Bruno Araújo deixa governo. Roberto Freire também deve sair. PSB quer o mesmo de Fernando Filho
Por Nill Júnior
Demais ainda não se manifestaram
O ministro da Cultura, Roberto Freire, disse nesta quinta-feira (18) que vai deixar o governo depois de o presidente Michel Temer anunciar que não vai renunciar ao cargo. A informação foi confirmada pela assessoria do político. O chefe da pasta de Cidades, Bruno Araújo, foi o primeiro a comunicar oficialmente que abandona o cargo.
Araújo já comunicou a bancada do PSDB sobre a decisão. Esta é a primeira baixa do governo desde as denúncias divulgadas na noite de quarta-feira (17) contra Temer. O presidente é acusado de autorizar pagamentos pelo silêncio do ex-presidente Eduardo Cunha, preso em Curitiba.
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou abertura de inquérito contra o presidente na tarde desta quinta.
Já o Presidente do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Carlos Siqueira, defendeu nesta quinta-feira (18) que o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, entregue o cargo. Coelho Filho é deputado federal pelo PSB de Pernambuco e assumiu o ministério após a chegada do presidente Michel Temer à presidência. Mendonça Filho (Educação) e Raul Jungman (Defesa) ainda não se manifestaram.
A respeito do vídeo que circula nas redes sociais, no qual uma pessoa se refere de forma racista aos integrantes de uma quadrilha, utilizando o termo “macacos”, durante a realização da Mostra Sesc de Quadrilhas, em Serra Talhada, na noite de 05/06, manifestamos nosso mais veemente repúdio a esse tipo de comentário. Reafirmamos que nossa […]
A respeito do vídeo que circula nas redes sociais, no qual uma pessoa se refere de forma racista aos integrantes de uma quadrilha, utilizando o termo “macacos”, durante a realização da Mostra Sesc de Quadrilhas, em Serra Talhada, na noite de 05/06, manifestamos nosso mais veemente repúdio a esse tipo de comentário.
Reafirmamos que nossa instituição não compactua com qualquer forma de preconceito ou discriminação. Defendemos o respeito à diversidade, à cultura popular e à dignidade de todas as pessoas. Atitudes como essa ferem os princípios que norteiam nosso trabalho e não serão toleradas.
Nossa política de Compliance reflete esse compromisso, ao adotar uma visão que promove a diversidade sociocultural, valoriza práticas sociais, combate todas as formas de discriminação e viabiliza o amplo acesso e a permanência dos diversos públicos em ambientes, programações, serviços e experiências inclusivas.
Seguimos comprometidos com a promoção de um ambiente acolhedor, onde manifestações culturais sejam celebradas com respeito e valorização.
Em nota, a diretoria da Quadrilha Lambadão, tradicional grupo junino de Serra Talhada, manifestou seu total repúdio a qualquer ato de preconceito, seja ele racial, social, de gênero ou orientação sexual. O grupo destaca que, embora a autora do vídeo seja uma ex-integrante, reconhece a gravidade da situação e se compromete a tomar as medidas cabíveis.
“Pedimos desculpas pelo ocorrido e nos comprometemos a reforçar a importância do respeito e da convivência harmoniosa entre todos os grupos de dança”, diz trecho da nota.
A Quadrilha também reafirma seu compromisso com a luta antirracista e com a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e respeitosa. “A Quadrilha Lambadão é composta por pessoas de diversas origens e histórias, e é justamente essa diversidade que nos fortalece como grupo cultural”, conclui.
O episódio marcou a segunda noite da Mostra de Quadrilhas Juninas do Sesc Serra Talhada, realizada nesta quarta-feira (4), no Armazém Social do Sesc, em parceria com a Prefeitura Municipal.
Durante uma das apresentações, uma jovem foi flagrada em vídeo se referindo de forma racista a outro grupo de dançarinos, dizendo: “Deixe de palhaçada… meu depoimento é que aparece um monte de macaco entrando na selva”.
Veja o episódio que motivou a manifestação do SESC:
Em entrevista à Rede Globo, o deputado estadual William Brigido (Republicanos/ PE) explicou os detalhes do projeto de lei de sua autoria que tramita na Assembleia Legislativa e que tem o objetivo de garantir a presença de psicólogos e assistentes sociais em escolas da rede estadual de ensino. O objetivo, segundo o parlamentar, é identificar […]
Em entrevista à Rede Globo, o deputado estadual William Brigido (Republicanos/ PE) explicou os detalhes do projeto de lei de sua autoria que tramita na Assembleia Legislativa e que tem o objetivo de garantir a presença de psicólogos e assistentes sociais em escolas da rede estadual de ensino. O objetivo, segundo o parlamentar, é identificar transtornos que propiciem violência, bem como dramas familiares que estejam afetando o desempenho escolar.
O PL nº 3762/2023 prevê que os psicólogos e assistentes sociais trabalhem em conjunto com as equipes multidisciplinares das escolas e possam qualificar o processo de ensino-aprendizagem. Os profissionais também serão responsáveis por mediar conflitos e fazer encaminhamentos adequados. “O psicólogo vai atuar mais nas questões emocionais e comportamentais dos alunos e o assistente social irá contribuir para equilibrar os ambientes sociais do estudante: escola, família e comunidade”, disse o deputado William Brigido.
