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Cenário encaminhado para Márcia Conrado presidir a AMUPE, dizem aliados

Por Nill Júnior

A indefinição durou algumas horas na reunião que buscou um consenso.  Prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia, ainda resiste, mas deve retirar o nome. 

Confirmação oficial não saiu ainda por respeito ao prefeito de Caruaru,  Rodrigo Pinheiro e por reunião “bate martelo” segunda.

A prefeita de Serra Talhada,  Márcia Conrado,  deverá manter a hegemonia recente do Pajeu a frente da Associação Municipalista de Pernambuco,  Amupe, apostam aliados da gestora.

Afirmam que ela vai vencer a queda de braço com o prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia ao reunir mais condições e apoio. Só que uma nova reunião ocorrerá segunda.  “O compromisso é de ter consenso. Mas não há definição do cargo”, disse uma fonte municipalista que estava na reunião por volta das 22h30.

Chegou a se discutir um plano C, a manutenção de José Patriota por mais um mandato,  mas isso poderia sacrificar o seu primeiro ano como Deputado Estadual.  O próprio parlamentar rechaçou a possibilidade.

Na verdade, a confirmação oficial de que a chapa será de consenso está dependendo de um contato com Rodrigo Pinheiro,  prefeito de Caruaru, para informá-lo da decisão e consultar se de fato de retira da disputa. O prefeito participa da abertura do Carnaval de Caruaru.

A eleição da Amupe acontece no dia 27 de fevereiro. A chapa de consenso pode ser registrada até a próxima sexta-feira, dia 17.

Oficialmente,  a AMUPE não confirma.  Diz em nota:

A diretoria executiva da Amupe reunida nesta sexta-feira, 10 de fevereiro comunica aos prefeitos(as) e a sociedade em geral o seguinte posicionamento:

1) O compromisso de todos para assegurar uma chapa de unidade que represente o fortalecimento do movimento municipalista de Pernambuco;

2) Dentro do prazo eleitoral, anunciaremos a composição da chapa de unidade.

Outras Notícias

RedeTV demite Sikêra Jr, que exige multa da emissora

Aditivo de contratação teria sido assinado pelo apresentador e caso pode parar na Justiça Após as polêmicas em que se envolveu no último ano, Sikêra Jr. não teve o contrato renovado com a RedeTV. A informação é do colunista Ricardo Feltrin, do Uol, dizendo que o “Alerta Nacional” deve sair do ar no próximo dia […]

Aditivo de contratação teria sido assinado pelo apresentador e caso pode parar na Justiça

Após as polêmicas em que se envolveu no último ano, Sikêra Jr. não teve o contrato renovado com a RedeTV. A informação é do colunista Ricardo Feltrin, do Uol, dizendo que o “Alerta Nacional” deve sair do ar no próximo dia 28.

De acordo com a publicação, a RedeTV chegou a negociar um novo contrato com o apresentador, mas desistiu. O contrato inicial de Sikêra com a RedeTV teria validade de dezembro de 2019 até dezembro de 2022.

Segundo o colunista, a emissora teria acertado um aditivo, esticando o contrato com Sikêra, por meio da TV Crítica (dona do passe dele), até dezembro de 2027. Porém, na hora de assinar os papéis, a RedeTV! não quis continuar a parceria.

De acordo com a publicação, os discursos homofóbicos e extremistas trouxeram processos para a emissora, uma baixa nos patrocinadores e o desinteresse na continuação do contrato.

O advogado de Sikêra, Rannieri Lopes, notificou extrajudicialmente os donos da RedeTV informando que eles terão de pagar a multa de R$ 17 milhões por ter provas da negociação entre as partes para o prolongamento do contrato.

Já a RedeTV considera que não precisará pagar a multa. O caso deve parar na Justiça. Sikera Júnior é pernambucano de Palmares.

Márcia anuncia retomada das obras do Residencial Vanete Almeida

Nova empresa já foi aprovada pelo Banco do Brasil e processo burocrático de contratação deve ser concluído em 45 dias É o primeiro gargalo destravado com o governo Lula Cumprindo agenda em Brasília, a prefeita Márcia Conrado anunciou nesta quarta-feira (08) a retomada das obras do Residencial Vanete Almeida, em Serra Talhada. Durante a manhã, […]

Nova empresa já foi aprovada pelo Banco do Brasil e processo burocrático de contratação deve ser concluído em 45 dias

É o primeiro gargalo destravado com o governo Lula

Cumprindo agenda em Brasília, a prefeita Márcia Conrado anunciou nesta quarta-feira (08) a retomada das obras do Residencial Vanete Almeida, em Serra Talhada.

Durante a manhã, a prefeita serra-talhadense se reuniu com o deputado Fernando Monteiro e o ministro das Cidades Jader Filho para discutir soluções para o Vanete Almeida.

No período da tarde, a gestora se encontrou com a equipe de Soluções em Empréstimos e Financiamentos do Banco do Brasil, responsável pela contratação da construtora que irá concluir a obra do residencial, que conta com 902 unidades habitacionais.

