Notícias

Túlio e Daniel: vão caçar no que cuidar!

Por Nill Júnior

Acho de má fé e de uma idiotice essa exploração do fato de Marília Arraes ter ido com um terço na mão ao debate. Tanto que usou outras vezes. Só viram agora?  Isso a fez melhorar nas pesquisas? Não!

Raquel Lyra já postou conteúdos em uma celebração, e daí? Isso não tira ou dá votos a ninguém na minha opinião.

Se eu fosse candidato, certamente não viria necessidade de usar, porque não é prática comum minha, mas isso também não tira o direito de quem pensa diferente. Há quem use uma corrente com Cristo crucificado, um santinho na carteira, uma pulseira de nossa senhora. E uma tatuagem “Servo de Deus” no braço? Vai ter que tirar antes? Que babaquice. Isso é direito pessoal e intransferível.

Nessa guerra santa entre Lula e Bolsonaro, com a questão da fé equivocadamente virando problema de estado ( que pena tenho dos ateus no próximo governo) há uma clara tentativa de uma associação equivocada para um estado que é laico. O pior é ver a violência justificando a fé e a escolha. Isso sim merece um debate pela dimensão e proporção.

Mas um gesto pessoal de usar um terço virar massa de manobra para ataque dos “politizados” Túlio Gadelha, Daniel Coelho e cia? Pelo amor de Deus!

Pelo mesmo princípio, daqui a pouco ninguém vai poder recorrer em um debate a um “Deus nos abençoe”,  “se Deus quiser”, “graças a Deus”, ou mesmo por opção, não conclamar a Deus nenhum.

O mais preocupante no debate entre Marília e Raquel é a falta de fé que temos no futuro a partir da pobreza dos embates, invocando quem é padrinho de quem, ou quem não é, dos ataques e de menos aprofundamento dos problemas reais do estado de forma mais programática.

Essa posição é dada em um ambiente onde inclusive a candidata tucana, também alguém de fé e princípios cristãos, está liderando as pesquisas.

Então essa opinião não quer dizer que Marília é  melhor pelo terço, que Raquel é melhor por ir à missa. Só quer constatar os piores: Túlio, Daniel e entorno levaram esse prêmio pela idiotice e intolerância. Vão caçar o que fazer nos seus espaços de poder! Pernambuco tem muito a cuidar!

Outras Notícias

Em Brejinho Gilson Bento explica que lei impede de contratar concursados da gestão anterior

Lei impede prefeito eleito de abrir cofre público. Gestor prestou contas dos primeiros meses de mandato Em entrevista para destacar os primeiros meses de governo no município de Brejinho, o Prefeito Gilson Bento (Republicanos) falou ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.  Cobrado pelo concurso publico realizado na gestão anterior onde aprovados aguardam pelo […]

Lei impede prefeito eleito de abrir cofre público. Gestor prestou contas dos primeiros meses de mandato

Em entrevista para destacar os primeiros meses de governo no município de Brejinho, o Prefeito Gilson Bento (Republicanos) falou ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM

Cobrado pelo concurso publico realizado na gestão anterior onde aprovados aguardam pelo chamamento, Gilson disse que vai depender da necessidade e que no momento não pode descumprir uma barreira legal. 

Custos com o funcionalismo e contratações devem ficar congelados durante todo o primeiro ano de mandato dos prefeitos eleitos. Uma lei aprovada em maio deste ano pelo Congresso Nacional impede a União, os Estados e os municípios de fazer qualquer contratação, reajuste ou reforma administrativa que traga aumento de despesa. 

Focalizando as ações, o gestor citou a entrega de 4.500 kits na semana santa atendendo famílias em situação de vulnerabilidade através da Secretaria de Assistência Social, além de kits para as mulheres grávidas. 

Reforma do Prédio da Prefeitura, onde o banheiro envergonhava qualquer sanitário de Posto de Gasolina nas rodovias do estado, médico 24h na Unidade de Saúde do município, Reforma do Curral do Gado, Reposição de calçamentos, transporte escolar para os alunos da rede estadual mesmo sem a volta das aulas da rede municipal, distribuição do Kit escolar por aluno, aração de terras para o plantio dos agricultores, perfuração de quase 50 poços na zona rural e recuperação de estradas. 

Gilson também anunciou projetos futuros como implantação de uma Queijaria e um Laticínio com objetivo de gerar empregos no município.  Ainda iluminação para o Estádio Municipal e por fim o prefeito anunciou a conclusão da adutora que vai levar água da Adutora do Pajeú para a cidade em parceria com a Compesa. 

“A parte da Prefeitura foi feita, faltando agora a Compesa fazer a sua. No momento a cidade tem água uma vez por mês de um açude particular que recebe todos os dejetos da cidade, por isso é chamado de Açude da Bosta”, disse o prefeito.

