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CGU aponta que Bolsonaro fez uso da máquina pública durante campanha eleitoral

Por André Luis

O órgão analisou 254 processos de sigilo e pedidos emitidos por meio da Lei de Acesso à Informação

Um balanço feito pela Controladoria-Geral da União (CGU) apontou o uso da máquina pública nas eleições presidenciais do ano passado pelo então candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL). No total, foram analisados 254 processos de sigilo da administração anterior e pedidos emitidos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).

Uma parte mostra que a liberação do empréstimo consignado para beneficiários do Auxílio Brasil se concentrou justamente em outubro, no mês das eleições. O uso impróprio deste benefício é, inclusive, um dos argumentos que os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) utilizam para tentar tornar Bolsonaro inelegível.

As informações ainda dão conta de que o cartão corporativo da Presidência da República foi utilizado para abastecimento em postos de gasolina nos mesmos dias em que Bolsonaro participou de motociatas, onde fez campanha eleitoral.

A quebra de sigilo do governo anterior foi uma das pautas de campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que saiu vitorioso da disputa eleitoral. Agora, segundo o próprio ministro da CGU, Vinícius de Carvalho, o governo pretende expandir o uso da Lei de Acesso à Informação. “A gente vai cumprir a LAI em nível muito mais intenso do que no governo anterior”, disse em entrevista à Folha de S. Paulo.

Na próxima semana, o governo Lula deve anunciar novas medidas para aprimorar a Lei de Acesso à Informação. Uma delas é a reclassificação das informações consideradas reservadas pelo Comissão Mista de Reavaliação de Informação, que atua como uma das instâncias de análise dos documentos. As informações são do Brasil de Fato.

Outras Notícias

Se estivesse vivo, Dom Francisco faria 100 anos. Blog relembra entrevista histórica

Segundo Bispo Diocesano de Afogados da Ingazeira, se estivesse vivo, Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho faria nos próximo 4 de abril 100 anos. A Diocese de Afogados da Ingazeira terá uma programação especial por seu centenário. Dom Francisco nasceu em Reriutaba, Ceará, em 4 de abril de 1924. Filho de Francisco Austregésilo de Mesquita […]

domFranciscoGRSegundo Bispo Diocesano de Afogados da Ingazeira, se estivesse vivo, Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho faria nos próximo 4 de abril 100 anos.

A Diocese de Afogados da Ingazeira terá uma programação especial por seu centenário.

Dom Francisco nasceu em Reriutaba, Ceará, em 4 de abril de 1924. Filho de Francisco Austregésilo de Mesquita e Maria Clausídia Macedo de Mesquita.

Sua ordenação presbiterial ocorreu no dia 8 de dezembro de 1951, em Sobral. Foi nomeado bispo em 25 de maio de 1961 e se ordenou em 24 de agosto de 1961, em Sobral, Ceará. Segundo bispo de Afogados da Ingazeira, chegou em Afogados aos 17 de setembro de 1961. Permaneceu 40 anos à frente da diocese, entregando-a em 27 de outubro de 2001 ao sucessor, Dom Luís Gonzaga Silva Pepeu. Seu lema,  “Ut Vitam Habeant” (Para Que Tenham Vida) não poderia ter significado maior.

Em toda sua vida, Dom Francisco combateu os poderosos, esteve ao lado dos mais humildes, lutou ao lado de sua gente nas secas que assolaram o Nordeste. Dentre outras coisas, ganhou notoriedade no país ao defender a legitimidade dos saques em feiras para matar a fome. Senão, vejamos entrevista de Dom Francisco ao Diário de Pernambuco, em 2 de Maio de 1998.

DIÁRIO DE PERNAMBUCO – É crime ou pecado saquear merenda escolar, feiras livres ou depósitos públicos de alimentos? D. Francisco Austregésilo de Mesquita – Quando há necessidade, os bens se tornam comuns. Por isso, o saque é uma ação legítima e legal, desde que seja realizado somente nos casos em que a sobrevivência do homem está ameaçada. Isso está, inclusive, previsto no artigo 23 do Código Penal Brasileiro. Da mesma forma que a legítima defesa exclui do crime aquele que, para salvar a própria vida, tira a vida do outro. A Justiça, por exemplo, tira o crime de um filho que mata o pai, quando o filho matou o pai para poder se manter vivo. Ou você mata, ou morre. Os seguranças do presidente da República também podem matar uma pessoa para protegê-lo. Entretanto, é crime quando alguém saqueia um supermercado por vandalismo ou porque pretende montar uma bodega. Todos são iguais diante de Deus. Infelizmente, a divisão somos nós que fazemos. Aliás, muito mal feita.

