Carnaval e futebol: duas paixões que se misturam na folia em Afogados
Por Nill Júnior
A folia de momo em Afogados da Ingazeira combina duas das maiores paixões do povo brasileiro: carnaval e futebol.
Domingo foi dia do desfile do já tradicional bloco rubro-negro, o cazá-cazá, que reuniu uma multidão de torcedores foliões. Embalados pela paixão, pelo frevo, e por um time ainda invicto este ano, os rubro-negros desfilaram animados e mostraram que vieram para ficar no carnaval de Afogados.
Outro bloco que misturou as paixões foi o bloco da Coruja, do Afogados da Ingazeira Futebol Clube. Saindo pela primeira vez no carnaval afogadense, a coruja fez bonito e mostrou que este será o primeiro dos muitos carnavais que virão pela frente.
Amanhã (28), será a vez do maior bloco de torcedores do interior do Estado: o já consagrado “A cobra vai subir”. Os tricolores concentram a partir das duas da tarde, no bar do bode assado, ao som de Josimar Show. A saída está prevista para às 17h, com desfile em direção à Avenida Rio Branco. A animação ficará por conta da Banda Vizzu, que tocará em cima do Trio “A tradição dos tabaqueiros”.
Na tarde da última quarta-feira (27), foi realizada, na Quadra Eduardo Campos, em Itapetim (PE), a formatura do PROERD (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência), reunindo as turmas de 7º ano da Escola Antônio Piancó Sobrinho e de 5º ano da Escola Adealdo Equimedes Nunes. O curso contou com a participação de […]
Na tarde da última quarta-feira (27), foi realizada, na Quadra Eduardo Campos, em Itapetim (PE), a formatura do PROERD (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência), reunindo as turmas de 7º ano da Escola Antônio Piancó Sobrinho e de 5º ano da Escola Adealdo Equimedes Nunes. O curso contou com a participação de mais de 200 alunos dessas unidades escolares pertencentes à Rede Municipal de Ensino.
O programa, realizado pela Polícia Militar em parceria com o Governo Municipal, por meio da Secretaria de Educação, orienta crianças e adolescentes a dizer “não” às drogas, evitar a violência e lidar com situações de pressão social. A iniciativa contribui para a construção de um ambiente escolar seguro, além de uma sociedade livre das drogas e da violência.
A cerimônia contou com a presença da prefeita Aline Karina, do patrono da turma — ex-prefeito Adelmo Moura —, do vice-prefeito Chico, da secretária de Educação Joelinne e equipe, além do promotor de Justiça Dr. Samuel Farias, vereadores, professores, diretores, pais, secretários e demais membros da administração municipal.
Também estiveram presentes representantes da Polícia Militar, entre eles as Sargentos Edinúbia (instrutora do curso no município), Rita de Cássia e Cynthia Félix; o Major Jobson, representando o 23º Batalhão de Polícia Militar (BPM); e o Tenente Renato Cordeiro, comandante da 3ª Companhia, além de outros membros da corporação envolvidos no programa.
O Partido Novo em Afogados da Ingazeira agradece a preocupação e a crítica sincera feita pelo jornalista André Luis no último domingo (16), neste blog, em artigo intitulado de “O bolsonarismo de gravata de borboleta”. Defesa da democracia O Novo compartilha o amor à democracia do autor da crítica e de seus leitores. Longe de […]
O Partido Novo em Afogados da Ingazeira agradece a preocupação e a crítica sincera feita pelo jornalista André Luis no último domingo (16), neste blog, em artigo intitulado de “O bolsonarismo de gravata de borboleta”.
Defesa da democracia
O Novo compartilha o amor à democracia do autor da crítica e de seus leitores. Longe de qualquer nostalgia às supostas glórias das ditaduras de direita do século passado, o Partido continua preocupado em defender a liberdade política dos males ditatoriais no novo milênio. Os sussurros de fantasmas de tiranias passadas não podem causar mais temor do que os rugidos das tiranias presentes.
Atualizando-se, olhando ao seu redor, é necessário perguntar-se quais são as ameaças a democracia de hoje. Quantas ditaduras existem hoje na América Latina? Quantas são de direita e quantas são de esquerda? Quantas foram apoiadas diretamente por um presidente brasileiro? E de qual partido era esse presidente tão interessado em ajudar esses ditadores latinos?
De qual espectro político são as ditaduras que estão desde o milênio passado oprimindo seu povo sem nunca se entregar à democracia, como aconteceu no Brasil nos anos 80? A extrema-esquerda não é levada em consideração na análise de defesa da democracia feita pelo autor.
