O candidato do PDT à Presidência nas eleições 2018, Ciro Gomes, deixou irritado o Projac, os estúdios da TV Globo onde foi realizado o último debate antes do primeiro turno. Na madrugada de hoje, após entrevista a jornalistas que sucedeu o confronto, ele disse: “Nunca mais quero pisar neste lugar.”
O pedetista se irritou porque ao chegar ao camarim, findo o debate, encontrou um oficial de Justiça que estava ali para entregar a ele notificação de ação movida pelo ex-prefeito de São Paulo João Doria (PSDB), candidato tucano ao governo do Estado. Ciro o chamou de “farsante”, o que motivou a ação. Ciro estranhou o fato de o caso estar na Justiça do Rio, sendo ele do Ceará e Doria, de São Paulo.
Ele chegou para a entrevista, realizada num outro espaço do Projac, bastante contrariado. Disse que chamou Doria de “farsante” quando de fato queria dizer “corrupto”.
Sobre o debate, afirmou que “a Globo não manda” no voto dos brasileiros. “Estou preocupado com a sorte do Brasil. Meu País está caminhando para um precipício. Eu peço ao brasileiro que pense muito antes de votar num despreparado que representa os interesses mais subalternos do baronato brasileiros ou no petismo. Confio no povo brasileiro”. Ele se referia à polarização entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).
Gestora consegue recomendação de aprovação de todas as contas de sua gestão O Tribunal de Contas julgou a Prestação de Contas de Governo da Prefeitura Municipal de Brejinho, relativas ao exercício financeiro de 2020, de responsabilidade da ex-prefeita Tânia Maria. “É com grande alegria que estou passando aqui para partilhar com todos vocês a maravilhosa […]
Gestora consegue recomendação de aprovação de todas as contas de sua gestão
O Tribunal de Contas julgou a Prestação de Contas de Governo da Prefeitura Municipal de Brejinho, relativas ao exercício financeiro de 2020, de responsabilidade da ex-prefeita Tânia Maria.
“É com grande alegria que estou passando aqui para partilhar com todos vocês a maravilhosa notícia que recebi hoje, O Tribunal de Contas do Estado (TCE) aprovou minhas prestações de contas referentes ao ano de 2020. Sendo assim, todas as contas de minha gestão entre 2017-2018,2019 e 2020 foram aprovadas pelo TCE”, pontuou Tania ao blog do Marcelo Patriota.
De fato, a gestão da prefeita, que foi Secretária de Finanças do ex-prefeito Zé Vanderley, teve rigor fiscal e jurídico, garantindo o feito, raro em termos de gestão. Tânia recentemente se alou ao prefeito Gilson Bento, do Republicanos.
E acrescentou : “Isso muito me alegra, pois toda minha gestão foi pautada na honestidade e no objetivo de fazer de minha amada Brejinho uma cidade cada vez mais desenvolvida. Trabalhei incansavelmente por isso. Hoje tenho a satisfação do dever cumprido, com todas as minhas contas aprovadas pelo TCE, sigo minha jornada de cabeça erguida, sempre buscando o melhor para a nossa terra, para a Terra Mãe do Rio Pajeú”, disse Tânia.
Por Magno Martins, jornalista e cunhado de Socorro Martins Tia Coca, como assim a tratava carinhosamente minha Nayla desde o dia em que a conheceu minha doce cunhada Socorro, e com ela criou um laço inquebrantável de irmandade, tinha um traço da personalidade da minha mãe Margarida: uma incrível capacidade de transformar momentos tristes em […]
Por Magno Martins, jornalista e cunhado de Socorro Martins
Tia Coca, como assim a tratava carinhosamente minha Nayla desde o dia em que a conheceu minha doce cunhada Socorro, e com ela criou um laço inquebrantável de irmandade, tinha um traço da personalidade da minha mãe Margarida: uma incrível capacidade de transformar momentos tristes em alegres. Para ela, a vida era um eterno carnaval, um reino de alegria jamais vencido em momento algum pela tristeza.
Com ela, aprendemos uma lição nesta longa convivência: a alegria evita mil males e prolonga a vida. Tia Coca, não tenho nenhuma dúvida, se inspirava em Bob Marley: “Seja feliz do jeito que você é, não mude sua rotina pelo que os outros exigem de você. Simplesmente viva de acordo com o seu modo de viver, alegre para sempre”.
