Iguaraci: Chico Pedrosa é a atração do Sarau dia 06
Por Nill Júnior
Colaborou Roberto Murilo
Uma quinta-feira cheia de poesia, causos engraçados e musicalidade. Esta é a proposta que o Sarau Cultural reservou para a noite deste dia 6 de novembro próximo, quando recebe a partir das 18h, o poeta popular e declamador Chico Pedrosa.
Autor de três livros (Pilão de Pedra I I e II, Raízes da Terra, Raízes do Chão Caboclo – Retalhos da Minha Vida) e vários cordéis, este poeta paraibano que tem músicas gravadas por nomes como Moacir Laurentino, Sebastião da Silva e Lirinha, promete um grande show em Iguaraci.
Briga na Procissão, Minha Infância com meus pais, Cabeça de Matuto e o Vendedor de Berimbau estão entre as declamações conhecidas que Pedrosa recitará na cidade.
Apontado pela crítica como um dos dez maiores poetas populares do Brasil, esse “vendedor de sonhos”, como gosta de ser chamado, também vai apresentar sucessos de três CDs lançados (Sertão Caboclo, Paisagem Sertaneja e No meu sertão é assim).
O evento é uma promoção do Governo municipal de Iguaraci e Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo. Bom lembrar que o show com o poeta será realizado no calçadão da matriz em Iguaraci.
O diretor Regional do Sertão em exércício da Compesa, Flávio Coutinho, reconheceu as dificuldades enfrentadas pela população de Afogados da Ingazeira com a falta de abastecimento de água nos últimos dias. Em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, nesta sexta-feira (11), Coutinho explicou as causas do problema e apresentou as medidas que estão […]
O diretor Regional do Sertão em exércício da Compesa, Flávio Coutinho, reconheceu as dificuldades enfrentadas pela população de Afogados da Ingazeira com a falta de abastecimento de água nos últimos dias. Em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, nesta sexta-feira (11), Coutinho explicou as causas do problema e apresentou as medidas que estão sendo adotadas para regularizar o fornecimento.
“A Compesa está ciente das dificuldades enfrentadas pelos moradores de Afogados da Ingazeira. O sistema de abastecimento sofreu uma série de problemas técnicos que afetaram o fornecimento. Sabemos que isso tem causado transtornos, e estamos trabalhando incansavelmente para resolver a situação o mais rápido possível”, afirmou.
Coutinho mencionou que o problema principal está relacionado à manutenção emergencial em adutoras que abastecem a cidade, além de complicações no sistema de bombeamento. Segundo ele, as equipes da Compesa estão mobilizadas para solucionar essas questões técnicas. “Nosso objetivo é minimizar o impacto à população e retomar o abastecimento normal em breve. Estamos fazendo ajustes nos horários de distribuição e buscando reforçar o sistema para evitar falhas futuras”, explicou.
A falta de água tem gerado diversas críticas, especialmente em bairros que já enfrentam dificuldades há anos. Coutinho reconheceu que o sistema de abastecimento em algumas áreas de Afogados da Ingazeira necessita de melhorias estruturais, mas destacou que a companhia tem um plano de investimento para resolver essas deficiências a longo prazo. “Estamos buscando recursos junto ao governo estadual para fortalecer a rede de distribuição e ampliar a capacidade dos reservatórios locais. A prioridade é garantir um abastecimento regular, mesmo em períodos críticos”, disse.
Ainda durante a entrevista, o diretor garantiu que a Compesa vai intensificar a comunicação com a população para informar sobre as ações que estão sendo feitas. “Sabemos que é uma situação difícil, mas estamos trabalhando de forma transparente. Queremos que as pessoas saibam o que está sendo feito e como estamos enfrentando esses desafios.”
Apesar das dificuldades, Flávio Coutinho encerrou a entrevista reafirmando o compromisso da Compesa com a solução do problema. “Estamos fazendo todos os esforços para que o abastecimento volte ao normal o quanto antes. Pedimos a compreensão da população e garantimos que medidas estão sendo tomadas para evitar que situações como essa voltem a ocorrer.”
