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Chuva volta a áreas do Pajeú e Moxotó

Por Nill Júnior
Imagem ilustrativa
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Voltou a chover mesmo que timidamente em algumas áreas do Pajeú nesta quarta (16) em algumas áreas da região do Pajeú e também no Moxotó.

Em Afogados da Ingazeira, nuvens começaram a se formar no fim da tarde e começou a chover mesmo que em menor intensidade no início da noite em pontos do município. Na área urbana, por exemplo, cheiro de chuva, mas sem precipitação.

Também há registro de formação de  nuvens em Sertânia, serra Talhada e outras cidades da região.

A previsão do tempo acertou: sites como Climatempo e Wheather Chanel preveem chuvas na região até segunda, dia 21. Amém!

Outras Notícias

Levy admite que conversa com Dilma sobre saída do Ministério da Fazenda

Rumores sobre demissão aumentaram após nova meta de superávit. Ministro disse que fim do ano Legislativo ‘abre alternativas’. Do G1 O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, admitiu nesta sexta-feira (18) que “tem conversado” com a presidente Dilma Rousseff sobre a sua possível saída do governo e disse que não quer “criar nenhum constrangimento”. “A gente [Levy […]

Joaquim Levy em café da manhã anual com jornalistas, em Brasília (Foto: Reprodução/Twitter)
Joaquim Levy em café da manhã anual com jornalistas, em Brasília (Foto: Reprodução/Twitter)

Rumores sobre demissão aumentaram após nova meta de superávit.
Ministro disse que fim do ano Legislativo ‘abre alternativas’.

Do G1

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, admitiu nesta sexta-feira (18) que “tem conversado” com a presidente Dilma Rousseff sobre a sua possível saída do governo e disse que não quer “criar nenhum constrangimento”.

“A gente [Levy e a presidente Dilma] tem conversado, eu acho que eu tenho que falar o que eu já falei”, afirmou o ministro, ao ser perguntado, durante café da manhã com jornalistas em Brasília nesta sexta-feira (18), se já havia acertado sua saída com a presidente. “A gente sempre teve um relacionamento muito respeitoso”.

“O ano Legislativo já se encerrou e a gente pode, isso abre umas tantas alternativas. Evidentemente meu objetivo não é criar nenhum constrangimento ao governo, agora é lógico que é importante, tem que ter clareza de quais são as prioridades até em função de todas as demandas sobre o governo, sobre a presidente. E eu acho que o caminho vai ser em função disso”, disse ele.

Rumores
A saída do ministro já vem sendo especulada há meses, mas os rumores ganharam força esta semana, depois que o governo decidiu reduzir a meta de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida) de 2016 para 0,5% do PIB. A decisão contrariou diretamente Levy, que vinha insistindo na necessidade de manter a meta de 0,7% do PIB como uma espécie de último estandarte para garantir a retomada da confiança no Brasil e a estabilidade necessária para uma retomada do crescimento econômico.

Questionado se se sentia traído por não conseguir colocar em prática, ao longo de 2015, alguns dos projetos voltados para o ajuste fiscal, Levy negou, mas afirmou estar “decepcionado” – algumas propostas do ministro enfrentaram resistência do governo e do PT.

“O colega [jornalista] me perguntou se eu me sentia traído. Eu não vou dizer que me sinto traído, mas eu me sinto um pouquinho decepcionado pelas principais medidas de aumento da justiça tributária, da progressividade do Imposto de Renda, não tenham tido pleno curso”, disse.

Derrotas

Durante o café da manhã desta sexta, Levy admitiu que algumas propostas para a economia não foram bem sucedidas.

“A gente apresentou um número significativa de propostas. Em nem todas a gente teve sucesso. Eu acho que a maior parte daquilo que pus como sendo uma primeira rodada de coisas importantes ao longo do ano, com o auxílio dos secretários, não se conseguiu concluir, mas encaminhou de uma forma bem completa. Isso não necessariamente implica numa ação específica e imediata. O sentido de algumas observações é o que foi feito já está tendo resultados. Os desafios continuam”, disse.

