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Programa de Aquisição de Alimentos investirá mais R$ 9 milhões em PE

Por Nill Júnior

Mais R$ 9 milhões serão investidos no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), modalidade Compra Simultânea, operacionalizado pelo Instituto Agronômicode Pernambuco (IPA), órgão vinculado à Secretaria Estadual de Agricultura, a partir do terceiro trimestre de 2018.

A iniciativa tem como foco a aquisição de alimentos produzidos por agricultores familiares atendidos pelo IPA e, posteriormente, a doação para instituições beneficentes cadastradas.

A força da ação pode ser comprovada pelos resultados registrados no período compreendido entre 2015 e junho de 2018. Foram aplicados mais de R$ 30,5 milhões para aquisição de doação de R$ 9,2 milhões quilos de alimentos, adquiridos de 4,7 mil agricultores de base familiar, elevando em 25% os ganhos na comercialização, segundo nota.

Os produtos foram doados a mais de 600 entidades socioassistenciais, que forneceram refeições a cerca de 168 mil pessoas, em situação de insegurança alimentar e nutricional , em 120 municípios pernambucanos, em todas as regiões. Por meio da prestação dos serviços de assistência técnica e extensão rural (ATER) é promovida a qualificação dos agricultores, o mapeamento da produção local, além do planejamento da aquisição e doação da produção.

O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) foi criado pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), por meio do art. 19 da Lei nº 10.696, de 02 de julho de 2003. A finalidade é promover o acesso à alimentação e incentivar a agricultura familiar.

Outras Notícias

Opinião: porque o ato bolsonarista flopou?

No comentário que apresento no Sertão Notícias, da Cultura FM, de Serra Talhada, comento sobre o recente ato de Jair Bolsonaro e aliados em Copacabana, no Rio de Janeiro. O evento foi menor do que o esperado, e na linguagem de hoje, “flopou”. A mobilização não atingiu a proporção prevista. Comento sobre o declínio do […]

No comentário que apresento no Sertão Notícias, da Cultura FM, de Serra Talhada, comento sobre o recente ato de Jair Bolsonaro e aliados em Copacabana, no Rio de Janeiro.

O evento foi menor do que o esperado, e na linguagem de hoje, “flopou”. A mobilização não atingiu a proporção prevista.

Comento sobre o declínio do bolsonarismo, diferente da força da direita no país e do anti lulismo. Também que a polarização Lula-Bolsonaro continua causando instabilidade política, dada a falta de força dos dois nomes, com Bolsonaro prestes a ser preso e Lula lutando para recuperar a popularidade perdida.

No caso de Bolsonaro, digo porque ele perdeu a grande chance de se tornar uma liderança da direita na América Latina, mas que hoje de longe já não é querido e unanimidade nem dentre os que o apoioaram, a ponto de outros nomes já serem levantados. Assista:

São João do Gonzagão é aberto em Iguaracy

O São João do Gonzagão 2026 foi aberto no último domingo (21). Promovido pela Prefeitura de Iguaracy através da Secretaria de Cultura e Turismo, o evento reuniu manifestações culturais e apresentações musicais, dando início à programação junina que seguirá por mais três noites de festividades. A programação começou às 20h com quatro apresentações culturais que […]

O São João do Gonzagão 2026 foi aberto no último domingo (21). Promovido pela Prefeitura de Iguaracy através da Secretaria de Cultura e Turismo, o evento reuniu manifestações culturais e apresentações musicais, dando início à programação junina que seguirá por mais três noites de festividades.

A programação começou às 20h com quatro apresentações culturais que levaram ao pátio a proposta de valorização da riqueza das manifestações populares e resgatando a essência do autêntico São João.

Subiram ao palco a Quadrilha Encanto Junino, do município de Solidão; o Samba de Coco do Quilombo dos Felipes, representando Iguaracy; o Balé Popular de Triunfo; e a Quadrilha Junina Coração Sertanejo, da cidade de Custódia.

O prefeito Dr. Pedro Alves acompanhou toda a programação ao lado da primeira-dama, Dra. Graça Valadares. Também estiveram presentes o secretário municipal de Cultura e Turismo, Rodrigo Faustino, o vereador Chico Torres entre outras personalidades locais.

Após as apresentações culturais, a festa continuou com shows em praça pública. A banda Farra de Paredão abriu a programação musical contando com a participação especial do cantor jabitacaense Alison Almeida. Em seguida, Walison Vaqueiro assumiu o palco.

Fotografou ao lado do prefeito a secretária de Finanças, Helena Alves; da secretária de Saúde, Joaudeni Cavalcante; da secretária adjunta de Saúde, Maria Alves; da diretora da Unidade Mista, Valdira Rabêlo; dos chefes de gabinete Dr. Bruno George e Júlio Veras; além de Janduir Torres, Rosângela Torres e outras personalidades do município.

