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Daniel Valadares parabeniza Carlos Veras por eleição como 1º Secretário da Câmara dos Deputados

Por André Luis

O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares, usou suas redes sociais neste domingo (2) para parabenizar o deputado federal Carlos Veras (PT) pela eleição como 1º Secretário da Câmara dos Deputados.

O cargo é uma das funções mais importantes da Mesa Diretora da Casa, sendo responsável pela administração interna da Câmara e por decisões que impactam diretamente o funcionamento do legislativo.

Na mensagem, Daniel destacou a relevância da conquista para a região do Pajeú, já que Veras é natural de Tabira, cidade vizinha a Afogados da Ingazeira. “A eleição de Veras para esse cargo só mostra o quanto seu trabalho ecoa no Brasil. Seu compromisso, dedicação e competência fortalecem ainda mais as políticas públicas voltadas para aqueles que mais precisam, para a mulher e o homem do campo”, afirmou o vice-prefeito.

Daniel também ressaltou que a presença de Veras na 1ª Secretaria representa uma oportunidade de influenciar decisões estratégicas e trazer benefícios para Afogados da Ingazeira e todo o estado de Pernambuco. “Tenho plena confiança de que, com esse alinhamento estratégico, Afogados da Ingazeira terá um futuro ainda mais promissor e avanços significativos em diversas áreas”, completou.

Outras Notícias

RealTime Big Data: João lidera com 28% no Recife

Portal CNN Pesquisa do instituto RealTime Big Data/CNN Brasil aponta que o candidato João Campos (PSB) lidera as intenções de voto para a Prefeitura do Recife, com 28%. Ele é do mesmo partido do atual prefeito da cidade, Geraldo Júlio. Em seguida estão os candidatos Marília Arraes (PT), com 14%; Mendonça Filho (DEM), com 13%; […]

Portal CNN

Pesquisa do instituto RealTime Big Data/CNN Brasil aponta que o candidato João Campos (PSB) lidera as intenções de voto para a Prefeitura do Recife, com 28%. Ele é do mesmo partido do atual prefeito da cidade, Geraldo Júlio.

Em seguida estão os candidatos Marília Arraes (PT), com 14%; Mendonça Filho (DEM), com 13%; Delegada Patrícia (Podemos), com 11%; Coronel Feitosa (PSC), com 2%; Marco Aurelio Meu Amigo (PRTB), com 1%; Charbel (Novo), com 1%; Carlos (PSL), com 1% e Thiago Santos (UP), com 1%.

Os candidatos Cláudia Ribeiro (PSTU) e Victor Assis (PCO) não pontuaram. A pesquisa identificou ainda 11% de nulos e brancos e 17% que não souberam responder.

O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o número de identificação PE02586/2020. Foram entrevistadas 1.050 pessoas, por telefone, entre os dias 14 e 17 de outubro.

A margem de erro é de três pontos (para mais ou para menos) e o nível de confiança é de 95%. Isto significa que se a mesma pesquisa fosse feita 100 vezes, o resultado seria o mesmo, dentro da margem de erro, em 95.

A pesquisa, amostral, é representativa da população do município com 16 anos ou mais. Ou seja: os entrevistados seguem um padrão semelhante ao da população total, respeitando-se a proporção por idade, região geográfica e sexo.

Pesquisa estimulada: João Campos (PSB) – 28%; Marilia Arraes (PT) – 14%; Mendonça Filho (DEM) – 13%; Delegada Patrícia (Podemos) – 11%; Coronel Feitosa (PSC) – 2%; Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB) – 1%; Charbel (Novo) – 1%; Carlos (PSL) – 1; Thiago Santos (UP) – 0%; Cláudia Ribeiro (PSTU) – 0%; Victor Assis (PCO) – 0%; Nulo/Branco – 11%; Não sabe – 17%; 

Esta é a primeira de uma série de rodadas de pesquisas a serem realizadas com exclusividade pela CNN nas próximas semanas, em 11 capitais brasileiras, além de Recife: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Belém, Palmas, Goiânia, além das cidades paulistas de Campinas e Guarulhos. Juntas, essas cidades concentram 26,9 milhões de eleitores, que correspondem a 18,23% do eleitorado brasileiro.

