Brasil terá o pior PIB entre as principais economias do mundo, prevê FMI
Por André Luis
Antes, FMI previa expansão de 2,3% na economia para o próximo ano Foto: AFP
Além de ter o pior PIB entre as principais economias mundiais, o Brasil foi o país que teve o maior corte nas projeções
Do Estadão Conteúdo
O Fundo Monetário Internacional (FMI) voltou a piorar as previsões para a economia brasileira e vê o Produto Interno Bruto (PIB) do País encolhendo 3,5% este ano, o pior desempenho entre os principais países do mundo, de acordo com documento divulgado nesta terça-feira (19). Para 2017, a aposta é de estagnação, com crescimento zero, ante previsão de expansão de 2,3% do relatório anterior do FMI, divulgado em outubro, durante sua reunião anual.
Além de ter o pior PIB entre as principais economias mundiais, o Brasil foi o país que teve o maior corte nas projeções no relatório divulgado nesta terça-feira pelo FMI. A projeção para 2016 foi cortada em 2,5 pontos porcentuais. A de 2017, em 2,3 pontos. Para 2015, o Fundo projeta retração de 3,8%.
Os economista do Fundo culpam o Brasil pela piora nas projeções de crescimento da América Latina. A região deve encolher 0,3% em 2016 e voltar a crescer no ano que vem, quando o PIB deve se expandir 1,6%. A alta deve ser puxada pelo México, que crescerá 2,6% este ano e 2,9% em 2017, números também menores do que os divulgados em outubro. “Há grande divergência entre os emergente, como o Brasil, que enfrenta problemas políticos, e outros com melhor situação que estão crescendo menos”, afirma o economista-chefe do FMI, Maurice Obstfeld em um vídeo.
O FMI destaca que a recessão “mais longa e mais profunda que o previsto” no Brasil vem sendo causada pela incerteza política e pelos desdobramentos das investigações de corrupção na Petrobras Além do impacto político da Operação Lava Jato, a petroleira e sua cadeia produtiva e de fornecedores têm cortado investimentos e engavetado projetos.
A Rússia, outro emergente que teve recessão em 2015, deve ter melhora da economia este ano. Depois de encolher em ritmo semelhante ao do Brasil no ano passado, com queda do PIB de 3,7%, o FMI estima que este ano o país deve ter retração de 1% e voltar a crescer no ano que vem, com previsão de alta de 1%.
A economia brasileira terá desempenho este ano e no próximo abaixo da média dos emergentes e da economia mundial. Os emergentes devem crescer 4,3% e 4,7%, respectivamente em 2016 e 2017. A economia mundial deve se expandir 3,4% e 3,6%.
O Prefeito de São José do Belmonte, Marcelo Pereira (PR), esteve visitando com o Vereador Júnior de Erles a obra de cobertura da quadra poliesportiva no Distrito do Bom Nome. O projeto da quadra prevê cobertura, palco, banheiros e novos vestiários. Com recursos próprios, estão sendo investidos R$ 700 mil na reforma, anexo da Escola […]
O Prefeito de São José do Belmonte, Marcelo Pereira (PR), esteve visitando com o Vereador Júnior de Erles a obra de cobertura da quadra poliesportiva no Distrito do Bom Nome.
O projeto da quadra prevê cobertura, palco, banheiros e novos vestiários. Com recursos próprios, estão sendo investidos R$ 700 mil na reforma, anexo da Escola Manuela Fernandes.
A quadra antiga não era coberta. “Pedi muito ao Prefeito Marcelo Pereira para que cobrisse a quadra, pois no Distrito de Bom Nome não havia nenhum local para realizar eventos, como formaturas, reuniões, além da prática de esportes”, disse o vereador.
O Prefeito Marcelo Pereira prometeu concluir os trabalhos ainda este ano. “Queremos inaugurá-la no mês de dezembro”, disse o Prefeito.
Do JC Onlinde O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse neste sábado (7) à reportagem que o governo federal quer “sócio na lama”, ao comentar o seu nome e de oposicionistas na lista de investigados da Procuradoria-Geral da República no caso Lava Jato. “O governo quer sócio na lama. Eu só entrei […]
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse neste sábado (7) à reportagem que o governo federal quer “sócio na lama”, ao comentar o seu nome e de oposicionistas na lista de investigados da Procuradoria-Geral da República no caso Lava Jato.
“O governo quer sócio na lama. Eu só entrei para poderem colocar Anastasia”, ataca o deputado.
Na lista divulgada nesta sexta-feira (6), o nome do senador e ex-governador de Minas Gerais Antonio Anastasia foi incluído. Ele é braço direito de Aécio Neves, líder da oposição e adversário de Dilma em 2014. Cunha aparece citado em mesmo depoimento de Anastasia.
Para o deputado, a peça da procuradoria é uma “piada” e foi uma “alopragem” de integrantes do governo, que, segundo acusa, teriam interferido junto a Rodrigo Janot para inclui-lo e a oposição na lista.