Crise derruba popularidade de Bolsonaro, aponta Datafolha

Foto: Marcos Corrêa/Presidência da República Rejeição vai a 40% e aprovação cai para 31% em meio à piora da pandemia da Covid-19 e fim de auxílio emergencial Folha de S. Paulo Em meio ao agravamento da crise de gestão da pandemia da Covid-19, a reprovação ao governo de Jair Bolsonaro inverteu a curva e voltou […]

Foto: Marcos Corrêa/Presidência da República

Rejeição vai a 40% e aprovação cai para 31% em meio à piora da pandemia da Covid-19 e fim de auxílio emergencial

Folha de S. Paulo

Em meio ao agravamento da crise de gestão da pandemia da Covid-19, a reprovação ao governo de Jair Bolsonaro inverteu a curva e voltou a superar sua aprovação.

Segundo o Datafolha, o presidente é avaliado como ruim ou péssimo por 40% da população, ante 32% que assim o consideravam na rodada anterior da pesquisa, no começo de dezembro.

Já quem acha o presidente ótimo ou bom passou de 37% para 31% no novo levantamento, feito nos dias 20 e 21 de janeiro. É a maior queda nominal de aprovação de Bolsonaro desde o começo de seu governo.

Avaliam Bolsonaro regular 26%, contra 29% anteriormente —oscilação dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O instituto ouviu, por telefone devido às restrições sanitárias da pandemia, 2.030 pessoas em todo o Brasil.

Se no levantamento de 8 e 10 de dezembro Bolsonaro mantinha o melhor nível de avaliação até aqui de seu mandato, de 37%, agora ele se aproxima do seu pior retrato de popularidade, registrado em junho de 2020, quando 44% o rejeitavam, ante 32% que o aprovavam.

A melhoria do segundo semestre —cortesia da acomodação após a turbulência institucional, do auxílio emergencial aos mais carentes na crise e de políticas para o Nordeste— foi abalada de dezembro para cá.

Concorrem para isso o recrudescimento da pandemia, que viu subir números de casos e mortes no país todo, a aguda crise da falta de oxigênio em Manaus , as sucessivas trapalhadas para tentar começar a vacinação no país e o fim do auxílio em 31 de dezembro.

Com efeito, as pessoas que têm medo de pegar o novo coronavírus estão entre as que mais rejeitam o presidente.

Entre aqueles que têm muito medo de pegar o Sars-CoV-2, a rejeição de Bolsonaro subiu de 41% em dezembro para 51% agora. A aprovação caiu de 27% para 20%.

Entre quem tem um pouco de medo de infectar-se, a rejeição subiu de 30% para 37%, enquanto a aprovação oscilou de 36% para 33%.

No grupo dos que dizem não ter medo, próximos da retórica bolsonarista sobre a pandemia, os dados são estáveis e previsíveis: 21% o rejeitam (eram 18%) e 55% o aprovam (eram 53%).

Bolsonaro segue assim sendo o presidente com pior avaliação para o estágio atual de seu governo, considerando aqui apenas os eleitos para um primeiro mandato depois de 1989.

Em situação pior que ele só Fernando Collor (PRN), que no seu segundo ano de governo em 1992 tinha rejeição de 48%, ante aprovação de 15%. Só que o então presidente já estava acossado pelas denúncias que levaram ao seu processo de impeachment e renúncia no fim daquele ano.

Neste ponto do mandato, se saem melhor Fernando Henrique Cardoso (PSDB, 47% de aprovação e 12% de reprovação), Luiz Inácio Lula da Silva (PT, 45% e 13%) e Dilma Rousseff (PT, 62% e 7%).

A gestão de Bolsonaro na crise atrai diversas críticas. Metade dos brasileiros considera que ele não tem capacidade para governar —o número oscilou de 52% para 50% de dezembro para cá. Já quem o vê capaz também ficou estável, 45% para 46%.

Bolsonaro segue sendo um presidente inconfiável para metade dos brasileiros, segundo o Datafolha. Nunca confiam em sua palavra 41% (eram 37% antes) dos entrevistados, enquanto 38% o fazem às vezes (eram 39%) e 19%, sempre (eram 21%).

Nos cortes geográficos da pesquisa, o impacto potencial do fim do auxílio emergencial e da crise em Manaus se fazem evidentes.

Entre moradores do Nordeste, região com histórico de dependência do assistencialismo federal e antiga fortaleza do petismo, a rejeição ao presidente voltou a subir, passando de 34% para 43%. O maior nível até aqui havia sido registrado em junho de 2020, com 52% de ruim/péssimo.

Nordestinos respondem por 28% da amostra do Datafolha.

Já o maior tombo de aprovação do presidente ocorreu no Norte, onde fica Manaus, e no Centro-Oeste, até então um reduto bolsonarista. Seu índice de ótimo e bom caiu de 47% em dezembro para 36% agora. As duas regiões somam 16% da população nesta pesquisa.

