Carlos Veras e Augusto Coutinho eleitos coordenadores da bancada de Pernambuco no Congresso
Por Nill Júnior
O vice-líder do PT coordenará junto com deputado Augusto Coutinho, reeleito para a condução compartilhada, a bancada composta por 25 deputados federais e três senadores da República
Em reunião na quarta-feira (19) a bancada de Pernambuco decidiu novamente por uma coordenação composta por dois nomes. Foram eleitos os deputados Augusto Coutinho (Republicanos), reconduzido à coordenação, e Carlos Veras.
Veras foi elogiado pelos parlamentares pela capacidade de diálogo. Os deputados presentes apontaram que o deputado tem um bom trânsito com o Governo Federal e que se relaciona bem, superando questões ideológicas, características que auxiliarão na defesa dos interesses de Pernambuco. Os Coordenadores representarão a Bancada junto à Comissão Mista de Orçamento (CMO) no período de 2023 a 2027.
“É uma grande responsabilidade. Agradeço aos colegas pela confiança e sigo à disposição para trabalhar em benefício do povo de Pernambuco”, disse Carlos Veras.
Estão abertas as inscrições para o 4º Congresso Pernambucano de Municípios, no Centro de Convenções de Olinda. O Congresso a ser realizado pela Amupe, este ano discute a Cidade que Precisamos. São três dias (25,26 e 27) de muitos debates com especialistas nos mais diversos temas e painéis com assuntos e experiências exitosas pertinentes aos […]
Estão abertas as inscrições para o 4º Congresso Pernambucano de Municípios, no Centro de Convenções de Olinda. O Congresso a ser realizado pela Amupe, este ano discute a Cidade que Precisamos. São três dias (25,26 e 27) de muitos debates com especialistas nos mais diversos temas e painéis com assuntos e experiências exitosas pertinentes aos desafios atuais demandados pelas políticas urbanas das cidades. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site www.amupe.org
O Congresso abre no dia 25/07 às 7h30 com o credenciamento dos participantes, a solenidade de abertura será às 10h30, com a presença do Governador Paulo Câmara, o presidente Roberto Montezuma do CAU e demais autoridades. Ainda haverá assinatura do Memorando de Entendimento do Conselho de Arquitetura e Urbanismo-CAU com a ONU/Habitat.
O presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota está convocando os prefeitos pernambucanos para mais um ato em defesa dos municípios brasileiros, a XIX Marcha de 9 a 12 de maio em Brasília, evento promovido anualmente pela CNM. Apesar da ferrenha crise que atravessa o país, particularmente a economia, os prefeitos […]
O presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota está convocando os prefeitos pernambucanos para mais um ato em defesa dos municípios brasileiros, a XIX Marcha de 9 a 12 de maio em Brasília, evento promovido anualmente pela CNM. Apesar da ferrenha crise que atravessa o país, particularmente a economia, os prefeitos ainda acreditam que podem virar o jogo para minimizar o caos nos municípios , destravando importantes pautas municipalistas que transitam no Congresso e no senado federal, e a Marcha é o caminho para os gestores serem ouvidos.Trata-se de uma pauta extensa de três dias de muitos debates e encontros.
Na atual legislatura iniciada em 2015, várias foram as conquistas obtidas através da Marcha, a destacar o aumento do porcentual do FPM, a Lei dos Royalties e o Fundo de Fomento à Exportação (FEX). O cenário de crise econômica que os Municípios enfrentaram no ano passado tomou agora proporções ainda maiores, agravada pelas desonerações promovidas pelo governo federal que geraram um prejuízo superior a R$ 80 bilhões de reais para os Municípios; o processo inflacionário, o desajuste das contas públicas motivado pela diminuição da arrecadação e pela divulgação de índices salariais incompatíveis com a realidade das finanças municipais refletiram negativamente nas contas públicas.
