Canal que transbordou provocou prejuízos no bairro da Luzia em Tuparetama
Por Nill Júnior
Por Anchieta Santos
As chuvas que caíram na cidade de Tuparetama na noite de domingo provocaram prejuízos no Bairro da Luzia. Um canal que corta a Rua Agnelo Damião transbordou, invadindo casas e destruindo móveis.
Quase 72 horas depois e mesmo comunicado o governo Sávio Torres não enviou ninguém para resolver o problema do canal.
Moradores informaram a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta que esta foi a segunda vez este ano que tiveram prejuízos com as águas do canal. As providências adotadas pelo vice-prefeito Secretário de Obras Tanta, não surtiram efeito.
Divergência se deu por falta de mais informações sobre empreendimento em área de cinco hectares, após doação do Estado para Prefeitura e de Prefeitura para iniciativa privada. Mas colegiado manifestou-se pela constitucionalidade da doação Integrantes da Comissão de Justiça divergiram, em reunião nesta segunda (27), sobre a doação de terreno do Estado, em Arcoverde, que […]
Divergência se deu por falta de mais informações sobre empreendimento em área de cinco hectares, após doação do Estado para Prefeitura e de Prefeitura para iniciativa privada. Mas colegiado manifestou-se pela constitucionalidade da doação
Integrantes da Comissão de Justiça divergiram, em reunião nesta segunda (27), sobre a doação de terreno do Estado, em Arcoverde, que deve ser destinado à construção de um shopping center. A proposição transfere a área de cinco hectares para a prefeitura do município, que, por sua vez, pretende repassar o imóvel a particulares para edificação do centro comercial.
O colegiado manifestou-se, por unanimidade, pela constitucionalidade do Projeto de Lei nº 1238/2017, de autoria do Poder Executivo, mas alguns deputados alertaram que a operação pode contrariar o interesse público e prometeram discutir o mérito da questão na Comissão de Administração Pública.
O texto aprovado não cita a construção do empreendimento, mas parlamentares do Governo, como o presidente da Comissão de Justiça, Waldemar Borges (PSB), e o deputado Tony Gel (PMDB), confirmaram ser essa a finalidade da doação. Segundo o projeto, a Prefeitura de Arcoverde estaria obrigada a reservar o imóvel à “implantação de projetos que fomentem o desenvolvimento do município”.
Originalmente, a gestão municipal teria 48 meses para cumprir com o previsto, prazo encurtado para 24 meses, prorrogável pelo mesmo período. A mudança foi incorporada ao texto pelo relator da matéria, Waldemar Borges, atendendo a sugestão do líder da Oposição, Sílvio Costa Filho (PRB).
Costa Filho e Edilson Silva (PSOL) relataram preocupação com os termos em que está sendo efetuada a doação, que compararam a “assinar um cheque em branco” para o município. Silva criticou a ausência de informações que ajudem a fundamentar a apreciação da matéria, como a projeção dos impactos econômicos produzidos pela construção e pelo funcionamento do centro comercial. “Temos de definir parâmetros para que o Legislativo Estadual possa fiscalizar a utilização desse terreno”, propôs o psolista.
Romário Dias (PSD) afirmou que a Assembleia pode estar “dilapidando o patrimônio público”, caso não analise cuidadosamente a eventual transferência do imóvel para particulares. O deputado lembrou, como exemplo, a doação de áreas no entorno da Arena de Pernambuco para a construtora Odebrecht. “É uma região extremamente valorizada. Mas a cessão dos terrenos não gerou, até agora, nenhum empreendimento”, observou.
A Comissão da Alepe
Borges defendeu a redação original do projeto, por não considerar pertinente que o texto determine a quem a Prefeitura de Arcoverde repassará o imóvel. “Concordo que devamos nos preocupar em não haver desvirtuamento da doação. Mas, para isso, basta que a lei delimite como contrapartida o desenvolvimento da cidade, e o Legislativo se valha de instrumentos para que essa finalidade seja alcançada”, argumentou.
Tony Gel reforçou o entendimento do relator da matéria. “Colocar no projeto que a doação acontece em favor de um determinado grupo empresarial seria direcionar a legislação”, apontou. O ponto de vista foi acompanhado por Antônio Moraes (PSDB) e Ricardo Costa (PMDB).