DIÁRIO – O senhor acha que a polícia deve agir para conter os saques? DFAM – Essa é uma outra questão. O policial não pode ser irresponsável e passar por cima de uma ordem superior. Ele tem que ser disciplinado e manter a ordem. Se uma autoridade mandar um policial guardar um depósito de alimentos, então ele deve agir de todas as formas para proteger esse depósito. Se tiver que atirar, que atire nos pés. Não precisa matar. Ele não tem culpa de prejudicar ou impedir que alguém se alimente.

tira_dom_fDIÁRIO – É legítima uma ordem que determina a alguém guardar alimentos quando tem tanta gente morrendo de fome? DFAM – Eu considero omissão de socorro quando alguém impede que fulano ou sicrano se alimente. Acho até que essa pessoa que dá uma ordem como esta merece um processo. É bom que fique claro que a omissão de socorro deve recair sobre a pessoa que deu a ordem de fechar as portas de um galpão cheio de alimentos, por exemplo, e não de quem a está executando. Não é o policial que está tentando agir com disciplina que deve ser responsabilizado. Porém, quem julga é a Justiça e não eu.

DIÁRIO – O senhor acha que o presidente Fernando Henrique Cardoso está sendo omisso e merece ser processado? DFAM – Não acho que ele está cometendo um crime. Fernando Henrique já declarou que não vai faltar comida nem dinheiro para atender todas as pessoas que estão com fome. Os programas para combater os problemas provocados pela estiagem, segundo o presidente, também devem ser implantados em mais alguns dias.

DIÁRIO – O senhor considera que o presidente está sendo correto quando diz que os municípios onde forem registrados saques correm o risco de não serem atendidos? DFAM – Não acredito que o presidente tenha ameaçado excluir os municípios onde estão acontecendo os saques, como foi publicado em todos os jornais do país. Quem saqueia não é a cidade, mas um grupo. Ele não seria irresponsável a ponto de dizer isso. Além do mais, estamos em um ano eleitoral. E ele precisa de votos.

DIÁRIO – E se as declarações forem verdadeiras? DFAM – Se o presidente realmente disse isso, então ele não pensou antes. Acho que ele não terá coragem de cumprir as ameaças. Mas, se ele cumprir o que disse e alguém chegar a morrer de fome porque o município foi excluído do programa de combate aos efeitos da seca do governo federal, então eu acho que o Fernando Henrique merece um processo. Ele estaria omitindo socorro a quem precisa. Mas, eu volto a repetir: não acredito que o presidente tenha dito uma coisa como essa.

DIÁRIO – Depois que o senhor e o arcebispo da Paraíba, d. Marcelo Carvalheira, defenderam os saques como uma necessidade, Fernando Henrique reagiu. Ele criticou os líderes políticos e religiosos que incentivam a ação e chamou essas pessoas de demagogas. O que o senhor acha da posição do presidente? DFAM – Toda pessoa tem o direito de se defender e reclamar. Até mesmo o pior criminoso. Ainda mais quando a defesa é justa, correta e verdadeira. Quando tem fundamento e não são apenas palavras. Quando não atinge e fere outras pessoas. Mas, não estou aqui para julgar as intenções íntimas de uma pessoa. Só Deus julga. Entretanto, a impressão que tenho é que os políticos só querem o voto do povo. Não vejo ações objetivas e que visem ao desenvolvimento da população. Às vezes, eu penso que os políticos só querem atingir os seus próprios interesses. Esquecem que são mandatários do povo. Eles esquecem que a população tem todo o direito de reclamar, quando achar que as ações dos políticos não estão atendendo suas necessidades.

