Com Emenda Parlamentar de Rogério Leão, Santa Terezinha reforça frota para TFD
Por André Luis
Uma nova Emenda Parlamentar do deputado estadual Rogério Leão, foi destinada ao município de Santa Terezinha, no Sertão, para aquisição de mais um veículo do transporte de pacientes que necessitam de Tratamento Fora do Domicílio (TFD). O investimento é um montante de R$ 120 mil e atende um pedido do vereador Neguim de Danda.
“As viagens dos pacientes que precisam de tratamento médico em outras cidades são muito desgastantes, por isso um veículo novo e confortável é primordial. Com essa medida será possível transportar pacientes do município para cidades com rede hospitalar pública mais estruturada, uma forma de garantir maior acesso da população a tratamentos especializados”, lembrou Rogério Leão.
A Emenda Parlamentar nº 539/2018, no valor de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil), irá custear a aquisição de uma van equipada para o município de Santa Terezinha.
Para o deputado, os municípios distantes dos grandes centros precisam desse tipo de investimento em saúde e “faz parte do trabalho parlamentar, pensar como as pessoas podem ter acesso aos serviços públicos gratuitos”. Rogério Leão é natural de São José do Belmonte, cidade sertaneja que fica a mais de 480km da capital pernambucana e conhece bem a realidade do povo do Sertão.
Após o anúncio do governador Paulo Câmara de que enviaria para a Assembleia Legislativa de Pernambuco, um Projeto de Lei concedendo anistia de impostos para proprietários de motos de até 150 cilindradas, o deputado estadual Rogério Leão comemorou. Ele anunciou que votará favorável ao PL. A medida vale para motocicletas com débitos no IPVA até […]
Após o anúncio do governador Paulo Câmara de que enviaria para a Assembleia Legislativa de Pernambuco, um Projeto de Lei concedendo anistia de impostos para proprietários de motos de até 150 cilindradas, o deputado estadual Rogério Leão comemorou.
Ele anunciou que votará favorável ao PL. A medida vale para motocicletas com débitos no IPVA até dezembro de 2020. De acordo com Rogério Leão, a atitude do chefe do executivo é louvável e digna de reconhecimento.
“É louvável a iniciativa do governador, ao qual agradeço e parabenizo. De antemão, anuncio que votarei a favor desse PL que vai beneficiar milhares de pernambucanos, que tanto foram penalizados pela crise econômica agravada pela pandemia”, destacou Rogério Leão.
Para o parlamentar, o benefício ajudará e trará alívio a muitos pais de família que utilizam de motos para trabalhar, que não tiveram nem têm condições de quitar débitos das suas motocicletas, devido a pandemia do coronavírus.
“Estou comprometido com a aprovação deste PL, que vai beneficiar muitos pais de famílias, trabalhadores que são, em grande escala, do Sertão do nosso estado, em especial da zona rural, que necessitam do transporte [motocicleta] para a labuta diária, em busca do sustento para suas famílias, e que foram prejudicados pela maior crise sanitária que o mundo enfrenta”, explicou o deputado.
Por João Valadares – Valor Econômico O pré-candidato do União Brasil à Presidência da República, Luciano Bivar, tem reunião decisiva amanhã em Pernambuco com o clã da família Coelho, liderada pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), para decidir seu futuro político. Bivar sinalizou aos Coelho nos últimos dias que pode desistir da disputa presidencial para […]
O pré-candidato do União Brasil à Presidência da República, Luciano Bivar, tem reunião decisiva amanhã em Pernambuco com o clã da família Coelho, liderada pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), para decidir seu futuro político.
Bivar sinalizou aos Coelho nos últimos dias que pode desistir da disputa presidencial para apoiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já no primeiro turno das eleições. O ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil), filho do senador, é pré-candidato ao governo do Estado. Ele vai participar do encontro.
A intenção de Bivar, caso a desistência seja concretizada, é tentar uma vaga na Câmara Federal. Existem negociações com o PT para que, em caso de vitória de Lula, o partido o apoiasse para a presidência da Câmara.
Há rumores de que, em troca, o PT retiraria a pré-candidatura de Jerônimo Rodrigues ao governo da Bahia. O principal adversário do PT na Bahia é o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil). Em caso de desistência de Bivar, a hipótese mais provável é de que o partido libere os diretórios no Estado e não apoie o ex-presidente Lula de maneira formal.
Nas contas de Bivar, o caminho para chegar ao Congresso Nacional seria facilitado se o deputado Fernando Filho (União Brasil), filho do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), desistisse de sua candidatura a federal. Desta maneira, Bivar herdaria os votos e teria a eleição praticamente garantida.
A ideia foi rechaçada pelos Coelho. Outro candidato forte do União Brasil em Pernambuco para a Câmara Federal é o ex-governador de Pernambuco Mendonça Filho. Nas contas internas, líderes da legenda acreditam que o partido conseguiria eleger Bivar, Mendonça e Fernando Filho.
Integrantes do PSB e do PT pernambucano indicam que as chances de Bivar concorrer ao Senado na chapa encabeçada pelo deputado Danilo Cabral (PSB) são ínfimas. Na avaliação de petistas e socialistas, seria uma manobra muito arriscada rifar a pré-candidatura de Tereza Leitão (PT) ao Senado.