“Algumas coisas não têm encaminhamento esperado. Às vezes, há um foco excessivo na questão fiscal. Esse boom que a gente está vivendo é resultado da política anticíclica dos nossos parceiros”.

Questionado se Dilma está comprometida com as reformas estruturais da economia propostas no ajuste fiscal, Levy disse que a presidente tem estado preocupada com o processo de impeachment e que isso tira “liberdade” para o governo dar seguimento às reformas.

“A presidente tem estado envolvida em outro processo, que não tem natureza puramente econômica, e isso evidentemente subtrai alguns graus de liberdade para tocar uma agenda de reformas mais intensa nesse momento”, disse o ministro.

“Mas não tenho dúvida nenhuma que ela tem uma sensibilidade, inclusive em setores em que as condições mudaram de uma maneira muito forte, como o setor de óleo e gás”, complementou ele.

Cúpula Hemisférica: saiba os detalhes de um dos principais eventos municipalistas do ano 

Interessados em participar da XIII Cúpula Hemisférica de Prefeitos terão a oportunidade de conferir palestras das Nações Unidas, oficinas temáticas, visitas técnicas e conteúdos relevantes para a administração que estarão em pauta nas salas de projetos. A programação preliminar e as inscrições de um dos mais importantes eventos municipalistas deste ano podem ser consultadas e realizadas na página […]

Interessados em participar da XIII Cúpula Hemisférica de Prefeitos terão a oportunidade de conferir palestras das Nações Unidas, oficinas temáticas, visitas técnicas e conteúdos relevantes para a administração que estarão em pauta nas salas de projetos.

A programação preliminar e as inscrições de um dos mais importantes eventos municipalistas deste ano podem ser consultadas e realizadas na página da Cúpula  O encontro será realizado entre os dias 17 e 20 de março nas cidades pernambucanas de Recife e Olinda e terá como tema Cidades Inovadoras para as Pessoas.

O credenciamento será realizado a partir das 14h do dia 17 de março. Na terça-feira, às 9h, ocorre a solenidade de abertura. Autoridades das três esferas governamentais, o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glademir Aroldi; o presidente da Organização Mundial de Cidades e Governos Locais Unidos (CGLU) e prefeito de Al Hoceima, no Marrocos, Mohamed Boudra; o presidente da Associação Municipalista de Pernambuco, José Patriota; e outros membros do movimento municipalista são algumas das presenças confirmadas no evento. 

No período da tarde, ocorre o lançamento do Projeto Inova Juntos, que contará com a participação do presidente da CNM e do embaixador da União Europeia no Brasil, Ignacio Ybánez. Depois, será apresentada a Carta Brasileira de Cidades Inteligentes, conduzida pelo Ministério do Desenvolvimento Regional.

No final da tarde, o público poderá conferir oficinas temáticas sobre Políticas Inovadoras de Segurança Cidadã, Empreendedorismo e Periferia: Inovação e Criatividade; Poder Legislativo atuando para inovação; Políticas e sistemas de saúde na América Latina e Integração de refugiados e migrantes na comunidade local.

Outros debates
Ao retomar a programação no segundo dia de evento, o público vai intensificar os debates referentes à Liderança de Mulheres na Gestão em uma mesa redonda no início da manhã do dia 19 de março.

Simultaneamente, ocorrem outras oficinas temáticas para abordar a Transparência com inovação: instrumentos de controle social; Inovação no acesso à água e gestão de recursos hídricos; Transformação digital na gestão de serviços; Consórcio públicos fomentando a inovação territorial; Inovação na educação e Cidades inovadoras e moradia social na América Latina e Caribe, dentre outros assuntos.

Uma mesa redonda com os rumos do movimento reunirá representantes das diferentes associações municipalistas dos países da região. Além de oficinas temáticas e apresentações nas salas de projetos complementam a programação do segundo dia do evento. 

Na sexta-feira, 20 de março, no período da manhã, será realizada a solenidade de encerramento. Após o almoço, às 14h, o público participa de visitas técnicas ao Porto Digital e ao Compaz. Paralelamente a essa programação, será realizada a reunião do Bureau Executivo da Federação Latino-americana de Cidades, Municípios e Associações de Governos Locais (Flacma). 

