Sertão do Pajeú notifica 777 novos casos de Covid-19 em 24h
Por André Luis
Número de casos ativos na região passa dos 3,6 mil
Por André Luis
De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta quarta-feira (26), foram notificados 777 novos casos de Covid-19, 403 recuperados e nenhum novo óbito na região nas últimas 24h.
As dezessete cidades do Pajeú confirmaram novos casos.
Foram cento e sessenta e um em Afogados da Ingazeira, nove em Brejinho, seis em Calumbi, trinta e nove em Carnaíba, quarenta e seis em Flores, trinta e um em Iguaracy, nove em Ingazeira, treze em Itapetim, vinte e cinco em Quixaba, vinte e seis em Santa Cruz da Baixa Verde, trinta e seis em Santa Terezinha, cento e trinta e um em São José do Egito, cento e quarenta e oito em Serra Talhada, doze em Solidão, trinta e três em Tabira, quinze em Triunfo e quarenta em Tuparetama.
Agora o Sertão do Pajeú conta com 40.063 casos confirmados, 35.695 recuperados (89,09%), 673 óbitos e 3.695 casos ativos da doença.
do G1 Caruaru e Região Foram reabertas as inscrições para o processo seletivo dos cursos técnicos do Instituto Federal Sertão Pernambucano (IF-Sertão PE). Estudantes interessados podem realizar a inscrição pela internet até domingo (19). Ao todo são 1.395 vagas distribuídas entre os campi de Petrolina, Petrolina Zona Rural, Salgueiro, Ouricuri, Santa Maria da Boa Vista , Serra […]
Foram reabertas as inscrições para o processo seletivo dos cursos técnicos do Instituto Federal Sertão Pernambucano (IF-Sertão PE). Estudantes interessados podem realizar a inscrição pela internet até domingo (19). Ao todo são 1.395 vagas distribuídas entre os campi de Petrolina, Petrolina Zona Rural, Salgueiro, Ouricuri, Santa Maria da Boa Vista , Serra Talhada e Floresta.
A reabertura das inscrições aconteceu por conta da greve dos bancários que coincidiu com os últimos dias de pagamento do boleto bancário.
A inscrição pode ser feita através do site da instituição ou presencialmente em cada campus. A taxa é R$ 10 e deve ser paga até o dia 20 de outubro.
São oferecidas 460 vagas para os cursos técnicos de Agropecuária, Edificações, Eletrotécnica, Informática e Química, na modalidade médio integrado destinado aos concluintes do 9º ano do Ensino Fundamental
Para o Subsequente que são para egressos do ensino médio, foram destinadas 750 vagas em Agricultura, Agroindústria, Agropecuária, Edificações, Eletrotécnica, Informática, Logística, Refrigeração e climatização e Zootecnia.
Já para os que concluíram ou está concluindo o ensino fundamental ou 4ª fase da Educação de Jovens e Adultos (EJA) estão disponíveis 185 vagas para os cursos de Agroindústria, Edificações, Eletrotécnica e Informática.
Os cursos do Médio Integrado e do Proeja possuem duração de quatro anos; subsequente são dois anos. As provas serão aplicadas no dia 16 de novembro, das 13h às 17h e o resultado final será divulgado em 22 de dezembro.
Do Blog da Folha O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) quer evitar que as empreiteiras acusadas de corrupção na Operação Lava Jato firmem acordos de leniência com o governo federal por meio da Controladoria-Geral da União (CGU). O procurador Júlio Marcelo de Oliveira encaminhou sexta-feira uma representação ao presidente do […]
O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) quer evitar que as empreiteiras acusadas de corrupção na Operação Lava Jato firmem acordos de leniência com o governo federal por meio da Controladoria-Geral da União (CGU). O procurador Júlio Marcelo de Oliveira encaminhou sexta-feira uma representação ao presidente do TCU, ministro Aroldo Cedraz, pedindo que o tribunal determine que a CGU não celebre acordos que possam atrapalhar o curso das investigações feitas pela Polícia Federal.