Danilo enfrenta resistência em parte do eleitorado de esquerda e o nome de Tereza, segundo avaliação destes interlocutores, ajuda a atrair eleitores lulistas.
Pessoas próximas a Miguel Coelho indicam que ele não vai desistir da pré-candidatura ao governo de Pernambuco, mesmo que Bivar declare apoio a Lula já no primeiro turno das eleições. A convenção nacional do União Brasil está marcada para ocorrer no dia 5 de agosto. A convenção estadual do partido em Pernambuco acontece no domingo.
O candidato a Prefeito Sandrinho Palmeira, da coligação “O trabalho avança, com uma nova liderança”, promoveu na manhã deste sábado (02.10), o primeiro adesivaço de campanha. Embora ainda não tenha sido oficialmente inaugurado, as portas do comitê da Frente Popular, na Rio Branco, foram abertas para a atividade. “Tenho ficado muito feliz com a recepção […]
O candidato a Prefeito Sandrinho Palmeira, da coligação “O trabalho avança, com uma nova liderança”, promoveu na manhã deste sábado (02.10), o primeiro adesivaço de campanha.
Embora ainda não tenha sido oficialmente inaugurado, as portas do comitê da Frente Popular, na Rio Branco, foram abertas para a atividade.
“Tenho ficado muito feliz com a recepção do povo nas ruas às nossas propostas, com o carinho que tem demonstrado comigo e com esse conjunto de forças que vai continuar transformando para melhor a vida do nosso povo,” destacou Sandrinho, que esteve acompanhado no adesivaço do seu vice, Daniel Valadares.
Foram disponibilizados para a militância vários modelos de adesivos perfurados para carros. Além dos perfurados, também foram distribuídos adesivos de parede, praguinhas e pragões.
A juventude 40 esteve presente mostrando toda a garra histórica da militância da frente popular de Afogados da Ingazeira.
“É, realmente, uma militância diferenciada. Animada, aguerrida, comprometida com os avanços que conquistamos nos últimos anos e com o que precisamos fazer daqui pra frente,” finalizou Sandrinho.
O comitê da Frente Popular será inaugurado esta semana, com data e hora a ser divulgadas através dos blogs e das redes sociais de Sandrinho Palmeira, no Instagram e Facebook.
Com fotos de Cláudio Gomes Está no Wikipedia: o Carnaval é uma festa que é marcada pelo “adeus a carne” que a partir dela se fazia um grande período de abstinência e jejum, como o seu próprio nome em latim “carnis levale” o indica. Para a sua preparação havia uma grande concentração de festejos populares. Cada lugar e região brincava […]
Está no Wikipedia: o Carnaval é uma festa que é marcada pelo “adeus a carne” que a partir dela se fazia um grande período de abstinência e jejum, como o seu próprio nome em latim “carnis levale” o indica. Para a sua preparação havia uma grande concentração de festejos populares. Cada lugar e região brincava a seu modo, geralmente de uma forma propositadamente extravagante, de acordo com seus costumes.
Pensa-se que terá tido a sua origem na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C, através da qual os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C..3 antes da Quaresma.
É um período de festas regidas pelo ano lunar no cristianismo da Idade Média. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XX.
A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Santa Cruz de Tenerife, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspiraram no Carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas.
Já o Brasil criou e exportou o estilo de fazer carnaval com frevo nas ruas, além de desfiles de escolas de samba exportadas para outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsinque.
O Carnaval do Rio de Janeiro está atualmente no Guinness Book como o maior Carnaval do mundo, com um número estimado de 2 milhões de pessoas, por dia, nos blocos de rua da cidade.
Em 1995, o Guinness Book declarou o Galo da Madrugada, da cidade do Recife, como o maior bloco de carnaval do mundo.
Maior do mundo é também o carnaval de cada folião, que faz da sua festa carnavalesca a maior de todas, em cada canto deste país. Exemplos estão por toda parte como no carnaval do interior de Pernambuco. Ou não é?
Hoje faz três anos da morte de Valdir Teles. O repentista morria em um domingo, vítima de um infarto fulminante. Valdir Teles é tido como um dos maiores nomes da poesia oral brasileira. Estava com 64 anos e faleceu no Sítio Serrinha, onde morava, na Zona Rural de Tuparetama, no Sertão pernambucano, cidade que o […]
Hoje faz três anos da morte de Valdir Teles. O repentista morria em um domingo, vítima de um infarto fulminante. Valdir Teles é tido como um dos maiores nomes da poesia oral brasileira. Estava com 64 anos e faleceu no Sítio Serrinha, onde morava, na Zona Rural de Tuparetama, no Sertão pernambucano, cidade que o adotou ainda criança.
Paraibano de Livramento, no Cariri paraibano, ele se tornou órfão de pai aos onze anos, passou a trabalhar para sustentar a mãe e os quatro irmãos mais novos. Trabalhou na agricultura até os 19 anos. Foi peão nas hidroelétricas de Sobradinho, Itaparica e Paulo Afonso. A arte do repente até 1979, permaneceu mais ou menos latente em Valdir Teles até que aflorou numa cantoria entre Sebastião da Silva e Moacir Laurentino, em São José do Egito. Daí em diante não teria mais volta. Em pouco tempo ele apresentaria um programa de cantoria e viola numa emissora de Patos (PB).
