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SESC repudia episódio de racismo em Mostra de Quadrilhas

Por Nill Júnior

A respeito do vídeo que circula nas redes sociais, no qual uma pessoa se refere de forma racista aos integrantes de uma quadrilha, utilizando o termo “macacos”, durante a realização da Mostra Sesc de Quadrilhas, em Serra Talhada, na noite de 05/06, manifestamos nosso mais veemente repúdio a esse tipo de comentário.

Reafirmamos que nossa instituição não compactua com qualquer forma de preconceito ou discriminação. Defendemos o respeito à diversidade, à cultura popular e à dignidade de todas as pessoas. Atitudes como essa ferem os princípios que norteiam nosso trabalho e não serão toleradas.

Nossa política de Compliance reflete esse compromisso, ao adotar uma visão que promove a diversidade sociocultural, valoriza práticas sociais, combate todas as formas de discriminação e viabiliza o amplo acesso e a permanência dos diversos públicos em ambientes, programações, serviços e experiências inclusivas.

Seguimos comprometidos com a promoção de um ambiente acolhedor, onde manifestações culturais sejam celebradas com respeito e valorização.

Em nota, a diretoria da Quadrilha Lambadão, tradicional grupo junino de Serra Talhada, manifestou seu total repúdio a qualquer ato de preconceito, seja ele racial, social, de gênero ou orientação sexual. O grupo destaca que, embora a autora do vídeo seja uma ex-integrante, reconhece a gravidade da situação e se compromete a tomar as medidas cabíveis.

“Pedimos desculpas pelo ocorrido e nos comprometemos a reforçar a importância do respeito e da convivência harmoniosa entre todos os grupos de dança”, diz trecho da nota.

A Quadrilha também reafirma seu compromisso com a luta antirracista e com a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e respeitosa. “A Quadrilha Lambadão é composta por pessoas de diversas origens e histórias, e é justamente essa diversidade que nos fortalece como grupo cultural”, conclui.

O episódio marcou a segunda noite da Mostra de Quadrilhas Juninas do Sesc Serra Talhada, realizada nesta quarta-feira (4), no Armazém Social do Sesc, em parceria com a Prefeitura Municipal.

Durante uma das apresentações, uma jovem foi flagrada em vídeo se referindo de forma racista a outro grupo de dançarinos, dizendo: “Deixe de palhaçada… meu depoimento é que aparece um monte de macaco entrando na selva”.

Veja o episódio que motivou a manifestação do SESC:

Outras Notícias

Começa hoje a rodada de debates do segundo turno

Na noite desta terça acontece na Rede Bandeirantes de Televisão, o primeiro embate deste segundo turno entre os presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB). O debate iniciará as 22h15, e será dividido em cinco blocos. A mediação será feita pela jornalista Marcelo Boechat, e não haverá espaço para perguntas de outros jornalistas. Ainda […]

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Na noite desta terça acontece na Rede Bandeirantes de Televisão, o primeiro embate deste segundo turno entre os presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB). O debate iniciará as 22h15, e será dividido em cinco blocos.

A mediação será feita pela jornalista Marcelo Boechat, e não haverá espaço para perguntas de outros jornalistas.

Ainda estão marcados mais três debates até o dia da votação. Nesta quinta (16) o encontro será no SBT. No domingo (19) será a vez da Rede Record, e por fim na antevéspera da eleição na Rede Globo.

Justiça Federal nega pedido de habeas corpus de Nuzman

G1 A Justiça Federal negou habeas corpus em favor do ex-presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, na noite desta quarta-feira (11). O parecer foi do desembargador federal Abel Gomes, da Primeira Turma Especializada do TRF2. Nuzman foi preso no dia 5 durante a Operação Unfair Play. O objetivo dos advogados de defesa […]

G1

A Justiça Federal negou habeas corpus em favor do ex-presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, na noite desta quarta-feira (11). O parecer foi do desembargador federal Abel Gomes, da Primeira Turma Especializada do TRF2. Nuzman foi preso no dia 5 durante a Operação Unfair Play.

O objetivo dos advogados de defesa era revogar a decisão da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, que decretou a prisão temporária – depois convertida em preventiva – e determinou busca e apreensão na casa do suspeito, determinando o bloqueio e indisponibilidade de bens e a apreensão do passaporte de Nuzman.

Ele é investigado por suposta compra de votos do Comitê Olímpico Internacional para eleição da cidade do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. A acusação o implica também no esquema de corrupção na gestão do ex-governador Sergio Cabral. A defesa do ex-presidente do COB ainda pode recorrer da decisão.