“Sabemos exatamente o jogo político que aconteceu. O PGR agiu como aparelho visando a imputação política de indícios como se todos fossem participes da mesma lama. É lamentável ver o PGR, talvez para merecer sua recondução, se prestar a esse papel”, postou no Twitter.
O maior número de envolvidos é do PP, seguidos pelo PT e pelo PMDB, todos da base aliada de apoio à Dilma Rousseff.
Cunha voltou a negar envolvimento com Fernando Soares, o Fernando Baiano e reafirma que o ex-diretor Nestor Cerveró foi indicado pelo senador Delcídio Amaral (PT-MS), que teve pedido de inquérito arquivado. “Fernando Soares nunca representou a mim nem ao PMDB”, disse Cunha no Twitter.
NOTA OFICIAL – Cunha também divulgou uma nota oficial sobre a menção de seu nome na lista de Janot, com o título “Quem não deve, não teme”. Leia abaixo a íntegra do texto.
“Quem não deve, não teme”
Tendo acesso à petição, comento alguns fatos para contestar vários absurdos divulgados. Primeiramente, óbvio que desminto todas as afirmações do procurador Geral da República contidas na petição. O PMDB na Câmara nunca teve nada a ver com a indicação de Paulo Roberto Costa. Afirmam que Nestor Cerveró foi indicado pelo PMDB, quando todos sabem que ele era indicado de um senador, objeto de arquivamento.
Fernando Soares nunca representou o PMDB e nem a mim. O procurador menciona que ele representava a Câmara e o Senado. O procurador não mencionou nomes de senadores. O procurador fala em representações na Câmara dos Deputados que teria sido feita por mim, mas jamais cita a representação, que, absolutamente, não existe. Bastava uma simples pesquisa no portal da Câmara para ver todas as propostas que apresentei, e isso posso provar. Só que ele, o procurador, não tem como provar. Simplesmente não fiz qualquer representação e se, por ventura, outros parlamentares fizeram, por que, então, o procurador não pediu inquérito dos outros parlamentares?
Quem fala é um delator desqualificado, cujo advogado deu declaração pública que eu não tinha sido citado.
O delator atribui saber, sem provar, que um terceiro teria pagado a Fernando Soares, e que este pagamento seria dirigido a mim.
Os absurdos são vários. Primeiramente, o de atribuir pacto de terceiro sem provar. Atribuir o recebimento sem provar, e ainda supor que eu era beneficiário. Depois, vem um estranho novo depoimento do delator em 11 de fevereiro, dez dias depois de eu ser eleito presidente da Câmara, falando que o meu nome surgiu, SALVO ENGANO, Paulo Roberto teria citado meu nome. Aí, mistura com Fernando Soares e Andrade Gutierrez e volta à situação anterior, em que eu era beneficiário sem detalhar que benefício era e de quem. Em seguida, vem para as raias do absurdo para dizer, como justificativa, que recebi doações oficiais de campanha de empresas envolvidas em corrupção.
E não cessa o absurdo, ao misturar a doação à minha campanha com várias doações de empresas ao comitê financeiro do PMDB como se fossem minhas. Neste ponto, há dois grandes absurdos: o primeiro é criminalizar a doação de campanha por ser de empresa envolvida no suposto esquema de corrupção. Imaginem só todas as campanhas majoritárias, incluindo a da Dilma, a do Aécio e todas as outras? Também receberam doações destas empresas. Por que, então, não abriram inquérito contra todos que receberam doações dessas empresas?
O segundo grande absurdo é como a mim atribuir o benefício de doação à comitê financeiro do partido como se fosse minha? Ainda cita como indício de doação do comitê financeiro do PP para a minha campanha de 2010, como se isso fosse prova de benefício indevido. Vejam só, para justificar, retorna a história do policial que teria entregue dinheiro a um endereço atribuído a mim e provado que não era o meu. Aí, ele cita o desmentido do policial. Coloca a foto da casa, reconhece o proprietário correto, atribui a ele a relação com deputado Jorge Picciani. Atribui relação de Picciani comigo e justifica a eleição do filho dele, o deputado federal Leonardo Picciani, para liderar o PMDB na Câmara em meu lugar como indício, e fala que, apesar do desmentido do policial e do desmentido do próprio delator, que é preciso aprofundar a investigação. É uma piada essa peça do procurador, e causa estranheza que ele não tenha a mim pedido explicações, como, aliás, sempre foi praxe na Procuradoria Geral da República (PGR).
Após ler o inquérito, a mim não restou qualquer dúvida de que ter novo depoimento do delator dez dias após eu me eleger, e usar como referência a história do policial – e pasmem – doações oficiais de campanha como indícios de que esse inquérito foi proposto por motivação política – é mais uma alopragem que responderei e desmontarei com relativa facilidade.
Talvez, manter em dúvida a história do policial servisse para justificar o inquérito sobre um senador do PSDB para a todos confundir.
O procurador geral da República agiu como aparelho, visando à imputação política de indícios como se todos fossem partícipes da mesma lama. É lamentável ver o procurador, talvez para merecer a sua recondução, se prestar a esse papel. E criminalizar a minha doação oficial de campanha sem criminalizar a dos outros é um acinte à inteligência de quem quer que seja. Sabemos exatamente o jogo político que aconteceu e não dá para ficar calado sem denunciar a politização e aparelhamento da PGR.
