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Buíque: prefeitura diz estar regular no SIOPS

Por Nill Júnior

Caro Nill Júnior

Sempre prezando pela transparência e a verdade, a Prefeitura de Buíque, através da Secretaria Municipal de Saúde, vem esclarecer que o município está em dia com o repasse das informações financeiras referente a Prestação de Contas da Saúde de 2019 ao Sistema de Informação Pública em Saúde (SIOPS) e, por tanto, apto a receber os recursos federais normalmente, diferente do noticiado recentemente.

Informamos que a gestão municipal da saúde encaminhou dentro do prazo legal as informações financeiras ao SIOPS no dia 28/02/2020, tendo sido homologado no último dia 29/02/2020, atendendo assim as exigências do Ministério da Saúde e do Governo Federal.

Diferente do governo passado, a atual gestão vem cumprindo a legislação que exige o mínimo de 15% das receitas próprias aplicadas nos serviços e ações de saúde pública. Em 2019, seguindo uma tendência anual de aumento nos investimentos desde 2017, superamos esse percentual em mais de 48%, alcançando a marca de 22,25% de investimento na saúde do povo de Buíque, demonstrando o compromisso e a preocupação com a saúde da população. Algo bem diferente de anos passados, a exemplo de 2016 quando os investimentos na saúde de nossa população chegaram a apenas 13,88%, não cumprindo, portanto, o preceito legal dos 15% obrigando a atual gestão a devolver recursos ao Ministério da Saúde.

Todas as informações que comprovam a adimplência da Prefeitura de Buíque, podem ser acessadas no Portal do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS) que é de domínio público.

O trabalho segue em frente, com a preocupação de levar mais saúde para nossa população, trabalhando sempre com responsabilidade, honestidade e transparência.

Prefeitura de Buíque

Secretaria de Saúde

Outras Notícias

Dilma aproveita domingo para passeio de bike em Porto Alegre

G1 Em Porto Alegre para passar o fim de semana com a família, a presidente afastada, Dilma Rousseff, aproveitou a manhã de domingo (26) para andar de bicicleta pela Zona Sul da capital gaúcha. Apesar do tempo nublado, Dilma deixou o apartamento onde mora pouco antes das 9h e pedalou acompanhada de seguranças. Os termômetros […]

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Em Porto Alegre para passar o fim de semana com a família, a presidente afastada, Dilma Rousseff, aproveitou a manhã de domingo (26) para andar de bicicleta pela Zona Sul da capital gaúcha. Apesar do tempo nublado, Dilma deixou o apartamento onde mora pouco antes das 9h e pedalou acompanhada de seguranças.

Os termômetros marcavam 12°C. Dilma vestia casaco, calça, tênis próprios para atividades físicas, além de óculos escuros e um capacete. O passeio durou cerca de uma hora. Logo depois, a presidente retornou para casa, um prédio na Avenida Copacabana.

Porto Alegre tem sido o destino de Dilma aos finais de semana. A filha, Paula, os dois netos Gabriel e Guilherme, e o ex-marido Carlo Araújo, moram na cidade.

A petista chegou à capital do Rio Grande do Sul no início da tarde de sábado (25), para passar o final de semana com familiares. A agenda da presidente afastada é particular. O Palácio do Planalto não informou nem mesmo a data de retorno a Brasília. A tendência, porém, é que seja na noite deste domingo (26).

Dilma está afastada da Presidência da República desde 12 de maio, após ser notificada da decisão do Senado de instaurar o processo de impeachment. Na ocasião, os senadores autorizaram que, durante o afastamento de até 180 dias, ela permanecesse no Palácio do Alvorada e mantivesse salário integral, segurança pessoal, equipe a serviço de seu gabinete pessoal, carro oficial, assistência saúde e o direito de utilizar avião da Força Aérea Brasileira (FAB).

Segundo assessores palacianos, desde que foi afastada do Planalto, Dilma tem tentado manter uma rotina de trabalho semelhante aos tempos em que comandava o país. Ela continua acordando cedo, por volta das 5h30, e fazendo o tradicional passeio matinal de bicicleta pelos arredores do Palácio da Alvorada.

