Covid-19: Pajeú conta com 4.237 casos confirmados, 3.569 recuperados e 84 óbitos
Por André Luis
Tuparetama registrou um novo óbito por Covid-19.
Por André Luis
De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados nesta terça-feira (11.08), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 4.237 casos confirmados de Covid-19. Treze cidades registraram juntas, 120 novos casos nas últimas 24 horas.
Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 2.492 confirmações. Logo em seguida, com 350 casos confirmados está Tabira, São José do Egito está com 307 casos confirmados, Afogados da Ingazeira está com 243 e Carnaíba está com 123 casos.
Calumbi está com 115, Triunfo e Flores tem 91 casos cada, Quixaba tem 73, Itapetim tem 71, Iguaracy tem 55, Brejinho está com 53, Tuparetama tem 46, Santa Cruz da Baixa Verde tem 43 cada, Solidão está com 40, Santa Terezinha tem 32, e Ingazeira tem 12 casos confirmados.
Mortes –Com mais uma morte registrada em Tuparetama, a Região tem agora no total, 84 óbitos por Covid-19. Até o momento, treze cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada 32, Triunfo 9, Afogados da Ingazeira e Carnaíba tem 7 óbitos cada, Tabira tem 6, Flores tem 5, Tuparetama tem 4, Quixaba, Iguaracy e Itapeitm tem 3 cada, São José do Egito e Santa Terezinha tem 2 óbitos cada, Calumbi tem 1 óbito.
Recuperados – A região conta agora com 3.569 recuperados. O que corresponde a 84% dos casos confirmados.
O levantamento foi fechado às 07h45 desta quarta-feira (12.08), com os dados fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.
O ano de 2020 já começou para a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). É que, através do seu projeto de transparência e participação social, o Gestão Cidadã, realizado em colaboração com a União Europeia, a Associação firmou parceria com a ONG United Purpose Brasil, que é ligada a United Purpose, com sede no País de […]
O ano de 2020 já começou para a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). É que, através do seu projeto de transparência e participação social, o Gestão Cidadã, realizado em colaboração com a União Europeia, a Associação firmou parceria com a ONG United Purpose Brasil, que é ligada a United Purpose, com sede no País de Gales, Reino Unido, para a promoção de um curso de Advocacy/Controle Social das Políticas Públicas para representantes das organizações sociais, junto à Rede de Educação Cidadã (Recid) com a Casa do Pequeno Davi.
A parceria chega no último ano de atuação do projeto. Há três anos, o Gestão Cidadã atua em 16 municípios do Estado de Pernambuco, contribuindo para o aperfeiçoamento dos sistemas e tecnologias de gestão, com vistas à transparência e à prestação de serviços públicos de melhor qualidade, com seminários, materiais de apoio, oficinas de capacitação e a construção conjunta de Planos de Ações Municipais, o que levou os municípios a elevarem o seu nível no ranking de transparência elaborado pelo TCE em relação ao ano de 2018.
O curso, que está sendo inicialmente pensado, apresenta uma metodologia referenciada, em uma trajetória de elaboração estratégica, baseado no diálogo e na argumentação legal.
Para a coordenadora do Projeto Gestão Cidadã, Ana Nery, “a parceria com a United Porpuse e, consequentemente, com a Recid e com Casa do Pequeno Davi é importante. Ela vem para contribuir com que a gente engaje ainda mais a sociedade civil em favor da transparência e da melhoria da gestão pública”.
United Purpose
A United Porpuse é referência no Brasil no desenvolvimento de atividades voltadas para a promoção da justiça social, da solidariedade e dos direitos humanos, com ações de enfrentamento à pobreza, promoção do desenvolvimento sustentável, socioeconômico e ambiental junto às populações em situação de vulnerabilidade social a fim de proporcionar a autonomia desses povos.
Nesta sexta-feira (21), a Câmara de Vereadores de Ingazeira realizará uma Sessão Solene para a entrega do Título de Cidadão Honorário da cidade. A cerimônia está marcada para às 9h e acontecerá na sede da Câmara, localizada na Rua Albino Feitosa, S/N, no centro de Ingazeira. Entre os homenageados estão figuras ilustres como o presidente […]
Nesta sexta-feira (21), a Câmara de Vereadores de Ingazeira realizará uma Sessão Solene para a entrega do Título de Cidadão Honorário da cidade. A cerimônia está marcada para às 9h e acontecerá na sede da Câmara, localizada na Rua Albino Feitosa, S/N, no centro de Ingazeira.