* Por: Allan Oliveira / Agência CNM de Notícias

Raquel Lyra conta, em entrevista, que já teve conversa preliminar com Geraldo Alckmin

Governadora eleita também falou sobre a morte do marido no dia do primeiro turno Folha de Pernambuco Em entrevista às Páginas Amarelas da revista Veja, a governadora eleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), afirmou que não se posicionou no segundo turno para não cair na armadilha da polarização da campanha presidencial. “Compreendo que é hora […]

Governadora eleita também falou sobre a morte do marido no dia do primeiro turno

Folha de Pernambuco

Em entrevista às Páginas Amarelas da revista Veja, a governadora eleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), afirmou que não se posicionou no segundo turno para não cair na armadilha da polarização da campanha presidencial.

“Compreendo que é hora de construir pontes. Minha adversária tentou como pode nacionalizar a campanha, fugindo do debate e tentando colar em mim a imagem de bolsonarista, o que eu não sou. Assim como não sou lulista. Recebi o apoio de pessoas de ambos os lados da disputa nacional. É vital unir e pacificar o país, que sai das urnas rachado ao meio”, explicou ela.

Indagada como pretende se relacionar com Lula, uma vez que PSDB ainda não decidiu como vai se posicionar, Raquel foi direta. “Vou pegar a carteira de projetos de Pernambuco e bater à porta do presidente. Até já procurei o Geraldo Alckmin, com quem tenho relação antiga de confiança. Trabalhei na elaboração do plano de governo dele quando se candidatou à presidência, em 2018”, explicou.

A tucana revelou que, numa conversa com ela por telefone, Alckmin teria se colocado à disposição para ajudá-la. “Achei positiva sua nomeação para coordenar o governo de transição. Alckmin já foi governador, sabe dos desafios, e a gente se dá bem. Ele sempre demonstrou simpatia à minha candidatura ao governo”, completou.

Depois de fazer duras críticas à gestão do PSB no Estado, dizendo, entre outras coisas, que, nos últimos 16 anos, o partido fez todo tipo de conchavo e foi se encastelando dentro do palácio, ela disse que a morte de Eduardo Campos, em 2014, fez Pernambuco andar para trás.

“Trabalhei com Eduardo Campos já governador por quatro anos, como chefe da assessoria jurídica, e aprendi muito (…). A vida política é cheia de altos e baixos e imprevistos, ele dizia. O que não aguentei foram as costuras de Paulo Câmara e, por isso, deixei o partido em 2006”, revelou.

A governadora eleita também falou sobre o marido dela, o empresário Fernando Lucena, que faleceu aos 44 anos de idade, vítima de um mal súbito, na manhã da realização do primeiro turno. “Fernando foi meu primeiro namorado e, desde os 14 anos, me acompanhou em todos os passos importantes da minha vida. Os meus sonhos eram os dele, que estava me ajudando na coordenação da campanha, do panfleto à articulação política”, lembrou.

Ainda sobre o falecimento de Fernando, Raquel deu detalhes que ainda não havia revelado à imprensa: “No último dia, fizemos uma carreata do Recife a Caruaru, e meu marido dirigiu o carro. Mais tarde, em um restaurante, teve dores no estômago e chegou em casa se sentindo mal. Fui tomar um banho e o encontrei já na cama, dormindo. Nunca mais acordou”, relembrou.

A Veja coloca Raquel como “expoente de uma nova geração de políticos ao virar um jogo que parecia perdido e derrotar Marília Arraes (Solidariedade), apoiada por Lula e integrante do clã que controla a política do estado”.

Sertaneja anda 60 quilômetros com filho mas não consegue entrar na Polônia. “Desesperada”

Bruna Magalhães contou seu drama nas redes.  Andou 60 quilômetros a pé mas não consegue passar na fronteira com a Polônia.  Ela e os demais não receberam ajuda da Embaixada e estão em campo aberto com frio e fome. A sertaneja de Salgueiro, Bruna Magalhães,  o marido Juninho Reis e o filho Benjamim já percorreram […]

Bruna Magalhães contou seu drama nas redes. 