O desembargador considerou que as decisões da primeira instância estão devidamente fundamentadas e que elas apontam o envolvimento de Nuzman na assinatura de contratos com empresas já relacionadas com o esquema criminoso envolvendo Sérgio Cabral. O magistrado destacou não haver “a cabal ilegalidade das decisões impetradas”, para justificar a concessão das liminares pedidas pela defesa: “Por seu turno o fato de as autoridades francesas eventualmente acompanharem a diligência de busca e apreensão, o qual também não está confirmado, não é causa de nulidade ou, por si só, gerador de prejuízo evidente ao paciente”, concluiu Abel Gomes.

Nesta quarta, Nuzman renunciou ao cargo de presidente COB. Ele estava em seu sexto mandato à frente da presidência do COB, que se encerraria em 2020. Advogados de Nuzman foram à Assembleia Geral Extraordinária, na sede do Comitê, e leram uma carta em que ele renuncia à presidência da entidade. A assembleia foi convocada pelo presidente em exercício, Paulo Wanderley, e reúne representantes de 30 confederações esportivas.

O desembargador Abel Gomes também negou pedido de liminar de Leonardo Gryner, diretor-geral do COB, preso no mesmo dia que Carlos Nuzman. A defesa sustentou que não haveria mais motivo para mantê-lo sob custódia, porque as medidas de urgência que fundamentaram a ordem de prisão já foram cumpridas.

Em sua decisão, Abel Gomes ponderou que “há indicativos de crimes transnacionais e praticados por organização criminosa cuja finalidade seria a prática de crimes contra a administração pública que lhe rendessem lucro ilícito, sendo o ponto central dela os contratos celebrados pelo governo do Estado do Rio de Janeiro na administração de Sergio Cabral”.

Trama golpista: STF inicia julgamento de Bolsonaro e mais sete aliados

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta terça-feira (2), às 9h, o julgamento que pode condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados pela trama golpista para tentar reverter o resultado das eleições de 2022. O grupo faz parte do núcleo crucial da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Foram destinadas oito sessões para […]

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta terça-feira (2), às 9h, o julgamento que pode condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados pela trama golpista para tentar reverter o resultado das eleições de 2022. O grupo faz parte do núcleo crucial da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Foram destinadas oito sessões para análise do caso, marcadas para os dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro. A expectativa é que o primeiro dia do julgamento seja destinado às manifestações das defesas e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que fará a acusação.

A votação que vai condenar ou absolver os réus deve começar somente nas próximas sessões. As penas podem passar de 30 anos de prisão.

Quem são os réus?

Jair Bolsonaro – ex-presidente da República; Alexandre Ramagem – ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); Almir Garnier- ex-comandante da Marinha; Anderson Torres – ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal;Augusto Heleno – ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); Paulo Sérgio Nogueira – ex-ministro da Defesa; Walter Braga Netto – ex-ministro da Casa Civil e da Defesa e candidato a vice de Bolsonaro na chapa de 2022 e Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

Crimes

Os réus respondem no Supremo pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

A exceção é o caso do ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, que, atualmente, é deputado federal. Ele foi beneficiado com a suspensão de parte das acusações e responde somente a três dos cinco crimes. A possibilidade de suspensão está prevista na Constituição.

A suspensão vale para os crimes de dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado, relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro.

Ramagem continua respondendo pelos crimes de golpe de Estado, organização criminosa armada e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito.

Primeira sessão

sessão de hoje será aberta pelo presidente da Primeira Turma, ministro Cristiano Zanin. Em seguida, o ministro chamará o processo para julgamento e dará a palavra a Alexandre de Moraes, relator do caso, que fará a leitura do relatório. O documento contém o resumo de todas as etapas percorridas no processo, desde as investigações até a apresentação das alegações finais, última fase antes do julgamento.

Após a leitura do relatório, Zanin passará a palavra para a acusação e às defesas dos réus.

O procurador-geral da República será responsável pela acusação. Paulo Gonet terá a palavra pelo prazo de até duas horas para defender a condenação dos réus.

Após a sustentação da PGR, os advogados dos réus serão convidados a subir à tribuna para as sustentações orais em favor de seus clientes. Eles terão prazo de até uma hora para suas considerações.

O julgamento será interrompido para o almoço por volta das 12h.  À tarde, a sessão será retomada por volta das 14h.

Além de Moraes, relator do caso, fazem parte da Primeira Turma os ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Cristiano Zanin.

Votos

Nas próximas sessões, o primeiro a votar será Alexandre de Moraes. Em sua manifestação, o ministro vai analisar questões preliminares suscitadas pelas defesas de Bolsonaro e dos demais acusados, como pedidos de nulidade da delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e um dos réus, alegações de cerceamento de defesa, pedidos para retirar o caso do STF, além das solicitações de absolvição.

Moraes poderá solicitar que a turma delibere imediatamente sobre a questões preliminares ou deixar a análise desses quesitos para votação conjunta com o mérito.