A crise no abastecimento de água em Afogados da Ingazeira é uma das piores registradas nos últimos anos, e a população aguarda com expectativa a normalização do serviço. Esta semana as reclamações na Rádio Pajeú, bateram recorde.
A Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura, deu início nesta quinta-feira (12) às obras de pavimentação asfáltica no Centro da cidade. Serão onze ruas pavimentadas, com um investimento de R$ 4.358.566,31, sendo R$358.431,91 de recursos próprios. O início das obras foi vistoriado na manhã desta sexta-feira (12) pela prefeita […]
A Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura, deu início nesta quinta-feira (12) às obras de pavimentação asfáltica no Centro da cidade. Serão onze ruas pavimentadas, com um investimento de R$ 4.358.566,31, sendo R$358.431,91 de recursos próprios.
O início das obras foi vistoriado na manhã desta sexta-feira (12) pela prefeita Márcia Conrado, pelo vice-prefeito Márcio Oliveira e pela secretária de Obras e Infraestrutura, Gabriella Pereira.
“É com muita alegria que iniciamos a maior obra de pavimentação da história de Serra Talhada, uma conquista que é fruto da parceria exitosa do município com o governo do estado, garantindo mais de R$ 4 milhões para transformar o centro da cidade, obras que vão mudar a vida de centenas de famílias, melhorar o tráfego e valorizar ainda mais a nossa terra”, comemorou a prefeita Márcia Conrado.
A secretária Gabriella Pereira detalhou o início das obras. “Alcançaremos uma área de mais de 34 mil metros quadrados pavimentados, iniciando pelas ruas José Alves da Silveira, Joaquim Godoy e Tiburtino Nogueira, permitindo uma conexão mais rápida entre o Centro e os bairros de Serra Talhada. Contaremos também com uma eficiente sinalização vertical e horizontal, garantindo melhor mobilidade e segurança à população”, explicou Gabriella Pereira.
Além das ruas José Alves da Silveira, Joaquim Godoy e Tiburtino Nogueira, serão pavimentadas as ruas Conselheiro João Nunes, Inocêncio Gomes de Andrada, Fiscal Leopoldo, Dionízio Ferreira de Magalhães, Manoel Pereira da Silva, Isidoro Conrado, Tabelião Bernardino Coelho de Magalhães e Antônio Terto de Magalhães.
São 150 vagas para São José do Egito Termina no próximo dia 19 de Junho, as inscrições para o Vestibular EAD, na modalidade a distância, da Universidade de Pernambuco (UPE) para o segundo semestre de 2019. Ao todo mais de 1.500 vagas estão sendo oferecidas, dessas 150 são para o polo UAB de São José […]
Termina no próximo dia 19 de Junho, as inscrições para o Vestibular EAD, na modalidade a distância, da Universidade de Pernambuco (UPE) para o segundo semestre de 2019. Ao todo mais de 1.500 vagas estão sendo oferecidas, dessas 150 são para o polo UAB de São José do Egito.
O candidato que se interessar precisa se inscrever exclusivamente pela internet, através do seguinte endereço eletrônico: processodeingresso.upe.pe.gov.br.
Ao todo cinco cursos de graduação estão disponiveis; Licenciatura em Pedagogia, Biologia, Letras – Português, História e Bacharelado em Administração Pública. No processo de ingresso EAD está reservada 20% das vagas para o sistema de cotas da UPE.
São José do Egito, é uma das 14 cidades em todo estado que tem vagas disponíveis nesse vestibular. O candidato só poderá optar por um curso em um único polo. A taxa de inscrição custa R$ 100,00.
As provas acontecerão no dia 04 de Agosto na cidade-polo de escolha do curso do candidato. A divulgação do listão dos candidatos classificados pode acontecer até o dia 21 de agosto de 2019.
O Polo da universidade Aberta do Brasil funciona no prédio do Centro de Inclusão Digital em São José do Egito.
