Daniel Siqueira reafirma candidatura à presidência da Câmara de São José Egito
Por André Luis
Em São José do Egito, o contador e bacharel em Direito Daniel Siqueira (Podemos) reafirmou sua candidatura à Presidência da Câmara de Vereadores.
A declaração veio após a divulgação de uma foto em que o vereador reeleito Albérico Brito aparece ao lado de opositores do prefeito eleito Fredson Brito.
“É evidente que eu mantenho minha candidatura”, declarou Daniel em entrevista ao blog de Júnior Finfa, lamentando a decisão de Albérico.
Segundo ele, havia um entendimento prévio entre os membros do grupo político de Fredson Brito e do ex-prefeito Zé Marcos para buscar um candidato de consenso.
“Foi uma pena. No diálogo com Albérico, manifestei meu desejo pela união e o compromisso de apoio mútuo no momento oportuno, fortalecendo a coesão da nossa base de apoio. Mas, infelizmente, ele preferiu aliar-se aos adversários”, lamentou.
Daniel destacou que sua posição representa os sete vereadores eleitos que compõem a base aliada de Fredson e Zé Marcos, reafirmando sua confiança no grupo. “Espero o apoio dos demais vereadores alinhados com nosso projeto político. É fundamental manter a unidade para consolidar as mudanças que São José do Egito espera do novo governo”, enfatizou.
O reajuste escalonado e sucessivo dos planos de saúde em Pernambuco e no Brasil foi tema de audiência pública hoje (14) na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Federal. Como presidente do colegiado, o deputado Silvio Costa Filho defendeu a necessidade de fazer um pedido de informação para que as operadoras de planos de […]
O reajuste escalonado e sucessivo dos planos de saúde em Pernambuco e no Brasil foi tema de audiência pública hoje (14) na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Federal. Como presidente do colegiado, o deputado Silvio Costa Filho defendeu a necessidade de fazer um pedido de informação para que as operadoras de planos de saúde encaminhem um balanço financeiro.
Silvio Costa Filho quer entender o porquê dos aumentos exorbitantes em detrimento do sacrifício das famílias brasileiras. Na Comissão, o deputado pernambucano avaliou que são elevações dos custos que muitas vezes não se refletem na qualidade do atendimento.
“Precisamos dar prosseguimento e avançar nessa discussão. Fazer uma discussão conjunta Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle para fazermos um pedido de informação com objetivo de ter acesso a todo balanço para que as empresas possam justificar esses aumentos. Um pedido de informação às seguradoras para que elas possam detalhar o porquê desses aumentos de 10, 15, 20, e 30% que estão dando em detrimento do sacrifício de milhares de famílias brasileiras. Além dos aumentos, os serviços não estão sendo prestados da forma como deveriam estar sendo com a mínima qualidade de alguém que paga o plano de saúde”, avaliou Silvio Filho.
Ao defender a necessidade de apresentação do balanço para apresentar um relatório final à sociedade, Silvio Costa Filho também chamou a atenção para os ganhos das operadoras de planos e cobrou transparência. Segundo ele, há operadoras hoje no Brasil que têm mais de 200 milhões aplicados em fundos de investimentos com lucros exagerados – em função da alta da taxa Selic – e ainda eleva o preço dos planos de saúde.
“Como ganham na taxa de juros e automaticamente aumentam também o plano de saúde? Ou seja, os ganhos são exorbitantes”, avaliou. O deputado lembrou que sempre escutou das operadoras que planos não davam lucros, mas os fundos de investimentos em saúde no país atraem até investidores internacionais. “Eu não tenho preocupação com lucro, mas precisamos fazer esse debate. Se não dar lucro, porque estamos vendo lucro?”, ponderou o deputado.
Ainda durante o encontro, Costa Filho repercutiu a decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de mudar a cobertura dos planos de saúde de exemplificativo para taxativo, o que prejudicará muitos consumidores. “Na semana passada todos nós fomos surpreendidos pela decisão do STJ. Uma decisão inoportuna, inadequada”, disparou.
Hoje, no Brasil, são mais de 30 milhões de usuários que podem sofrer com falta de acesso a exames ou tratamento de doenças que não estejam no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Diante desse cenário, o parlamentar lembrou que ingressou com um requerimento para fazer uma audiência específica sobre o assunto.