DIÁRIO – O senhor acha que as declarações de Fernando Henrique foram justas? DFAM – Não acho justo o que ele disse. Nós religiosos não estamos insuflando os saques pelo interior do Nordeste. Além do mais, acho que ele deveria ir a público e reconhecer que a ação não é um crime, quando praticado em caso de necessidade. Pela lei, as pessoas que participam de um ataque às feiras são excludentes de criminalidade.

DIÁRIO – Os ataques às feiras livres ou supermercados costumam ser pacíficos? DFAM – Ninguém pode dizer que levou um beliscão de um trabalhador rural durante um saque. Os agricultores não agem com violência. São muito pacíficos e conservadores. Eles chegam às feiras livres apenas com um saco vazio na mão para poder encher de alimentos. Às vezes, os trabalhadores rurais encontram alguns policiais fazendo a fiscalização. Muitos destes policiais são filhos dos próprios agricultores que estão passando fome. O que eles vão fazer? Além disso, muitas das pessoas que participam do saque são homens de idade. Dificilmente, teriam força para brigar, corporalmente.

DIÁRIO – O senhor recebeu críticas ou sentiu oposição de algum bispo que participa do encontro em Itaici (SP) por ter feito as declarações sobre os saques? DFAM – Ao contrário. Recebi muitos elogios e parabéns. Se tem alguém contra o que foi dito, até agora não se pronunciou. Também não saí por aí perguntando quem é a favor ou contra o que eu disse. Sou muito ocupado. Aliás, sou um dos bispos mais ativos neste encontro de Itaici. Além disso, tenho mais o que fazer que me preocupar com outras opiniões.

DIÁRIO – O senhor realmente incita e apoia os saques como está todo mundo pensando por ai? DFAM – Não incito e não apoio os saques. Apenas lamento. Também é importante que fique claro que eu não condeno as pessoas que atacam as feiras livres, supermercados, depósitos públicos de alimentos e merenda escolar, quando a intenção é matar a fome da família. A fome é má conselheira. Mas, se um grupo e trabalhadores resolve assumir a responsabilidade e agir dessa maneira, respeito a decisão e me coloco à disposição para defendê-lo e esclarecer as coisas.

DIÁRIO – O senhor já participou de reuniões com trabalhadores rurais que organizavam algum saque. Alguém já contou ter feito algum ataque à feiras durante a confissão. Se já o fez, o senhor isentou a pessoa do pecado? DFAM – Nem que me furassem com pontas de faca até a morte eu contaria o teor de uma confissão. Mas eu garanto para você que ninguém nunca me disse que participou de um ataque à feira. Também nunca participei e nem pretendo participar de reuniões que discutam as estratégias para saquear um supermercado. No mês passado, quando aconteceu um saque ao depósito da Ceagepe de Afogados da Ingazeira, eu soube à tarde, quando estava em casa, reunido com 80 pessoas.

DIÁRIO – O senhor acha que o saque em Afogados foi justo? DFAM – Eles levaram pouca coisa. Cerca de dez toneladas de comida. Acho que foi justo sim. Eu considero uma afronta manter um depósito com 26 toneladas de alimentos, todos do Comunidade Solidária, o programa da dona Rute Cardoso, na porta de um monte de gente que está morrendo de fome. Nenhum quilo iria ser entregue para as pessoas que estão famintas em Afogados. Na cidade, tem gente comendo palma e pega-pinto, uma espécie de batata. O pega-pinto é uma planta queas pessoas costumam utilizar para fazer chá. É chegar ao extremo. Numa situação como esta, como é que alguém pode ficar de braços cruzados e deixar os alimentos estocados no depósito?

DIÁRIO – Depois de provocar polêmica com suas declarações em todo o país, o senhor acha que vai voltar para Afogados da Ingazeira como herói? DFAM – Todo mundo me conhece em Afogados e sabe o que penso. Ninguém vai me tratar diferente ou como herói, somente por conta do que aconteceu. Nada do que fiz merece ser chamado de heroísmo. Já moro na cidade há 37 anos e quando voltar, na próxima semana, tudo vai continuar da mesma maneira.

