Criança abandonada por mãe em Serra Talhada nasceu em Afogados de mãe carnaibana
Por Nill Júnior
Caso repercutiu na região. Foto ilustrativa
Depressão pós parto é provável causa. Bebê ficará com avó
É de Carnaíba a mãe que, em um surto causado provavelmente por depressão pós parto, abandonou um recém nascido próximo ao SASSEPE em Serra Talhada. A jovem que está tendo o nome preservado, deixou a criança com uma mulher em um ponto de lotação dizendo que iria ao Hospital São Vicente e não retornou mais, segundo nota do 14º BPM.
Caso repercutiu na região. Foto ilustrativa
O Conselho Tutelar de Serra Talhada foi acionado e a criança levada ao Hospital Agamenon Magalhães, o Hospam. Apesar dos indícios de surto fruto de uma doença que causa depressão e situações dessa natureza, a jovem ainda deve ser indiciada por abandono de incapaz, cabendo à defesa alegar o quadro de saúde.
Segundo Conselheiros Tutelares de Carnaíba, acionados pelos colegas serra-talhadenses, a criança nasceu em Afogados da Ingazeira, no Hospital Regional Emília Câmara e a mãe é de Carnaíba.
A criança ficará aos cuidados da avó da criança, Iracilda Leite da Silva, idade não informada. A mãe também está recebendo acompanhamento psicológico. A família é natural da Itã, importante comunidade do município.
A depressão pós-parto tem como sintomas tristeza e desesperança. Muitas novas mães experimentam alterações de humor e crises de choro após o parto, que se desvanecem rapidamente. Elas acontecem principalmente devido às alterações hormonais decorrentes do término da gravidez.
No entanto, algumas mães experimentam esses sintomas com mais intensidade, dando origem à depressão pós-parto. Raramente, pode ocorrer uma forma extrema de depressão pós-parto, conhecida como psicose pós-parto.
Apesar de poder causar abandonos ou até mortes de bebês em casos extremos, Depressão pós-parto não é uma falha de caráter ou uma fraqueza. O tratamento imediato pode ajudar a gerir os seus sintomas e desfrutar de seu bebê.
O blogueiro Cauê Rodrigues falou pela primeira vez em carta ao Blog falando de sua prisão em São Paulo, acusado de e aliciamento sexual contra crianças e adolescentes. Foi na Coluna do Domingão do blog. Cauê foi preso dia 4 de outubro em Suzano, São Paulo onde estava a alguns dias. Esse ano foi de reviravoltas […]
O blogueiro Cauê Rodrigues falou pela primeira vez em carta ao Blog falando de sua prisão em São Paulo, acusado de e aliciamento sexual contra crianças e adolescentes. Foi na Coluna do Domingão do blog. Cauê foi preso dia 4 de outubro em Suzano, São Paulo onde estava a alguns dias.
Esse ano foi de reviravoltas para o profissional que estava ente os mais acessados da região. Em 23 de setembro, foi noticiado que Cauê deixou a Assessoria de Imprensa da Câmara de Carnaíba por decisão de Gleybson Martins, atual Presidente da Casa. Ele já estava em São Paulo para tratamento de saúde. Cauê revelara que passava por um processo depressivo. A prisão aconteceu após a investigação conduzida pelo Delegado Ubiratan Rocha.
Ao blog, disse Cauê, em carta feita a punho na Delegacia da cidade de Mogi das Cruzes, a 16 quilômetros da cidade em que foi preso: “o motivo ainda não é propenso para relatar o motivo desse espetáculo, mas estou forte e de consciência limpa. Só espero que me deem a chance de ser ouvido tanto pelo Delegado, quanto pelo Juiz. Voltaria para Pernambuco no dia 12 de outubro, pois tinha compromissos para assumir em Quixaba, Carnaíba e Afogados da Ingazeira. Em um momento certo provarei a seus leitores e ouvintes da Rádio Pajeú a minha inocência”.
Cauê segue falando do local onde está: “Durante este período em que estou em uma sala da Delegacia de Mogi das Cruzes, estou escrevendo o livro Dias de Inferno, que detalha tudo o que houve para chegar a esse ponto e o cotidiano do lugar que estou. Ressalto que não estou em presídio, pois não fui condenado a nada, apenas esperando ser ouvido pela polícia e pela Justiça”.
Rodrigues afirma que o livro que está escrevendo será publicado assim que possível, com a renda sendo revertida para a ASAVAP.