A previsão é que o processo burocrático de contratação da nova empresa seja concluído no prazo de 45 dias. É o primeiro gargalo destravado com o governo Lula, já que não houve avanço na agenda com os quatro anos de Bolsonaro nem para o fim do governo Duque, muito menos para o início da gestão Márcia sobre o tema.

“Saímos animados com a notícia de que a empresa interessada foi aprovada e que na próxima semana o parecer técnico de retomada será enviado para deferimento pelo Ministério das Cidades. A partir daí, são cerca de 45 dias para concluirmos a parte burocrática da contratação da empresa. Estamos no caminho certo, trabalhando para cuidar de cada cantinho de Serra Talhada, e com grandes parceiros como Fernando Monteiro e o governo Lula tenho certeza de que logo, logo, estaremos entregando essas casas para 902 famílias serra-talhadenses”, informou a prefeita.

Seis em cada dez municípios têm a maioria do eleitorado feminino

Há mais mulheres do que homens aptos a votar em todos os estados brasileiros Dados das Eleições Municipais de 2024 divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)  revelam que as mulheres representam a maioria do eleitorado brasileiro: 81.806.914 eleitoras, o que equivale a 52,47% do total. Os homens, por sua vez, totalizam 74.076.997 eleitores (47,51%). Um […]

Há mais mulheres do que homens aptos a votar em todos os estados brasileiros

Dados das Eleições Municipais de 2024 divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)  revelam que as mulheres representam a maioria do eleitorado brasileiro: 81.806.914 eleitoras, o que equivale a 52,47% do total. Os homens, por sua vez, totalizam 74.076.997 eleitores (47,51%). Um pequeno percentual, 0,02%, correspondente a 28.769 pessoas, não informou o sexo. Esses números refletem a importância das mulheres no processo eleitoral. 

A distribuição geográfica do eleitorado revela que, em quase 62% dos municípios brasileiros, as mulheres são maioria, totalizando 3.432 localidades onde o eleitorado feminino supera o masculino. Em contraste, 38% dos municípios, ou 2.126 localidades, têm a maioria de homens votantes.

Outra curiosidade é que, em 11 municípios, a quantidade de eleitoras e eleitores é exatamente igual. Esses dados não apenas ilustram a diversidade do eleitorado brasileiro, mas também apontam para diferenças regionais no comportamento eleitoral. 

Faixa etária  

Entre as eleitoras, a maior parte – pouco mais de 20,4 milhões – está na faixa dos 45 a 59 anos. Esse também é o intervalo de idade em que se concentra a maioria dos homens aptos a votar: 18,4 milhões.  

Já na faixa dos mais jovens, de 18 a 24 anos, os números são bem próximos entre os gêneros: mulheres e homens nessas idades contribuem, cada um, com cerca de 9 milhões para o eleitorado apto a votar em 2024.  

Voto facultativo  

Além disso, mais de 22 milhões de eleitoras e eleitores estão aptos para o voto facultativo em outubro. Desses, aproximadamente 12 milhões são mulheres e cerca de 10 milhões são homens.   

No Brasil, o voto e o alistamento eleitoral são obrigatórios para maiores de 18 anos e são facultativos para analfabetos, maiores de 70 anos e pessoas com idade entre 16 e 18 anos. Essas regras estão previstas na Constituição Federal (artigo 14, parágrafo 1º e incisos). 

Cultura de violência contra jornalistas e comunicadores é tema de audiência na Câmara Federal

A Câmara dos Deputados realiza, na próxima terça-feira (04), audiência pública para debater a violência contra jornalistas e comunicadores como ameaça aos direitos humanos e à democracia. O evento será realizado em conjunto pelas comissões de Direitos Humanos e Minoria, onde a autoria foi do deputado Túlio Gadelha (PDT-PE), e pela de Cultura, onde a […]

Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados realiza, na próxima terça-feira (04), audiência pública para debater a violência contra jornalistas e comunicadores como ameaça aos direitos humanos e à democracia. O evento será realizado em conjunto pelas comissões de Direitos Humanos e Minoria, onde a autoria foi do deputado Túlio Gadelha (PDT-PE), e pela de Cultura, onde a proponente foi a deputada Maria do Rosário (PT-RS).

O dado mais recente revela que a violência contra jornalistas aumentou 36% em relação a 2017, segundo o relatório da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). De acordo com o levantamento, foram registrados 135 casos de agressões, atingindo 227 jornalistas.

Gadêlha destaca que a sombra do passado ainda se faz presente com a postura do presidente em relação à imprensa. “O triste passado de autoritarismo parece voltar aos dias de hoje, inclusive, pelas práticas de agressões verbais e restrições injustificáveis ao exercício de suas profissões pelo presidente e sua equipe”, declara.

Já Maria do Rosário argumenta que é preciso entender e pensar soluções para a reversão do triste quadro de violência contra os jornalistas, comunicadores e profissionais de imprensa em atuação no Brasil. “Mesmo após a redemocratização o país vivencia violência a jornalistas, comunicadores e profissionais de imprensa em geral, seja por restrições injustificáveis ao exercício de suas profissões, seja até mesmo por crimes contra a vida destes profissionais”, destaca a deputada.

Foram convidados representantes da Fenaj, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB Nacional), da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) e do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul, além do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, da ONG Artigo 19 e o jornalista Leonardo Sakamoto.