Blog Dellas A primeira pesquisa de intenção de votos para governador após a entrada no páreo da pré-candidata Marília Arraes (Solidariedade) confirma o que os observadores políticos já vinham sentindo mas não tinham como comprovar: até o momento a pré-candidatura de Marília reduziu o nível de crescimento de Raquel Lyra (PSDB) e de Danilo Cabral […]
A primeira pesquisa de intenção de votos para governador após a entrada no páreo da pré-candidata Marília Arraes (Solidariedade) confirma o que os observadores políticos já vinham sentindo mas não tinham como comprovar: até o momento a pré-candidatura de Marília reduziu o nível de crescimento de Raquel Lyra (PSDB) e de Danilo Cabral (PSB). O levantamento é da Conectar e foi publicado, ontem, pelo Blog de Jamildo.
Para o analista de pesquisas e estatístico Maurício Romão “Raquel, antes de Marília, era a única mulher candidata e vinha crescendo em um ano em que as mulheres tendem a assumir um maior protagonismo. Era natural que, com uma concorrente feminina, ela reduzisse o nível de crescimento.
Da mesma forma Danilo que, como candidato oficial e muitos prefeitos tende a crescer bastante daqui para a frente, acabou por ser impactado por uma pessoa do seu próprio campo, que é o da esquerda e que disputa com ele o apoio de Lula”.
Até que ponto Marília, que teve 26% das intenções de voto na pesquisa, vai continuar segurando a subida de Raquel que tem 15% e Danilo que tem 5%, ou sobre Miguel Coelho (UB) com 12% e Anderson Ferreira (PL)com 8%? É difícil prever.
O próprio Romão observa que na pesquisa espontânea 80% dos eleitores se declararam indecisos ou não souberam responder, o que demonstra um alto grau de desinteresse que vai ser reduzido daqui pra frente e pode mudar o quadro quando o debate político se realizar.
Danilo desafiado a crescer
Ontem, na Assembleia, ao mesmo tempo em que um grupo de dirigentes petistas tentava minimizar o resultado pró-Marília, argumentando que os candidatos oficiais podem começar com baixo percentual se forem pouco conhecidos, como é o caso de Danilo, e ganhar já no primeiro turno, deputados do PSB demonstravam tranquilidade apostando no fato de a campanha nem ter ainda começado. Uma coisa, porém, ficou sem resposta: se a oposição tem se sobressaído mesmo sem campanha porque as forças governistas não conseguiram fazer o mesmo?
Raquel e Miguel com 27%
Na oposição, onde Raquel e Miguel têm dialogado e muita gente nos corredores torce por uma composição entre os dois, a pesquisa trouxe ânimo. Na verdade, os dois juntos tiveram 27% das intenções de voto, índice superior ao de Marília.
A deputada Priscila Krause, do Cidadania, acha que é cedo para falar em união dos dois mas, afirma que o índice de votos de ambos demonstra que o discurso oposicionista veio para ficar “na própria pesquisa – ressalta – a rejeição do governador é de 63%. Trata-se de um governo reprovado e como vai eleger sucessor?”.
Ontem mesmo a deputada foi à tribuna da Alepe denunciar com pormenores o que chamou de “irregularidades” na compra de equipamentos e medicamentos pelo Governo e Prefeitura do Recife na pandemia.
Lula e Bolsonaro
Já o candidato do presidente Bolsonaro em Pernambuco, o ex-prefeito Anderson Ferreira, com 8% na pesquisa ainda tem muito campo para crescer. O presidente conta com 17% das intenções de voto na pesquisa e Anderson pretende ter o apoio de todos os bolsonaristas.
Já o ex-presidente Lula, com 64% das intenções de voto, continua sendo o objeto de desejo de Danilo e Marília e certamente vai ser muito citado pelos dois, com uma diferença pró-Danilo: o PT vai estar em seu palanque e a base governista tem um grande tempo de TV enquanto Marília só conta com o tempo do seu pequeno partido, o Solidariedade. Sua única saída é as redes sociais.
Educação ajuda Danilo
Decidido a se apresentar como governador da educação, o pré-candidato Danilo Cabral ganhou um reforço esta semana. Ontem na tribuna da Alepe, o deputado Isaltino Nascimento ressaltou o fato de Pernambuco ter sido o destaque no Encontro Anual de Educação realizado em São Paulo pelo Instituto Todos pela Educação.
O estado foi citado no evento como o primeiro do país a ter todas as escolas de ensino médio em tempo integral e ter atingido a média de 4,5 no IDEB (Indice de Desenvolvimento da Educação Básica) superando a média nacional que foi de 3,9.