Os gestores municipais, estão cientes de que as medidas adotadas pela União trouxeram e trazem um impacto significativo às municipalidades. Além disso, muitas leis que foram aprovadas pelo Congresso Nacional e sancionadas pela Presidência da República no mandato legislativo de 2011 a 2014 transferiram ainda mais encargos aos gestores municipais. Outras leis estão mais próximas de serem deliberadas e são alvo de atenção da CNM no seu acompanhamento no Congresso Nacional.
Entretanto, perspectivas positivas existem, a destacar a proposta que está em processo de votação no Senado Federal que permitirá, se aprovada, uma justa distribuição para todos os Municípios dos recursos gerados na cobrança do Imposto sobre Serviços (ISS) que incidem nas operações de cartões de crédito/ débito e leasing, a facilitação do processo de realização de consórcios públicos, a prorrogação do prazo para a aplicação de tratamento dos resíduos sólidos, dentre outros, e ainda o desenlace da ação que tramita no Supremo Tribunal Federal permitindo a aplicação da Lei dos Royalties.
Na reunião conjunta do Congresso Nacional a ser convocada, deverá ser apreciado o Veto Presidencial nº 4/2016 que alterou o §1º do art. 8º. Essa alteração impede que recursos que incidem nas multas dentro do processo de repatriação dos recursos depositados no exterior sejam distribuídos aos municípios. Pauta Municipalista Prioritária . Diante da realidade de acúmulo de responsabilidades, de arrecadação menor que as necessidades e de promessas não cumpridas, os gestores precisam se unir e mostrar a força do movimento municipalista. Disse Paulo Ziulkoski, presidente da CNM.
Por meio de comunicado divulgado na manhã desta quarta-feira, 21 de fevereiro, o Secretário de Regulamentação e Supervisão da Educação Superior, Henrique Sartori de Almeida Prado, informou que o município de Arcoverde, no Sertão de Pernambuco, está entre as cidades brasileiras com resultado satisfatório para a implementação da Faculdade em Medicina. A Faculdade tem sido […]
Por meio de comunicado divulgado na manhã desta quarta-feira, 21 de fevereiro, o Secretário de Regulamentação e Supervisão da Educação Superior, Henrique Sartori de Almeida Prado, informou que o município de Arcoverde, no Sertão de Pernambuco, está entre as cidades brasileiras com resultado satisfatório para a implementação da Faculdade em Medicina.
A Faculdade tem sido pano de fundo para uma queda de braço entre a prefeita Madalena Brito e o Deputado Zeca Cavalcanti, pela paternidade da obra.
Madalena diz que teve “luta incansável em prol de novos avanços no Ensino Superior de Arcoverde, o resultado do Ministério da Educação – MEC, que se refere ao Edital de Chamamento Público de Municípios para a Implantação do Curso de Graduação em Medicina por Instituição de Educação Superior Privada”.
Ressalta que a Rede de Saúde de Arcoverde e região se adequou, nos últimos três anos, aos critérios estabelecidos para a instalação da faculdade. “Contando com o apoio de diversos parceiros políticos importantes, Madalena Britto evidencia que o seu trabalho para a vinda do curso de Medicina para a cidade está garantido”, diz a Assessoria da Prefeita em nota.
Em dezembro, Zeca Cavalcanti (PTB-PE) anunciou que o Ministério da Educação autorizou a instalação da faculdade de Medicina.
“A cidade foi contemplada por causa de uma luta que contou com a participação direta e a atuação incansável do deputado Zeca Cavalcanti. Agora, o município precisa cumprir os requisitos em relação a toda a programação necessária para a atuação na área de saúde. No primeiro quadrimestre de 2018, a gente vai liberar a segunda etapa do edital para a contratação da entidade mantenedora que vai administrar o curso de Medicina”, informou o ministro.
