Notícias

Com apoio de Gilson Bento, Rossinei bate atual presidente e vai gerir Câmara em 2023

Por Nill Júnior

O vereador Rossinei Cordeiro, do Republicanos,  venceu a dusputa contra o atual presidente,  Ligekson Lira (PSB) e será o presidente do biênio 2023-2024 da Câmara de Brejinho.

Ele teve o apoio do prefeito Gilson Bento, que é do seu partido.  Governistas comemoraram com direito a foguetório nas ruas da cidade.

A chapa tem ainda os vereadores Tony de Zerivan ( Republicanos) Vice-presidente e Felipe Rocha (Republicanos), como Secretário. Ele ainda contou com votos dos vereadores Francisco de Vera (Republicanos) e Galeguinho do Milhão (PSB), o voto que decidiu a peleja.

O atual presidente Ligekson Lira (PSB) teve três votos. A chapa tinha ainda Chico Dudu (PSB) e Ronaldo Delfino (PSB). O vereador Inácio Teixeira esteve ausente da votação.

Rossinei Cordeiro de Araujo tem 39 anos. Nascido em Teixeira,  cumpre mais um mandato e volta a presidir a casa.

Exatamente a três anos, em 30 de novembro de 2018, era eleito por unanimidade para presidir a Câmara de Vereadores de Brejinho no biênio 2019-2020. A época militava no PTB.

Outras Notícias

Miguel Coelho anuncia R$ 46 milhões para infraestrutura e abastecimento

A maior parte dos recursos será destinada para asfaltar em torno de 250 vias em diversas comunidades petrolinenses. A outra fatia permitirá concluir o sistema de abastecimento de água do distrito de Nova Descoberta e do Assentamento Mansueto de Lavor. O ato simbólico foi acompanhado pelo senador Fernando Bezerra, os deputados Fernando Filho e Antonio […]

A maior parte dos recursos será destinada para asfaltar em torno de 250 vias em diversas comunidades petrolinenses. A outra fatia permitirá concluir o sistema de abastecimento de água do distrito de Nova Descoberta e do Assentamento Mansueto de Lavor.

O ato simbólico foi acompanhado pelo senador Fernando Bezerra, os deputados Fernando Filho e Antonio Coelho, além do superintendente regional da Codevasf, Aurivalter Cordeiro. No rápido encontro, Miguel afirmou que o anúncio sinaliza para a continuidade do ritmo intenso de transformação urbana que a cidade sertaneja vivencia há quatro anos.

“É uma ótima forma de fechar o ano e uma notícia que traz ânimo, esperança para nossa Petrolina. Como tenho dito sempre, o desafio do segundo mandato é trabalhar mais do que no primeiro, trazer mais recursos, mais obras, avançar na qualidade de vida do povo petrolinense. Acredito que será possível fazer muito mais nesses próximos anos porque temos força política, grandes lideranças que ajudam Petrolina, uma equipe competente e muita vontade de seguir fazendo de Petrolina um exemplo para nosso estado”, destacou o prefeito Miguel.

Saiba quais: STF começa julgamento que pode anular mandatos de deputados

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve começar a julgar nesta sexta-feira, 7, ações que questionam o cálculo das sobras eleitorais e podem resultar na anulação dos mandatos de sete deputados federais. São eles: Sílvia Waiãpi (PL-AP), Sonize Barbosa (PL-AP), Professora Goreth (PDT-AP), Dr. Pupio (MDB-AP), Gilvan Máximo (Republicanos-DF), Lebrão (União Brasil-RO) e Lázaro Botelho (PP-TO). […]

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve começar a julgar nesta sexta-feira, 7, ações que questionam o cálculo das sobras eleitorais e podem resultar na anulação dos mandatos de sete deputados federais.

São eles: Sílvia Waiãpi (PL-AP), Sonize Barbosa (PL-AP), Professora Goreth (PDT-AP), Dr. Pupio (MDB-AP), Gilvan Máximo (Republicanos-DF), Lebrão (União Brasil-RO) e Lázaro Botelho (PP-TO). A análise, em plenário virtual, vai até 17 de abril.

As ações, propostas por Rede, PSB, Podemos e PP, pedem que todos os partidos que participaram das eleições sejam incluídos na distribuição das vagas das sobras eleitorais. Era assim até 2022, quando passou a valer uma nova lei com critérios mais rígidos.

Agora, é preciso que o partido atinja pelo menos 80% do quociente eleitoral, e o candidato deve ter atingido pelo menos 20% para ocupar uma dessas vagas.

   
Datafolha: 79% dos brasileiros apoiam vacinação de crianças

Oito em cada dez brasileiros (79%) apoiam a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19, aponta pesquisa Datafolha divulgada hoje. Outros 17% rejeitam a imunização para essa faixa etária. A pesquisa de opinião foi realizada por telefone com 2.023 pessoas com 16 anos ou mais, em todos os estados do país, […]

Oito em cada dez brasileiros (79%) apoiam a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19, aponta pesquisa Datafolha divulgada hoje. Outros 17% rejeitam a imunização para essa faixa etária.