Ao final, lembra de seu ingresso à Rádio Pajeú, quando participou de um projeto como repórter esportivo após um teste na Rádio Pajeú. Àquela época, ganhou o nome de Dão Rodrigues e participou da resenha esportiva Esportes no Ar. Pouco depois foi para São Paulo, de onde só voltaria anos a frente. “Você me conhece desde nossa adolescência quando ingressamos no elenco da Rádio Pajeú e sabe minha índole. A mentira só prevalece enquanto a verdade não chega”, conclui.
Dois meses depois, dia 3 de dezembro, o Juiz de Direito em Exercício Cumulativo da Vara Criminal de Afogados da Ingazeira, Bruno Querino Olímpio, deferiu pedido de Prisão Preventiva contra o blogueiro. A anterior era temporária.
Soube, ontem, quando estava num encontro em Gravatá, da morte do ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Silvério Queiroz de Brito, 74 anos. Filho do saudoso Zezé Rodrigues, coronel que reinou absoluto até ser derrotado por Antônio Mariano, Silvério se notabilizou com um perfil muito parecido ao do também ex-prefeito João Alves Filho, de quem papai […]
Soube, ontem, quando estava num encontro em Gravatá, da morte do ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Silvério Queiroz de Brito, 74 anos. Filho do saudoso Zezé Rodrigues, coronel que reinou absoluto até ser derrotado por Antônio Mariano, Silvério se notabilizou com um perfil muito parecido ao do também ex-prefeito João Alves Filho, de quem papai foi vice.
Estufava o peito para dizer que a Prefeitura não devia a ninguém e que nada fazia de ilegal. Postura louvável em tempos tão sombrios da vida pública brasileira, em que se confunde o público com o privado nos cargos executivos. Mas o dinheiro parece que só dava mesmo para as despesas com pessoal e pequenas obras, porque nem João nem Silvério marcaram suas passagens pelo governo com grandes projetos e obras.
Na nota de ontem de lamento pela perda do ilustre conterrâneo, o prefeito José Patriota (PSB), que de fato repaginou a cidade em oito anos, citou apenas como obra referência de Silvério o campo de futebol Vianão. Alguém também lembrou que foi na gestão de Silvério que o Estado realizou um sonho secular: a barragem de Brotas.
Gestões à parte, o que vale na vida, na realidade, é caráter, honestidade e zelo com a coisa pública. Isso, Silvério tinha de sobra. Era um homem cuidadoso e zeloso, zeloso sobretudo com os amigos, entre os quais ele me incluía para minha felicidade. Não apenas ele, mas Iara, com quem se casou, teve dois filhos e se separou. Iara mora em Afogados, mas quando Silvério a ela entregou o coração vivia em Tabira, a 22 km de Afogados da Ingazeira.
Nos anos dourados, ainda imberbe, peguei muitas caronas na velha Rural que Silvério dirigia rumo a Tabira nos fins de semana para bater o ponto na casa de Iara, filha de Tota Nascimento, um dos comerciantes mais prósperos do Sertão do Pajeú, cujo legado no seu ramo foi passado para as filhas Iara e Jacitara, esta hoje com mesma fama de bem sucedida como o pai em suas atividades no comércio.
A estrada era um poeirão tamanho que roubava o cheiro do perfume que a gente esfregava no rosto para encantar as namoradas de Tabira. Belas mulheres. Tabira tem tradição de beleza feminina até hoje. Muitos marmanjos de minha Afogados são casados com tabirenses, felizes da vida. Eu já me apaixonei por várias delas, daí a razão de colocar a cidade nas nuvens celestiais em minhas crônicas do cotidiano. Para nós, Silvério era o rei das caronas tabirenses, as caronas do amor.
Ele adorava encher a Rural. Éramos uma turma da pesada: Marcelo, meu irmão, Dida de Cabo Moura, César Henrique, o Ceica, Elias Mariano, Renato Mascena, Marcos Porroia, meu primo, enfim, um grupo que naquela época apreciava a beleza e o embalo diferenciados das saias tabirenses. O jogo da sedução, a paquera, era arrodeando a praça Gonçalo Gomes, num vai e vem incessante. O chambrego, no oitão da igreja. Tempos bons que não voltam mais, como diz a canção.
