Clubes de Brasília se reúnem no clube do congresso
Por André Luis
O SINDLAZER – Sindicato de Clubes, Lazer e Esportes do Distrito Federal, presidido por Claudionor Pedro dos Santos e o CBC – Comitê Brasileiro de Clubes, presidido por Arialdo Boscolo, reuniram neste sábado (14), presidentes e diretores dos 40 clubes associados do Distrito Federal, no Clube do Congresso, em Brasília, que é presidido pelo deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE).
Na pauta desta reunião, se discutiu a Convenção Coletiva de Trabalho, que acontecerá no Auditório do SINDIPOL – Sindicato dos Policiais Federais, em Brasília, no próximo dia 05 de maio; o Seminário Interclubes Sindlazer, e a participação do Sindicato de Clubes, Lazer e Esportes do Distrito Federal. Também foram discutidas as reformas da Previdência e Tributária, dentre outros assuntos.
Segundo Gonzaga Patriota, o Distrito Federal conta com 40 Clubes com mais de 50.000 associados que empregam mais de 2.000 servidores. Esses Clubes faturam aproximadamente 20 milhões de reais por mês, recursos distribuídos na economia do Distrito Federal.
Por entender que os Clubes Sociais do Brasil carecem participar da pauta de votações do Congresso Nacional, em defesa dos seus associados, o presidente do clube do congresso, Gonzaga Patriota, na qualidade de parlamentar, se colocou à disposição dos seus sindicatos e do Comitê Brasileiro de Clubes para essa pauta.
Um tremor de terra foi registrado na tarde deste domingo (17) em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. O abalo sísmico foi sentido pelos moradores de diversos bairros do município. O Laboratório de Sismologia (LabSis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) confirmou o tremor. A magnitude na Escala Richter foi de 2.7. De […]
Um tremor de terra foi registrado na tarde deste domingo (17) em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. O abalo sísmico foi sentido pelos moradores de diversos bairros do município.
O Laboratório de Sismologia (LabSis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) confirmou o tremor. A magnitude na Escala Richter foi de 2.7.
De acordo com LabSis, o abalo é considerado de baixa intensidade, mas foi sentido pela população devido ao epicentro ter sido registrado no município.
Governadores do Nordeste se encontram em Salvador (BA), para discutir temas de interesses da região e instalar o Consórcio Interestadual Sustentável do Nordeste, criado em março deste ano. Essa, pelo menos, é a pauta oficial prevista para o encontro, que é realizado no Centro Administrativo da Bahia. Além disso, espera-se também uma reação conjunta dos […]
Governadores do Nordeste se encontram em Salvador (BA), para discutir temas de interesses da região e instalar o Consórcio Interestadual Sustentável do Nordeste, criado em março deste ano.
Essa, pelo menos, é a pauta oficial prevista para o encontro, que é realizado no Centro Administrativo da Bahia. Além disso, espera-se também uma reação conjunta dos gestores contra o presidente Jair Bolsonaro, que, há pouco mais de 10 dias, fez declarações que foram consideradas discriminatórias com a região e seus moradores.
Além do pernambucano Paulo Câmara e do anfitrião Rui Costa (PT-BA), já estão presentes os governadores Flávio Dino (PCdoB-MA), Wellington Dias (PT-PI), Fátima Bezerra (PT-RN), João Azevêdo (PSB-PB) e Belivaldo Chagas (PSC-SE). A vice-governadora do Ceará, Izolda Cela (PDT), está na reunião, já que o governador Camilo Santana (PT) está com uma virose, segundo a assessoria de imprensa do governo cearense.
O vice-governador de Alagoas, Luciano Barbosa (MDB), representa o governador Renan Filho, também emedebista, chefe do executivo do estado.
Também foram convidados para o Fórum do Nordeste em Salvador os senadores baianos Jaques Wagner (PT) e Otto Alencar (PSD) e o ex-ministro da Previdência nos governos Lula e Dilma Rousseff, Carlos Gabas. Há expectativa de que também seja discutida a Reforma da Previdência, que será votada em 2º turno na Câmara dos Deputados no dia 6 de agosto. Por enquanto, o texto aprovado em 1º turno não incluiu estados e municípios.