Fruto da parceria entre o deputado estadual Professor Paulo Dutra (PSB) e a vereadora Risalva Brandão (PSB), a prefeitura de Timbaúba na Zona da Mata Norte receberá uma nova ambulância para ser utilizada pelo sistema municipal de saúde. O veículo será adquirido por meio de emenda parlamentar do deputado timbaubense, vice-presidente da comissão de educação […]
Fruto da parceria entre o deputado estadual Professor Paulo Dutra (PSB) e a vereadora Risalva Brandão (PSB), a prefeitura de Timbaúba na Zona da Mata Norte receberá uma nova ambulância para ser utilizada pelo sistema municipal de saúde.
O veículo será adquirido por meio de emenda parlamentar do deputado timbaubense, vice-presidente da comissão de educação e cultura da Assembleia Legislativa de Pernambuco.
De acordo com o deputado, a cidade de Timbaúba é um dos grandes focos do seu mandato que se intensifica com a chegada da vereadora Risalva Brandão no seu grupo político.
“A Zona da Mata Norte, mais especificamente a cidade de Timbaúba, são prioridades no nosso mandato desde que assumimos uma cadeira na Alepe. Para fortalecer ainda mais esse trabalho, contamos agora com o apoio da vereadora Risalva, que tem feito a diferença na câmara de vereadores do município. A destinação das emendas e o ajuste da nossa atuação na cidade serão reforçadas pela articulação da vereadora”, disse o Professor Paulo Dutra.
Além da Ambulância, outras emendas do parlamentar estão sendo direcionadas para a cidade. Dentre elas uma que vai atender a Associação Cultural e Apoio às Pessoas com Deficiência e Amigos de Timbaúba (ADAT) e uma outra que está sendo destinada para a reconstrução do cine teatro Recreios Benjamin.
“Sabemos que temos muito a fazer para ampliar o alcance das políticas públicas a todas as nossas conterrâneas e a todos os nossos conterrâneos. E essa é uma das nossas missões. Temos trabalhado muito na Assembleia Legislativa por esse objetivo e temos certeza de que o apoio de Risalva na Câmara dos Vereadores de Timbaúba será fundamental”, concluiu Dutra.
“Qualquer dia a gente se encontra com ele. Qualquer hora tu vai te dar mal”, ameaçou Dinca Brandino voltou a atacar um radialista em sua live. O alvo foi o radialista Fabrício Ferreira, por uma crítica na Cidade FM. Dinca chegou a chamá-lo de forasteiro, palhaço, vagabundo e ameaçou. “Já passou de receber aquilo que eu […]
“Qualquer dia a gente se encontra com ele. Qualquer hora tu vai te dar mal”, ameaçou
Dinca Brandino voltou a atacar um radialista em sua live. O alvo foi o radialista Fabrício Ferreira, por uma crítica na Cidade FM.
Dinca chegou a chamá-lo de forasteiro, palhaço, vagabundo e ameaçou. “Já passou de receber aquilo que eu já lhe disse que iriam fazer com ele”, indicando subliminarmente que o profissional deveria levar uma pisa ou outra forma de agressão, pelo que é de conhecimento geral. “A qualquer hora tu vai te dar mal”.
O radialista criticou a ida da folha para a Caixa Econômica, dizendo que esse era o presente da prefeita para o aniversário da cidade, dificultando muito o comércio e muitos que teriam que se deslocar a Afogados da Ingazeira. “Quando fiz esse comentário, pessoas com funções gratificadas e cargos comissionados na prefeitura começaram a ligar pra rádio. Eu disse que não daria atenção a baba ovo e puxa saco”, explicou Fabrício ao blog. Ele não informou se prestará queixa.
Dinca antecipa venda da folha: Dinca sinalizou que já tomou a decisão de vender a folha da prefeitura, tema que domina a cidade. “Tá tendo umas tratativas, tá conversando. Se der certo ela bate o martelo. Se ela vender, vai mostrar que recursos serão alocados em uma obra estruturadora. Será que em algum tempo eles tentaram, vender a folha? Tentaram por várias vezes. E disse, ocupando o papel da prefeita, que a Caixa procurou a gestão.