Andou 60 quilômetros a pé mas não consegue passar na fronteira com a Polônia. 

Ela e os demais não receberam ajuda da Embaixada e estão em campo aberto com frio e fome.

A sertaneja de Salgueiro, Bruna Magalhães,  o marido Juninho Reis e o filho Benjamim já percorreram 60 quilômetros para chegar até a fronteira com a Polônia.

No seu Instagram, Bruna relata passo a passo o drama que viveu com outros brasileiros e ucranianos que fogem dos bombardeios russos.

Ela diz que não receberam nenhuma ajuda da embaixada brasileira em Kiev. Em um dos vídeos,  liga sem nenhuma resposta.  A embaixada chegou a divulgar a informação de que estudava como trazer cerca de 40 brasileiros,  mas não explicou como.

“Não tem onde parar, não tem abrigo, não tem ajuda. O jeito é continuar caminhando. O frio está bem intenso. Se parar é pior. A gente não tem coberta”.  E se emociona: “continuem em oração pra gente continuar tendo força pra caminhar”.

Eles não resistiram e pararam em um café no caminho. Não suportaram cansaço e frio. Lá foram informados que pessoas a pé não estavam tendo autorização para entrar na Polônia.  Uma ajuda articulada para buscá-los da Polônia foi barrada e não pôde atravessar a fronteira. Então,  decidiram seguir.

O vídeo seguinte a mostra desesperada. “Tem soldados poloneses em todo lado. Tentamos explicar que éramos brasileiros. Não deixaram a gente passar. Eu tentei também,  eles empurraram. Não deixam a gente passar. A gente está num posto, meu filho está dormindo e a gente não tem como voltar pra trás, não tem como ir pra frente, a gente não sabe o que fazer”.

No último relato, ela diz: “são muitas pessoas tentando ajudar, porém somente após a fronteira. Pedimos carona,  oferecemos dinheiro para nos levar. A gente tentou todas as coisas possíveis. Mas do lado da Ucrânia não tem nada pra se fazer sozinho. Não vamos conseguir passar”.

Vitória Magalhães é esposa do lateral Juninho, que a conheceu quando atuou em Salgueiro.

Ele é atleta do FC Zorya Luhansk. Com a Guerra Civil no Leste da Ucrânia, em curso desde 2014, passou a mandar seus jogos na Slavutych Arena, em Zaporizhzhya.

Lei eleitoral gera mudanças em duas Secretarias de Sertânia

A Prefeitura de Sertânia anunciou nesta quarta-feira (3) a troca de dois secretários municipais por conta do afastamento de pré-candidatos às eleições deste ano. O Secretário de Desenvolvimento Social e Cidadania, Paulo Henrique Torres Ferreira dos Santos deixa o cargo, a pedido, e será substituído por Antônio Cajueiro de Albuquerque Neto, que vai responder pela […]

A Prefeitura de Sertânia anunciou nesta quarta-feira (3) a troca de dois secretários municipais por conta do afastamento de pré-candidatos às eleições deste ano.

O Secretário de Desenvolvimento Social e Cidadania, Paulo Henrique Torres Ferreira dos Santos deixa o cargo, a pedido, e será substituído por Antônio Cajueiro de Albuquerque Neto, que vai responder pela direção da Secretaria, cumulativamente, com o cargo de Secretário do Gabinete do Prefeito.

Neste caso, o designado não receberá remuneração pelo desempenho desse novo cargo.

Na Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, Antônio Monteiro de Almeida deixa o posto, também a pedido, sendo substituído, interinamente, por Jozenilda Batista Gomes, que atualmente é a Gerente Geral de Desenvolvimento Rural.

O prefeito Ângelo Ferreira afirmou que o trabalho não terá qualquer prejuízo, pois, os que ora assumem, já fazem parte da equipe do governo e será dado continuidade ao trabalho que vem sendo desenvolvido por todas as secretarias.