O maior prazer que alguém pode sentir é o de causar prazer aos amigos. Silvério era assim, uma pedra de íman, que atrai coisas boas. Dizia que a amizade de um grande homem era benefício dos deuses. A beleza pessoal de Silvério era para nós uma recomendação maior que qualquer carta de referência. Era uma lamparina que iluminava nosso céu sem estrelas, de noites quentes e boêmias na celebração do amor e da vida, da poesia e da sedução.
Há uma força maior que a energia atômica – a vontade. Silvério nos ensinou a ter vontade, vontade de sonhar e ser feliz. Foi Silvério – e provavelmente nem Iara saiba – que exerceu em mim forte influência para abraçar o jornalismo com paixão. Devorador de jornais, vibrava quando via um escrito meu no Diário de Pernambuco.
Com o avançar do tempo regando o pomar poético do meu Pajeú fui aprendendo e me convenci que a poesia é a música da alma, de almas grandes e sentimentais. O amigo se foi, mas os sentimentos ficaram.
Criaram raízes e me deixaram a bela lição de que o homem que mais viveu não é o que contou maior número de anos, mas aquele que mais sentiu a vida. Silvério sentiu a vida pulsar no torrão que mais amou, do Pajeú das flores. Como Rogaciano, podia dizer em alto e bom som: sou do Pajeú das flores, tenho razão de cantar.
A XII edição da FECAPRIO transformou Ingazeira em ponto de referência da caprinovinocultura no Pajeú. O evento, que segue até este dia 21 de junho, atrai criadores, produtores e visitantes de toda a região e firma seu lugar entre as maiores feiras do setor no estado. Organizada pela Secretaria de Agricultura, Meio Ambiente e Reforma […]
A XII edição da FECAPRIO transformou Ingazeira em ponto de referência da caprinovinocultura no Pajeú.
O evento, que segue até este dia 21 de junho, atrai criadores, produtores e visitantes de toda a região e firma seu lugar entre as maiores feiras do setor no estado.
Organizada pela Secretaria de Agricultura, Meio Ambiente e Reforma Agrária, a programação é intensa: julgamento de animais, exposições, serviços gratuitos das secretarias municipais, apresentações artísticas e transmissão dos jogos da Seleção em telão. A procura superou as expectativas — as mais de 130 baias disponíveis foram comercializadas antes mesmo da abertura oficial, e a premiação total chega a R$ 30 mil.
“A FECAPRIO fortalece nossa economia, valoriza os produtores rurais e promove cultura, cidadania e desenvolvimento para Ingazeira e toda a região”, afirmou o prefeito Luciano Torres.
Na sexta, ao lado de vereadores, secretários, do deputado estadual Diogo Morais e de uma multidão de moradores, Luciano Torres inaugurou os novos vestiários do Estádio Iedo Ivo de Morais Veras — uma antiga demanda da comunidade esportiva local. Na mesma cerimônia, foi entregue uma caminhonete Strada 0 km destinada ao fortalecimento dos serviços de saúde do município.
O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) fez nesta quarta (11) o primeiro discurso na tribuna do Senado Federal. Fernando narrou sua trajetória política, que em 2015 completa 33 anos, homenageou personalidades públicas de Pernambuco e destacou os compromissos assumidos durante a campanha eleitoral. O discurso recebeu apartes de dez senadores: João Capiberibe (PSB-AP), Lídice da […]
O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) fez nesta quarta (11) o primeiro discurso na tribuna do Senado Federal. Fernando narrou sua trajetória política, que em 2015 completa 33 anos, homenageou personalidades públicas de Pernambuco e destacou os compromissos assumidos durante a campanha eleitoral.
O discurso recebeu apartes de dez senadores: João Capiberibe (PSB-AP), Lídice da Mata (PSB-BA), Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), Garibaldi Alves (PMDB-RN), Antônio Anastasia (PSDB-MG), Otto Alencar (PSD-BA), Benedito de Lira (PP-AL), Ricardo Ferraço (PMDB-ES), Cristovam Buarque (PDT-DF), Hélio José (PSD-DF).
“Ao final de dois anos e dez meses de trabalho, deixei o governo para me engajar no projeto defendido pelo meu partido. O PSB entendeu que a polarização entre PT e PSDB estava esgotada e que os brasileiros esperavam por novas alternativas. Um novo caminho para a política nacional foi apresentado por Eduardo Campos. Um gestor competente, com experiência política e enorme capacidade técnica. Eduardo começava a encantar o Brasil, pregando ideias inovadoras, quando fomos surpreendidos por um duro golpe do destino. No mesmo dia em que lembrávamos a morte de Miguel Arraes, perdemos Eduardo num acidente trágico, que chocou a nação”.