A pesquisa de opinião foi realizada por telefone com 2.023 pessoas com 16 anos ou mais, em todos os estados do país, entre os dias 12 e 13 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Os 79% dos entrevistados de 16 anos ou mais de idade que defendem a medida equivalem a 132,5 milhões de pessoas, segundo o Datafolha.

A pergunta feita aos entrevistados foi:

Na sua opinião, crianças de 5 a 11 anos deveriam ou não ser vacinadas contra a Covid? Sim: 79%; Não: 17%; Não sabe: 4%.

Na divisão por sexo, 83% das mulheres entrevistadas pela pesquisa são a favor da vacinação, contra 75% dos homens. Na outra ponta, 11% das mulheres e 22% dos homens disseram que as crianças de 5 a 11 anos não deveriam ser vacinadas.

Veja abaixo a divisão da opinião dos entrevistados por região:

Sudeste: 83% acham que as crianças de 5 a 11 anos deveriam ser vacinadas contra Covid e 14% são contrários; Nordeste: 78% são a favor e 18%, contra; Centro-Oeste/Norte (o levantamento agrupou essas duas regiões do Brasil): 77% a 20%; Sul: 72% a 21%.

Leia a íntegra da matéria no g1 clicando aqui.

João Campos nega arrumação por Marília Arraes

O prefeito do Recife, João Campos, postou em suas redes sociais que é mentirosa a notícia de que esteve em Brasília negociando o ingresso de Marília Arraes na chapa do PSB como candidata ao Senado. “É mais uma mentira de quem quer tumultuar o debate eleitoral”, escreveu. Os últimos dias tem sido tumultuados em relação […]

O prefeito do Recife, João Campos, postou em suas redes sociais que é mentirosa a notícia de que esteve em Brasília negociando o ingresso de Marília Arraes na chapa do PSB como candidata ao Senado.

“É mais uma mentira de quem quer tumultuar o debate eleitoral”, escreveu.

Os últimos dias tem sido tumultuados em relação ao futuro da petista.  Já Carlos Veras,  que aparece com preferência para a disputa,  disse na visita do governador Paulo Câmara ao Pajeú que falta pouco para o PT fechar a definição.

Carlos foi uma das estrelas da vinda de Câmara à região,  a ponto de ser tratado como “senador” pelos aliados prefeitos e lideranças políticas.

Projeto de Humberto que implanta sistema de controle de remédios vai virar lei

A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei de autoria do líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), que determina a implantação gradual de um sistema de controle de remédios que vai permitir rastreá-los durante toda a sua cadeia produtiva, desde a produção na indústria farmacêutica até a chegada ao consumidor final. A medida, […]

thumbnail_foto-alessandro-dantasA Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei de autoria do líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), que determina a implantação gradual de um sistema de controle de remédios que vai permitir rastreá-los durante toda a sua cadeia produtiva, desde a produção na indústria farmacêutica até a chegada ao consumidor final.

A medida, que segue para sanção presidencial, visa coibir a circulação de medicamentos falsificados e furtados no país.

De acordo com Humberto, a logística de movimentação dos produtos farmacêuticos, que inclui as etapas de produção, distribuição, comercialização e dispensação de medicamentos, é complexa e alvo frequente de problemas.

Por isso, ele propôs a criação de uma identificação unitária e exclusiva dos medicamentos, seguida da captura, do armazenamento e da transmissão eletrônica desses dados de identificação individual, ao longo de todo o trajeto percorrido pelos fármacos.

Segundo estimativa feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no ano passado, a cadeia farmacêutica no Brasil é composta por 217 empresas detentoras de registro que comercializavam medicamentos; 3,9 mil empresas classificadas como comércio atacadista (distribuidores); 242 mil estabelecimentos de saúde e 71,2 mil farmácias. O sistema comercializa R$ 3,9 bilhões de embalagens de medicamentos ao ano.

“A falta de fiscalização sobre esse complexo sistema de distribuição permite que ocorra tanto o roubo de mercadorias quanto a circulação de medicamentos falsificados, com data de validade vencida ou com falhas de fabricação. Além das questões de natureza comercial e tributária, as mais temidas consequências desses problemas são os agravos à saúde das pessoas”, afirma.

Para o senador, as maiores consequências para os pacientes são os efeitos farmacológicos indesejados, como o agravamento da doença devido à má qualidade do produto. Ele ressalta que vários países adotaram medidas semelhantes para aumentar o controle sobre o fornecimento de remédios e a fim de melhorar o acompanhamento dos fármacos em toda a cadeia de distribuição.

“Esse processo requer a identificação dos produtos por meio de números de série inseridos nas embalagens. Graças a essa identificação, pode-se obter informações – armazenadas em banco de dados informatizado – sobre todo o caminho do medicamento até o paciente. Esse sistema de controle é habitualmente conhecido como rastreabilidade”, explica.