedido de rescisão em contradição à súmula do próprio tribunal que não admite esse tipo de recurso após apreciação dos vereadores.
Sávio recebeu com naturalidade a decisão que reprovou apenas às contas de gestão, pois ainda cabem recursos.
As contas de governo do exercício de 2006 já foram objeto de análise pelo TCE e pela Câmara e estão devidamente aprovadas.
Embora a decisão não atrapalhe seus planos políticos, o prefeito disse que irá recorrer para retomar a aprovação da preferida prestação.
Certezas da Expoagro Terminou a Expoagro e com ela ficam algumas certezas. As do que deu certo e do que precisa ser aprimorado para os próximos anos. No primeiro time, o chamado equilíbrio das atrações, elogiado pela maioria da população. Se não é possível se ver livre das atrações sertanejas e do forró eletrônico, ao […]
Terminou a Expoagro e com ela ficam algumas certezas. As do que deu certo e do que precisa ser aprimorado para os próximos anos.
No primeiro time, o chamado equilíbrio das atrações, elogiado pela maioria da população. Se não é possível se ver livre das atrações sertanejas e do forró eletrônico, ao menos se respeitou o bom senso sem conteúdo apelativo, salvo poucas exceções. Também a distribuição e número de atrações agradaram, sentimento que prevalece em relação aos demais.
A ideia da senha solidária pegou e foi um gol da organização. A quantidade de alimentos arrecadados é muito bem vinda para famílias carentes lá na Mata Sul e por aqui. Faltou apenas organizar mais o acesso para troca e evitar fila quase quilométrica.
No que precisa ser revisto, sem querer chover no molhado, está provado que chegou a hora da cidade ter um pátio de eventos. O que as pessoas passaram por conta da lama não foi justo. Na madrugada pós Henrique e Juliano aquilo ali parecia um cenário pós guerra. Lama, lixo, entulho. A própria área no Centro pode ser aprimorada.
O alerta proibindo garrafas de vidro evitou uma quantidade maior, mas não eliminou o problema por falta de maior fiscalização. Também tem que haver uma discussão sobre estacionamento pago nas ruas e venda ou fornecimento de bebida a menores.
Essa vigilância e fiscalização, parte da nossa atividade, não vai contra ninguém especificamente, mas a favor de uma festa cada vez mais bonita, como é a Princesa do Pajeú. Assim, parabéns a todos e vida que segue.
O custo da festa
A Expoagro custou ao todo R$ 909 mil. Os dados foram expostos pela própria prefeitura, com base na lei 15.818, que obriga a divulgação. O maior custo, Henrique e Juliano, R$ 300 mil. O show de Elba, R$ 120 mil. Ciel Rodrigues custou R$ 68 mil. Maciel Melo, R$ 45 mil. Fulô de Mandacaru, R$ 60 mil. O gospel Fernandinho, R$ 75 mil. Amém.
Prefeitos presentes
Chamou a atenção a quantidade de prefeitos que o anfitrião José Patriota reuniu na programação deste ano. Só que o blog contou, Luciano Duque, Anchieta Patriota, João Batista, Lino Morais, Zeinha Torres, Djalma Alves e Sandra da Farmácia.
Trocando Zaga por João
Quem viu a movimentação de João Campos na Expoagro e o passou correndo de Gonzaga Patriota na programação já dá como certo o apoio do socialista ao herdeiro da família Campos e uma perda de base importante de Gonzaga. Será?
O melhor show
Somando tempo de estrada, idade cronológica, presença de palco, respeito à nossa cultura, repertório, etc e tal, o show de Elba Ramalho merece menção honrosa. Mas na boca de muitos,o melhor show da Expoagro foi o último, de Fulô de Mandacaru. Os campeões de tietagem, Henrique e Juliano.
Tal pai…
No discurso da sessão solene organizada pela Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Augusto Martins comparou sua trajetória com a do pai, Gastão Cerquinha em bela homenagem. Seu Gastão presidiu a Câmara, Augusto também. Seu Gastão foi vice-prefeito, Augusto também. Seu Gastão nunca foi eleito prefeito. Augusto ainda sonha em não repeti-lo, ao menos dessa vez.
Monsenhor João e a cobrança a João
Entra pra série de “pau dos cachorros da molesta” a cobrança que o Monsenhor João Carlos Acioly fez ao jovem João Campos, que veio representar o governador e até então só ouvirá palavras doces e afagos.
Padre João cobrou com a força necessária um IML para Serra e o fim da ambulâncioterapia para mães gestantes que procuram o HR. João garantiu que vai encaminhar o que João cobrou…
Frase da semana: “não fui polêmica, fui autêntica”. De Elba Ramalho, buscando por fim à polêmica Forró x Sertanejo no período junino. Ela diz que criticou organizadores como prefeituras, não artistas.
Magno Martins* Seria cômico se não fosse trágico a Globo fazer uma bela reportagem para o Fantástico, exaltando o gesto da jovem Roberta Mascena, que se vestiu de faxineira na colação de grau no curso de Pedagogia em homenagem à mãe Marlene Cordeiro, tropeçando na grafia da minha cidade. Experiente repórter, Marcos Uchoa não se […]
Seria cômico se não fosse trágico a Globo fazer uma bela reportagem para o Fantástico, exaltando o gesto da jovem Roberta Mascena, que se vestiu de faxineira na colação de grau no curso de Pedagogia em homenagem à mãe Marlene Cordeiro, tropeçando na grafia da minha cidade.
Experiente repórter, Marcos Uchoa não se deu ao trabalho de apurar o nome correto da cidade em que a homenageada nasceu. A grafia correta é Afogados da Ingazeira e não Afogados de Ingazeiras, como pronunciou. Se tivesse recorrido à regra básica do jornalismo na apuração, checar algo quando se tem dúvida indo ao Google, não teria tropeçado.
Feio. Sua reportagem foi bonita e emocionante, mesmo recorrendo ao velho e batido jargão de um Nordeste miserável e uma São Paulo rica, como a Globo adora em suas edições com um viés preconceituoso.
Admito que o nome da minha cidade, também da mãe de Roberta, é esquisito, soa estranho, mas a história sustentada numa lenda na qual um casal em lua de mel foi atravessar o Rio Pajeú, morreu Afogado e foi encontrado no pé de uma Ingazeira, três dias depois, emociona. E se justifica.
O ex-presidente Lula nunca conseguiu também pronunciar certo o nome da cidade. Em discursos e entrevistas dizia Afogados dos Ingazeiro. Fernando Henrique Cardoso falou Afogados de Ingazeiro. Tudo bem, político sempre é desleixado, mas a Globo é a segunda maior TV comercial do mundo, não se pode dar ao luxo de errar o nome de uma cidade num dos seus programas de maior audiência, em horário nobre de domingo.
Magno Martins é jornalista, filho de Afogados da Ingazeira
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