No populoso (42% da amostra) Sudeste, Bolsonaro amarga 44% de rejeição, dez pontos a mais do que no Sul (14% da amostra), usualmente uma região mais favorável ao presidente. Ele tem pior avaliação entre pretos (48%) e moradores de regiões metropolitanas (45%).

Bolsonaro é mais rejeitado entre os que ganham mais de 10 salários mínimos (52%), com curso superior (50%), mulheres e jovens de 16 a 24 anos (46%). Os mais ricos e instruídos são os que menos confiam no presidente, e a eles se unem os jovens na pior avaliação de sua capacidade de governar.

O presidente segue com melhor aprovação (37%) entre homens e pessoas de 45 a 59 anos, que também são os que mais confiam no que ele diz. Os mais ricos podem ser os que mais rejeitam o mandatário máximo, mas também são o aprovam mais do que a média: 36%.

No grupo dos evangélicos (27% da população pesquisada), próximo de Bolsonaro, o presidente tem 40% de ótimo ou bom. Já os católicos (52% da amostra) são menos entusiastas, com 28% de aprovação.

Por fim, empresários seguem sendo o grupo profissional mais fiel ao presidente. Entre quem se classifica assim, Bolsonaro tem 51% de aprovação, 35% de “sempre confia” e 58% de crença em sua capacidade.

Já funcionários públicos, um grupo que Bolsonaro tenta agradar na retórica sempre que possível, são os que mais o rejeitam (55%), menos confiam em sua palavra (56% não acreditam nele) e mais o consideram incapaz (65%).

Polícia procura autor de crime que chocou Triunfo

Antes do homicídio em Pernambuco,  criminoso ainda matou um ex-PM na Bahia Atualizado às 22h34 A Polícia Militar na região procura Derivaldo Oliveira Alves Júnior, de 35 anos, na foto de boné à direita. Esta semana, o criminoso chegou a Triunfo em busca de sua ex-mulher. Segundo um policial militar, falando ao blog Júnior Campos, […]

À esquerda, a vítima, o idoso Higino Soares dos Santos. Ao lado, o assassino, Derivaldo Oliveira Alves Júnior, de 35 anos.

Antes do homicídio em Pernambuco,  criminoso ainda matou um ex-PM na Bahia

Atualizado às 22h34

A Polícia Militar na região procura Derivaldo Oliveira Alves Júnior, de 35 anos, na foto de boné à direita.

Esta semana, o criminoso chegou a Triunfo em busca de sua ex-mulher.

Segundo um policial militar, falando ao blog Júnior Campos, ele procurou a ex-mulher e, percebendo que ela não queria mais se relacionar com ele, cometeu os crimes.

Outra informação do PM ao blogueiro foi a de que ele teria sido beneficiado com indulto de natal. Essa informação ainda não foi confirmada ainda por autoridades baianas. Há dúvidas se ele fugiu, se houve indulto, incomum por tratar-se de crime de homicídio e perfil do acusado, ou se foi beneficiado com a chamada saída temporária e não retornou.

Na Bahia, matou o ex-policial Leandro Santos dos Reis em 28 de junho deste ano, na BA-524.

Ele também baleou um policial militar no mês de outubro de 2022 durante um assalto a ônibus na BR-324, próximo ao município de Terra Nova. O PM lotado na 10ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) foi baleado na perna e já voltou a trabalhar.

Em Triunfo, Derivaldo esfaqueou a ex-mulher e seus pais, que tentaram defendê-la. Na ação,  morreu o senhor Higino Soares dos Santos. O estado das outras pessoas não foi revelado.

A recompensa oferecida na região é de R$ 5 mil por informações. Ele ainda estaria na região de Triunfo ou Santa Cruz da Baixa Verde.

Qualquer informação deve ser repassada nos números 190 e (81) 99262-1612.

Petebistas de Santa Maria fecham com Augusto César

por Inaldo Sampaio  O ex-vereador e presidente do PTB de Santa Maria da Boa Vista, Humberto Mendes, reuniu ontem o seu grupo político para apresentar os seus candidatos a deputado federal e estadual. Tratam-se, respectivamente, de Adalberto Cavalcanti e Augusto César de Carvalho, ambos deputados estaduais e também filiados ao PTB. Humberto Mendes definiu este […]

por Inaldo Sampaio 

O ex-vereador e presidente do PTB de Santa Maria da Boa Vista, Humberto Mendes, reuniu ontem o seu grupo político para apresentar os seus candidatos a deputado federal e estadual.

Tratam-se, respectivamente, de Adalberto Cavalcanti e Augusto César de Carvalho, ambos deputados estaduais e também filiados ao PTB. Humberto Mendes definiu este apoio como “aliança de sertanejos” em prol do município e da região.

Adalberto Cavalcanti é líder político no município de Afrânio, cuja esposa, Lúcia Mariano (PSB), é a atual prefeita e eleitora do senador Armando Monteiro Neto (PTB).

Já Augusto César foi prefeito de Serra Talhada e comanda o PTB no município e na região.