A sua energia, sempre para cima feito foguete, nos contagiava. Ao compartilhar a minha dor, ontem, com meu amigo Eduardo Monteiro, ele me disse: “Ficamos, Cláudia e eu, impressionados com o bom humor contagiante de Socorro. Foi ela que deu o tom da festa, puxou todo mundo para dançar”. Eduardo se referia à festa do meu casamento com Nayla, no último dia 13, em Arcoverde.
Ele e Cláudia dividiram a alegria de terem sido escolhidos padrinhos juntamente com meu irmão Augusto Martins e sua Coca. “Parecia que ela estava se despedindo”, comentou Eduardo. A morte da nossa Coca foi uma fatalidade, consequência da imprudência de um motorista na ultrapassagem de uma faixa proibida na BR-232, entre Sanharó e Belo Jardim, no início da noite de ontem.
Soubemos da triste notícia, minha Nayla e eu, quando já estávamos em Serra Talhada para cumprir agenda de lançamento do meu livro. Fomos para Afogados da Ingazeira no sábado passado para nos divertir na Expoagro com Coca e Augusto, mas infelizmente não tivemos esta felicidade, porque lá só encontramos Augusto. Chegamos a propor a Coca sua vinda numa condução que iríamos providenciar, só para tê-la ao nosso lado no show de Paula Fernandes.
Mas ela alegou que teria que cumprir até o fim a agenda de uma conferência de saúde estadual, etapa importante para seleção dela para a conferência nacional em Brasília. A morte é um desígnio de Deus. Está escrito nas estrelas, na palavra da vida: “Os desígnios de Deus são incompreendidos num primeiro momento. Por vezes, a compreensão é procrastinada, não por culpa de Deus, mas por nossa própria culpa, que não entendemos as diferenças entre o tempo do mundo e o tempo da alma.”
O tempo de Deus não é o nosso tempo. Pelo tempo divino, perdemos nossa Coca. Pelo nosso tempo, ela ficaria a vida inteira aqui a nos alegrar. Tia Coca era como escreveu Clarice Lispector: “Erguia-se para uma nova manhã, docemente viva. E sua felicidade era pura como o reflexo do sol na água”.
Chaplin, com a sua sapiência, dizia que a vida é maravilhosa se não se tem medo dela. Tia Coca nunca teve o sentimento do medo. No lugar do medo, a imensa disposição para viver. Sempre se sentia feliz por estar viva: apesar da guerra, das más notícias, não era capaz de matar nela a simples alegria de viver. De viver com intensidade.
Vivia brincando e brincava para viver. Quando chegou a pandemia, um dos piores momentos da humanidade, ela matava o tempo do recolhimento em casa com um bom vinho, brincando: “Meu cunhado, eu nunca imaginei que viesse a chegar um dia no qual as minhas mãos viessem a ver mais álcool do que o meu fígado”, numa referência a obrigatoriedade de lavar as mãos com álcool por várias vezes ao longo do dia.
Além de alegre e brincalhona, Tia Coca preservava um zelo familiar invejável. Ontem, pela manhã, ao se emocionar com a minha crônica domingueira em homenagem a Mãe Quitéria, mãe-avó de minha Nayla, ela me deu um puxão de orelhas: ir aos Estados Unidos para conhecer Lion, meu primeiro netinho. Assim escreveu, está salvo no meu celular: “Que crônica linda, meu cunhado! Está na hora de você conhecer seu neto Lion. Ele precisa ter memórias suas também”.
Que mulher maravilhosa! A saudade já está muito grande! A partir de agora, vou me escrever no clube da saudade, que tem uma taxa, porque saudade é o preço que se paga por viver momentos inesquecíveis. E quantos momentos vivemos com a nossa tia Coca!
Na noite que antecedeu a sua morte, Eduardo Campos, esteve no estúdio da TV Globo, no Rio, onde foi entrevistado no “Jornal Nacional” pelos âncoras do programa, William Bonner e Patrícia Poeta. Em nota, os dois jornalistas descreveram os bastidores da entrevista e suas impressões do candidato. “Conheci Eduardo Campos ontem”, diz Bonner. “Como sempre […]
Na noite que antecedeu a sua morte, Eduardo Campos, esteve no estúdio da TV Globo, no Rio, onde foi entrevistado no “Jornal Nacional” pelos âncoras do programa, William Bonner e Patrícia Poeta.
Em nota, os dois jornalistas descreveram os bastidores da entrevista e suas impressões do candidato.