Entre os homenageados estão figuras ilustres como o presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Ricardo Paes Barreto, e o prefeito de Ingazeira, Luciano Torres Martins. O título também será concedido ao Padre Luiz Marques Ferreira (Padre Luizinho), ao médico Dr. João Véras Patriota, ao deputado estadual Diogo Moraes e, in memoriam, ao ex-governador Eduardo Henrique Accioly Campos. Em nome do ex-governador, o filho e deputado federal Pedro Campos receberá a honraria.
A entrega do Título de Cidadão Honorário é um reconhecimento da Câmara de Vereadores de Ingazeira às contribuições significativas dessas personalidades para a cidade e o estado de Pernambuco. A cerimônia promete ser um momento de celebração e agradecimento pelo impacto positivo que cada um dos homenageados teve na comunidade.
Político foi levado até Neves, um povoado de Jucati, onde o abandonaram sem roupas. Dinheiro e o carro da vítima foram levados O vice-prefeito da cidade de Angelim, localizada no Agreste do Estado, passou por um grande susto na noite desta sexta-feira (22). Ao chegar em casa, por volta das 18h, Josemir Miranda foi abordado […]
Político foi levado até Neves, um povoado de Jucati, onde o abandonaram sem roupas. Dinheiro e o carro da vítima foram levados
O vice-prefeito da cidade de Angelim, localizada no Agreste do Estado, passou por um grande susto na noite desta sexta-feira (22). Ao chegar em casa, por volta das 18h, Josemir Miranda foi abordado por dois homens armados que o roubaram e sequestraram. O político foi libertado pouco depois.
De acordo com Miranda, os bandidos chegaram a ele no momento em que guardava o carro na garagem. “Eu estava chegando em casa quando os homens, que não tinham mais de 30 anos, me renderam. Eles me mandaram entrar no veículo e deitar no banco de trás, depois disso dirigiram por vários quilômetros”, explicou o vice-prefeito.
Apesar do medo que sentiu, Miranda afirma que tentou ficar o mais calmo possível para que os bandidos não fizessem nada pior. “Eu tentei ao máximo me acalmar. Apesar de estarem armados, os homens diziam a todo momento que não tinham a intenção de me machucar”, contou. Mesmo tendo ficado bastante tempo com os assaltantes, o vice-prefeito afirma que não seria capaz de identificá-los. “Diziam para eu não olhar o rosto deles”.
Após sequestrarem o político, os bandidos o levaram para o povoado de Neves, em Jucati, também no Agreste. Em uma área rural eles mandaram o vice-prefeito tirar as roupas, correr e não olhar para trás, o que ele prontamente fez. Depois disso eles fugiram com a caminhonete S10 da vítima. Além do carro, eles roubaram cerca de R$ 100 que estavam na carteira de Miranda.
“Corri mais ou menos uns 200 metros e visualizei a luz de uma casa. Foi lá que eu consegui ajuda”, disse a vítima. O vice-prefeito acrescentou ainda que acredita que os bandidos não sabiam que ele é político.
O caso foi registrado pelo delegado Elianderson Soares, da Delegacia Regional de Garanhuns. Até o momento, o carro da vítima não foi localizado e ninguém foi preso. (JC On Line)
Incomodada com a circulação de carro de som com o conhecido locutor Adriano Ferreira, a prefeita apresentou na justiça processo por meio do qual pediu a concessão de liminar para suspender a circulação do carro de som com menção ao seu nome, mas foi derrotada. Ao decidir sobre o pedido, no último dia 20 de […]
Incomodada com a circulação de carro de som com o conhecido locutor Adriano Ferreira, a prefeita apresentou na justiça processo por meio do qual pediu a concessão de liminar para suspender a circulação do carro de som com menção ao seu nome, mas foi derrotada.
Ao decidir sobre o pedido, no último dia 20 de agosto, o Juiz de Direito da 1ª Vara Cível de Arcoverde, rejeitou a pretensão de Madalena defendendo a livre manifestação e condenando a censura.
