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Brejinho realiza VI Feira de Saberes, Sementes e Sabores

Por André Luis

A Feira de Saberes, Sementes e Sabores de Brejinho acontece, desde 2015, na comunidade de Vila de Fátima, cujo objetivo é promover a agroecologia no município por meio da troca de conhecimentos e de sementes crioulas entre agricultores familiares, universitários, instituições públicas, e movimentos sociais. 

A cada ano, a feira ganha visibilidade no município e a adesão de vários agricultores (as) e comunidades rurais.

Devido a Pandemia do novo Coronavírus, o evento foi suspenso nos anos 2020 e 2021. No entanto, a realização da VI Feira de Saberes, Sementes e Sabores é de suma importância para dar continuidade ao processo de construção e fortalecimento da agricultura familiar do município de Brejinho e região, tendo em vista que, além dos agricultores e agricultoras da comunidade Vila de Fátima, essa festa da agricultura familiar contará com a participação de agricultores e agricultoras de diversas comunidades rurais, gestores públicos, representantes de conselhos, sindicatos, grupo de mulheres, estudantes, universidade e grupos culturais.

Confira a Programação:

DIA 01/12/2022

14:00 – Palestra e Oficina sobre agricultura familiar camponesa e artesanato;

19:00 – Missa;

20:00 – Bingo, quermesse e apresentação cultural.

DIA 02/12/2022

14:00 – Oficina sobre reaproveitamento de óleo vegetal;

18:00 – Culto evangélico.

DIA 03/12/2022

14:00 – Oficina sobre Sabores Camponeses;

19:00 – Missa;

20:00 – Bingo, apresentação cultural e desfile.

DIA 04/12/2022

08:00 – Missa com bênçãos das sementes;

10:00 – Roda de conversa sobre o armazenamento das sementes crioulas; 

11:00 – Roda de conversa sobre promoção da saúde pelas plantas e alimentos;

12:00 – Almoço (Contribuição para custear o evento e ações da escola local)

10:00 às 12:00 – Feira de Troca de Saberes, Sementes e Sabores;

10:00 às 12:00 – Feira de artesanato;

13:30 – Apresentações culturais;

14:30 – Homenagens e premiações;

16:00 – Encerramento.

Outras Notícias

“Com Lula, o Desenvolvimento Regional voltará a ser prioridade”, afirma Marília Arraes

Parlamentar pernambucana, convidada para atuar na área de Desenvolvimento Regional, criticou novos cortes de Bolsonaro que comprometem o acesso à água para mais de 1,6 milhão de pessoas Convidada, nesta terça-feira (22) para compor a equipe de transição do presidente Lula, a deputada federal Marília Arraes concedeu entrevistas, na manhã desta quarta-feira (23), para falar […]

Parlamentar pernambucana, convidada para atuar na área de Desenvolvimento Regional, criticou novos cortes de Bolsonaro que comprometem o acesso à água para mais de 1,6 milhão de pessoas

Convidada, nesta terça-feira (22) para compor a equipe de transição do presidente Lula, a deputada federal Marília Arraes concedeu entrevistas, na manhã desta quarta-feira (23), para falar sobre os trabalhos do grupo técnico responsável pela área de Desenvolvimento Regional.

Durante o bate-papo com os jornalistas Josias de Souza e Diego Sarza, do UOL e da Folha de São Paulo, a parlamentar conversou sobre as prioridades que devem nortear o grupo setorial e alertou sobre o retrocesso vivido pelo Nordeste nos últimos anos. Na sequência, a parlamentar conversou com o radialista Geraldo Freire, no quadro Passando a Limpo, na Rádio Jornal.

Marília criticou os recentes cortes feitos pelo governo de Jair Bolsonaro que afetam diretamente a distribuição de água para os nordestinos.

Reportagem do colunista do UOL, Carlos Madeiro, publicada hoje, mostra que, após a eleição, o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) cortou verba e água potável de 1,6 milhão de pessoas que vivem no Nordeste.

Para Marília, esse é apenas mais um exemplo do descaso político do Planalto com a região. “Desde o governo de Michel Temer temos visto o corte de verbas e isso tem um impacto impressionante no Nordeste”, disse. “Quando a gente fala em 1 milhão de cisternas, muita gente do Sul e Sudeste não entende, mas é uma questão de sobrevivência para o povo nordestino ter carro-pipa.”

Só em Pernambuco são 529 mil pessoas, distribuídas em 105 cidades, que estão aptos para receber água da operação carro-pipa e que podem ficar sem o atendimento já na segunda quinzena deste mês.

A parlamentar acrescentou que o uso de caminhões-pipa é uma medida paliativa para ajudar no acesso à água na região, mas que isso não diminui a necessidade urgente da conclusão de projetos de longo prazo que foram iniciados e nunca concluídos a exemplo da transposição do Rio São Francisco e da Ferrovia Transnordestina.