Blog do Magno Faltando exatamente um ano para as eleições municipais, a sucessão do prefeito Geraldo Júlio (PSB), no Recife, apresenta, hoje, um cenário de empate técnico entre os pré-candidatos João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT). Se o pleito fosse hoje, Campos teria 13,6% dos votos e Marília 12,5%, seguidos de perto pelo ex-ministro […]
Faltando exatamente um ano para as eleições municipais, a sucessão do prefeito Geraldo Júlio (PSB), no Recife, apresenta, hoje, um cenário de empate técnico entre os pré-candidatos João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT).
Se o pleito fosse hoje, Campos teria 13,6% dos votos e Marília 12,5%, seguidos de perto pelo ex-ministro Mendonça Filho (DEM), com 9,4%. Em seguida aparece Daniel Coelho (Cidadania), com 7,1%, André Ferreira (PSC), com 5% e Felipe Carreras (PSB), com 4,1%. Mais abaixo Túlio Gadelha (PDT), com 3,6%, Luciano Bivar (PSL), que tem 3,4%, Silvio Costa Filho (PRB), 2,8%, e André de Paula (PSD), 2,7%.
Pontuaram, ainda, Raul Henry (MDB), que aparece com 1,8% e Marco Aurélio (PRTB), em última posição, com 1%. Brancos e nulos somam 20,1% e 12,9% disseram que não sabiam ou se recusaram a responder.
O levantamento é do Instituto Opinião, de Campina Grande (PB), que trabalha em Pernambuco com exclusividade para o Blog do Magno. Foi a campo entre os dias 28 e 29 de setembro, sendo aplicados 785 questionários, com margem de erro de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos e margem de acerto de 95%.
A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. Foram realizadas entrevistas pessoais e domiciliares. Na sondagem espontânea, na qual o entrevistado é forçado a lembrar o nome do seu candidato sem o auxílio do cartão digital com todos os nomes, o mais citado foi Geraldo Júlio, que não pode mais concorrer à reeleição, com 7,1%. Em seguida aparecem João Campos, com 1,1%, João Paulo, com 1,1%, Marília Arraes, com 0,8%, Felipe Carreras, com 0,6%, Daniel Coelho, com 0,4%, Mendonça Filho, com 0,3% e Túlio Gadelha, com 0,3%.
Estratificando a pesquisa, entre os três melhores situados, João Campos tem seus melhores percentuais entre os eleitores jovens (16 a 24 anos), 18,6%, entre os eleitores com renda familiar até dois salários mínimos (16,7%) e entre os eleitores com grau de instrução até o 9º ano do fundamental (16,3%), enquanto Marília Arraes aparece com 18,8% entre os eleitores com grau de instrução superior, 18,6% entre os eleitores com faixa de renda entre cinco a dez salários mínimos e 15,2% entre os eleitores na faixa etária acima de 60 anos.
Já Mendonça Filho, terceiro colocado, tem seus melhores percentuais entre os eleitores na faixa etária de 45 a 59 anos (10,8%), entre os eleitores com renda familiar entre dois e cinco salários (10,2%) e entre os eleitores com grau de instrução até a 9ª turma do ensino fundamental.
SEGUNDO TURNO
O Opinião fez ainda o termômetro de um eventual segundo turno entre João Campos e Marília Arraes e João Campos e Mendonça Filho, os melhores pontuados. Num cenário em que o segundo turno fosse disputado entre o socialista e a petista, o quadro de empate técnico se configuraria novamente. João aparece com 31,3% contra 30,8% de Marília. Dos entrevistados, 29,4% anulariam o voto e 8,5% se mostraram indecisos.
No cenário em que João Campos viesse ao segundo turno contra Mendonça Filho, o socialista colocaria quase dez pontos de dianteira. Aparece com 35,7% contra 26,8%. Dos entrevistados, 29,5% anulariam o voto e 8% se apresentaram indecisos.
AVALIAÇÃO DE GERALDO
Dos três níveis de poder pesquisados pelo Opinião, Geraldo Júlio, no Municipal, é o que aparece melhor avaliado. Entre os eleitores ouvidos pelo instituto, 52,6% disseram que aprovam a sua gestão contra 39,8% afirmaram que desaprovam, enquanto 7,6% não souberam responder ou se negaram a responder.
Já o Governo Paulo Câmara, no Recife, apresenta maiores taxas de rejeição do que aprovação. Segundo o levantamento, 52,3% desaprovam e 37,1% aprovam, enquanto 10,6% não souberam responder. Quanto à avaliação do Governo Bolsonaro no Recife, a rejeição também é alta: 59,8% desaprovam e 29,9% aprovam, enquanto 10,3% não souberam responder.
O bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol, presidirá nesta quinta-feira (3), a Missa de Corpus Christi na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. A missa será às 17h e seguirá todos os protocolos de segurança no combate ao novo coronavírus. Com a quantidade limitada de fieis dentro da Catedral, as […]
O bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Egidio Bisol, presidirá nesta quinta-feira (3), a Missa de Corpus Christi na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios.
A missa será às 17h e seguirá todos os protocolos de segurança no combate ao novo coronavírus.
Com a quantidade limitada de fieis dentro da Catedral, as pessoas também poderão acompanhar a Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo através da Rádio Pajeú e das redes sociais da Paróquia (YouTube e Facebook).
O nome Corpus Christi vem do latim e significa, em tradução literal, “Corpo de Cristo”. Também pode ser denominado “Corpus Domini”, ou “Corpo do Senhor”.
Portanto, a Igreja Católica comemora a Eucaristia, sacramento que representa a Última Ceia celebrada por Jesus. Os católicos creem que nesse momento especial, Cristo deu graças a Deus e se entregou à humanidade por amor. A informação é do Afogados Online.
Berços da transposição, pontos de partida do projeto de integração de bacias, Cabrobó e Floresta recebem nesta sexta-feira (17) a Frente Parlamentar em Defesa do Rio São Francisco para discutir em audiência pública as consequências do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG) para o rio, com foco nos riscos aos usos múltiplos das […]
Berços da transposição, pontos de partida do projeto de integração de bacias, Cabrobó e Floresta recebem nesta sexta-feira (17) a Frente Parlamentar em Defesa do Rio São Francisco para discutir em audiência pública as consequências do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG) para o rio, com foco nos riscos aos usos múltiplos das suas águas. Os deputados estaduais Lucas Ramos (PSB) e Fabrizio Ferraz (PHS), respectivamente coordenador e vice-coordenador do colegiado, comandam a realização dos debates.
A primeira audiência será em Cabrobó, às 9h, na Câmara de Vereadores. À tarde, Floresta receberá o debate a partir das 14h também na sede do Poder Legislativo municipal. “Vamos apresentar o cenário de destruição que o rompimento da barragem provocou em Brumadinho, levando a óbito 240 pessoas além de outras 32 desaparecidas, matando também o Rio Paraopeba e que agora ameaça a qualidade da água do São Francisco. A audiência pública é o momento de mobilizar a sociedade, que precisa estar atenta ao assunto para construir soluções e conter as ações que minimizem o impacto ambiental, além de evitar que novos desastres aconteçam”, explicou Lucas Ramos.
O deputado ressaltou que o desastre em Minas Gerais pode afetar a vida de milhões de brasileiros. “São 13,5 milhões de pessoas atendidas pela transposição do Velho Chico e a chegada dos rejeitos minerais no seu leito pode comprometer a agricultura, a pesca artesanal, o abastecimento, o turismo e a geração de energia”, afirmou.
Segundo análises de pesquisadores da Fundação Joaquim Nabuco, o Rio São Francisco vem se contaminando desde o dia 12 de março, data em que a lama de rejeitos alcançou a represa de Três Marias – distante 330 Km da barragem destruída.
Para o vice-coordenador da Frente, deputado Fabrizio Ferraz, levar o debate à população é fundamental para que seja feito um diagnóstico real do impacto que pode vir a ser gerado na vida das pessoas com a chegada dos rejeitos.
“Precisamos ouvir a todos que, de alguma forma, dependem do Rio São Francisco, seja social ou economicamente, para que possamos, junto aos órgãos competentes, elaborar estratégias e buscar alternativas para impedir a chegada dessa pluma, uma vez que rio é essencial para a nossa região”, disse.
O parlamentar defendeu ainda agilidade nas ações. “Já se passaram mais de 50 dias desde o desastre e agora precisamos correr contra o tempo. Todos os esforços serão necessários para impedirmos a contaminação do rio São Francisco”, finalizou Fabrizio Ferraz.
Tragédia – No dia 25 de janeiro a parede de sustentação da barragem 1 do complexo Córrego do Feijão desmoronou, despejando quase 13 milhões de metros cúbicos de rejeitos minerais no leito do Rio Paraopeba, um dos afluentes do Rio São Francisco. A lama cobriu prédios administrativos da mineradora Vale, incluindo refeitório onde muitos trabalhadores almoçavam na hora do rompimento. Uma usina de beneficiamento foi atingida além de casas, uma pousada, propriedades rurais, plantações e áreas da Mata Atlântica.
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