Na decisão proferida no processo nº 0001527-74.2020.8.17.2220, o Juiz destacou que “O valor de uma sociedade livre foi alvo de determinação expressa, como sendo um dos objetivos da República (CF. art. 3º, I) e pressupõe, certamente, o respeito ao direito de expressão. No caso dos autos, houve, na verdade, o exercício da liberdade do pensamento, criação, expressão e informação na norma prevista no art. 220 da Carta da República”.
Ao finalizar a decisão o Juiz, entendeu “que o caso dos autos trata-se de exercício do direito de manifestação e informação, sendo vedado qualquer tipo de censura. Por fim, vislumbro não conter nos autos ataques a honra da demandante”.
Segundo o Portal Folha das Cidades, a nota veiculada no carro de som pelo locutor e apresentador Adriano Ferreira, é cobrando da prefeita Madalena Brito sobre a instalação da CPI para apurar desvios da Secretaria de Assistência Social. Dinheiro que deveria ser direcionado a famílias e pessoas carentes e que estavam sendo desviados utilizando-se de “laranjas”.
G1 Quase 30 mil indícios de irregularidades na aplicação de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) em 2020 e 2021, foram encontradas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), em conjunto com os tribunais de contas estaduais. O Fundeb é um fundo que ajuda a manter as escolas funcionando e […]
Quase 30 mil indícios de irregularidades na aplicação de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) em 2020 e 2021, foram encontradas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), em conjunto com os tribunais de contas estaduais.
O Fundeb é um fundo que ajuda a manter as escolas funcionando e ajuda a pagar, por exemplo, o salário de professores. Através da modalidade, os recursos vêm, de impostos e tributos que, por lei, devem ser aplicados no desenvolvimento do ensino. Uma outra parte do fundo é complementada com recursos da União.
Os indícios de irregularidades verificados vão desde a permanência de pessoas falecidas na folha de pagamentos do fundo até contratação de professores sem formação adequada.
Segundo os dados reunidos pelo TCU:
18.869 escolas públicas do país teriam professores de português e de matemática nas turmas finais do ensino fundamental lecionando as disciplinas sem possuírem formação específica prevista na legislação, o que é proibido pela Lei de Diretrizes de Base da Educação. O problema foi verificado em todos os estados brasileiros, com destaque para o Maranhão;
3.768 entes federados com titularidade indevida da Conta Única e Específica vinculada ao Fundeb. A lei estabelece a obrigatoriedade de os repasses ocorrerem diretamente ao órgão de educação, com o objetivo de garantir a aplicação dos recursos à educação, evitando sua utilização em outras funções de governo;
3.218 entes federados não possuem contas únicas para receberem os recursos do Fundeb. Essas contas obtiveram créditos de diferentes origens, impossibilitando, na prática, saber se o dinheiro foi aplicado corretamente; e
3.315 servidores falecidos recebendo remuneração com recursos do Fundeb. A lei veda o uso dos recursos do Fundeb ou de qualquer outro recurso público para o pagamento a pessoas falecidas. Também é vedado o pagamento de aposentadorias e pensões com recursos do Fundeb.
A identificação dos indícios de irregularidades foi possível devido ao uso de uma ferramenta chamada Sinapse (Sistema Informatizado de Auditoria em Programas de Educação), criada pelo TCU em conjunto com tribunais de contas estaduais. Com essa ferramenta, os tribunais conseguem cruzar e analisar informações de diversos bancos de dados para identificar os indícios de irregularidades.
O projeto começou em 2020. Não foi quantificado, nessa primeira fase, o eventual prejuízo financeiro que as possíveis irregularidades podem ter causado aos cofres públicos. O objetivo, segundo os auditores envolvidos no projeto, é usar os achados de maneira educativa, de forma a orientar o gestor público a corrigir os erros e a não errar mais.
“O objetivo do Sinapse neste momento é ensinar o gestor a proceder corretamente, cessando condutas impróprias ou irregulares”, afirmou o TCU, em nota.
Próximos passos
Com os achados, os órgãos públicos ligados às possíveis irregularidades identificadas deverão prestar esclarecimentos.
Os tribunais de contas locais vão analisar as respostas e decidir como agir em cada caso.
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