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Casa Civil não recebeu lideranças do Pajeú

Por Nill Júnior

AntonioFigueira_Miva-FilhoSESTrês reuniões com lideranças de dois municípios agendadas para a última terça-feira pela Casa Civil do Governo Paulo Câmara, não aconteceram.

Dirigentes da nova Comissão Provisória do PSB de Tabira, membros da terceira via de Tuparetama e o prefeito de Tuparetama Dêva Pessoa, seriam recebidos pelo Secretário Antônio Figueira.

Mudanças na agenda do Governador, impediram o secretário de se reunir com os sertanejos. (Anchieta Santos)

Outras Notícias

Falta de sinalização e forte chuva foram determinantes em acidente com ônibus do TFD de Brejinho, diz prefeito

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, disse em entrevista ao Programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que a falta de sinalização na nova PE 275, a curva acentuada onde ocorreu o acidente e as fortes chuvas determinaram o tombamento do ônibus com pacientes do TFD na ttarde de ontem. “Não há ainda nenhuma sinalização, faixa […]

O prefeito de Brejinho, Gilson Bento, disse em entrevista ao Programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que a falta de sinalização na nova PE 275, a curva acentuada onde ocorreu o acidente e as fortes chuvas determinaram o tombamento do ônibus com pacientes do TFD na ttarde de ontem.

“Não há ainda nenhuma sinalização, faixa central ou lateral, havia muita chuva. Havia baixa visibilidade e aquela curva é muito perigosa com vários acidentes”. Ele reforçou que o piche novo e a inclinação da curva podem ter contribuído.

O gestor disse que apenas duas pessoas precisaram de cuidados mais intensivos e creditou à proteção divina o fato de não haver feridos mais graves. O ônibus estava no seguro que já foi acionado. Ele agradeceu à solidariedade. “O prefeito Zeinha Torres foi muito solícito e só saiu quanto todos já tinham sido levados para o hospital. Também às prefeituras de Sertânia, Tuparetama, São José do Egito, todos que se mobilizaram e foram solidários. Também ao Hospital Regional Emília Câmara pelo atendimento”. A prefeitura ainda emitiu nota sobre o ocorrido:

A Prefeitura Municipal de Brejinho, em nome do prefeito Gilson Bento, através da Secretaria Municipal de Saúde vem, por meio desta nota, informar e esclarecer o acidente ocorrido neste último domingo, 18 de abril, com o ônibus de Transporte Fora do Domicílio (TFD) de Brejinho.

O acidente envolvendo o veículo municipal, que tinha como destino a cidade de Recife, aconteceu às 14h30, na PE 275, entre o distrito de Jabitacá e a cidade de Sertânia. No veículo estavam 17 pessoas, entre pacientes, acompanhantes, condutor e funcionários da casa de apoio. Após o incidente, foi feito o atendimento inicial no local e, em seguida, todos os envolvidos foram direcionados ao Hospital Regional Emília Câmara, em Afogados da Ingazeira. Não houve vítimas fatais.

Diante do acontecido, fica nossa imensa gratidão a Deus, por todo Livramento e proteção; ao nosso condutor Gé, o qual por sua habilidade e técnica minimizou imensamente os resultados do incidente; Ao prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, e das demais cidades circunvizinhas pelo apoio; a Mari Delany, Diretora de saúde da Geres de Afogados e aos funcionários da saúde do nosso Município, os quais, mesmo não estando de plantão, se disponibilizaram a ajudar, como também os demais funcionários das demais secretarias do nosso município que se prontificaram em ajudar.

Por fim, a Secretaria de Saúde deseja a todos os envolvidos uma rápida e próspera recuperação e reforça que está prontamente disponível para atender as necessidades dos que precisarem.

Pedro Corrêa: “Como recebi R$5 mi para minha eleição se não me candidatei?”

O ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE) apontou uma suposta contradição na delação do doleiro Alberto Youssef ao depor na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras em audiência, hoje, em Curitiba. Questionado pelo deputado Celso Pansera (PMDB-RJ) sobre a suspeita de ter recebido cerca de R$ 5 milhões para recursos de campanha de uma candidatura a […]

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O ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE) apontou uma suposta contradição na delação do doleiro Alberto Youssef ao depor na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras em audiência, hoje, em Curitiba.