Secretária de Paulo Câmara deixa Governo para apoiar Marília Arraes

Até então ocupando o cargo de secretária executiva de Articulação e Prevenção Social ao Crime e a Violência em Pernambuco, Edna Gomes (PP) não está mais entre o secretariado do governador Paulo Câmara (PSB). Ela deixa o cargo para apoiar Marília Arrares (SD), pré-candidata ao Governo de Pernambuco e adversária de Danilo Cabral (PSB) na […]

Até então ocupando o cargo de secretária executiva de Articulação e Prevenção Social ao Crime e a Violência em Pernambuco, Edna Gomes (PP) não está mais entre o secretariado do governador Paulo Câmara (PSB).

Ela deixa o cargo para apoiar Marília Arrares (SD), pré-candidata ao Governo de Pernambuco e adversária de Danilo Cabral (PSB) na eleição deste ano. As informações são do blog de Jamildo.

Edna diz que entregou o cargo desde o dia 2 de abril, mas conta que o Governo de Pernambuco não aceita a situação e, até a presente data, não publicou ato de exoneração no Diário Oficial do Estado. Ela exerce o cargo de Secretária Executiva desde março de 2021.

Ligada ao grupo de Lula Cabral, do Cabo de Santo Agostinho, ela já foi vereadora por dois mandatos e vice prefeita do município, além de Secretária Municipal de Programas Sociais, por 12 anos. Gomes também é presidente do PP na cidade.

Deixando o cargo no Governo de Pernambuco, Edna Gomes vai coordenar o seguimento das Mulheres na Campanha de Marília Arraes (SD). Ela diz não acredita no projeto da Frente Popular, que tem Danilo Cabral como candidato de situação ao Governo de Pernambuco.

“É chegada a hora de Pernambuco ser governada por uma mulher. Marília Arraes será a primeira mulher a governar esse Estado e eu, como sempre defendi um protagonismo maior da mulher, não poderia estar de fora desse momento histórico”, declarou Edna Gomes.

Nome de Ronaldo de Deja cresce para vice de Márcia

Após a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, ter antecipado o processo de reeleição dentro do seu grupo político, fechando acordo com o ex-prefeito Carlos Evandro, cresceu a simpatia em torno do nome do vereador e ex-presidente da Câmara Municipal, Ronaldo de Deja, que hoje conta com pelo menos dez parlamentares endossando seu nome para […]

Após a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, ter antecipado o processo de reeleição dentro do seu grupo político, fechando acordo com o ex-prefeito Carlos Evandro, cresceu a simpatia em torno do nome do vereador e ex-presidente da Câmara Municipal, Ronaldo de Deja, que hoje conta com pelo menos dez parlamentares endossando seu nome para candidato a vice-prefeito, ao lado de Márcia.

Nos bastidores, o que se escuta é que a petista precisa trabalhar em duas frentes: ouvir o grupo e pesquisas de opinião. 

Márcia Conrado declarou que está focada na reeleição, antecipando a disputa interna. Nesta quinta-feira (26), Deja teve uma conversa reservada com o deputado estadual Luciano Duque, líder do grupo, que ainda não se pronunciou sobre o assunto. As informações são do Farol de Notícias.

Pernambuco perdeu R$ 4,28 bilhões com violência no trânsito em 2016

A violência no trânsito pernambucano  provocou um impacto econômico de R$ 4,28  bilhões no ano passado, ou 2,70% do Produto Interno Bruto (PIB). Essa é a perda da capacidade produtiva causada por acidentes que mataram 1.483 pessoas e deixaram outras 1.609  com invalidez permanente. O valor corresponde ao que seria gerado pelo trabalho das vítimas caso não tivessem se acidentado. O cálculo é […]

A violência no trânsito pernambucano  provocou um impacto econômico de R$ 4,28  bilhões no ano passado, ou 2,70% do Produto Interno Bruto (PIB). Essa é a perda da capacidade produtiva causada por acidentes que mataram 1.483 pessoas e deixaram outras 1.609  com invalidez permanente. O valor corresponde ao que seria gerado pelo trabalho das vítimas caso não tivessem se acidentado. O cálculo é  do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), da Escola Nacional de Seguros.

Entre 2015 e 2016, houve redução de 32,13% na perda do PIB do estado. No ano anterior, a perda no PIB foi de R$  6,30  bilhões.  O fator que mede a perda da capacidade produtiva é chamado de Valor Estatístico da Vida (VEV), ou seja, o quanto cada brasileiro deixa de produzir anualmente em caso de morte ou invalidez.