Ainda nesta manhã, os gestores nordestinos pretendem divulgar as primeiras medidas do Consórcio do Nordeste, criado em março e compartilhado entre os nove estados região após aprovação das Assembleias Legislativas. A iniciativa tem como objetivo firmar parcerias entre as unidades federativas, bem como economizar recursos financeiros.
Com o consórcio, a expectativa é de que poderão ser feitas, por exemplo, compras compartilhadas entre os Estados. Isso reduz, em tese, os custos dos produtos e dos serviços. As alianças entre os estados poderão acontecer nos âmbitos de desenvolvimento econômico e social, infraestrutura, tecnologia, segurança pública, administração prisional, meio ambiente, entre outras áreas.
A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou na manhã desta quinta-feira, 19 de setembro de 2024, a 45ª Operação de Repressão Qualificada do ano, batizada de “TV Pirata”. A ação, coordenada pela Diretoria Integrada Especializada (DIRESP) e sob a presidência do delegado Eronides Meneses, titular da Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DPCRICI), tem […]
A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou na manhã desta quinta-feira, 19 de setembro de 2024, a 45ª Operação de Repressão Qualificada do ano, batizada de “TV Pirata”. A ação, coordenada pela Diretoria Integrada Especializada (DIRESP) e sob a presidência do delegado Eronides Meneses, titular da Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DPCRICI), tem como objetivo desarticular uma associação criminosa envolvida em violação de direitos autorais e lavagem de dinheiro.
A investigação teve início em maio de 2024 e envolveu um trabalho minucioso para identificar o grupo que operava na prática de crimes cibernéticos. Nesta quinta-feira, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão domiciliar, além do bloqueio judicial de ativos financeiros, todos expedidos pelo Juízo da Vara Única da Comarca de Carnaíba.
Vinte policiais civis, incluindo delegados, agentes e escrivães, participaram da operação, que contou ainda com o apoio técnico da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil (DINTEL) e do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB/LD). A Polícia Científica também prestou suporte operacional.
Os mandados estão sendo cumpridos em Carnaíba, e o material apreendido será encaminhado para a Delegacia Seccional de Afogados da Ingazeira (DESEC). Detalhes adicionais da operação serão divulgados posteriormente pela assessoria de comunicação da Polícia Civil de Pernambuco.
Ação foi realizada pelo MPT, no Recife. Mulher terá direito a uma indenização de R$ 259 mil por ter trabalhado desde 1979 sem salários e outros benefícios. Por Ricardo Novelino/g1 PE Uma empregada doméstica que passou 43 anos em condições análogas à escravidão foi resgatada em uma operação realizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). […]
Ação foi realizada pelo MPT, no Recife. Mulher terá direito a uma indenização de R$ 259 mil por ter trabalhado desde 1979 sem salários e outros benefícios.
Uma empregada doméstica que passou 43 anos em condições análogas à escravidão foi resgatada em uma operação realizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). Segundo a instituição, desde a adolescência, a mulher exerceu as funções em uma casa, no Recife, sem carteira assinada, salários, férias, folgas ou qualquer benefício de Previdência Social.
Agora, aos 54 anos de idade, ela está morando com uma irmã e terá o direito a receber indenização de R$ 250 mil. “Diziam que ela era quase da família”, declarou o procurador do Trabalho Leonardo Osório, que atuou no caso.
O resgate ocorreu no dia 22 de junho, depois de o MPT receber denúncias anônimas sobre a situação da doméstica. Além dos afazeres na residência, ela também atuava como babá. Durante todo esse período, trabalhou em todos os turnos, sem vínculo empregatício.
“Ela foi retirada de casa em 1979, no interior da Bahia, e veio para Pernambuco para trabalhar na casa dessa família. Quando descobrimos o caso, deixamos claro que não existe essa história de ser quase da família. Se existia algum tipo de ligação afetiva, ela não deveria ter ficado tanto tempo nessas condições”, afirmou Leonardo Osório.
Durante a operação, foi constatado que a trabalhadora foi entregue à família pelo próprio pai. A guarda dos documentos da empregada doméstica pelos empregadores também caracterizou “o trabalho forçado”.
