Opinião: 10 anos do impeachment da presidente Dilma Rousseff
Foto: Roberto Stuckert Filho
Por Fernando Ferro*
Há exatos 10 anos, em 17/4/2016, o Brasil acompanhou pela tv aberta a votação do impeachment da presidenta Dilma Rousseff, que tinha sido reeleita democraticamente em 2014. Era o começo da tragédia política que chocou o ovo da serpente fascista no país, cujo resultado estamos acompanhando nas disputas atuais.
A votação na Câmara, encerrada em 367 votos a favor e 137 contra, expôs o clima de polarização do país. Muitas justificativas de voto basearam-se em misoginia ou ofensas pessoais, incluindo a apologia ao crime feita por Jair Bolsonaro ao exaltar Carlos Alberto Brilhante Ustra, expoente da repressão militar e torturador da ex-presidente. A tramitação encerrou-se meses depois, em 31 de agosto de 2016, quando o Senado Federal decretou o afastamento definitivo de Dilma Rousseff.
No entanto, o rumo dos que votaram pelo impeachment deu voltas: da euforia punitiva de Danilo Cabral ao delírio exibicionista de Bruno Araújo sobraram castigos e a urnas indicaram isso. Por sinal, Dilma está atualmente num posto de topo na geopolítica global, enquanto seus algozes rastejam na província.
Dilma é presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), instituição dos Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Com sede em Xangai, a instituição tem como objetivo financiar obras para projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nos países que compõem o colegiado de economias emergentes.
Avante, companheiros e companheiras. A democracia brasileira exige vigilância diária e voto na esquerda sempre!
* Nome histórico do PT e um dos fundadores da legenda, Fernando Ferro é ex-deputado federal.


* Nome histórico do PT e um dos fundadores da legenda, Fernando Ferro é ex-deputado federal.

Uma família serra-talhadense utilizou as redes sociais para denunciar o que seria um grave caso de tortura em Recife. De acordo com Kátia Nogueira, em contato com o Farol de Notícias, seu sobrinho teria sido vítima de tortura e maus tratos durante um treinamento de formação de médicos pelo Exército na capital pernambucana. O jovem Felipe Ferraz, 23 anos, se formou em Medicina pela Uninassau em 2022.
Por André Luis
Pernambuco registrou uma redução de 6,1% nos homicídios em março de 2025, em comparação com o mesmo mês do ano anterior, saindo de 326 para 306 casos. Este é o 11º mês consecutivo de queda no índice. De acordo com o levantamento da Secretaria de Defesa Social (SDS), os dados reforçam a tendência de diminuição já observada nos primeiros meses do ano, que chega a 13,9% de redução no acumulado dos três primeiros meses, saindo de 989 (2024) para 852 (2025). 












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