Candidato da oposição à OAB-PE cumpriu agenda no Pajeú
Por Nill Júnior
O advogado previdenciarista Almir Reis visitou o Sertão nesta terça e participou do programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú.
Reis lidera o movimento que propõe a alternância na gestão da Ordem dos Advogados de Pernambuco (OAB-PE). O especialista aponta para uma eleição acirrada contra o grupo do atual presidente, Bruno Baptista.
O advogado tem percorrido todo o estado para monitorar as necessidade da categoria e discutir possíveis soluções. As eleições acontecerão em novembro deste ano.
Na visita à Rádio Pajeú, esteve acompanhado dos colegas José Paulo Novaes, Anna Jussara Lima, Tote Marques e Davi Duque.
Encerrando nesta quarta-feira (1º) uma intensa agenda de negociações nos Estados Unidos, iniciada no sábado, o ministro Armando Monteiro, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, destacou o esforço do governo brasileiro para facilitar o acesso de produtos nacionais ao mercado norte-americano, que já é hoje o maior importador de manufaturas do nosso país. Durante sua […]
Encerrando nesta quarta-feira (1º) uma intensa agenda de negociações nos Estados Unidos, iniciada no sábado, o ministro Armando Monteiro, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, destacou o esforço do governo brasileiro para facilitar o acesso de produtos nacionais ao mercado norte-americano, que já é hoje o maior importador de manufaturas do nosso país.
Durante sua passagem por Washington, acompanhando a presidente Dilma Rousseff, o ministro esteve com o presidente Barack Obama e disse estar animado com os acordos negociados: “Estamos assinando aqui nos EUA acordos substantivos na área de facilitação de comércio, na harmonização de normas técnicas e convergência de padrões para remover barreiras que hoje impedem mais acesso de produtos brasileiros ao mercado americano”.
Nos últimos dias, Armando Monteiro manteve encontros com o alto escalão do governo norte-americano, sobretudo com a Secretária de Comércio, Penny Pritzker, com investidores do mercado financeiro, representantes do setor produtivo dos EUA e do Brasil que têm interesses no mercado norte-americano.
“Saúde já está colapsada e pode piorar”, diz presidente da entidade em nota Liderado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), o movimento municipalista parabeniza os profissionais da enfermagem pelo dia e reafirma o compromisso com a categoria de tornar o piso algo efetivamente executável. Infelizmente, a medida atual é uma ilusão. O valor sancionado não […]
“Saúde já está colapsada e pode piorar”, diz presidente da entidade em nota
Liderado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), o movimento municipalista parabeniza os profissionais da enfermagem pelo dia e reafirma o compromisso com a categoria de tornar o piso algo efetivamente executável. Infelizmente, a medida atual é uma ilusão.
O valor sancionado não paga ⅓ do piso dos profissionais de saúde que atuam nos Municípios. Além disso, trata-se de recurso somente para 2023, não permanente para uma despesa continuada, não traz regulamentação sobre a forma de distribuição e transferência, e é destinado apenas aos profissionais da atenção especializada, ficando de fora os profissionais da atenção básica, como aqueles que atendem o Estratégia Saúde da Família.
Estimativas da entidade mostram que o impacto do piso apenas aos Municípios será de R$ 10,5 bilhões neste ano. No entanto, a Lei 14.581/2023 se limitou a destinar R$ 3,3 bilhões aos Entes locais, apesar de ser a esfera municipal que absorve o maior impacto financeiro com a instituição do piso. Destaca-se que os Municípios possuem em seu quadro mais de 589 mil postos de trabalho da enfermagem e, com a vigência da medida, correm o risco de reduzir 11.849 equipes de atenção básica, desligar mais de 32,5 mil profissionais da enfermagem e, consequentemente, desassistir quase 35 milhões de brasileiros.
O Brasil já enfrenta uma situação crítica na prestação de serviços na saúde à população, com desafios no atendimento da atenção primária; taxa de cobertura vacinal muito abaixo da meta estabelecida e o risco de retomada de doenças graves como poliomielite e sarampo; falta de médicos e medicamento; e demandas reprimidas em decorrência da pandemia de Covid-19, que requer mais de R$ 17 bilhões em investimentos apenas para os Municípios. Como vamos reverter isso? A fonte de financiamento é apenas uma. O cenário é alarmante, pois leva ao colapso total da saúde no país.
Mais de 1,8 mil Santas Casas também sofrem impacto com o piso, com prejuízos de R$ 6,3 bilhões, segundo a entidade que os representa. Aproximadamente 70% das ocupações de enfermagem podem sofrer reajustes salariais decorrentes do piso, gerando um impacto anual sobre o setor público e privado, considerando os encargos patronais, de até R$ 24,3 bilhões.