Após a abordagem das questões preliminares, Moraes se pronunciará sobre o mérito do processo, ou seja, se condena ou absolve os acusados e qual o tempo de cumprimento de pena.

A condenação ou absolvição ocorrerá com o voto da maioria de três dos cinco ministros da turma.

Acusações

Pesam contra os acusados a suposta participação na elaboração do plano “Punhal Verde e Amarelo”, com planejamento voltado ao sequestro ou homicídio do ministro Alexandre de Moraes, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente, Geraldo Alckmin.

Também consta na denúncia da PGR a produção da chamada “minuta do golpe”, documento que seria de conhecimento de Jair Bolsonaro e serviria para a decretação de medidas de estado de defesa e de sítio no país para tentar reverter o resultado das eleições de 2022 e impedir a posse do presidente Lula.

A denúncia também cita o suposto envolvimento dos acusados com os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

Em Carnaíba, três homicídios em menos de um mês

Com o corpo de um jovem localizado nesta quarta-feira (4), subiu para três o número de moradores da cidade de Carnaíba, no Sertão do Pajeú, assassinados em menos de um mês. A primeira morte foi registrada no dia 10 de maio. Damião Alisson, conhecido como Rolinha, de 26 anos – primeiro da foto -, foi encontrado morto […]

Com o corpo de um jovem localizado nesta quarta-feira (4), subiu para três o número de moradores da cidade de Carnaíba, no Sertão do Pajeú, assassinados em menos de um mês.

A primeira morte foi registrada no dia 10 de maio. Damião Alisson, conhecido como Rolinha, de 26 anos – primeiro da foto -, foi encontrado morto em um dos cômodos de uma residência, na Rua Por do Sol, no bairro da Caixa D’água. A morte teria sido causada em consequência de pauladas. Golinha morava na comunidade Gitirana.

No dia seguinte, 11 de maio, Tiago Simplício, de 31 anos – segundo da foto – foi assassinado a tiros quando pilotava uma moto, modelo Pop 100, na estrada do sítio Peba, no município de Afogados da Ingazeira. Tiago residia no bairro Carnaíba Velha.

O corpo encontrado nesta quarta-feira foi o de Cícero Caíque Monteiro, de 20 anos – terceiro da foto -, que estava desaparecido desde a noite do dia 26 de maio. O cadáver estava em uma cova rasa, no sítio Bezerros, na zona rural de Flores. Caíque morava no bairro Santa Luiza.

A Polícia Civil investiga os três casos, enquanto a população de Carnaíba vive momentos de medo com tanta violência. As informações são do Blog de Aryel Aquino.

Arcoverde: Madalena volta a ser alvo da oposição e até de “mini série apócrifa”

Enquanto Zeca Cavalcanti voltou a sumir das redes, o vereador Weverton Siqueira,  o Siqueirinha,  tem ocupado o modo ataque contra Madalena Britto. Na sua rede social voltou a atacar a promessa de empregos com o Distrito Industrial, o shopping de Arcoverde que não saiu do papel, a Praça da Juventude e o Compaz, que seriam entregues […]

Enquanto Zeca Cavalcanti voltou a sumir das redes, o vereador Weverton Siqueira,  o Siqueirinha,  tem ocupado o modo ataque contra Madalena Britto.

Na sua rede social voltou a atacar a promessa de empregos com o Distrito Industrial, o shopping de Arcoverde que não saiu do papel, a Praça da Juventude e o Compaz, que seriam entregues no ciclo LW como promessa em sua aliança com Madalena. Falas da ex-prefeita foram recuperadas falando na geração de empregos.

Mas isso não foi nada perto de vídeos apócrifos que circulam na cidade. O vídeo com produção e uso artificial da conhecida voz da mulher do Google, faz graves acusações contra Madalena,  o filho Kal Britto,  a filha e ex-secretária de Saúde Andréia Brito e o genro de Madalena,  Luciano Britto.

Em suma, diz que os problemas da gestão Wellington Maciel foram herdados do rombo deixado por Madalena e seus familiares, que chegam a ser acusados de promover atos de corrupção que teriam sangrado os cofres. No vídeo,  eles são responsabilizados pelos problemas da atual gestão como falhas na coleta de lixo e atraso de servidores e fornecedores.

O material, sob o título irônico “Olho Dágua dos Brittos”, alusão a Olho Dágua dos Bredos,  nome original da cidade, teve produção profissional e corre trecho nos grupos de WhattsApp.

Os vídeos lançados até agora foram três,  com duração média de três minutos cada. Na rede de Madalena,  não há pronunciamento sobre os vídeos apócrifos até agora. Nem há informação se ela prestou queixa contra a montagem,  dada a gravidade das acusações.