DIÁRIO – Quando chegar em Afogados, como o senhor pretende de engajar na luta contra a fome das pessoas castigadas pelos efeitos da seca? DFAM – Vou continuar trabalhando como sempre. Primeiro tenho que ficar por dentro da realidade do município. Dos problemas que a estiagem está provocando. Deveremos receber doações e fazer a distribuição de alimentos, mas, isso é apenas um paliativo. Se for necessário, vou atrás de autoridades e de pessoas em condições de ajudar para pedir mais solidariedade.

DIÁRIO – O senhor acha que as cestas básicas que o governo federal pretende distribuir são suficiente para reduzir os impactos provocados entre as pessoas castigadas pela seca? DFAM – A cesta básica é um paliativo que não resolve nada. Ainda mais agora que reduziu o tamanho. Passou de 25 quilos para nove quilos. A alternativa é criar emprego. Isso é o que o povo quer. Ninguém está interessado em esmolas. O governo também pode fazer ações de caráter permanente, como projetos de infra-estrutura.

DIÁRIO – Como eram as cestas básicas distribuídas durante a seca de 1993? DFAM – Eram uma vergonha. Vinham coisas que não correspondiam à realidade alimentar do povo. As cestas eram incompletas. Não era uma cesta preparada com feijão, farinha e milho. Era mal feita. Às vezes, só vinha arroz e de baixa qualidade. Aquele que estava ficando ruim no depósito. A distribuição é quase sempre feita com critérios políticos. Ninguém quer perder o voto. Depois, eles dizem: eu ajudei você.

Manifestantes venezuelanos voltam a entrar em confronto com forças de Maduro

Centenas de apoiadores do líder da oposição Juan Guaidó estão nas ruas de Caracas atendendo ao apelo por mais protestos Estadão Conteúdo Manifestantes contrários ao regime do presidente Nicolas Maduro voltaram a entrar em confronto, nesta quarta-feira (1), com forças de segurança da Venezuela. Os oficiais usaram bombas de gás lacrimogêneo para dispersar opositores reunidos […]

O primeiro dia de protestos foi marcado por violência e deixou cerca de 100 feridos. Foto: Yuri Cortez / AFP

Centenas de apoiadores do líder da oposição Juan Guaidó estão nas ruas de Caracas atendendo ao apelo por mais protestos

Estadão Conteúdo

Manifestantes contrários ao regime do presidente Nicolas Maduro voltaram a entrar em confronto, nesta quarta-feira (1), com forças de segurança da Venezuela. Os oficiais usaram bombas de gás lacrimogêneo para dispersar opositores reunidos no bairro de El Paraíso, na zona oeste da capital Caracas. Alguns manifestantes pediram aos agentes que parassem de atirar na população e muitos permaneceram no local apesar das ações dos policiais.

As centenas de apoiadores do líder da oposição Juan Guaidó estão nas ruas de Caracas atendendo ao apelo de Guaidó por mais protestos. Ontem, o dia de protestos foi marcado por violência, que deixou cerca de 100 feridos. O governo Maduro reprimiu manifestações em Caracas e nas principais cidades do país. Maduro conseguiu manter a coesão das Forças Armadas, com comandantes do exército proclamando publicamente sua lealdade ao líder socialista.

Refugiado

À noite, um dos principais opositores do governo, Leopoldo López, padrinho e mentor político de Guaidó e que desafiou sua prisão domiciliar para se unir ao movimento, se refugiou em embaixadas estrangeiras. Hoje, o governo da Espanha confirmou que Lopez e sua família estavam na residência do embaixador espanhol em Caracas, depois de terem inicialmente buscado a representação chilena no país. Fonte: Associated Press.

O Blog e a História: a tragédia com o poeta Zé de Mariano e família

Em 2 de janeiro de 2014: um choque entre um caminhão que transportava telhas, placas  OKA- 8436, de Parelhas RN e vinha no sentido Carnaíba-Flores, uma moto guiada por um morador de Flores e um Siena, placas KKG 4121, de Tabira, causou uma tragédia na PE 320 esta manhã. Informações passadas por Cícero Robson, guarda […]

Com impacto, Siena foi arremessado para tubulação da Adutora do Pajeú. Vítimas morreram com impacto.Ultrapassagem em local proibido causou colisão. Foto cedida ao blog por

Em 2 de janeiro de 2014: um choque entre um caminhão que transportava telhas, placas  OKA- 8436, de Parelhas RN e vinha no sentido Carnaíba-Flores, uma moto guiada por um morador de Flores e um Siena, placas KKG 4121, de Tabira, causou uma tragédia na PE 320 esta manhã.