Divulgado nesta quarta-feira (20/10), o novo Boletim InfoGripe mostra que Brasil mantém sinal de estabilidade de casos e óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). A análise destaca que, entre os estados e capitais com sinal de crescimento recente de SRAG, a ampla maioria é compatível com o cenário de oscilação em torno de patamar estável, com exceção […]
Divulgado nesta quarta-feira (20/10), o novo Boletim InfoGripe mostra que Brasil mantém sinal de estabilidade de casos e óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). A análise destaca que, entre os estados e capitais com sinal de crescimento recente de SRAG, a ampla maioria é compatível com o cenário de oscilação em torno de patamar estável, com exceção dos estados do Rio Grande do Norte (RN) e Sergipe (SE). Em ambos, os dados por faixa etária sugerem se tratar de crescimento concentrado fundamentalmente em crianças de 0-9 anos, além da faixa de 60-69 anos no RN.
O documento também indica que o Distrito Federal confirma reversão da tendência de crescimento em idosos, mantendo a queda apresentada na última semana. Além disso, o Espírito Santo interrompe tendência de crescimento em idosos, revertendo o cenário para uma situação de estabilidade em patamar relativamente baixo em relação ao histórico de epidemia de Covid-19.
Quanto aos novos casos de SRAG por faixa etária, o Boletim verificou cenário de estabilidade, com pequenas oscilações, em todas as faixas analisadas. Para o grupo entre 0-9 anos de idade, no entanto, a estabilização se dá em valores entre 1 mil a 1.200 casos semanais, valores próximos ao que se registrou no pico de julho de 2020 (1.282 casos na Semana Epidemiológica 29).
Nas demais faixas etárias, o patamar atual representa os menores valores desde o início da epidemia no Brasil. Entre os casos positivos de SRAG ao longo de 2021, 0,1% foram positivos para Influenza A; 0,1% para Influenza B; 0,3% para Vírus Sincicial Respiratório (VSR); e 98,1% para Sars-CoV-2 (Covid-19).
A presença de VSR é marcante entre crianças entre 0-9 anos ao longo deste ano, sendo superior aos casos positivos para Sars-CoV-2 nessa faixa etária, principalmente por conta dos estados do Centro-Sul do país. Entre adultos acima de 19 anos, o predomínio do vírus associado à Covid-19 ainda é extremamente elevado em todos os estados.
“Em função do avanço da cobertura vacinal de primeira e segunda dose entre adultos e jovens adultos, é fundamental acompanhar a evolução de casos entre a população de crianças, adolescentes e idosos a fim de acompanhar a tendência do nível de transmissão comunitária”, ressalta o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe. Tais dados estão presentes no Anexo I do boletim semanal do InfoGripe e no repositório público do sistema, na pasta de imagens das UFs.
O estudo, que tem como base os dados inseridos no Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 18 de outubro, é referente à Semana Epidemiológica (SE) 41, período de 10 de setembro a 16 de outubro. Em nível nacional, o cenário atual aponta para indícios de estabilidade na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) e de crescimento leve na tendência curto prazo (últimas três semanas).
“Por se tratar de crescimento leve, é ainda compatível com cenário de estabilidade, porém aponta necessidade de cautela e acompanhamento adequado do impacto das medidas de flexibilização em decorrência da interrupção na tendência de queda”, afirma Gomes.
Por macrorregião, a investigação observa que o Acre e o Maranhão possuem todas as macrorregiões de saúde abaixo do nível alto. As demais 25 unidades federativas contam pelo menos uma macrorregião de saúde com nível de transmissão comunitária alto ou mais elevado, sendo o Distrito Federal e o Paraná os únicos locais com todas suas macrorregiões acima do nível alto. O Paraná também é o único estado a possuir uma macrorregião ainda em nível considerado extremamente alto. No entanto, o Boletim ressalta que a quantidade total de macrorregiões em nível muito elevado ou extremamente elevado vem diminuindo gradativamente.
Unidades Federativas
Apenas nove das 27 unidades federativas apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a SE 41: Alagoas, Amapá, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. Porém, na maioria desses estados o cenário de crescimento recente é compatível com oscilação em torno de um valor estável. No RN e SE, os dados por faixa etária sugerem se tratar de crescimento concentrado fundamentalmente em crianças de 0-9 anos, além da faixa de 60-69 anos no RN.
Dentre os demais estados, 12 apresentam sinal de queda na tendência de longo prazo: Acre, Amazonas, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia e São Paulo. No DF em particular, os dados desta atualização confirmam a reversão da tendência de crescimento entre idosos, mantendo sinal de queda nas últimas semanas.