“Ela passou boa parte do tempo na dependência de empregada da casa. Depois, chegou a se mudar para um quarto. Ela não tinha sinais de maus tratos e até podia sair de casa. O problema é que ela não tinha vida fora daquela família e não sabia bem qual era a condição dela”, comentou.
Ao fazer o resgate, o MPT em Pernambuco entrou em contato com a família e foi feito um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Assim, ficou acertado que haverá o pagamento de indenização pelo período trabalhado, contado desde 1979.
“Ela já recebeu R$ 80 mil e vai, até o fim deste ano, ganhar mais duas parcelas de R$ 10 mil. Depois, serão 60 vezes de R$ 2,5 mil”, explicou o procurador do Trabalho.
De acordo com Osório, resgates como esse comprovam que ainda existe trabalho doméstico escravo, apesar das conquistas da categoria nas últimas décadas.
Para ele, o fato de a atividade ser exercida na particularidade dos ambientes residenciais dificulta que essas histórias sejam reveladas e os trabalhadores, libertados.
“Para que essas situações sejam extintas, é necessário que toda a sociedade mantenha um olhar atento para com o próximo”, afirmou.
De acordo com o procurador, a trabalhadora resgatada recebeu, ainda, três parcelas do Seguro-Desemprego do Trabalhador Resgatado.
A operação foi realizada, de forma coordenada, por auditores fiscais do Trabalho da Superintendência Regional do Trabalho (SRTb/PE).
No programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM de Tabira, desta terça-feira (23), Dona Carliana Silva, mãe de Luiz Davi, um menino de apenas 10 anos que faleceu recentemente após ser diagnosticado com dengue hemorrágica, fez uma participação contundente. Ela rebateu as declarações do médico e diretor do Hospital de Tabira, Jéferson Beniz, que esteve […]
No programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM de Tabira, desta terça-feira (23), Dona Carliana Silva, mãe de Luiz Davi, um menino de apenas 10 anos que faleceu recentemente após ser diagnosticado com dengue hemorrágica, fez uma participação contundente.
Ela rebateu as declarações do médico e diretor do Hospital de Tabira, Jéferson Beniz, que esteve no programa anteriormente, defendendo o atendimento prestado ao garoto.
O médico afirmou, em sua participação, que não houve erro no tratamento de Luiz Davi e negou qualquer falha em sua condução. No entanto, Dona Carliana contestou essas declarações, fornecendo detalhes do ocorrido desde o momento em que seu filho começou a apresentar sintomas.
“Eu vi e fiquei indignada, sabe, com as coisas que ele falou. Porque, como eu disse, sou uma mulher, mas fui criada assim, na verdade, e era isso que passava para meus filhos. O sangue pode estar dando na canela, meu filho, mas fale a verdade, que ela prevalece em qualquer lugar. Era isso que eu passava, e quando vi, disse: isso não pode estar acontecendo, não foi isso. Aí, eu disse: tenho que esclarecer o que realmente aconteceu”, destacou Dona Carliana.
Segundo Dona Carliana, seu filho chegou ao hospital com febre e dor de garganta, mas já vinha sendo medicado em casa com Dipirona e Decongex – medicamentos receitados em outro atendimento – sem melhora significativa da febre. Ela relata que, ao chegar ao hospital, o médico Jéferson Beniz não considerou os outros sintomas relatados, como dores no corpo e de cabeça.
“Ele já vinha tomando a medicação, na quinta-feira eu fui para o hospital e a médica passou a medicação, que foi Dipirona e Decongex. Em casa, estava administrando Dipirona de 6 em 6 horas, mas a febre dele não baixava. Na sexta-feira, antes de ir para o hospital, dei um banho nele com água gelada e administrei a medicação, quando chegamos ao hospital ele estava com 38.3 de febre. Aí, ele disse que o menino estava apenas febril e com a garganta inflamada, mas quando perguntou o que o menino tinha, eu disse que estava com muita dor no corpo, febre e dor de cabeça”, relatou Dona Carliana.