Informações passadas por Cícero Robson, guarda municipal que reside em Afogados da Ingazeira e estava em uma moto  a poucos metros e testemunhou o acidente, falando à Rádio Pajeú, dão conta de que o Siena, que vinha no sentido Serra-Afogados, tentou ultrapassar a moto placa PFX- 2560, de  Ibupi, guiada por Edinailson Santos 34 anos, de Santana de Almas, município de Flores, cuja identidade foi informada pelo  blogueiro Cauê Rodrigues, também à Rádio Pajeú.

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“Deu pra ver o caminhão com placa do Rio Grande do Norte virando. O Siena de Tabira tentou passar na moto numa lombada, bateu na moto e a moto bateu em frente do caminhão. O caminhão dilacerou motorista e a moto. O carro também bateu no caminhão e foi arremessado para o acostamento e chegou a se chocar com tubulação da Adutora do Pajeú”, disse Cícero.  “Quase fui atingido pelas telhas”, afirmou ainda em estado de choque. Com o choque com o caminhão, os ocupantes do Siena  também morreram na hora.

O motorista do caminhão foi levado para Serra Talhada bastante ferido. “No choque com o caminhão a lataria do carro de Tabira se dilacerou”, disse.

Veículo ficou totalmente destruído. Foto : Evandro Lira

Ouça o relato de Cícero Robson, de Afogados da Ingazeira, primeira testemunha do acidente, falando a este blogueiro no Programa Manhã Total (Rádio Pajeú), clicando abaixo :

 

 

As informações de Anchieta Santos na Cidade FM, confirmam as mortes dos quatro integrantes do Siena, que era guiado pelo poeta Zé de Mariano. A Polícia Militar confirmou a identidade de todos que estavam no carro. Morreram :

O poeta Zé de Mariano, a filha Mônica Madureira e a esposa, Lourdes Pereira. Tragédia acaba com família. Foto : Reprodução/Facebook

José Anchieta Pereira Lima, o  Zé de Mariano, 60 anos. Foi homenageado na última Missa do Poeta em Tabira.

Maria de Lourdes Pereira Madureira, 53 anos  : esposa de Zé de Mariano, era professora.

Poeta Zé de Mariano, conhecido por escrever sobre a natureza. Ele guiava o carro. Mulher, filha e cunhado também morreram.

Mônica Pereira Madureira, 23 anos : filha do casal, havia concluído Faculdade em Serra Talhada no fim do ano passado na UFRPE/Uast.

Emanoel Messias Madureira, 64 anos. Irmão de Lourdes e cunhado de Zé de Mariano,  foi jogador do antigo Nacional de Tabira e Atlético de Salgueiro.

Policiais Militares, Corpo de Bombeiros e muitos curiosos estão no local segundo o blogueiro Cauê Rodrigues falando à Rádio Pajeú.

As fotos, cedidas por Cícero Robson ao blog, só foram publicadas quando não representaram constrangimento ainda maior ou choque aos leitores, em respeito também às famílias das vítimas. “Queria alertar para o fato de que dois segundos representam a diferença entre a vida e a morte”, diz Cícero. O Blog recebeu iagens fortíssimas, mas decidiu não publicá-las, respeitando sua linha editorial.

O Secretário do Povo, Evandro Lira, esteve a pouco no local. Ouça os flashes para o programa Comando Geral, da Rádio Pajeú :

Caminhão, com placa do RN, transportava telhas. Motorista nao identificado foi levado para Serra Talhada. Estado seria grave, segundo informações.

A moto guiada por José Enailson Santos 34 anos, de Santana de Almas, município de Flores, cuja identidade foi informada pelo blogueiro Cauê Rodrigues, também à Rádio Pajeú.