Questionado pelo deputado Celso Pansera (PMDB-RJ) sobre a suspeita de ter recebido cerca de R$ 5 milhões para recursos de campanha de uma candidatura a deputado, Corrêa diz que não é possível ter recebido este dinheiro porque não se candidatou em 2010. O deputado afirmou que o dado consta da delação de Youssef.

“Eu fui cassado em 2006, isso significa que fico proibido de me eleger por oito anos. Como que posso receber R$5 milhões para minha eleição se não me candidatei?”, declarou Corrêa.

Corrêa é suspeito de receber propinas do esquema envolvendo a Petrobras. Ele já estava preso após condenação no julgamento do mensalão. Após novas suspeitas o ligando ao esquema descoberta pela Lava Jato, ele foi encaminhado para a carceragem da Polícia Federal em Curitiba.

Ele inicialmente declarou que não responderia as perguntas dos deputados na audiência.

“A única coisa que pode me acontecer nessa CPI, além de ser ‘bipreso’ [pelo mensalão e pela operação Lava Jato], é ser ‘tripreso'”, disse o ex-deputado.

Posteriormente, passou a responder as perguntas dos deputados. Durante o depoimento, Corrêa disse que conheceu Youssef pelo deputado José Janene, morto em 2010. Mas diz que a delação de Youssef que o liga ao escândalo não é verdadeira.

“Se essa delação fosse confirmada eu teria de ter um patrimônio entre R$ 20 milhões e R$ 25 milhões. Meu patrimônio não foi aumentado. Se existe, eu gostaria de saber onde está esse dinheiro”, afirmou.

O ex-deputado afirmou que nunca recebeu dinheiro ilegal de Youssef. Corrêa também declarou que a indicação de Paulo Roberto Costa teve a chancela do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele disse que ele soube disso por Janene.

Corrêa também comentou a suspeita de que recursos do esquema investigado pela Lava Jato abastecer partidos. “Eu acho que precisam ser punidos quem doa, não os partidos que receberam na forma da lei.” (Uol)

Duas unidades de saúde no Recife abrem 120 leitos de UTI para pacientes de Covid-19

Com 120 leitos de UTI exclusivos para tratamento de pacientes com Covid-19, os hospitais Agamenon Magalhães e de Referência Covid-19 – Unidade Boa Viagem (antigo Alfa), se tornaram as unidades com maior número de vagas de terapia intensiva para tratamento do novo coronavírus em Pernambuco, com 60 leitos cada. Localizado no bairro do Parnamirim, zona […]

Com 120 leitos de UTI exclusivos para tratamento de pacientes com Covid-19, os hospitais Agamenon Magalhães e de Referência Covid-19 – Unidade Boa Viagem (antigo Alfa), se tornaram as unidades com maior número de vagas de terapia intensiva para tratamento do novo coronavírus em Pernambuco, com 60 leitos cada.

Localizado no bairro do Parnamirim, zona norte do Recife, o Agamenon Magalhães abriu, de sexta-feira (20) para o sábado (30), 16 novos leitos de UTI, e dispõe, atualmente, de capacidade para 60 pacientes suspeitos e confirmados da Covid-19 em suporte de terapia intensiva, além de outras 30 vagas com suporte de oxigênio na emergência geral, destinados à  admissão e estabilização de pacientes.

Já o Hospital de Referência Covid-19 – Unidade Boa Viagem, na zona Sul do Recife, abriu mais cinco leitos de UTI e 15 de enfermaria. Em apenas 45 dias de funcionamento, a unidade já soma 180 leitos, sendo 60 vagas de UTI e 120 de enfermaria.

Para atingir esse número de leitos, o Hospital Agamenon Magalhães foi reforçado com mais de 400 profissionais de saúde de diversas especialidades médicas, enfermeiros, fisioterapeutas, técnicos de enfermagem e técnicos de laboratório.

Também precisou passar por uma readequação interna, para estruturar de forma mais adequada, espaços específicos para pacientes suspeitos ou confirmados da doença, incluindo a criação de uma triagem externa para o primeiro atendimento da população que chega à unidade, seja por regulação ou demanda espontânea.