O Parlamentar é integrante da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça da Alepe e da Comissão de Educação e Cultura da Alepe os dois colegiados onde o projeto está tramitando, caso seja aprovado, irá para a votação final no plenário da Casa. “Acredito que os deputados irão aprovar o projeto, pois sabemos o quanto a presença desses profissionais nas escolas pode fazer a diferença na formação”, concluiu o deputado William Brigido.
Na manhã desta sexta-feira (16), a Câmara Municipal de Tuparetama esteve presente na Câmara de Vereadores de Triunfo, representando a proposta de criação da COPAP – Comissão Parlamentar do Pajeú. Estiveram presentes o presidente do Legislativo, Valmir Tunú, e os vereadores Joel Gomes e Fifita. Eles destacaram a importância da união entre os parlamentos municipais […]
Na manhã desta sexta-feira (16), a Câmara Municipal de Tuparetama esteve presente na Câmara de Vereadores de Triunfo, representando a proposta de criação da COPAP – Comissão Parlamentar do Pajeú.
Estiveram presentes o presidente do Legislativo, Valmir Tunú, e os vereadores Joel Gomes e Fifita. Eles destacaram a importância da união entre os parlamentos municipais da região do Pajeú em prol do desenvolvimento regional.
“A iniciativa foi bem recebida e contou com apoio total dos parlamentares triunfenses, reforçando o compromisso coletivo com a construção de uma agenda integrada para os municípios do Sertão do Pajeú”, diz a Câmara de Tuparetama em nota.
A retomada da COPAP se consolida como uma realidade próxima, fruto do diálogo, da cooperação e da articulação entre as Casas Legislativas da região.
O vereador eleito Ozório Guedes Policarpo Neto (Pros), da cidade de Soledade, no Cariri paraibano, procurou a Polícia Federal nesta quarta-feira (28) para denunciar que foi ameaçado para que assinasse um documento renunciando à posse dele, em 1º de janeiro de 2017. Segundo ele, dois homens armados, com documentos timbrados, invadiram a casa em que […]
O vereador eleito Ozório Guedes Policarpo Neto (Pros), da cidade de Soledade, no Cariri paraibano, procurou a Polícia Federal nesta quarta-feira (28) para denunciar que foi ameaçado para que assinasse um documento renunciando à posse dele, em 1º de janeiro de 2017.
Segundo ele, dois homens armados, com documentos timbrados, invadiram a casa em que ele estava. O político não assinou o documento. O delegado Luciano Patury, da Polícia Federal, confirmou a denúncia, mas não informou detalhes sobre o caso.
As torturas duraram cerca de 2 horas, disse o vereador. Ele conta que estava na casa de uma amiga tomando sopa, na noite de terça-feira (27), quando dois homens chegaram ao local em uma moto Honda Pop e invadiram a residência procurando por ele. “Quando eles entraram, eu fiquei assustado, porque eu vi que não era coisa boa e eles já foram tirando as armas e um envelope”, disse.
De acordo com o vereador, o envelope estava timbrado com o brasão da Câmara de Vereadores de Soledade. Ozório Neto disse que havia quatro papéis no envelope, sendo um com os dados dele, do partido e com o resultado das eleições, além de outras três folhas iguais com um ofício feito em nome do vereador e destinado ao presidente da Câmara de Vereadores, informando que queria renunciar à posse.
“A renúncia dizia que era de cunho pessoal, porque eu assumi um concurso público recentemente para professor no município, e que eu iria tratar de minha vida para concursos. A arma era aqui [na minha cabeça]. Eles diziam: assina ou morre”, conta o vereador eleito, que informou não ter assinado os documentos, apesar das ameaças.
Ainda de acordo com Ozório Neto, outras duas pessoas que estavam na casa também foram mantidas reféns. Ele disse que os suspeitos ordenavam que ele deitasse no chão, apontava armas para a cabeça e chegaram a passar facas pelo corpo dele, ameaçando matá-lo.
No fim da manhã desta quarta-feira (28) o vereador eleito foi até a delegacia da Polícia Federal em Campina Grande, no Agreste paraibano, onde formalizou a denúncia. “Eu preciso da polícia. Eu preciso de ajuda, se não eu vou ter minha vida jogada pelos bandidos”, disse ele.
Em depoimento prestado em 2 de maio à Polícia Federal em Curitiba, o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro confirmou a pressão que sofreu do presidente Jair Bolsonaro para trocar o comando da superintendência do Rio de Janeiro. Moro disse, ainda, que “não afirmou que o presidente teria cometido algum crime” e que […]
Em depoimento prestado em 2 de maio à Polícia Federal em Curitiba, o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro confirmou a pressão que sofreu do presidente Jair Bolsonaro para trocar o comando da superintendência do Rio de Janeiro.
Moro disse, ainda, que “não afirmou que o presidente teria cometido algum crime” e que “quem falou em crime foi a Procuradoria Geral da República na requisição de abertura de inquérito”. Segundo Moro, a avaliação sobre crime “cabe às Instituições competentes”.
Leia abaixo a íntegra do depoimento prestado pelo ex-ministro Sergio Moro. A informação é da CNN Brasil.
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