Finalmente, três UFs apresentam sinal de crescimento apenas na tendência de curto prazo (últimas três semanas): Espírito Santo, Pernambuco e Paraná, porém todos com situação compatível com oscilação em torno de valor estável. A leve tendência de aumento em idosos acima de 70 anos que vinha se mantendo desde a SE 32 no ES dá sinais de interrupção, entrando em estabilidade.
Os estados de Alagoas, Ceará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Sergipe apresentam sinal forte de crescimento (prob. > 95%) na tendência de longo prazo e moderado (prob. > 75%) na tendência de curto prazo. Amapá, Piauí, Santa Catarina e Tocantins apresentam sinal de crescimento moderado (prob. > 75%) na tendência de longo prazo. Com exceção do RN e SE, em todo o cenário é compatível com oscilação em torno de patamar estável. No RN, observa-se tendência de crescimento principalmente entre crianças de 0-9 anos e idosos entre 60-69 anos, enquanto no SE está concentrado apenas nas crianças de 0-9 anos.
Espírito Santo, Pernambuco e Paraná apresentam sinal de crescimento apenas na tendência de curto prazo, e compatível com cenário de leve oscilação apenas. No ES, a tendência de crescimento entre idosos a partir de 70 anos, que se observava em boletins anteriores, dá sinais de interrupção, entrando em situação de estabilidade.
Capitais
Segundo a análise, dez das 27 capitais apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a SE 41: Aracaju (SE), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Macapá (AP), Maceió (AL), Natal (RN), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Salvador (BA) e Teresina (PI). No entanto, assim como destacado para os estados, a análise da evolução temporal por faixa etária segure tratar-se apenas de crescimento leve compatível com oscilação ao redor de patamar estável, com exceção de Aracaju e Natal que apresentam sinal mais sugestivo de crescimento em crianças de 0-9 anos, além dos idosos entre 60-69 anos em Natal.
Em nove capitais observa-se sinal de queda na tendência de longo prazo: Belém (PA), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Manaus (AM), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). Além disso, três capitais apresenta sinal de crescimento apenas na tendência de curto prazo (últimas três semanas): Manaus (AM), Porto Velho (RO) e Recife (PE). Porém, os dados sugerem tratar-se de leve crescimento associado a possível oscilação, apenas.
Quantos aos indicadores de transmissão comunitária, a maioria das capitais encontram-se em macrorregiões de saúde com nível alto ou muito alto, embora diminuindo gradativamente. Das 27 capitais, uma integra macrorregião de saúde em nível pré-epidêmico (São Luís), uma integra macrorregião de saúde em nível epidêmico (Rio Branco), 19 integram macrorregiões de saúde em nível alto (Aracaju, Belém, Boa Vista, Campo Grande, Cuiabá, Fortaleza, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Teresina e Vitória) e seis em nível muito alto (Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Goiânia e São Paulo). Nenhuma capital encontra-se em macrorregião de saúde com nível extremamente elevado.
Através de nota ao blog o Secretário de Obras, Ozeas Magno, falou sobre a reclamação dos moradores da Rua Padre Cícero na Bela Vista. Leia a nota na integra: Em relação a reclamação dos moradores da rua Padre Cícero na Bela Vista a Secretaria de Obras da Prefeitura de Carnaíba esclarece que tomou conhecimento dos […]
Através de nota ao blog o Secretário de Obras, Ozeas Magno, falou sobre a reclamação dos moradores da Rua Padre Cícero na Bela Vista.
Leia a nota na integra:
Em relação a reclamação dos moradores da rua Padre Cícero na Bela Vista a Secretaria de Obras da Prefeitura de Carnaíba esclarece que tomou conhecimento dos problemas enfrentados pelos moradores, mas devido à escassez de recursos ainda não foi possível a realização dos serviços de saneamento e calçamento.
Segundo o Secretário de Obras, Ozéas Magno, existe um projeto para rua Padre Cícero elaborado pela Prefeitura e que com os recursos do FEM (Fundo Estadual de desenvolvimento e Apoio aos Municípios) a obra deverá ser executada a partir de janeiro de 2015.
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