Prefeita de Serra Talhada disse que prioridade é reeleição, mas que não costuma fugir de tarefas dadas Por André Luis A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), admitiu nesta quarta-feira (25), durante entrevista ao programa Frente a Frente com Magno Martins, que se houver consenso em torno de seu nome, ela pode sim disputar […]
Prefeita de Serra Talhada disse que prioridade é reeleição, mas que não costuma fugir de tarefas dadas
Por André Luis
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), admitiu nesta quarta-feira (25), durante entrevista ao programa Frente a Frente com Magno Martins, que se houver consenso em torno de seu nome, ela pode sim disputar a presidência da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe).
No início da segunda quinzena de janeiro, o blog já havia cantado essa bola e também que outro nome que poderia disputar é o do prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro.
Ao Frente a Frente, Márcia afirmou que no momento a sua prioridade é a reeleição. Ela afirmou que os próximos dois anos não serão suficientes para que possa colocar em prática os projetos que deseja. “Eu tenho muito mais pra trabalhar para a minha população de Serra Talhada”, comentou.
Ela destacou a gestão de José Patriota – ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, deputado estadual diplomado e atual presidente da Amupe e afirmou que o próximo a gerir a associação terá que trabalhar dobrado “para representar e dar continuidade a tudo que ele plantou”.
Dizendo que não costuma fugir de nenhuma tarefa, Márcia afirmou: “se realmente a Amupe e os 184 prefeitos acharem que sou um bom nome para gerenciar, pode ter certeza que, como tudo que faço na minha vida, eu vou procurar fazer da melhor forma possível”, destacou.
Márcia ganhou notoriedade e força política nas eleições de 2022. Dos prefeitos do Sertão do Pajeú, foi o nome mais vinculado ao do presidente Lula (PT) e teve o apoio disputado tanto no primeiro, como no segundo turno.
No primeiro turno apoiou o candidato governista, Danilo Cabral (PSB), que não teve bom desempenho nas urnas. Já no segundo, Márcia apoiou Raquel Lyra (PSDB), que venceu a corrida eleitoral pelo Governo de Pernambuco.
Foi muita citada por Raquel, principalmente para se defender das acusações de ser ligada ao bolsonarismo.
Se Márcia for o nome de consenso, o Sertão do Pajeú continuará no comando da associação. O atual presidente é o ex-prefeito de Afogados da Ingazeira e deputado estadual eleito, José Patriota (PSB).
Prefeito do Recife reagiu à decisão do STF que autorizou a Polícia Federal a investigar suposto esquema de espionagem clandestina operado pela gestão estadual. O clima político em Pernambuco atingiu níveis de ebulição na noite deste sábado (31). Após o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizar a abertura de um inquérito pela […]
Prefeito do Recife reagiu à decisão do STF que autorizou a Polícia Federal a investigar suposto esquema de espionagem clandestina operado pela gestão estadual.
O clima político em Pernambuco atingiu níveis de ebulição na noite deste sábado (31). Após o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizar a abertura de um inquérito pela Polícia Federal para investigar denúncias de “arapongagem” no governo de Raquel Lyra (PSD), o prefeito do Recife, João Campos (PSB), divulgou um vídeo para rebater a governadora que horas antes também se pronunciou por meio de um vídeo nas redes sociais. João classifica a estrutura investigativa do estado como uma “polícia paralela”.
As denúncias, que ganharam repercussão na imprensa nacional, apontam que setores da Polícia Civil estariam sendo utilizados para monitorar secretários municipais e veículos oficiais da prefeitura do Recife sem qualquer autorização judicial ou inquérito formalizado.
“Clandestina e criminosa”
Em vídeo divulgado em suas redes sociais, João Campos não poupou adjetivos ao descrever o que chamou de uso político do aparato de segurança pública. “Parte da Polícia Civil sendo utilizada para fins eleitorais e políticos, sem nenhum ato formal, sem B.O., sem inquérito”, disparou o prefeito. Segundo ele, servidores municipais foram seguidos e carros oficiais tiveram seus trajetos rastreados de forma ilegal.
Para o gestor da capital, a intervenção do STF é uma resposta necessária para garantir a lisura democrática: “A justiça brasileira está agindo e eu tenho certeza que a Polícia Federal vai fazer um trabalho sério e correto para que isso nunca mais se repita”.
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