Campos empata tecnicamente com Mendonça Filho em rejeição

Em rejeição, João Campos empata tecnicamente, dentro da margem de erro, com o candidato a prefeito e ex-ministro da Educação Mendonça Filho (DEM). O ex-ministro tem 38% e Campos, 37%. Nesta pergunta os entrevistados poderiam escolher quantas opções quisessem. Veja abaixo a rejeição por candidato (em %).

Rejeição: Mendonça Filho (DEM) – 38%; João Campos (PSB) – 37%; Marília Arraes (PT) – 31%; Delegada Patrícia (Podemos) – 22%

Coronel Feitosa (PSC) – 21%; Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB) – 20%; Charbel (Novo) – 16%; Thiago Santos (UP) – 16%; Carlos (PSL) – 15%; Cláudia Ribeiro (PSTU) – 15%; Victor Assis (PCO) – 15%.

Campos também lidera em pesquisa espontânea

João Campos (PSB) também está no topo da lista na pesquisa espontânea, quando se pergunta o candidato favorito do entrevistado sem apresentar uma lista de opções, com 19%.

Em segundo lugar aparecem empatados, dentro da margem de erro, os candidatos Mendonça Filho (DEM, 9%), Marilia Arraes (PT, 8%) e Delegada Patrícia (Podemos, 7%), seguidos pelo Coronel Feitosa (PSC), com 1%. Outros nomes foram mencionados por 3% e houve ainda 21% de nulos/brancos e 32% que não souberam responder. Confira a lista das citações espontâneas. 

Espontânea: João Campos (PSB) – 19%; Mendonça Filho (DEM) – 9%; Marilia Arraes (PT) – 8%; Delegada Patrícia (Podemos) – 7%; Coronel Feitosa (PSC) – 1%; Outros – 3%; Nulo/Branco – 21%; Não sabe – 32%.

Maioria no Recife desaprova Bolsonaro, governador Paulo Câmara e prefeito Geraldo Júlio

A pesquisa também incluiu perguntas sobre aprovação do prefeito Geraldo Júlio, do governador Paulo Câmara e do presidente Jair Bolsonaro. Veja os resultados. 

Avaliação do presidente Jair Bolsonaro no Recife: Desaprova – 54%; Aprova – 41%; Não sabe – 5%.

Avaliação do governador Paulo Câmara no Recife: Desaprova – 58%; Aprova – 34%; Não sabe – 7%. 

Avaliação do prefeito Geraldo Júlio

Desaprova – 55%; Aprova – 40%; Não sabe – 5%.

Opinião: Sonho de consumo é ficar livre das distribuidoras de energia elétrica

Heitor Scalambrini Costa* Há muito várias vozes clamam pelo incentivo ao uso da energia solar fotovoltaica em território brasileiro. Principalmente pelo fato desta tecnologia estar em pleno desenvolvimento, alcançando patamares técnico-econômicos atrativos e compatíveis com outras fontes de energia utilizadas para geração de energia elétrica. E também pelo fato de grande parte do país contar […]

Heitor Scalambrini Costa*

Há muito várias vozes clamam pelo incentivo ao uso da energia solar fotovoltaica em território brasileiro. Principalmente pelo fato desta tecnologia estar em pleno desenvolvimento, alcançando patamares técnico-econômicos atrativos e compatíveis com outras fontes de energia utilizadas para geração de energia elétrica.

E também pelo fato de grande parte do país contar generosamente com quantidades expressivas do recurso solar, em particular o nordeste brasileiro.

Todavia obstáculos não faltaram e não faltam para que esta fonte de energia democrática, abundante, barata, e geradora de empregos locais, cresça no país. A ausência de políticas públicas é uma das maiores barreiras, assim como a atuação de “lobies” contrários as fontes renováveis.

Somente em janeiro de 2013 é que entrou em vigor a Norma Resolutiva (NR) 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) – que estabeleceu regras para a micro e a mini-geração,  permitindo que consumidores possam gerar sua própria energia e trocar o excedente por créditos, dando desconto em futuras contas de luz –alavancando assim o uso desta fonte energética.

A resposta do consumidor diante deste modesto, mais importante incentivo foi surpreendente. Em 2019, o número de instalações bateu recorde, sendo mais de 92 mil conexões até o final de novembro, segundo informações  da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Foram quase 276 sistemas fotovoltaicos descentralizados instalados por dia no país e conectados à rede elétrica, que juntos somam uma capacidade instalada de mais de 1,1 Gigawatts (GW).  De usinas solares centralizadas, hoje o país dispõe de mais de 2,3 GW. Mesmo com este crescimento, ainda é irrisório a contribuição da energia solar fotovoltaica na matriz elétrica brasileira.