Como escreveu com precisão Zé Teles, Valdir era enorme. Aliás, é, dada a contemporaneidade de seus versos, ouvidos até hoje.
Numa entrevista à radialista Roberta Clarissa, em 2001, sobre a vocação para a poesia, respondeu: “Concordo, o poeta nasce feito, agora ele se aperfeiçoa, ele nasce feito e tem que se aperfeiçoar a muitas coisas, por que se ele nascer feito e não se atualizar, não procurar progredir, aí ele estagna, fica com a fonte estagnada que não vai produzir e acompanhar a evolução de hoje”.
Valdir teles nunca parou de evoluir, deixou vários clássicos para a poesia popular, um destes desenvolvido, com Moacir Laurentino, em torno do mote, Eu ainda sinto o cheiro, do café que mãe fazia. Poete premiado, com apresentações no exterior, Valdir , como grande parte dos cantadores de viola, circulava basicamente no universo particular dos repentistas e apologistas. Gravou vários CDs, DVDs, vendidos em espaços limitados.
A filha, Mariana Teles, deixou uma linda homenagem ao poeta. “Tomada pela saudade dos três anos da partida de painho, divido com os amigos a saudade para ver se fica mais leve de carregar”.
Meu pai,
Faz tanto sentido repetir essas duas palavras quando pronuncio de quem sou filha, que o tempo verbal não muda, não sucumbe com a brevidade da vida, muito menos com os altos e baixos dessa saudade, que hora se faz veloz como o senhor foi nos palcos, outra mansa como o senhor foi na vida.
Partilhei sua benção, seu colo ilimitado, suas renúncias em favor dos nossos sonhos, sua abnegação desmedida, seu coração sem tamanho e sua fé sem limites – por 25 anos de minha vida. Mas continuo a partilhar cotidianamente do seu amor em tudo que foi plantado em mim e vivido por nós.
É o seu amor, Painho, que me salva até quando a saudade insiste em me condenar.
É da lavra do seu carinho que encontro âncora e certeza para não me perder nos caminhos da vida nem esquecer de quem sou e de onde venho.
A firmeza das posições, a fragilidade das emoções, a boa fé intuitiva, a humildade sem precedentes, a paternidade sem comparações. Meu pai foi gente na acepção mais humana da palavra. Poeta – na dimensão mais ampla do ser e PAI na condição ímpar de amar e emprestar as asas e os pés para me fazer voar pelas suas e andar pelos seus.
Aquele domingo de março nunca será sobre o senhor, Painho. É uma agressão ao universo reduzir a existência de um cometa ao dia que Deus escolhe para levá-lo ao espetáculo do brilho eterno e do aplauso sem pausa.
Sobre o senhor, meu pai, será sempre sobre amor, sobre festa. Sobre minha primeira e mais importante escola de solidariedade, de generosidade sem segundas intenções, de inteligência em seu estado mais puro, de carisma mais genuíno e de cidadania mais latente.
Ser tua filha me legou a obrigação de não poder desistir, de perseverar e aprender a tirar leite de pedra e sangue de tapioca. Tirar de onde não tem e colocar onde não cabe, como bem ensinou Pinto.
É a sua luz que acende as lamparinas da minha alma, quando a saudade teima em deixar tudo breu. Na sua coragem, eu encontro terra para os pés e sangue para os meus olhos.
É quase uma imposição moral não desistir nem me render a saudade que aprendeu me fazer sangrar pelos olhos e chorar pela alma.
Carregar teu sangue é misturar a força do Cariri com a resiliência do Pajeú e encarar de peito aberto o palco e a vida. Sem pestanejar. Na velocidade do seu repente, sem tomar o fôlego.
Obrigada pelo amor, pelos nossos olhos que brilharam tanto de orgulho um do outro, pelo seu colo e seu cheiro em todos os instantes. Por ser tudo o que nunca me faltou. Nem agora.
E Obrigada meu Deus, por permitir ter pai e ser filha. Pelas estradas, os extremos, os palcos, as lições, a vida ao lado do coração mais puro que eu já vi e que mora dentro de mim. Que bate junto com o meu. Até mais do que o meu em mim.
Obrigada, Painho
Sua luz segue firme clareando meus caminhos. O timbre da sua voz é o que eu conheço mais perto do céu.
Voar sem a sua segunda asa é cada dia mais difícil. Mas cada dia mais necessário. Te sinto tão em mim s tão perto – em tudo e sempre – que a medida que não deixei de ser Mariana de Valdir, me tornei Mariana por Valdir.
Três anos é sempre muita coisa e quase nada, perto desse amor que não começou e nem vai terminar nessa vida.
Continua pedindo a Deus por mim, pelos meninos e por Mainha – que eu vou continuar transformando a saudade em versos e o luto em luta.
Te amo – e isso nunca teve nada a ver com essa existência.
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