É hipocrisia o discurso de mais diálogo quando, como sempre na história do federalismo brasileiro, são criadas novas obrigações aos Entes sem ouvi-los e sem garantir os recursos necessários para seu cumprimento, inviabilizando o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Importante destacar, ainda, que o pagamento do piso continua suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que apontou para os riscos à solvabilidade das finanças de Estados e Municípios, cenário este mantido após a sanção da medida. A CNM vai solicitar novamente que a Corte mantenha a suspensão da efetividade legal do piso até que haja fontes definitivas e sustentáveis de financiamento do piso.
Vislumbrando impactos, impasses e desdobramentos futuros, a CNM orienta os Municípios a aguardarem a definição do piso pela Corte. Além disso, a entidade pede a mobilização dos gestores junto a deputados e senadores para garantir a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 25/2022, que adiciona ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) mais 1,5%, medida permanente e que aporta recursos financeiros que poderão ser aplicados para o cumprimento do piso.
Por Juliana Lima A Festa Literária de Serra Talhada – FLIST e a Feira do Livro do Vale do Pajeú movimentam a cidade de Serra Talhada desde a última terça-feira (08), com uma programação diversificada voltada para todos os públicos. E quem prestigia o evento, além de se deliciar com a variedade de obras literárias […]
A Festa Literária de Serra Talhada – FLIST e a Feira do Livro do Vale do Pajeú movimentam a cidade de Serra Talhada desde a última terça-feira (08), com uma programação diversificada voltada para todos os públicos.
E quem prestigia o evento, além de se deliciar com a variedade de obras literárias que estão expostas, ainda concorre a uma cesta de livros todas as noites, a exemplo da pequena Letícia Monique (foto), sorteada na noite de ontem (09). Para concorrer aos livros, os visitantes devem preencher o cupom e depositar na urna.
O evento, que termina nesta sexta-feira (11), tem programado para esta noite às 20h performance poética “Mulheres de sol e sangue” com a atriz Daniela Câmara e às 21h show com Henrique Brandão. Mais cedo, às 18h30, lançamento de livros.
Será sepultada esta tarde no Cemitério Campo do Silêncio Giselle Perazzo Valadares. O corpo está sendo velado na Central de Velórios do PASC, na região central da cidade. Ela era irmã do prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares e morreu após lutar contar um câncer. A doença já estava em fase terminal. Ela foi […]
Será sepultada esta tarde no Cemitério Campo do Silêncio Giselle Perazzo Valadares. O corpo está sendo velado na Central de Velórios do PASC, na região central da cidade.
Ela era irmã do prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares e morreu após lutar contar um câncer.
A doença já estava em fase terminal. Ela foi levada à UPA de São José do Egito, onde veio a falecer.
Nas redes sociais, Evandro Valadares agradeceu às mensagens de força, em nome de toda a família.
A morte coincide com o retorno do prefeito às atividades, depois de uma licença médica e a interinidade por um mês do vice, Eclérinston Ramos. Ela deixa dois filhos, Henrique e Rodrigo Valadares.
Ouro Velho entrou no ranking das melhores cidades para se viver, conforme atestou a Secretaria de Defesa Social, mediante divulgação do Anuário de Segurança Pública 2020. A pacata cidade paraibana ficou entre as 50 cidades da Paraíba e as 10 do Cariri onde não foi registrado nenhum homicídio no ano de 2020. O secretário de […]
Ouro Velho entrou no ranking das melhores cidades para se viver, conforme atestou a Secretaria de Defesa Social, mediante divulgação do Anuário de Segurança Pública 2020. A pacata cidade paraibana ficou entre as 50 cidades da Paraíba e as 10 do Cariri onde não foi registrado nenhum homicídio no ano de 2020.
O secretário de Estado da Segurança e da Defesa Social, Jean Nunes, comemorou os dados e enobreceu as cidades sem registros de crimes contra a vida. Os dados comprovam, além de uma característica de boa realidade socioeconômica e boas políticas de prevenção nos municípios. O dado foi comemorado pelo prefeito Augusto Valadares.
Ouro Velho tem mais de 3 mil habitantes e área territorial de 129 km². Chama atenção o dado de nenhum registro, considerando a complexa área fronteiriça com Pernambuco, por ser vizinho dos municípios de Prata, Tuparetama e Amparo, estando a 21 quilômetros a Sul-Leste de São José do Egito, a maior cidade nos arredores.
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