“Esta é a primeira vez que estamos enfrentando essa questão no Brasil. A CGU nunca celebrou um acordo de leniência antes e acontece logo em um caso de grandes dimensões”, afirmou ao Broadcast o procurador Júlio Marcelo de Oliveira. Para ele, a atuação, ao mesmo tempo, da CGU, do MPF e de outros órgãos pode acabar em conflitos. “Estou fazendo a minha parte e o TCU pode dar uma colaboração importante para o caso”, disse. É difícil, segundo Oliveira, saber se sua solicitação será atendida e quando isso ocorrerá.
No documento, o procurador defende que a “ampla possibilidade” de acordos de leniência traz embaraços aos avanços da investigação. “Se for possível às empresas envolvidas em corrupção escolher com qual órgão elas vão celebrar acordos de leniência, evidentemente elas vão atuar como se estivessem em um leilão, escolhendo o acordo que lhes ofereça as melhores condições, novamente em prejuízo do interesse público de por fim à corrupção”.
O procurador ainda colocou na representação que, com acordos de leniência, a CGU pode atravessar a investigação da Operação Lava Lato. “Não tem cabimento que, no curso de uma investigação conduzida pelo MPF, possa outro órgão qualquer, sem a mesma independência e autonomia, sem o mesmo largo espectro de atuação atravessar a investigação.” A decisão de pedir a ação cautelar, segundo o procurador, foi tomada porque ele identificou sinais de que o governo estaria na iminência de assinar acordos de leniência via CGU, o que poderia prejudicar as investigações. “O que eu defendo é: sempre que houver operação conduzida no MPF e vai fazer avaliação penal e cível e com repercussões judiciais, esta instância tem de prevalecer sobre as outras para fins de leniência. Se não, atrapalha”, defendeu. Até porque, lembrou o procurador, a CGU não possui autonomia, pois é um órgão subordinado à Presidência.
Três associações – Contas Abertas, Associação Nacional dos Auditores de Controle Externo dos Tribunais de Contas do Brasil e a Associação da Auditoria de Controle Externo do Tribunal de Contas da União – demonstraram ao procurador preocupação em relação a acordos que possam vir a ser celebrados pela CGU. “Tudo leva a crer que está na iminência de esses acordos serem celebrados e eles podem atrapalhar as investigações que estão em curso”, destacou o secretário-geral da Associação Contas Abertas Gil Castelo Branco.
“Entendemos que o TCU deve dar uma cautelar no sentido de que a CGU não celebre acordos de leniência com empresas investigadas, a não ser que já tenha sido liberado pelo Ministério Público”, disse Castelo Branco. “A CGU fica na esfera administrativa e este assunto está sendo tratado na esfera judicial. O ideal é que investigações continuem e que, se um acordo desses tiver de ser celebrados, seja feito pelo Ministério Público”, reforçou.
Para lembrar
Neste mês, o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou uma norma que estabelece que qualquer acordo de leniência com empresas acusadas de corrupção, mediado pela CGU, deve ser aprovado previamente pela Corte. Pela regra aprovada no plenário do TCU e antecipada pela reportagem, o governo terá de submeter as fases dos acordos de leniência a análise e aprovação da corte.
Por André Luis A prefeita de Serra Talhada e presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), Márcia Conrado, esteve reunida com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, nesta quinta-feira (5), em Brasília. O objetivo do encontro foi discutir o fortalecimento da aviação regional, que é fundamental para ampliar o desenvolvimento econômico e […]
A prefeita de Serra Talhada e presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), Márcia Conrado, esteve reunida com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, nesta quinta-feira (5), em Brasília.
O objetivo do encontro foi discutir o fortalecimento da aviação regional, que é fundamental para ampliar o desenvolvimento econômico e social não só de Serra Talhada, mas de toda região.
“O trabalho aqui em Brasília não para! E hoje estive reunida com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, e com o nosso deputado federal Fernando Monteiro, para conversarmos sobre o fortalecimento da aviação regional”, disse Conrado em post nas redes sociais.
“Em Serra Talhada já começou a reforma e ampliação do Aeroporto Santa Magalhães, mais uma obra que foi o fruto de muitas reuniões aqui em Brasília. E seguimos trabalhando de domingo a domingo para nossa terra e nosso povo”, completou.