A mãe também mencionou que o médico prescreveu Nimesulida para ser administrada ao menino, o que, segundo ela, foi um erro grave, pois esse medicamento não deve ser dado a pacientes com suspeita de dengue, conforme orientação da equipe médica do Hospital Eduardo Campos, para onde o garoto foi transferido.
“Eu dei o remédio na sexta-feira, às 6 horas que ele passou o remédio para ele tomar de 12 em 12 horas, daí, no sábado, eu botava até o celular para despertar para dar no horário certinho às 6 horas da manhã e no sábado à noite, é tanto que eu fiquei feliz que ele estava sem febre, tava geladinho, só que ele continuavam sentindo muito dor no corpo dor de cabeça”, relatou.
Ainda segundo o relato de Dona Carliana, Luiz Davi foi deitar e cochilou, mas acordou querendo ir ao banheiro depois voltou para a cama, mas não conseguiu dormir pois estava agoniado, se virando de um lado para o outro e voltou ao banheiro.
“Aí levantou para ir ao banheiro de novo, quando ele levantou levantou a tampa do vaso e começou a vomitar, vomitar muito, só que de início eu não soube identificar que era sangue. Aí eu fiquei preocupada pela cor do vômito dele que era tipo uma borra de café escuro sabe, misturado com água. Aí foi que ficou diferente, eu não soube de identificar que era sangue, ele começou a vomitar e eu comecei a ficar agoniada”, contou a mãe.
Após ver o filho vomitando muito, Dona Carliana decidiu levar Luiz Davi de volta ao hospital de Tabira. “Era sangue, só que eu não soube identificar, eu já vim identificar no hospital, porque quando ele vomitou no cesto deu para ver que era sangue e a técnica que viu ele vomitando viu a cor. A médica veio de imediato, atendeu ele e olhou o vômito aí já desconfiou e disse: vamos fazer de urgência e vou solicitar um hemograma para ele, dependendo do hemograma ou ele fica ou vai ser transferido”.
A mãe de Luiz Davi revelou que o filho voltou a vomitar quando desceu da ambulância já no Hospital Eduardo Campos em Serra Talhada.
“Ele vomitou, doutor Thales, inclusive, ele presenciou entrou comigo lá dentro e já providenciou tudo, passou todas as informações dos medicamentos que ele tinha tomado aqui em Tabira e disse o que realmente estava acontecendo. Inclusive, ele mandou eu me acalmar e disse que o caso de Luís Davi era grave, disse: Carliana, tenha calma que o caso dele é grave, mas se Deus quiser vai dar tudo certo que ele é uma criança”, contou.
Dona Carliana também comentou a fala do médico Jéferson Buniz, que durante a sua entrevista chegou a questionar o que teria acontecido em Serra dizendo que Luiz Davi havia saído de Tabira vivo.
“Ele saiu vivo, mas em estado grave. A todo momento os médicos tentaram reverter a situação de Luiz Davi. Os médicos de lá não são médicos, são anjos enviados por Deus, porque eu nunca vi na face da terra uns médicos como aqueles que atenderam meu filho. A todo momento ele fazia carinho no meu filho, abraçava fazia massagem, pois ele dizia que estava sentindo muita dor nas pernas, muita dor no peito, então ele fazia massagem”, contou.
Ela ressaltou que seu único desejo era buscar uma solução para a saúde de seu filho e que confiava na orientação médica. Além disso, a mãe relatou o sofrimento vivido durante o atendimento do filho em Serra Talhada, onde, apesar dos esforços da equipe médica, Luiz Davi não resistiu.
“Desde o momento que ele entrou lá na sala vermelha, ele foi bem atendido, bem recebido, foram ágeis para fazer a medicação, para fazer todos os procedimentos de exame para levar ele para a UTI e na UTI foi que ele foi bem tratado mesmo. O médico sempre estava ali do lado dele tentando reverter o quadro. ele disse: mãe a situação dele é difícil, mas vamos conseguir, ele está respondendo bem a medicação. Só que de repente ele teve uma piora”, esclareceu Dona Carliana.
Por fim, Dona Carliana reiterou que não busca envolvimento político ou compensação financeira, mas sim o reconhecimento dos erros médicos e a garantia de que outras famílias não passem pelo mesmo sofrimento.
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