Desde 2013, ano em que a Aneel promulgou as regras da Geração Distribuída (GD), o segmento já registrou um crescimento acumulado de mais de 789.000%. O que evidência a busca do consumidor em encontrar uma  saída para o alto preço da energia no país, apostando na autogeração para economizar na conta de luz. Visto que hoje, segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), o consumidor brasileiro paga a 3ª tarifa mais cara do planeta, o dobro da média mundial.

Assim é mais que evidente os obstáculos para o crescimento, e uma maior participação da eletricidade solar na matriz elétrica. O que depende para se transpor os obstáculos são políticas públicas mais agressivas voltadas ao incentivo da energia solar. Por exemplo: criação pelos bancos oficiais de linhas de crédito para financiamento com juros baixos, a redução de impostos tanto para os equipamentos como para a energia gerada, a possibilidade de ser utilizado o FGTS para a compra dos equipamentos, programa dirigido a agricultura familiar incentivando o uso do conceito agrofotovoltaico (produção de energia e alimento), e mais informação através de propaganda institucional sobre os benefícios e as vantagens da tecnologia solar.

Mas o que também dificulta enormemente, no que concerne a expansão da geração descentralizada, são as distribuidoras. São elas que administram todo o processo, desde a análise do projeto inicial de engenharia até a conexão com a rede elétrica. Cabe às distribuidoras efetuarem a ligação na rede elétrica, depois de um burocrático e longo processo administrativo realizado pelo consumidor junto à companhia, que geralmente não atende aos prazos estipulados pela própria ANEEL.

E convenhamos, as empresas que negociam com energia (compram das geradoras e revendem aos consumidores) não estão nada interessadas em promover um negócio que, afeta diretamente seus lucros. Isto porque o grande sonho do consumidor brasileiro é ficar livre, e não depender das distribuidoras com relação à energia que consome. O consumidor deseja é gerar sua própria energia.

Ai está o “nó” do problema que o governo não quer enfrentar, e que na prática acaba sendo “sócio” do lobby das empresas concessionárias, 100% privadas. Enquanto em dois dias instalam-se os equipamentos numa residência, tem de se aguardar meses para que a conexão na rede elétrica seja realizada.

Mais recentemente a ANEEL propôs uma consulta pública para a revisão da NR 482, retirando a isenção de encargos e impostos do setor da GD. Medida esta apoiada pelo Ministério da Economia, e de encomenda ao loby das concessionárias, representada pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (ABRADEE).  Se as novas regras forem aprovadas, equivalerá a onerar esta opção tecnológica para o consumidor gerar sua própria energia.

Assim nos parece que os pilares de regulação e fiscalização, que justificam a existência da ANEEL, estão sendo abandonados, tornando está agência um mero “puxadinho” da ABRADEE.

O que de fato se verifica é que a “política” energética brasileira vai na contramão das exigências do mundo contemporâneo, a reboque de interesses de grupos que vêem na energia um mero produto, mercadoria. Sem levar em conta os interesses da população.

Acordem, “ilustres planejadores” da política energética. A sociedade não aceita mais pagar pelos erros cometidos por “vossas excelências”. Exige-se mais democracia, mais participação, mais transparência em um setor estratégico, que insiste em não discutir com a sociedade as decisões que toma.

* professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco, graduado em Física – Unicamp, mestrado em Ciências e Tecnologia Nuclear – UFPE, doutorado em Energética – CEA/Université de Marseilhe-França.

Diretora de Políticas para as Mulheres de Carnaíba participa de encontro com secretária estadual

A Diretora de Políticas Públicas para as Mulheres de Carnaíba, Edjanilda Santos, participou nesta quarta-feira (3) do encontro de gestoras dos organismos de Políticas públicas para as Mulheres do Sertão do Pajeú, que aconteceu no auditório da Secretaria de Assistência Social, da cidade de Afogados da Ingazeira. O encontro foi convocado pela Secretaria da Mulher […]

A Diretora de Políticas Públicas para as Mulheres de Carnaíba, Edjanilda Santos, participou nesta quarta-feira (3) do encontro de gestoras dos organismos de Políticas públicas para as Mulheres do Sertão do Pajeú, que aconteceu no auditório da Secretaria de Assistência Social, da cidade de Afogados da Ingazeira. O encontro foi convocado pela Secretaria da Mulher do Estado de Pernambuco.