O ministro Silvio Costa Filho se comprometeu a estudar as demandas da região e a buscar soluções para fortalecer a aviação regional.
O deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade) e o presidente estadual do Podemos, Marcelo Gouveia, participaram, neste sábado (8), de um almoço em Triunfo ao lado do ex-prefeito Eduardo Melo e de vereadores da região. O encontro discutiu pautas de interesse para o desenvolvimento do município. Durante a reunião, foram debatidos temas como infraestrutura, desenvolvimento econômico […]
O deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade) e o presidente estadual do Podemos, Marcelo Gouveia, participaram, neste sábado (8), de um almoço em Triunfo ao lado do ex-prefeito Eduardo Melo e de vereadores da região.
O encontro discutiu pautas de interesse para o desenvolvimento do município. Durante a reunião, foram debatidos temas como infraestrutura, desenvolvimento econômico e o fortalecimento das alianças políticas para os próximos desafios.
“Nosso compromisso é com o povo do Sertão. Precisamos estar juntos, ouvindo as demandas e buscando soluções para melhorar a vida da população”, afirmou o deputado.
Marcelo Gouveia, pré-candidato a Federal, também ressaltou a necessidade de alinhamento político para fortalecer o município. “Esse diálogo é fundamental para a construção de políticas públicas que tragam resultados concretos para a população”, pontuou.
Estiveram presentes também os vereadores de Triunfo, Bea, Denis de Canaã e Zé Carlos; os vereadores de Flores, Dal da Borracharia e Nando do Saco; além dos vereadores de Serra Talhada, Antônio de Antenor e Lindomar Diniz e as lideranças Miguel Duque, Marcus Godoy e Vandinho da Saúde.
Por Juliana Lima – Núcleo de Comunicação do Cecor As organizações que compõem a Articulação em Defesa do Rio Pajeú irão se reunir na próxima quinta-feira, 31, em Afogados da Ingazeira, Sertão do Pajeú com representantes da Promotoria Pública local para uma roda de diálogo acerca dos principais impactos sofridos pelo Rio Pajeú e seus […]
As organizações que compõem a Articulação em Defesa do Rio Pajeú irão se reunir na próxima quinta-feira, 31, em Afogados da Ingazeira, Sertão do Pajeú com representantes da Promotoria Pública local para uma roda de diálogo acerca dos principais impactos sofridos pelo Rio Pajeú e seus afluentes. Os índices identificados após uma caravana ao longo do rio, entre os municípios de Afogados da Ingazeira e Brejinho, realizada durante a XII Semana do Meio Ambiente (SEMEIA). O encontro será no auditório da Secretaria de Educação, das 14 às 17h.
Para Genival Barros, professor de agronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UAST), a bacia do Rio Pajeú é rica em produção de água, mas precisa urgentemente de um processo de recuperação para voltar as suas atividades e garantir o futuro das novas gerações.
“Essa caravana reforça nossa preocupação quanto à ocupação e uso do solo na área da bacia do Pajeú, que sempre foi rica em produção de água e agora enfrenta dificuldades, não pela falta de chuvas, que são suficientes para nos dá água em abundância, mas pela destruição da vegetação nativa em suas margens, que garantia no passado a vida do rio e seus afluentes”, alerta Barros.
Responsável pela construção do relatório técnico com os principais impactos sobre o rio, que será entregue à Promotoria amanhã, o professor Genival falou ainda sobre a que está em processo de construção, no município de Ingazeira. “Para uma bacia de rio intermitente como o Pajeú, o barramento não é a solução, pois forma apenas um espelho d’água e seca como os demais, como aconteceu nos últimos anos. Mas, como a barragem é uma realidade, temos que buscar meios de minimizar os seus impactos, tanto ao solo quanto à fauna e flora do local, além das famílias desapropriadas”, explicou.
Na oportunidade, serão solicitados ao Ministério Público Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) para a ocupação indevida das margens e leito do Rio Pajeú e Barragem de Brotas, currais de gado, retirada ilegal de areia do leito do rio, além de um estudo de impactos ambientais.
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