Na manhã desta sexta-feira (19), o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, esteve acompanhando, os serviços de recuperação das estradas vicinais na região do distrito de Ibitiranga, na zona rural do município.
Os trabalhos tiveram início na quarta-feira passada e seguem em ritmo acelerado. “A nossa meta é recuperar 100% das nossas estradas até os próximos meses, para garantir a tranquilidade no tráfego e a satisfação da população, principalmente da zona rural, que precisa diariamente se locomover utilizando as vias”, ressaltou prefeito, Anchieta Patriota.
Na visita, o gestor estava acompanhado do vice-prefeito do município, Júnior de Mocinha (PSB).
Além de Ibitiranga, a Prefeitura de Carnaíba já recuperou também estradas em Serra Branca, Oitizeiro da Itã, Matinha, Gangorra, Chico Pereira, Tamboril, Riacho do Peixe, Leitão, Cabelo, Santo Antônio e segue trabalhando na região do Caroá.
Nesse ano, no município foram registradas chuvas fortes, que danificaram todas as estradas de terra, porém, as máquinas da Prefeitura nunca pararam de trabalhar e recuperaram vários trechos críticos, assegurando o direito de ir e vir das pessoas.
por Anchieta Santos Empresário bem-sucedido no ramo de móveis, Alexandre Brito, da Magno Móveis, em Afogados da Ingazeira, recebe nesta terça (21), no Recife, a Medalha do Corpo de Bombeiros. Ele e seu irmão Carlos Brito são responsáveis pela criação do mais novo polo moveleiro do Estado, com duas grandes indústrias e 20 pequenos empreendimentos. […]
Empresário bem-sucedido no ramo de móveis, Alexandre Brito, da Magno Móveis, em Afogados da Ingazeira, recebe nesta terça (21), no Recife, a Medalha do Corpo de Bombeiros. Ele e seu irmão Carlos Brito são responsáveis pela criação do mais novo polo moveleiro do Estado, com duas grandes indústrias e 20 pequenos empreendimentos.
São 30 mil peças/mês comercializadas no mercado nordestino, no Sul e Sudeste, gerando mais de 500 empregos diretos.
Poucos tem, alguns já tiveram e muitos nunca viram. Estas raridades são os primeiros livros do Poeta e Patrimônio Vivo de Pernambuco, Dedé Monteiro. O primeiro, Retalhos do Pajeú, foi lançado em 1984, e o segundo, Mais um baú de retalhos, em 1995. Agora eles voltam de cara nova, juntinhos, num box chamado de Coleção […]
Poucos tem, alguns já tiveram e muitos nunca viram. Estas raridades são os primeiros livros do Poeta e Patrimônio Vivo de Pernambuco, Dedé Monteiro.
O primeiro, Retalhos do Pajeú, foi lançado em 1984, e o segundo, Mais um baú de retalhos, em 1995. Agora eles voltam de cara nova, juntinhos, num box chamado de Coleção Dedé Monteiro.
“Fizemos uma releitura das obras e estamos levando de volta ao público a essência da Poesia de Dedé Monteiro em seus primeiros trabalhos”, explica o produtor cultural e idealizador do projeto, William Tenório.
A primeira oportunidade de adquirir os livros é no dia 13 de abril, numa noite de autógrafos e de apresentações artísticas, no Cine São José, em Afogados da Ingazeira.
“Fui cobrado por muito tempo e por muita gente para relançar estes livros, mas faltava encontrar um caminho. Agora achamos e eu me sinto presenteado e presenteando também quem tanto esperou por isto”, declara Dedé Monteiro.
A reedição dos livros é resultado de um projeto contemplado pelo Funcultura, o Fundo de Incentivo à Cultura do Estado de Pernambuco.
Serviço:
O quê? Lançamento dos livros Retalhos do Pajeú e Mais um baú de retalhos, de Dedé Monteiro
“Saúde já está colapsada e pode piorar”, diz presidente da entidade em nota Liderado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), o movimento municipalista parabeniza os profissionais da enfermagem pelo dia e reafirma o compromisso com a categoria de tornar o piso algo efetivamente executável. Infelizmente, a medida atual é uma ilusão. O valor sancionado não […]
“Saúde já está colapsada e pode piorar”, diz presidente da entidade em nota
Liderado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), o movimento municipalista parabeniza os profissionais da enfermagem pelo dia e reafirma o compromisso com a categoria de tornar o piso algo efetivamente executável. Infelizmente, a medida atual é uma ilusão.
O valor sancionado não paga ⅓ do piso dos profissionais de saúde que atuam nos Municípios. Além disso, trata-se de recurso somente para 2023, não permanente para uma despesa continuada, não traz regulamentação sobre a forma de distribuição e transferência, e é destinado apenas aos profissionais da atenção especializada, ficando de fora os profissionais da atenção básica, como aqueles que atendem o Estratégia Saúde da Família.
Estimativas da entidade mostram que o impacto do piso apenas aos Municípios será de R$ 10,5 bilhões neste ano. No entanto, a Lei 14.581/2023 se limitou a destinar R$ 3,3 bilhões aos Entes locais, apesar de ser a esfera municipal que absorve o maior impacto financeiro com a instituição do piso. Destaca-se que os Municípios possuem em seu quadro mais de 589 mil postos de trabalho da enfermagem e, com a vigência da medida, correm o risco de reduzir 11.849 equipes de atenção básica, desligar mais de 32,5 mil profissionais da enfermagem e, consequentemente, desassistir quase 35 milhões de brasileiros.