E disse ao final : “Vou atuar para garantir o acesso permanente a este bem tão precioso que é a água. Venho do semiárido brasileiro, do sertão do São Francisco, uma região que foi transformada pelo poder da água, da irrigação. Temos que ter um planejamento nacional para garantir que cada casa deste país tenha água 24 horas por dia, sete dias na semana. Mas não falo aqui apenas da água para o consumo humano. Necessitamos de água para a produção nas indústrias, no comércio, na irrigação e na agricultura familiar”.
Órgãos da administração direta, autarquias e fundações estaduais devem passar a utilizar, obrigatoriamente, modelos padronizados de editais, estruturas de termos de referência e contratos para licitações na modalidade pregão eletrônico, disponibilizados esta semana no site da Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE-PE) – http://www.pge.pe.gov.br/consultivainstrumentos.aspx O objetivo é tornar mais rápido o trâmite de processos […]
Órgãos da administração direta, autarquias e fundações estaduais devem passar a utilizar, obrigatoriamente, modelos padronizados de editais, estruturas de termos de referência e contratos para licitações na modalidade pregão eletrônico, disponibilizados esta semana no site da Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE-PE) – http://www.pge.pe.gov.br/consultivainstrumentos.aspx O objetivo é tornar mais rápido o trâmite de processos administrativos para aquisição de bens em geral, medicamentos e insumos hospitalares.
A adoção do sistema de minutas padronizadas atende ao Decreto Estadual nº 47.467/2019, que prevê a padronização de editais de licitação, contratos e convênios, termos aditivos e estruturas de termos de referência que, por sua reiteração ou abrangência, necessitem de tratamento uniforme pela administração pública estadual.
“Essa mudança, que começa a ser implementada, permite diminuir o tempo de tramitação dos processos administrativos, sem perda da análise jurídica da legalidade desses instrumentos e conferindo mais celeridade e eficiência aos processos de compra”, avalia o procurador-geral do Estado de Pernambuco, Ernani Medicis.
As minutas padronizadas de pregão eletrônico foram elaboradas pela Procuradoria Consultiva – especializada da PGE-PE esponsável pela consultoria jurídica e pelo exame dos atos, termos e contratos administrativos dos órgãos estaduais – e aprovadas em portaria do procurador-geral, publicada em 5 de setembro. Os modelos podem ser acessados no site da PGE-PE, na aba Instrumentos Padronizados.
Já estão disponíveis os seguintes instrumentos padronizados: (1) Edital de Pregão Eletrônico para o fornecimento eventual de medicamentos e/ou insumos hospitalares para entrega futura, integral ou parcelada, acompanhado de minutas do Termo de Referência, Ata de Registro de Preços e Contrato; (2) Edital de Pregão Eletrônico para o fornecimento eventual de medicamentos e/ou insumos hospitalares para entrega imediata e integral, acompanhado de minutas do Termo de Referência, Ata de Registro de Preços, Declaração de Compatibilidade de Preços e Ordem de Fornecimento; (3) Edital de Pregão Eletrônico para o fornecimento eventual de bens, com e sem registro de preços, para entrega futura, integral ou parcelada, acompanhado de minutas do Termo de Referência, Ata de Registro de Preços e Contrato; e (4) Edital de Pregão Eletrônico para o fornecimento eventual de bens, com e sem registro de preços, em regime de entrega imediata e integral, acompanhado de minutas do Termo de Referência, Ata de Registro de Preços e Ordem de Fornecimento.
A procuradora-chefe da Procuradoria Consultiva, Suely Barros, ressalta que a adoção dos instrumentos padronizados deverá ser devidamente atestada pelo agente público responsável pela elaboração dos editais e demais documentos referentes ao procedimento licitatório, mediante o preenchimento da Declaração de Atendimento, constante no Anexo Único do Decreto nº 47.467/2019.
“Nesta primeira fase do processo de padronização, a adoção dos instrumentos já aprovados não dispensa o envio do procedimento licitatório, em suas fases interna e externa, para análise da PGE, o que será possível oportunamente, por ato específico do procurador-geral do Estado”, reforça a procuradora. “É importante frisar que a obrigatoriedade da utilização das minutas padronizadas independe do valor de alçada previsto no artigo 1º do Decreto nº 37.271/2011”, completa.
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