“A diminuição da desigualdade regional não tem sido prioridade no país há alguns anos e esse é um grande desafio do presidente Lula no próximo governo. São séculos e séculos de uma realidade em que nós, nordestinos, vivemos nos abastecendo das migalhas que caíam da mesa do Sul e Sudeste. Durante os governos Lula e Dilma, vimos essa lógica se inverter. Mas com o golpe político contra a presidente Dilma, Temer trouxe de volta essa lógica absurda e perversa e aqui estamos novamente sofrendo com os efeitos de problemas que não deveriam mais existir”, afirmou Marília, que está grávida de sete meses e segue em Brasília participando das atividades da Câmara dos Deputados e da comissão da transição.

Questionada sobre os “afagos” do presidente Bolsonaro aos nordestinos durante a campanha eleitoral, Marília destacou que a população sempre reconheceu em Lula um político que ajudou no desenvolvimento da região e por isso, não se deixou iludir.

“Bolsonaro fez afagos ao Nordeste de olho nos votos de nossa gente, mas afago não adianta para quem tem sede, para quem voltou a ter fome. O povo nordestino sabe muito bem a realidade que vive e o quanto mudou depois que o governo Bolsonaro começou”, concluiu.

Governo Temer é aprovado por 5% e reprovado por 70%, diz Ibope

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (27) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB). Para 5% a gestão é ótima ou boa. Já 21% acham a gestão regular. Um total de 70% acham o governo ruim ou péssimo. Não sabem ou não responderam, 3%. Segundo o Ibope, a […]

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (27) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB).

Para 5% a gestão é ótima ou boa. Já 21% acham a gestão regular. Um total de 70% acham o governo ruim ou péssimo. Não sabem ou não responderam, 3%.

Segundo o Ibope, a aprovação de 5% é o menor índice desde o início da série histórica do instituto, que teve início em março de 1986. Antes do resultado de Temer, o pior havia sido o do ex-presidente José Sarney, que em junho/julho de 1989 teve 7% de ótimo/bom.

O instituto de pesquisa ressaltou que, por conta da margem de erro da pesquisa de dois pontos percentuais para mais e para menos, tecnicamente Temer e Sarney estariam empatados.

O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 13 e 16 de julho e ouviu 2 mil pessoas em 125 municípios.

O nível de confiança da pesquisa divulgada nesta quarta, segundo a CNI, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

Bombeiros exigem em Afogados da Ingazeira o que não fazem nem em Caruaru, reclamam barraqueiros

Pequenos comerciantes de bombinhas, peidos de véia, chuvinha e outros artefatos juninos estão revoltados com o Comando Regional do Corpo de Bombeiros, que em reunião dia 11 de maio determinou tantas condições para o início de trabalho e comercialização, que eles ainda não puderam iniciar as atividades, já dentro do mês junino. O curioso é […]

Barraquinhas de artefatos juninos são tradição em todo o Nordeste. Em Afogados, barraqueiros reclamam de exigência dos Bombeiros.
Barraquinhas de artefatos juninos são tradição em todo o Nordeste. Em Afogados, barraqueiros reclamam de exigência dos Bombeiros. “Não temos como trabalhar”

Pequenos comerciantes de bombinhas, peidos de véia, chuvinha e outros artefatos juninos estão revoltados com o Comando Regional do Corpo de Bombeiros, que em reunião dia 11 de maio determinou tantas condições para o início de trabalho e comercialização, que eles ainda não puderam iniciar as atividades, já dentro do mês junino.

O curioso é que em praticamente todas as cidades de Pernambuco há comercialização e queixas de falta de fiscalização das autoridades. Aqui, a reunião reuniu MP, Prefeitura e Bombeiros e definiu critérios de segurança para a comercialização de artefatos juninos. O próprio MP reconhece que as exigências feitas são exageradas. “Exigiram o que não costumam exigir nem em Caruaru”, diz o barraqueiro Augusto Silva.

A Prefeitura fez termo de Ajustamento de Conduta com regras de segurança pré estabelecidas junto ao MP, mas os Bombeiros não aceitam e querem regras mais duras. Segundo o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, a decisão é do  Centro Técnico em Serra Talhada. O próprio promotor considera as exigências “pesadas demais”.

O ponto mais critico é da comercialização na Praça de Alimentação. Se a exigência tiver que ser cumprida, os pequenos comerciantes terão que sair do local e ir a área afastada da cidade.