“Conheci Eduardo Campos ontem”, diz Bonner. “Como sempre acontece com os candidatos que entrevistamos, tivemos alguns minutos, antes de entrarmos no ar, para conversar. Estavam presentes assessores dele, a candidata a vice, Marina Silva, diretores do Jornalismo da Globo. Apesar da tensão natural de entrevistados e entrevistadores em momentos como aquele, ou talvez até mesmo por causa da tensão, buscamos assuntos amenos, que provocaram risos generalizados.”
“Comentei que as perguntas que fazemos sempre são as necessárias, que não surpreenderiam os assessores dele. Eduardo Campos retrucou, sorrindo: ‘o problema é quando surpreendem o candidato’. E todos riram quando Marina completou: ‘o media training dele foi com o Miguel’ -dando a entender que o candidato tinha dedicado grande parte do tempo ao filho caçula, de sete meses”, conta Bonner.
Sobre a entrevista, Bonner diz que o candidato “demonstrou ter consciência do dever de prestar contas de suas ações e propostas com serenidade e cordialidade, mesmo diante de perguntas como as que fizemos e faremos com todos os entrevistados”.
“Brinquei, dizendo que as horas que havia passado com Miguel lhe tinham sido úteis como preparação para o nosso encontro. O candidato sorriu. E, com voz firme, virando-se para Patrícia, despediu-se: ‘vejo vocês no segundo turno!’.”
Em sua nota, Poeta lamentou a morte do candidato. “É uma grande tragédia na história política do nosso país. Assim como milhares de brasileiros, estamos todos chocados”.
Poeta diz que Campos parecia “tranquilo e seguro”. “[Campos] chegou à nossa redação alegre. Brincou até, em relação à entrevista que iria enfrentar. Disse com muita simpatia: ‘Eu sei que não tem moleza e não tem que ter’.
E concluiu: ‘Comigo… perguntou, eu respondo, porque o público percebe quando você está fugindo das perguntas'”, contou a jornalista. “A última imagem que guardo daquela terça-feira [12] foi quando, ao se levantar da bancada, seguiu em direção à porta de saída do nosso estúdio, dizendo: ‘Vejo vocês no segundo turno’. E foi embora sorrindo.” (Folha)
O envenenamento provocado pela ação do veneno liberado por animais peçonhentos pode ocasionar manifestações diversas em cada vítima do acidente. O agravo faz parte da Lista de Notificação Compulsória, significando a necessidade de comunicação imediata, por parte das unidades de saúde, dos casos de acidentes aos serviços de vigilância e controle de zoonoses. A medida […]
O envenenamento provocado pela ação do veneno liberado por animais peçonhentos pode ocasionar manifestações diversas em cada vítima do acidente. O agravo faz parte da Lista de Notificação Compulsória, significando a necessidade de comunicação imediata, por parte das unidades de saúde, dos casos de acidentes aos serviços de vigilância e controle de zoonoses.
A medida ajuda na elaboração de estratégias e ações de prevenção. Em Pernambuco, segundo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), até o mês de abril foram 5.354 acidentes com escorpião, 878 com abelhas, 425 com serpentes e 119 para aranhas. Em todo ano de 2018, foram notificados 17.501 (escorpião), 2.621 (abelhas), 967 (serpentes) e 308 (aranhas).
Para abordar o perfil epidemiológico, as formas de diagnóstico e o tratamento, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) reúne nesta segunda-feira (03.06), a partir das 9h, no bairro do Bongi, médicos e enfermeiros das urgências e emergências de hospitais, Unidade de Pronto Atendimento (UPAs), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192), atenção primária e regulação médica. O evento também será transmitido para as 12 Gerências Regionais de Saúde (Geres).
No Estado, o Centro de Assistência Toxicológica de Pernambuco (Ceatox) atua no auxílio aos profissionais de saúde do atendimento especializado e na orientação da população em casos de acidentes. O serviço funciona exclusivamente pelo telefone 0800.722.6001 que funciona 24 horas, todos os dias da semana, gratuitamente. Pernambuco também conta com unidades de saúde que são referência para o tratamento de acidente com animais peçonhentos.
As referências para Tratamento de Acidentes com Animais Peçonhentos no Sertão são Hospital Regional Ruy de Barros Correia – Arcoverde (cobra e escorpião), Hospital Professor Agamenon Magalhães – Serra Talhada (cobra e escorpião), Hospital Regional Inácio de Sá – Salgueiro (cobra e escorpião), Hospital Regional Fernando Bezerra – Ouricuri (cobra e escorpião) e Hospital Universitário – Petrolina (cobra e escorpião).