Auditoria do TCE-PE sugere melhoria na transparência dos gastos com a pandemia

Uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas de Pernambuco na Secretaria da Controladoria Geral do Estado (SCGE) recomendou algumas melhorias para a transparência das informações disponibilizadas pelo governo estadual sobre as despesas realizadas em 2020, no combate à pandemia da Covid-19. A auditoria, realizada pela equipe técnica da Gerência de Auditoria de Tecnologia da Informação […]

Uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas de Pernambuco na Secretaria da Controladoria Geral do Estado (SCGE) recomendou algumas melhorias para a transparência das informações disponibilizadas pelo governo estadual sobre as despesas realizadas em 2020, no combate à pandemia da Covid-19.

A auditoria, realizada pela equipe técnica da Gerência de Auditoria de Tecnologia da Informação do TCE, serviu para aprofundar um acompanhamento anterior feito pela Gerência de Auditoria da Cidadania e da Segurança no Portal de Transparência de Pernambuco, que é gerenciado pela SCGE.

Na ocasião, os auditores do TCE apontaram uma possível insuficiência no fornecimento das informações das despesas relacionadas ao enfrentamento da doença. A análise buscou ainda verificar se as falhas encontradas haviam sido corrigidas pelo Governo do Estado.

A SCGE acatou boa parte das orientações feitas pelas equipes técnicas do TCE, sanando alguns dos problemas encontrados anteriormente, como no caso do filtro de pesquisa do Portal de Transparência, que apresentava falhas; das informações de despesas relativas a 2021, hoje disponíveis no portal; dos downloads de arquivos de despesas detalhadas com a Covid-19, que anteriormente não era permitido; além de desconformidades entre os quantitativos de empenhos de despesas com a Covid informados e os dados publicados no Portal de Transparência, corrigidas.

Entretanto, de acordo com o relatório dos auditores, algumas falhas ainda persistem, como a inadimplência parcial ou total das unidades gestoras na divulgação das contratações emergenciais COVID e a permanência de notas de empenho anuladas na composição dos valores das despesas.

O registro das informações descumpria os prazos para publicação, além do não preenchimento dos campos relativos aos contratos – como no caso dos prazos, valores, aditivos e local da prestação dos serviços ou da entrega de materiais; além de problemas no processo de aquisição e nos atos relativos às contratações, entre outros.

O conselheiro Marcos Loreto, relator das contas do Governo, enviou ofícios aos gestores responsáveis contendo uma série de recomendações para que as inadimplências sejam corrigidas.

O TCE vai acompanhar a implementação das medidas para a melhoria da transparência das despesas realizadas no combate à pandemia da Covid-19.

Piso da enfermagem: Carlos Veras pede que população pressione deputados para assinarem PEC 

Proposta de Emenda à Constituição prevê fonte de financiamento do piso da categoria Por André Luis O deputado federal reeleito, Carlos Veras (PT), divulgou um vídeo em suas redes sociais informando que assinou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do também deputado federal, Mauro Benevides, que prevê o superavit dos fundos públicos do Poder […]

Proposta de Emenda à Constituição prevê fonte de financiamento do piso da categoria

Por André Luis

O deputado federal reeleito, Carlos Veras (PT), divulgou um vídeo em suas redes sociais informando que assinou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do também deputado federal, Mauro Benevides, que prevê o superavit dos fundos públicos do Poder Executivo como fonte de recurso do piso salarial da enfermagem.

Segundo Veras, a PEC é mais um instrumento para poder garantir o piso nacional da categoria.

“Assinei e estou dialogando com os deputados e deputadas federais para que a gente possa garantir as assinaturas suficientes para a tramitação da PEC”, informou Veras. 

O deputado informou ainda que já conseguiram quase cem assinaturas do total de cento e setenta e uma necessárias e pediu a população para pressionarem os deputados para assinarem.

“É muito importante que vocês marquem os deputados e as deputadas federais, que vocês possam nos ajudar nessa mobilização. Essa é mais uma medida, mais uma ação para a gente poder garantir que cada companheiro e companheira da enfermagem possa receber o seu piso. Essa é uma questão de Justiça”, destacou Carlos Veras.