“In Fux we trust”

O Ministro Luiz Fux foi o único a votar contra as medidas cautelares em relação a Jair Bolsonaro. Nenhuma surpresa: já tinha sido poupado do cancelamento de visto em seu passaporte justamente por ser aliado do ex-presidente, com Nunes Marques e André Mendonça integrando o “núcleo bolsonarista” no STF. Na operação vaza jato, que provou […]

O Ministro Luiz Fux foi o único a votar contra as medidas cautelares em relação a Jair Bolsonaro. Nenhuma surpresa: já tinha sido poupado do cancelamento de visto em seu passaporte justamente por ser aliado do ex-presidente, com Nunes Marques e André Mendonça integrando o “núcleo bolsonarista” no STF.

Na operação vaza jato, que provou um conluio para gerar condenações e inclusive impedir Lula de disputar as eleições de 2018, desvendando conversas dos procuradores no Telegram, o ministro Luiz Fux foi citado mais de uma vez por Deltan Dallagnol e demais procuradores da operação Lava Jato.

Em 22 de abril de 2016 Deltan Dallagnol relatou uma conversa que teve com o ministro Fux em que frisa: “Reservado, é claro”. Dallagnol comemora, afirmando que “os sinais” de Fux “foram ótimos” e que o ministro teria lhe dito que a operação podia contar com ele para o que precisasse. “Só faltou, como bom carioca, chamar-me pra ir à casa dele, rs”, brincou Dallagnol, que segundo The Intercept, compartilhou a conversa com procuradores e com Moro, que respondeu “Excelente” e, em inglês, completou: “In Fux we trust” (em Fux nós confiamos).

Mesmo após reveladas as mensagens de Moro com os procuradores de Curitiba que resultariam na derrocada da operação, Fux seguiu defendendo a Lava Jato. Em junho de 2022, quando era presidente do STF, o ministro disse que a anulação das condenações foi fruto da análise de questões formais.

A guinada no comportamento de Fux ficou nítida no fim de março, durante o julgamento da fatia da denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra oito acusados de tramarem um golpe – Jair Bolsonaro incluído.

O ministro foi o único a votar a favor do argumento da defesa dos réus de que o caso deveria ser julgado na primeira instância, e não no STF. E, uma vez fixado o foro no Supremo, defendeu que o processo migrasse para o plenário. Foi derrotado pelos outros quatro ministros que compõem a Primeira Turma.

Ainda que represente uma posição minoritária no STF sobre os processos do golpe, a expectativa é que os votos de Fux continuem fixando um contraponto às discussões. Segundo integrantes da corte ouvidos em caráter reservado, até aqui os colegas não se queixaram dos votos proferidos por Fux nos processos sobre a trama golpista.

Agora, votando para “preservar seu passaporte”, Fux se coloca ao lado dos que estão sendo questionados por minimizar a trama golpista e a tentativa de intromissão americana na nossa democracia e soberania, com taxação e toda sorte de medidas para criar uma pressão por não punir Bolsonaro. Fux se revela a cada ato.

TCU dá 15 dias para governo explicar estratégia de gastos no combate ao coronavírus

Relatório do tribunal alerta para ‘baixa’ execução de recursos; Ministério da Saúde gastou menos de um terço do dinheiro disponível. Governo diz que faz repasses a estados e municípios. O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta-feira (22) dar 15 dias de prazo para o Ministério da Saúde explicar a estratégia de gastos […]

Relatório do tribunal alerta para ‘baixa’ execução de recursos; Ministério da Saúde gastou menos de um terço do dinheiro disponível. Governo diz que faz repasses a estados e municípios.

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta-feira (22) dar 15 dias de prazo para o Ministério da Saúde explicar a estratégia de gastos no combate ao novo coronavírus.

Pela decisão, o governo federal terá de explicar os critérios de aquisições e de transferência de recursos para estados e municípios.

As determinações fazem parte da auditoria do TCU que avaliou a atuação do Ministério da Saúde no combate ao coronavírus.

Relator do caso, o ministro Benjamin Zymler afirmou que há “baixa” execução dos recursos destinados ao ministério para combater a pandemia.

Segundo o relatório do TCU, o Ministério da Saúde gastou 29% do dinheiro que recebeu. A análise abrange os gastos entre março e 28 de maio.

Segundo o TCU, dos R$ 39 bilhões destinados ao Ministério da Saúde para combater a pandemia, R$ 11,5 bilhões foram pagos.

Mais cedo, nesta quarta, o ministério divulgou uma nota na qual afirmou que foram empregados R$ 26,4 bilhões em ações contra o coronavírus e que tem realizado repasse de recursos extras a estados e municípios.

“O Ministério da Saúde informa que, em apoio irrestrito aos estados e municípios, tem efetuado repasse de recursos extras e realizado compras centralizadas de equipamentos, materiais e insumos para garantir a estruturação do SUS e o cuidado e assistência à população. Até o momento, foram executados, ou seja, comprometidos com ações relacionadas à Covid-19 o total de R$ 26,4 bilhões”, acrescentou a pasta. Leia a íntegra da matéria no G1.