Segundo o diretor do CPES, Claudio Contador, a redução do número de vítimas de acidentes graves está ligada a dois fatores básicos: o aumento da fiscalização (Lei Seca) em alguns estados e a crise econômica, que reduziu as vendas de automóveis e tirou muitos veículos de circulação no país.

“A violência no trânsito caiu de forma considerável, o que é um fato alentador. Ainda assim, o número de vítimas remete a um quadro de guerra. E a grande maioria concentra-se na faixa etária de 18 a 64 anos. Ou seja, pertence a um grupo em plena produção de riquezas para a sociedade”, analisa Claudio Contador.

No Brasil

São Paulo, Minas Gerais e Paraná lideram as estatísticas de perdas decorrentes dos acidentes de trânsito. Segundo o estudo do CPES, o impacto econômico nesses estados foi de R$ 24,7 bilhões, R$ 15,7 bilhões e R$ 11 bilhões, respectivamente. Em São Paulo, morreram 5.248 pessoas em acidentes no ano passado – quase o dobro de toda a Região Norte. O Rio de Janeiro registrou perdas de R$ 10,2 bilhões, com 2.199 mortes no trânsito. Já o Nordeste lidera em número de acidentes com invalidez permanente: 11.086, sendo 4.094 noCeará e 1.609 em Pernambuco.

O Centro-Oeste sofreu a maior perda em comparação com o Produto Interno Bruto: o impacto da violência no trânsito consumiu 3,6% do PIB regional, seguido das regiões Nordeste (2,8%) e Sul (2,6%). O Estado de Goiás, por exemplo, registrou 1.559 mortes em acidentes e 1.622 casos de invalidez permanente, o que representou impacto de R$ 6,8 bilhões (4% do PIB).

Mas há casos em que a situação é muito mais grave. Em Roraima, a perda chega a 6% do PIB estadual, recorde no país. “Quando uma pessoa morre num acidente, ela deixa de produzir riquezas para seu país. Se fica inválida, deixa de produzir e também impacta a economia de sua família, porque fica dependente de cuidados e tem despesas adicionais. É disso que a nossa pesquisa trata”, explica Claudio Contador.

Segundo a economista Natalia Oliveira, coautora do estudo, a queda no número de acidentes de trânsito, principalmente com vítimas fatais, representa um grande avanço.  “Essa redução é consequência, entre outros fatores, de uma resolução das Nações Unidas que estipula uma meta audaciosa: diminuir em 50% o número de vítimas no trânsito até 2020. Para atender essa resolução, o Brasil criou o Plano Nacional de Redução de Acidentes e Segurança Viária para a década 2011- 2020”, diz.

 O Plano é composto de ações de fiscalização, educação, saúde, infraestrutura viária e segurança veicular, que visam contribuir para a redução das taxas de mortalidade e lesões por acidentes de trânsito. “Essas medidas são bem eficazes quando percebemos um retorno tão significante, não só nas vidas que poupamos, mas também no que deixamos de perder no PIB”, conclui Natalia

Afogados: Professores da rede municipal receberão reajuste a partir de março

O piso salarial será concedido a partir do mês de março para os professores da rede municipal de Afogados da Ingazeira. Segundo a Assessoria de Comunicação, ele representará um impacto no orçamento público anual da gestão da ordem de R$ 2,8 milhões. Segundo a Secretária de Educação de Afogados, Veratânia Lacerda, em Afogados nenhum servidor […]

Imagem ilustrativa

O piso salarial será concedido a partir do mês de março para os professores da rede municipal de Afogados da Ingazeira. Segundo a Assessoria de Comunicação, ele representará um impacto no orçamento público anual da gestão da ordem de R$ 2,8 milhões.

Segundo a Secretária de Educação de Afogados, Veratânia Lacerda, em Afogados nenhum servidor recebe abaixo do piso salarial. Todos os professores, ativos e inativos, terão direito ao reajuste.

Segundo estudo divulgado pela CNM – Confederação Nacional dos Municípios – os critérios atuais de reajuste, em que não há preocupação com as fontes de custeio, o crescimento do piso é muito acima da inflação.

Para se ter uma ideia desse impacto, entre 2009 e 2020, o aumento salarial para a categoria foi de 203,61%, enquanto o salário mínimo no mesmo período, teve reajuste de 121,7%. O impacto nas finanças dos municípios brasileiros ultrapassa a casa dos R$ 8,5 bilhões.