Falar em democracia não é suficiente – tem que se defender, de fato, os valores democráticos e os países democráticos contra a tirania. É, inclusive, uma tática recorrente de tiranos modernos chamar sua tirania de democracia, sua monarquia de república e suas elites de povo; como na “República Popular Democrática da Coreia” (Coreia do Norte) e nas históricas declarações de Stálin de que a União Soviética era a maior democracia do planeta. A aparência dessas tiranias são o inverso de sua essência.
Longe de qualquer adoração irracional a qualquer das figuras que concorrem à presidência de nossa República, não aceitamos o rótulo de “bolsonaristas”, pois Bolsonaro passou por inúmeras e severas críticas do Partido durante seu mandato.
No entanto, analisando aparência e essência, não se vê em Bolsonaro promessas ou atos de regulação da mídia (o que deveria preocupar muito mais o autor, silencioso, até o momento, sobre o assunto), de revolução ou de defesa aberta ao crime, além da defesa material de inúmeros tiranos de países vizinhos, como os realizados pelo candidato do PT, que fala em democracia enquanto fomenta ditaduras.
Dentro de uma análise atualizada e abrangente entre os dois espectros políticos, a posição de João Amoêdo, não debatida com o restante do Partido, vai contra os valores do Novo e, por isso, não por autocracia arbitrária, ele foi criticado.
O Novo posicionou-se oficialmente contra a esquerda radical, representada nessas eleições pelo PT, orientando seus filiados para anular o voto ou votar no atual governante, que comunga de alguns ideais conosco, conforme sua consciência.
Defesa dos pobres e necessitados
Quanto a questão da pobreza e assistência social, há uma crítica recorrente dos autores deste Blog ao Partido Novo. De fato, esse é um dos assuntos mais importantes de Pernambuco que, governado há anos por socialistas, foi considerado pelo Banco Mundial o pior estado do país para se fazer negócios e que, logicamente, virou um campeão nacional de desemprego e miséria.
Os “bolsonaristas de gravata borboleta” falam muito em economia porque ela não está, de forma alguma, dissociada dos problemas sociais, especialmente o da pobreza. Como diria Ronald Reagan, “o melhor programa social é o emprego”.
No Índice de Liberdade Econômica, ranking mundial que classifica o grau de liberdade econômica de 186 países, o Brasil é visto como um país à beira da repressão econômica, com seu excesso de impostos, burocracia e privilégios políticos, que concentram todo poder nas mãos de poucos aristocratas.
É interessante notar que o peso do Estado, que suga todo poder de compra do brasileiro enquanto cinicamente afirma distribuir gratuidades, nunca é levado em consideração em suas análises quando o assunto é combate à pobreza.
Também não deve ser esquecido o esforço, em favor da causa sagrada de ajuda aos pobres, de incentivo dos liberais à solidariedade privada, realizada por indivíduos, empresas, igrejas, associações, cooperativas, sem dar ainda mais vantagens ao já agigantado poder político de nosso país.
Para finalizar, o Novo ressalta veementemente que a solidariedade deve ser legítima e não motor de desvios de verba pública.
Judas Iscariotes, tesoureiro dos discípulos, certa vez condenou o “luxo” do uso de um perfume nos pés de Nosso Senhor, alegando que o perfume, se vendido, poderia servir melhor aos pobres. O “anticapitalismo” do Iscariotes é assim descrito por seus pares: “Ele não falou isso por se interessar pelos pobres, mas porque era ladrão; sendo responsável pela bolsa de dinheiro, costumava tirar o que nela era colocado” (João 12:6).
Sem mais para o momento, o Novo se põe à disposição para futuros questionamentos sobre nossas posições e práticas.
O Supremo Tribunal Federal (STF) homologou o acordo firmado entre União e estados que prevê o repasse de R$ 26,9 bilhões para compensar perdas na arrecadação do ICMS. A decisão foi tomada por unanimidade no plenário virtual que se encerrou à meia-noite desta sexta-feira (2). Apenas o ministro André Mendonça apresentou ressalvas, mas também acompanhou […]
O Supremo Tribunal Federal (STF) homologou o acordo firmado entre União e estados que prevê o repasse de R$ 26,9 bilhões para compensar perdas na arrecadação do ICMS.
A decisão foi tomada por unanimidade no plenário virtual que se encerrou à meia-noite desta sexta-feira (2). Apenas o ministro André Mendonça apresentou ressalvas, mas também acompanhou o ministro relator, Gilmar Mendes.
O acordo foi firmado em março após meses de negociações entre representantes dos estados e da Fazenda Nacional. A reparação será diferente de acordo com o perfil de cada estado e será paga ao longo dos próximos quatro anos, de forma parcelada.