Marina Silva testa positivo para Covid-19 e é internada em São Paulo

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, foi internada neste sábado no Instituto do Coração (InCor), em São Paulo, após testar positivo para a Covid-19. Marina está bem, mas apresenta sintomas da doença, tendo recebido orientações médicas para buscar o hospital e fazer exames, segundo informações de sua assessoria de imprensa. […]

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, foi internada neste sábado no Instituto do Coração (InCor), em São Paulo, após testar positivo para a Covid-19.

Marina está bem, mas apresenta sintomas da doença, tendo recebido orientações médicas para buscar o hospital e fazer exames, segundo informações de sua assessoria de imprensa.

“Informo que testei positivo para COVID-19. Estou recebendo o adequado atendimento médico e os sintomas apresentados estão sob controle”, escreveu a ministra em sua conta no Twitter.

Marina cancelou sua agenda de compromissos previstos para o fim de semana e segunda-feira.

Sintepe debate piso salarial do magistério e o direito dos contratados

O segundo episódio do PodEducar, podcast do Sindicato dos trabalhadores e trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe), que foi ao ar nesta quinta-feira (25), debateu o Piso salarial do Magistério e o direito dos professores, professoras e contratados de receberem o Piso. A Senadora Teresa Leitão (PT-PE), o presidente da CNTE, Heleno Araújo e a […]

O segundo episódio do PodEducar, podcast do Sindicato dos trabalhadores e trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe), que foi ao ar nesta quinta-feira (25), debateu o Piso salarial do Magistério e o direito dos professores, professoras e contratados de receberem o Piso.

A Senadora Teresa Leitão (PT-PE), o presidente da CNTE, Heleno Araújo e a presidenta do Sintepe, Ivete Caetano exploraram a história, a importância e os desafios enfrentados na luta pelo reconhecimento e cumprimento dessa legislação e as nuances dessa questão fundamental para os educadores e a sociedade.

A luta pelo piso salarial do magistério não é recente. Ela remonta a décadas de esforços para garantir a valorização dos profissionais da educação. Desde os primórdios da educação em Pernambuco, a categoria tem enfrentado desafios significativos para assegurar direitos que deveriam ser garantidos por lei.

Em 2008, a legislação que institui o piso salarial foi finalmente aprovada, mas a sua implementação tem sido objeto de constantes batalhas. A senadora Teresa Leitão destacou que a luta pelo piso começou antes mesmo da criação do Sintep, com a mobilização de outros sindicatos e entidades. 

A lei 11.738/2008 estabelece que nenhum professor deve receber menos do que um determinado valor para uma jornada de 40 horas semanais, sendo essa uma conquista importante para a valorização da profissão.

Apesar da existência da lei, muitos desafios permanecem. A resistência de gestores públicos em cumprir a legislação é uma realidade que afeta profundamente os profissionais da educação. Heleno Araújo, presidente da CNTE, ressaltou que a desvalorização salarial é uma constante, e a falta de diálogo entre as entidades representativas e os gestores públicos dificulta a implementação do piso.

Os sindicatos desempenham um papel crucial na luta pelo piso salarial do magistério. O Sintepe, por exemplo, tem se mobilizado de maneira incansável para garantir que todos os professores, sejam efetivos ou contratados temporariamente, recebam o que é de direito. Ivete Caetano, presidenta do Sintepe, destaca que a luta é contínua e não faz distinções entre os profissionais da educação.

A ação do Sintepe em favor do piso salarial não é apenas uma questão de justiça, mas também um reconhecimento do trabalho realizado por todos os professores. A luta pelo pagamento do piso deve incluir todos os que atuam na educação, independentemente do regime de contratação.

Os convidados destacaram que a mobilização da categoria é fundamental para garantir que os direitos sejam respeitados. A participação dos educadores em manifestações e campanhas de conscientização é essencial. A união da categoria fortalece a luta e pressiona os gestores a cumprirem a legislação.

Eles lembraram que a não implementação do piso salarial do magistério tem consequências diretas na qualidade da educação e na vida dos profissionais. Professores que não recebem o piso estão muitas vezes desmotivados e desvalorizados, o que afeta diretamente a qualidade do ensino. Além disso, a falta de um salário digno pode levar à evasão de profissionais talentosos da carreira.

A senadora Teresa Leitão ressaltou que a valorização do professor é essencial para garantir um ensino de qualidade. Um professor bem remunerado é um profissional que se sente motivado a aprimorar suas práticas pedagógicas e a investir no desenvolvimento de seus alunos.

O que está em jogo na luta pelo piso salarial do magistério é mais do que uma questão financeira. É uma questão de dignidade, respeito e reconhecimento do trabalho dos educadores. A educação é um pilar fundamental para o desenvolvimento de qualquer sociedade, e os professores são os responsáveis por moldar o futuro das próximas gerações.

Sebastião Dias: “meu candidato é Flávio Marques “,

O prefeito Sebastião Dias esteve reunido com alguns representantes de empresários, comerciantes e partidos políticos. O encontro se deu na noite dessa terça-feira (5) e a pauta central foi a sucessão municipal. As lideranças cobraram do prefeito Sebastião Dias o rumo que o grupo iria tomar e o nome que seria apresentado para o pleito. […]

Flávio, Sebastião Dias e Carlos Veras

O prefeito Sebastião Dias esteve reunido com alguns representantes de empresários, comerciantes e partidos políticos.