O evento teve como objetivo, fortalecer as ações já desenvolvidas pelos municípios, através das gestoras, coordenadoras e secretárias municipais, com relação às políticas públicas para as Mulheres, desenvolvidas em seus respectivos municípios.

Participaram do encontro a secretária Estadual da Mulher, Regina Célia, a delegada Andreza Gregório, da Delegacia da Mulher de Afogados da Ingazeira, todas as gestoras do Sertão do Pajeú, assistentes sociais e secretárias de Assistência Social de alguns municípios, entre elas, Thaynnara Queiroz que falou sobre as ações de Carnaíba e a conquista do Prêmio Prefeitura Amiga da Mulher.

Semana Nacional do Trânsito tem programação em Arcoverde

A Semana Nacional do Trânsito está sendo realizada entre os dias 19 e 26 de setembro, em Arcoverde. Nesta quarta-feira, dia 19, o Sest Senat Caruaru, em parceria com a Autarquia de Trânsito – Arcotrans da Prefeitura de Arcoverde, promoveu várias atividades com os loteiros. Entre elas, aulas laborais, Palestra de Prevenção de Acidentes de […]

A Semana Nacional do Trânsito está sendo realizada entre os dias 19 e 26 de setembro, em Arcoverde. Nesta quarta-feira, dia 19, o Sest Senat Caruaru, em parceria com a Autarquia de Trânsito – Arcotrans da Prefeitura de Arcoverde, promoveu várias atividades com os loteiros.

Entre elas, aulas laborais, Palestra de Prevenção de Acidentes de Trânsito e distribuição de brindes. A campanha ocorre anualmente em todo o país e tem como principal objetivo conscientizar as pessoas sobre a importância da responsabilidade no trânsito.

Nesta sexta-feira, dia 21, a equipe chega ao Centro de Ensino Integral Ivani Bradley, com palestras para os estudantes e a sinalização interna de toda a escola. Além disso, a Arcotrans vai instalar externamente seis placas de advertência; quatro placas de lombada e mais duas sobre a faixa de pedestre. Na ocasião, a faixa de pedestre vai ser pintada no chão, para proteger toda a comunidade. Em parceria com a Compesa, a Arcotrans vai ainda, plantar 30 mudas de Ipê, sendo 10 mudas na entrada externa da escola e 20 dentro da área da escola.

Nos dias subsequentes, serão feitas várias atividades como palestras e a Escolinha de Trânsito, em outras cinco escolas municipais e no final, haverá uma blitz educativa nas ruas, com a entrega de panfletos. O objetivo da Semana Nacional de Trânsito é envolver diretamente a sociedade nas ações e propor uma reflexão sobre uma nova forma de encarar a mobilidade. Trata-se de um estímulo a todos os condutores, seja de caminhões, ônibus, vans, automóveis, motocicletas ou bicicletas, e aos pedestres e passageiros, a optarem por um trânsito mais seguro.

A cacetada de Padre Luizinho

Na missa dominical, o sacerdote Luis Marques Ferreira, o padre Luizinho, criticou os 129 deputados que foram contra a manutenção da prisão de Chiquinho Brazão, mandante da morte de Marielle Franco. Apontou incoerência de líderes evangélicos e da bancada bolsonarista que diz que “bandido bom é bandido morto”, mas quer livrar o bandido que mandou […]

Na missa dominical, o sacerdote Luis Marques Ferreira, o padre Luizinho, criticou os 129 deputados que foram contra a manutenção da prisão de Chiquinho Brazão, mandante da morte de Marielle Franco.

Apontou incoerência de líderes evangélicos e da bancada bolsonarista que diz que “bandido bom é bandido morto”, mas quer livrar o bandido que mandou matar Marielle.

Defendem a proibição da saidinha de presos dos presídios, mas querem que Brazão saia pela porta da frente, como se não tivesse feito nada. E questionou quem diz ser cristão e ainda concorda com isso.

Ele também defendeu o Papa Francisco, criticado por suas posições até por setores da igreja. E que alguns lêem o evangelho à sua conveniência e acham, que estão seguindo o caminho de Jesus, o que não é verdade.