Por: Danielle Santana/Diario de Pernambuco A Revista Veja publicou na manhã desta sexta-feira (11) que o procurador da República, Deltan Dallagnol, será retirado no comando da Operação Lava Jato. O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) teria concordado com a saída de Deltan, atendendo pedidos de uma ala de senadores e ministros do STF. A […]
A Revista Veja publicou na manhã desta sexta-feira (11) que o procurador da República, Deltan Dallagnol, será retirado no comando da Operação Lava Jato. O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) teria concordado com a saída de Deltan, atendendo pedidos de uma ala de senadores e ministros do STF.
A saída de Deltan teria sido deflagrada com o pedido de representação feito pela senadora Kátia Abreu (PDT). O procurador-geral da República, Augusto Aras, estaria estudando apresentar um convite para que Deltan passe a chefiar uma força-tarefa de combate ao narcotráfico, longe de Curitiba.
A ideia inicial era levar Deltan para atuar na própria PGR, em Brasília. Mas, os defensores da remoção do procurador foram alertados que a presença de Deltan na capital federal poderia causar tensão com o Supremo Tribunal Federal.
Procuradoria avalia ‘saída honrosa’ para Dallagnol
Nos bastidores, os procuradores já discutiam o que poderia ser uma “saída honrosa” para Deltan Dallagnol da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, destacou o jornal O Estado de S. Paulo. A ideia seria promovê-lo ao cargo de procurador regional, para atuar na segunda instância do Ministério Público Federal, o que o afastaria da operação. Para isso acontecer, porém, Dallagnol precisa se candidatar à vaga.
Dallagnol é o titular da Lava Jato desde o início, há cinco anos período em que a operação levou dezenas de empresários e políticos à prisão. Nos últimos meses, porém, teve a conduta contestada após a divulgação de conversas privadas no Telegram com integrantes de sua equipe e com o então juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro. Eles não reconhecem a autenticidade das mensagens. As conversas reforçaram representações contra Dallagnol no Conselho Nacional do Ministério Público, que fiscaliza a atuação de procuradores.
A decisão pela promoção cabe ao Conselho Superior do Ministério Público Federal, formado por dez subprocuradores e presidido pelo procurador-geral da República, Augusto Aras. Há, no momento dez vagas abertas para procurador regional – cinco por antiguidade e outras cinco por merecimento – e mais uma prevista até o fim do mês. Dallagnol precisaria se candidatar a uma vaga por mérito.
Segundo a reportagem apurou, aliados de Dallagnol se dividem quanto à possibilidade de o procurador concorrer. Segundo Januário Paludo, um dos mais experientes da equipe da força-tarefa, ainda não é hora de o procurador sair. “Essa é uma questão pessoal dele. A operação ainda está em curso. Temos trabalho para pelo menos dois anos”, disse Paludo.
Por outro lado, defensores da promoção a Dallagnol argumentam que isso seria uma forma de reconhecimento pelo bom trabalho na Lava Jato. Ao mesmo tempo, poderia reduzir o desgaste na imagem da operação, sobretudo pela exposição pessoal do procurador após as divulgações das mensagens.
O procurador evita falar do assunto. Questionado pela reportagem Dallagnol não comentou. Quem acenou com a possibilidade publicamente foi Aras. “Vai haver a promoção de 11 procuradores regionais da República nas próximas sessões. Ele (Dallagnol) pode ser promovido, até porque é um direito dele. Nem por isso deixará de responder (a representações no Conselho Nacional do MP)”, disse o procurador-geral da República em entrevista ao jornal Valor Econômico publicada na segunda-feira passada.
Críticas
Diferentemente de sua antecessora no cargo, Raquel Dodge, Aras defende a análise das mensagens atribuídas a procuradores e divulgadas pelo site The Intercept Brasil e outros veículos. Em sabatina no Senado, no mês passado, o procurador-geral fez críticas ao que considera “excessos” da Lava Jato e, especificamente, à conduta de Dallagnol. “Talvez tenha faltado nessa Lava Jato a cabeça branca, para dizer que tem certas coisas que pode, mas tem muitas outras coisas que nós não podemos”, disse Aras.
A próxima sessão do Conselho Superior do MPF está marcada para 5 de novembro, e o tema das promoções deve entrar na pauta.
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