“A instalação da faculdade de Medicina em Arcorverde tem sido minha luta desde que eu era diretor da 6ª Regional de Saúde, depois, como prefeito de Arcoverde. Agora, como deputado federal, fazendo a boa política, poderemos levar à população do município um curso superior de envergadura, como é o de Medicina”, comemorou.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa. Caso Bolsonaro seja condenado, as penas podem chegar a 43 anos de reclusão, segundo a legislação. Se o ex-presidente for condenado, a Primeira Turma vai […]
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa.
Caso Bolsonaro seja condenado, as penas podem chegar a 43 anos de reclusão, segundo a legislação.
Se o ex-presidente for condenado, a Primeira Turma vai definir qual será o tamanho da pena do ex-presidente, levando em consideração fatores como idade, antecedentes, entre outros.
Anteriormente, em junho, durante interrogatório no STF, Bolsonaro negou que tenha feito parte da organização da trama golpista. Ele afirmou ainda que “a questão da desconfiança, suspeição ou crítica às urnas [eletrônicas] não é algo privativo” dele.
Embora a pena máxima possa passar de 40 anos, se Bolsonaro for condenado, ele não ficará todo esse tempo na prisão. O período total de reclusão depende de variáveis, como comportamento, primariedade e trabalho ou estudo no estabelecimento penal.
A maior parte dos brasileiros não se identifica com os extremos políticos e pode definir a eleição de 2026, aponta pesquisa do More in Common em parceria com a Quaest. O estudo ouviu 10 mil pessoas e revela que, apesar do forte embate entre direita e esquerda nas redes — marcado por hashtags como “Libertem […]
A maior parte dos brasileiros não se identifica com os extremos políticos e pode definir a eleição de 2026, aponta pesquisa do More in Common em parceria com a Quaest. O estudo ouviu 10 mil pessoas e revela que, apesar do forte embate entre direita e esquerda nas redes — marcado por hashtags como “Libertem Bolsonaro” e “Congresso da bandidagem” —, essa polarização envolve apenas 11% do eleitorado (cerca de 18 milhões de pessoas).
O principal achado é a presença de um grupo majoritário de 54% dos eleitores, chamados de “invisíveis”: cidadãos desinteressados do confronto ideológico, sem identificação partidária, com opiniões que variam conforme o tema. Em geral, são menos escolarizados, mais pobres, religiosos, conservadores nos costumes e defensores de maior atuação do Estado. Evitam discutir política e não participam de protestos, mas têm visão pragmática sobre serviços públicos e emprego.
Os “invisíveis” se dividem entre desengajados e cautelosos. Nas últimas eleições, 25% deles votaram branco, nulo ou não compareceram, revelando descontentamento e potencial decisivo. Pesquisas mensais indicam que 20% estão mais à direita, 20% mais à esquerda e 10% são independentes.
Segundo analistas, essa massa silenciosa contrasta com a minoria organizada que domina o debate digital, responsável por cerca de 2 milhões de publicações políticas diárias, metade citando Lula ou Bolsonaro.
Para 2026, estrategistas veem nesses eleitores o ponto-chave da disputa. O PT aposta em uma agenda baseada em trabalho, respeito e justiça; já aliados de Bolsonaro defendem que a pauta de costumes continuará influente e que a militância ativa impactará os indecisos. Segurança pública é citada como tema capaz de mobilizar esse grupo.
O cenário eleitoral segue indefinido. Lula deve concorrer; no campo bolsonarista, há disputa interna pela sucessão, enquanto governadores como Tarcísio de Freitas surgem como alternativas. Pesquisa do Paraná Pesquisas mostra Lula à frente no primeiro turno e empatado com Tarcísio e Michelle Bolsonaro em um eventual segundo turno. Já levantamento Genial/Quaest indica que 24% dos eleitores preferem um candidato que não seja ligado nem a Lula nem a Bolsonaro — reforçando o peso dos “invisíveis”.
Embora barulhenta nas redes, a polarização não mobiliza a maioria. O eleitorado quer menos conflito e mais ações concretas para melhorar a vida, abrindo espaço para candidaturas que escapem do confronto ideológico tradicional.
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