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Candidata a vice-prefeita, deputada sofre atentado na Paraíba

Paraíba Online A deputada federal Edna Henrique (PSDB/PB), candidata a vice-prefeita do município de Monteiro, cidade localizada na região do Cariri paraibano, sofreu um atentado na noite desse domingo (9). O veículo em que estava a candidata foi alvejado a tiros de arma de grosso calibre.  O crime aconteceu em frente à casa da senhora […]

Paraíba Online

A deputada federal Edna Henrique (PSDB/PB), candidata a vice-prefeita do município de Monteiro, cidade localizada na região do Cariri paraibano, sofreu um atentado na noite desse domingo (9). O veículo em que estava a candidata foi alvejado a tiros de arma de grosso calibre.

 O crime aconteceu em frente à casa da senhora Josivânia, que é presidente da Associação de Santa Catarina, onde Edna e assessores estavam fazendo uma vista eleitoral.

Nesse domingo, a candidata passou o dia na zona rural do município de Monteiro, acompanhada do presidente estadual do PROS, Michel Henrique, do seu assessor Clênio Nóbrega e do motorista, quando foram surpreendidos pelos disparos.

Segundo os assessores, as imagens  que estão sob a investigação da polícia impressionam pelo calibre do armamento, possivelmente de espingarda 12, que perfurou a lataria do veículo na porta da frente.

De acordo com Michel Henrique, eles tinham acabado de descer do carro, quando o veículo foi alvejado por vários disparos, assustando também os moradores da comunidade. Felizmente ninguém foi atingido e fora o susto, estão todos bem.

Conforme ainda informações da assessoria, a deputada já havia comunicado à Câmara Federal sobre o clima de violência e sobre as ameaças na campanha em Monteiro.

Após o registro de dois atentados, Edna Henrique voltou a oficiar o ocorrido ao presidente Rodrigo Maia e à Polícia Legislativa, também acionou a Polícia Federal, ao secretário de Segurança da Paraíba e ao Batalhão local para que sejam tomadas as providências sobre o ocorrido.

FBC visita municípios da Região Metropolitana no fim de semana

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB), participa neste fim de semana de atos de campanha em municípios da Região Metropolitana. Acompanhado do deputado estadual Antonio Coelho (DEM), o senador estará às 17h desta sexta-feira (23) em Olinda para uma caminhada com o candidato pelo MDB, Celso Muniz, no bairro de Águas […]

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB), participa neste fim de semana de atos de campanha em municípios da Região Metropolitana. Acompanhado do deputado estadual Antonio Coelho (DEM), o senador estará às 17h desta sexta-feira (23) em Olinda para uma caminhada com o candidato pelo MDB, Celso Muniz, no bairro de Águas Compridas. Às 19h, a caminhada será com Yves Ribeiro, também do MDB, que disputa a prefeitura do Paulista.

No sábado (24), os parlamentares visitam o município de Água Preta, na Mata Sul, onde participam de ato político do candidato do PROS, Tonhão.

A agenda do sábado termina em Ipojuca, após grande caminhada marcada para 18h com a prefeita Célia Sales, que disputa a reeleição pelo PTB.

Já no domingo (25), o senador Fernando Bezerra e o deputado estadual Antonio Coelho participam, às 11h, de ato político em apoio à candidatura de Mendonça Filho, que disputa a prefeitura do Recife pelo DEM.

Serviço

Visita a Olinda

Evento: Caminhada com o candidato Celso Muniz

Data: 23/10/2020 – 17h

Local: Águas Compridas

Visita a Paulista

Evento: Caminhada e comício com o candidato Yves Ribeiro

Data: 23/10/2020 – 19h

Local: Rua Estados Unidos, 276, Pau Amarelo

Visita a Água Preta

Evento: Ato político com o candidato Tonhão

Data: 24/10/2020 – 15h

Local: Residência do prefeito Eduardo Coutinho

Visita a Ipojuca

Evento: Grande caminhada com a prefeita Célia Sales

Data: 24/10/2020 – 18h

Local: Nossa Senhora do Ó

Visita a Recife

Evento: Ato político do candidato Mendonça Filho

Data: 25/10/2020 – 11h

Local: Comitê – Rua Real da Torre, 1130