O Brasil já enfrenta uma situação crítica na prestação de serviços na saúde à população, com desafios no atendimento da atenção primária; taxa de cobertura vacinal muito abaixo da meta estabelecida e o risco de retomada de doenças graves como poliomielite e sarampo; falta de médicos e medicamento; e demandas reprimidas em decorrência da pandemia de Covid-19, que requer mais de R$ 17 bilhões em investimentos apenas para os Municípios. Como vamos reverter isso? A fonte de financiamento é apenas uma. O cenário é alarmante, pois leva ao colapso total da saúde no país.
Mais de 1,8 mil Santas Casas também sofrem impacto com o piso, com prejuízos de R$ 6,3 bilhões, segundo a entidade que os representa. Aproximadamente 70% das ocupações de enfermagem podem sofrer reajustes salariais decorrentes do piso, gerando um impacto anual sobre o setor público e privado, considerando os encargos patronais, de até R$ 24,3 bilhões.
É hipocrisia o discurso de mais diálogo quando, como sempre na história do federalismo brasileiro, são criadas novas obrigações aos Entes sem ouvi-los e sem garantir os recursos necessários para seu cumprimento, inviabilizando o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Importante destacar, ainda, que o pagamento do piso continua suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que apontou para os riscos à solvabilidade das finanças de Estados e Municípios, cenário este mantido após a sanção da medida. A CNM vai solicitar novamente que a Corte mantenha a suspensão da efetividade legal do piso até que haja fontes definitivas e sustentáveis de financiamento do piso.
Vislumbrando impactos, impasses e desdobramentos futuros, a CNM orienta os Municípios a aguardarem a definição do piso pela Corte. Além disso, a entidade pede a mobilização dos gestores junto a deputados e senadores para garantir a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 25/2022, que adiciona ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) mais 1,5%, medida permanente e que aporta recursos financeiros que poderão ser aplicados para o cumprimento do piso.
A aflição dos moradores nas casas populares em Itapetim mostra o desespero das pessoas na tentativa de conseguir um galão de água primeiro, antes que acabe. A reclamação é de falta de planejamento da Compesa. “São 28 caixas d’água que foram colocadas na sede do município, mas não são abastecidas regularmente. Nunca é colocada água […]
A aflição dos moradores nas casas populares em Itapetim mostra o desespero das pessoas na tentativa de conseguir um galão de água primeiro, antes que acabe.
A reclamação é de falta de planejamento da Compesa.
“São 28 caixas d’água que foram colocadas na sede do município, mas não são abastecidas regularmente. Nunca é colocada água todos os dias. Já passou até três dias sem água, e temos que pegar no Poço do Hospital”, reclama dona Maria Vieira, 70 anos. Seriam necessárias no mínimo quarenta e cinco na conta de moradores.
Segundo Geneci Santos, funcionário da Prefeitura, quatro poços estão salvando a população. “Mas tem gente que leva três e até quatro mil litros, em carros e caixas d’água dos reservatórios. Isso está diminuindo a vazão dos poços.” Um drama…
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira inaugurou neste final de semana as obras de requalificação da praça Luiz Barbosa da Silva, o “Luiz Ferreirão”. A praça fica em frente ao cemitério São Judas Tadeu, e recebeu pavimentação com piso intertravado, bancos, paisagismo, iluminação em LED e acessibilidade. No local, a Prefeitura instalou um memorial com […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira inaugurou neste final de semana as obras de requalificação da praça Luiz Barbosa da Silva, o “Luiz Ferreirão”. A praça fica em frente ao cemitério São Judas Tadeu, e recebeu pavimentação com piso intertravado, bancos, paisagismo, iluminação em LED e acessibilidade.
No local, a Prefeitura instalou um memorial com os nomes das 109 vítimas da COVID em Afogados da Ingazeira, numa homenagem à memória de tantas pessoas queridas que perdemos para a pandemia. Além dos moradores do entorno da praça, a inauguração também contou com as presenças de familiares de algumas das vítimas da pandemia.
“Esse memorial é a forma que encontramos de prestarmos nossa homenagem a todas as pessoas que a pandemia nos tirou. Que ele possa nos ajudar a lembrar daqueles que se foram, e nunca esquecer o período sombrio que vivemos. Como Miguel falou aqui, o afeto e a sensibilidade são fundamentais para quem é gestor, para que as obras possam servir ao povo. Aqui em Afogados a gente faz bem feito porque a gente faz com amor,” afirmou o Prefeito Sandrinho Palmeira.
A inauguração contou com a presença do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, que esteve em visita à cidade. “Quero agradecer o carinho e a acolhida de todos os Afogadenses. Feliz em poder acompanhar os gestores nessas entregas. A pandemia deixou uma cicatriz no coração de todos nós. É um gesto muito nobre esse memorial às vítimas da COVID. Esse memorial humaniza, conecta a gestão às pessoas, permitindo reflexão, empatia e a lembrança dos que partiram ,” afirmou Miguel Coelho.
A inauguração contou ainda com as presenças do vice-prefeito Daniel Valadares, do presidente da câmara de vereadores, Vicente Zuza, dos vereadores Douglas Rodrigues, Gal Mariano, Simone da feira, Lucineide Cordeiro, César Tenório e Cícero Miguel, esses dois últimos os autores do requerimento para a obra da praça.
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