O repasse bilionário visa repor as perdas na arrecadação dos estados impostas por leis de 2022 que diminuíram a alíquota do ICMS sobre itens considerados essenciais, como combustíveis.
O imposto é a principal fonte de recolhimento dos governos estaduais. A lei já previa compensação, mas o dispositivo foi vetado pelo então presidente Jair Bolsonaro. Depois disso, estados foram ao STF questionar a medida.
Em seu voto, Gilmar afirmou que os termos do acordo “devem ser compreendidos pelo Poder Legislativo como um consenso político-jurídico possível, diante dos debates e das soluções encontradas”.
“Registre-se que os termos do acordo foram escritos, debatidos, negociados e reescritos pelos próprios entes federativos, de forma direta, sem a interferência do Poder Judiciário. Apenas na última semana, antes do termo final do prazo e diante de alguns impasses jurídicos, houve a participação mais efetiva deste relator e de meu gabinete”, afirmou Gilmar. As informações são do Estadão Conteúdo.
Informação foi confirmada pelo diretor da unidade, Sebastião Duque Por André Luis Dois anos após o início da pandemia provocada pelo novo coronavírus, o Hospital Regional Emília Câmara (HREC), está sem nenhum caso de Covid-19. A informação foi confirmada pelo diretor da unidade, doutor Sebastião Duque, durente entrevista ao repórter Marcony Pereira para o programa […]
Informação foi confirmada pelo diretor da unidade, Sebastião Duque
Por André Luis
Dois anos após o início da pandemia provocada pelo novo coronavírus, o Hospital Regional Emília Câmara (HREC), está sem nenhum caso de Covid-19. A informação foi confirmada pelo diretor da unidade, doutor Sebastião Duque, durente entrevista ao repórter Marcony Pereira para o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, nesta terça-feira (26).
“Estamos com 50% da UTI ocupada, mas nenhum é caso de Covid. Na Ala respiratória, também, não temos nenhum caso, nem entre os colaboradores”, afirmou Duque.
O diretor do HREC também informou que apesar de ser normal e esperado está chamando a atenção a quantidade de crianças que chegam a unidade com problemas respiratórios, como a gripe, por exemplo.
“Hoje pela manhã, nós estamos com 240% da nossa capacidade para Pediatria. Então isso a gente tem visto, o fluxo da emergência muito alterado, como também as enfermarias lotadas”, informou Sebastião lembrando que a mudança do clima pode ser um fator determinante para isso.
Ele também pediu paciência para os pais que procurarem a unidade hospitalar com as suas crianças. “Todos serão atendidos dentro de um tempo totalmente estabelecido pelo protocolo de Manchester, mas há uma esfera maior porque realmente 240% da semana passada para essa é um índice muito alto de crianças”, lembrou.
Sebastião Duque também falou do aumento de casos de arboviroses, como a dengue, que tem chegado na unidade. Segundo ele, está na normalidade esperada para o período.
Ainda segundo o diretor da unidade, os finais de semana continuam apresentando aumento nos atendimentos a acidentados, principalmente com motocicletas.
Falando sobre a gravidade dos casos que tem sido atendidos na unidade, doutor Sebastião Duque informou que mais de 60% são de pacientes classificados como verdes (sem urgência)
“Entre os pacientes amarelos (média complexidade) e vermelhos (alta complexidade), não temos tantos, mas recebemos e na medida do possível tentamos atender todo mundo na brevidade que nos cabe”, informou.
O deputado estadual William Brigido entregou, nesta terça-feira (29), um ofício ao Superintendente de Inteligência Legislativa (SUINT), delegado Ariosto Esteves, solicitando empenho e agilidade nas investigações sobre o assassinato do vereador de Alagoinha, Ézio Galindo Cordeiro, conhecido como Ezinho Construção. “Esse crime não pode ficar sem respostas. Nosso mandato está ao lado da família, dos […]
O deputado estadual William Brigido entregou, nesta terça-feira (29), um ofício ao Superintendente de Inteligência Legislativa (SUINT), delegado Ariosto Esteves, solicitando empenho e agilidade nas investigações sobre o assassinato do vereador de Alagoinha, Ézio Galindo Cordeiro, conhecido como Ezinho Construção.
“Esse crime não pode ficar sem respostas. Nosso mandato está ao lado da família, dos amigos e da população de Alagoinha, cobrando justiça e rigor na apuração dos fatos”, afirmou o deputado William Brigido.
O pedido de celeridade será encaminhado à Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS), reforçando a preocupação do deputado com a segurança pública no Agreste pernambucano.
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