O encontro se deu na noite dessa terça-feira (5) e a pauta central foi a sucessão municipal.

As lideranças cobraram do prefeito Sebastião Dias o rumo que o grupo iria tomar e o nome que seria apresentado para o pleito.

Sebastião Dias reconheceu que a união do grande grupo foi fundamental e determinante para as suas duas eleições.

Falou também que as conversas têm progredido com o deputado federal Carlos Véras, com os vereadores de sua base.

Ainda reafirmou a importância de se ter o ex-prefeito Mano e o vice Zé Amaral no grupo, que tem externado críticas à condução governista. Cobrado a falar de forma mais incisiva sobre o que ele pensava em relação a candidatura, Sebastião foi enfático ao afirmar: “o candidato que o prefeito Sebastião Dias apresenta é Flávio Marques. O meu candidato é Flávio Marques, do PT”.

Segundo a Assessoria, após a afirmação o prefeito foi aplaudido, com defesa de Flávio Marques. “Muitos até chegando a afirmar que não existe plano B. O candidato tem que ser Flávio porque reúne as melhores condições”, conclui a nota.

Danilo Cabral aciona PGR contra Ministério da Saúde

Durante Fórum Ampliado de Atenção Básica à Saúde, nesta sexta-feira (13), o deputado federal Danilo Cabral (PSB) anunciou que representou o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, na Procuradoria-Geral da República. O parlamentar pede providência para a suspensão dos efeitos da Portaria 2.979, que institui o Programa Previne Brasil. Segundo ele, a iniciativa do governo Bolsonaro […]

Foto: Divulgação

Durante Fórum Ampliado de Atenção Básica à Saúde, nesta sexta-feira (13), o deputado federal Danilo Cabral (PSB) anunciou que representou o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, na Procuradoria-Geral da República.

O parlamentar pede providência para a suspensão dos efeitos da Portaria 2.979, que institui o Programa Previne Brasil. Segundo ele, a iniciativa do governo Bolsonaro prejudica princípios basilares do Sistema Único de Saúde (SUS), como a universalidade e solidariedade, direitos garantidos pela Constituição de 1988.

“O governo prometeu aumentar os recursos destinados aos municípios, através do programa, na verdade, está promovendo um desmonte do SUS. Desde a implantação do teto dos gastos, as políticas públicas, como as ligadas à saúde, sofrem com esvaziamento. Nosso compromisso é de colocar nosso mandato à disposição da defesa do SUS”, afirmou Danilo Cabral.

De acordo com a portaria, entre outras mudanças na Atenção Primária à Saúde, haverá uma obrigatoriedade de cadastramento da população para o atendimento nas unidades básicas de saúde, produzindo consequências indesejáveis sobre a desigualdade de acesso, sobretudo, nas principais regiões metropolitanas. Outro ponto do texto é a alteração do funcionamento da atenção básica, do núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf), ao revogar um tratamento multiprofissional das equipes de saúde da família.

“A proposta do governo transforma as Unidades Básicas de Saúde em Unidades de Pronto Atendimento, rompendo a lógica da integralidade e territorialidade e os vínculos estabelecidos entre os profissionais e as pessoas. Além disso, ainda ameaça a prestação de importantes serviços feitos por fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, nutricionista, fonoaudiólogo, psicólogo, assistente social, profissional de educação física, médico veterinário, sanitarista, entre outros”, pontua Danilo Cabral.

Além da representação, Danilo Cabral fez mais dois movimentos políticos contrários à Portaria. A primeira foi a apresentação de um Projeto de Decreto Legislativo para revogar os efeitos da medida do Ministério da Saúde. O texto tramita na Comissão de Seguridade Social da Câmara dos Deputados, com relatoria da deputada Carmem Zanotto (Cidadania-SC). A proposta foi apensada a uma similar, apresentado pelo deputado Alexandre Padilha (PT-SP).

“Também protocolamos um requerimento de informação ao Ministério da Saúde para que possamos nos apropriar, oficialmente, dos dados que envolvem essa portaria”, disse Danilo Cabral. Entre os esclarecimentos solicitados, está sobre o alicerce jurídico utilizado pelo ministério para pôr a portaria em vigência a partir de 1º de janeiro, mesmo diante do não preenchimento de requisitos legais. O pedido chegou ao ministério no último dia 11, que tem um prazo de 30 dias para responder os questionamentos, sob pena de cometer improbidade administrativa.

O Fórum é realizado na Universidade Federal de Pernambuco. Estiveram presentes o reitor da UFPE, Alfredo Gomes, o presidente do Conselho de Fisioterapia e Teoria Ocupacional, Silano Barros, a coordenadora do GT de Fisioterapia na Atenção Básica, Luana Padilha, a vice-presidente da Abrasco, Bernadete Perez, a líder do grupo de pesquisa de medicina social da UFPE, Adriana Falangola, entre outros.