Eles estão a serviço de quem? Pelo critério do indício, o procurador só será reconduzido se for da vontade do executivo. Dessa forma, a mim e, creio também ao senador do PSDB, interessa saber com quem estamos misturados nessa corrupção odienta. Fui à CPI da Petrobras, que, aliás, ajudei a criar, para colocar-me à disposição para esclarecer o que for necessário. Vou pedir ao presidente da CPI para lá comparecer novamente, visando detalhar vírgula a vírgula dessa indecente petição do procurador geral da República, que, certamente, vai envergonhar muitos dessa respeitosa instituição.
Eduardo Cunha é presidente da Câmara dos Deputados.
Passados três meses do início da campanha de vacinação contra a gripe, Pernambuco só conseguiu imunizar 48% do público prioritário, que é formado por cerca de 3,5 milhões de pessoas que vivem no Estado. A baixa adesão é preocupante, pois a gripe é uma doença grave, que pode evoluir com complicações e levar ao óbito, […]
Passados três meses do início da campanha de vacinação contra a gripe, Pernambuco só conseguiu imunizar 48% do público prioritário, que é formado por cerca de 3,5 milhões de pessoas que vivem no Estado.
A baixa adesão é preocupante, pois a gripe é uma doença grave, que pode evoluir com complicações e levar ao óbito, especialmente entre os grupos que têm fatores de risco, como comorbidades.
Além desses, também podem apresentar condições graves pela infecção pessoas idosas, crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes e puérperas (mulheres com até 45 dias após o parto).
A meta é vacinar pelo menos 90% de cada um dos grupos prioritários da campanha. Mas, mesmo depois de 90 dias de mobilização, todos os segmentos aptos para se imunizar contra gripe apresentam cobertura vacinal abaixo do desejado no Estado.
A menor cobertura está entre os idosos, pois apenas 48% deles receberam dose contra a doença em Pernambuco. Em seguida, vêm os trabalhadores da saúde (56%), as crianças (69%), as gestantes (74%) e puérperas (89%).
Nesta sexta-feira (23), a coligação “O Trabalho Continua” fará um bate-papo descontraído no sítio Alazão. A concentração acontece às 18h em frente ao comitê da coligação, na Praça Antônio Rabelo em Iguaracy. De lá, os participantes seguirão juntos para a casa de Belo, onde o bate-papo começará às 19h. Neste sábado (24), a coligação continua […]
Nesta sexta-feira (23), a coligação “O Trabalho Continua” fará um bate-papo descontraído no sítio Alazão. A concentração acontece às 18h em frente ao comitê da coligação, na Praça Antônio Rabelo em Iguaracy. De lá, os participantes seguirão juntos para a casa de Belo, onde o bate-papo começará às 19h.
Neste sábado (24), a coligação continua sua programação com um adesivaço na Praça Isauro Gomes Torres, em Jabitacá, a partir das 14h45. Os eventos contarão com as presenças dos candidatos a prefeito Dr. Pedro Alves e de seu vice, Marquinhos Melo, ambos do PSDB, além dos candidatos a vereador da coligação.
O “Movimento 13”, de Luciano Duque e Márcio Oliveira realizou nesta quinta-feira (29), no Bairro Vila o último comício da campanha de eleitoral de 2016. O ato foi marcado por uma carreata na Avenida principal do Conjunto Residencial. Já no palco do ‘caminhão 13’, Luciano iniciou sua fala frisando que o Vila Bela está no seu […]
O “Movimento 13”, de Luciano Duque e Márcio Oliveira realizou nesta quinta-feira (29), no Bairro Vila o último comício da campanha de eleitoral de 2016. O ato foi marcado por uma carreata na Avenida principal do Conjunto Residencial.
Já no palco do ‘caminhão 13’, Luciano iniciou sua fala frisando que o Vila Bela está no seu coração. “Pra mim é como se fosse um filho que eu vi nascer, é um lugar que me sinto em casa”.
Luciano ainda destacou a participação do Partido dos Trabalhadores, nos governos de Lula e Dilma, com entrega de creche e Unidade Básica de Saúde, destacando a construção do SEST/SENAT e anunciando reformas de praça e instalação de três novas empresas, entre o Vila Bela e Vanete Almeida.
“Vamos continuar trabalhando e vamos continuar fazendo por esse Bairro, trazendo mais investimentos. Vamos trazer mais equipamentos, vamos melhorar as praças para que vocês possam ter lazer. Vamos trazer mais equipamentos esportivos pra essa comunidade: ginásio coberto e praça moderna” garantiu Luciano e continuou.
E seguiu : “daqui uns dias, nós estaremos vendo surgir uma fábrica de móveis, onde estarão gerando 200 empregos para esta comunidade. Aqui do lado do Vanete Almeida fizemos um acordo a semana passada, com os empresário do Rio Grande do Sul, onde estarão trazendo para Serra Talhada três indústrias e gerando mais 700 empregos” comemorou, segundo nota ao blog.
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