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A importância das vacinas no combate à pandemia do Novo Coronavírus

Por André Luis

Por André Luis

Os tempos sombrios vivenciados por todos nós com o surgimento da pandemia do Novo Coronavirus ficaram para trás. Hoje, visitando o passado não muito distante, me lembrei dos momentos tensos e angustiantes que me abatiam na espera dos boletins epidemiológicos diários divulgados pelas secretarias de saúde das dezessete cidades da região do Pajeú para fazer o levantamento e informar os números contabilizados naquele dia.

Houve momentos em que o cansaço emocional quase me dominava. Era muito triste contabilizar os óbitos que se seguiam dia após dia numa crescente que pareceria não ter fim.

O dia 19 de janeiro de 2021 ficou gravado na memória. A técnica de enfermagem Sandra Íris Alencar Santos (foto que ilustra a matéria) foi a primeira pessoa vacinada contra COVID-19 no Sertão do Pajeú. Momento marcante, onde a esperança floresceu. Eu estava lá no Centro Especializado de Reabilitação (CER III) de Afogados da Ingazeira, que durante o momento crítico da Covid-19 funcionou como Unidade de Campanha Dia. Acompanhei o ato e pude presenciar esse momento carregado de emoção e sentidos.

O surgimento das vacinas trouxe novos desafios. Combater a desinformação disseminada por grupos antivacinas ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Mas como era esperado, desde o surgimento, as vacinas se tornaram uma ferramenta fundamental no combate à disseminação da doença. No Brasil, a campanha de vacinação em massa desempenhou e desempenha um papel crucial na busca pela imunidade coletiva e na redução dos impactos causados pela COVID-19.

As vacinas contra o Coronavírus são desenvolvidas a partir de pesquisas científicas rigorosas, envolvendo estudos clínicos e testes em larga escala. Elas têm como objetivo estimular o sistema imunológico a produzir uma resposta imune contra o vírus, prevenindo a infecção ou reduzindo a gravidade da doença em caso de contaminação.

No contexto brasileiro, a vacinação em larga escala é fundamental para controlar a disseminação do vírus e evitar o colapso do sistema de saúde. Através da imunização, é possível reduzir a transmissão do vírus, proteger os grupos mais vulneráveis e diminuir o número de internações e óbitos relacionados à COVID-19.

Além disso, as vacinas desempenharam um papel importante na retomada das atividades econômicas e sociais. Com uma parcela significativa da população vacinada, foi possível reduzir as restrições e medidas de distanciamento social, possibilitando o retorno gradual à normalidade e a recuperação da economia.

No Brasil, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) – que completou 50 anos nesta segunda-feira (18) – tem coordenado a distribuição e aplicação das vacinas contra a COVID-19 em todo o território nacional. O governo tem trabalhado para garantir o abastecimento de doses, seguindo critérios de priorização e buscando atingir o maior número de pessoas possível.

É importante ressaltar que a vacinação é uma responsabilidade coletiva. Cada indivíduo que se vacina não apenas protege a si mesmo, mas também contribui para a proteção da comunidade. A imunização em massa é fundamental para controlar a propagação do vírus, interromper cadeias de transmissão e reduzir a ocorrência de variantes mais perigosas.

Porém, é necessário enfrentar alguns desafios, como a desinformação e a hesitação em relação às vacinas. É fundamental que as autoridades de saúde promovam campanhas educativas, baseadas em evidências científicas, para esclarecer dúvidas e fornecer informações confiáveis sobre a eficácia e segurança das vacinas.

Por fim, as vacinas têm um papel crucial no combate à pandemia do Novo Coronavírus no Brasil. Através da imunização em massa, é possível reduzir a disseminação do vírus, proteger os grupos mais vulneráveis, controlar a doença e retomar a normalidade. É responsabilidade de todos apoiar e participar da campanha de vacinação, contribuindo para a saúde e bem-estar da população brasileira.

Outras Notícias

Flávio Bolsonaro pego de novo na mentira sobre Master; Mário Frias pela 1ª vez

O senador e pré-candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) confirmou nesta terça-feira (19/5) que visitou o dono do banco Master, Daniel Vorcaro, em dezembro do ano passado, depois que o banqueiro tinha sido preso e estava em casa com medidas cautelares. Segundo Flávio, a visita foi para pedir explicações e e esclarecer com […]

O senador e pré-candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) confirmou nesta terça-feira (19/5) que visitou o dono do banco Master, Daniel Vorcaro, em dezembro do ano passado, depois que o banqueiro tinha sido preso e estava em casa com medidas cautelares.

Segundo Flávio, a visita foi para pedir explicações e e esclarecer com o banqueiro a sua situação “complicada”. O senador disse que avisou Vorcaro que se soubesse, teria procurado outro financiador para o filme “Dark Horse”, que conta parte da história do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A informação foi dada pela coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, que mostrou que senador e presidenciável visitou o dono do Master no final de 2025, logo após a primeira prisão de Vorcaro pela Polícia Federal (PF).

Flávio se reuniu nesta terça com a bancada federal do Partido Liberal (PL) no centro de Brasília (DF). O encontro com lideranças da legenda acontece após mensagens que mostram o senador cobrando dinheiro de Daniel Vorcaro para financiar a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), entitulada “Dark Horse”.

A reunião na sede do PL durou cerca de uma hora e meia e contou com a presença de deputados e senadores da legenda. O objetivo era discutir uma resposta para a crise de imagem enfrentada por Flávio pelas revelações da relação com Vorcaro. Como mostrou a coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, o senador e presidenciável visitou o dono do Master no final de 2025, logo após a primeira prisão de Vorcaro pela Polícia Federal (PF).

A reunião acontece após pesquisa eleitoral mostrar queda nas intenções voto de Flávio Bolsonaro.

E Mário Frias?

Áudios e conversas mostram que o deputado federal Mario Frias (PL-SP) manteve contato e agradeceu Daniel Vorcaro pelo apoio à produção de “Dark Horse”, filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações são do site Intercept Brasil.

No trecho divulgado, Frias afirma que queria agradecer e informar o então banqueiro sobre o andamento da produção. “Só te agradecer, meu irmão. Vamos mexer com o coração de muita gente e vai ser muito importante para o nosso país, tá? Preciso de vez em quando te falar como as coisas vão andando, tá?”, diz o deputado.

Pego na mentira

Frias é produtor-executivo do filme Dark Horse. Após a divulgação dos áudios entre Vorcaro e Flávio, ele disse que o banqueiro não havia dado “um único centavo” para a produção do longa. No dia seguinte, recuou e disse que havia “uma diferença de interpretação sobre a origem formal” do investimento. “Quando afirmei anteriormente que não há ‘um centavo do Master’ no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora”, disse.

Vocação empreendedora de Serra Talhada favorece projetos de coworking e criação de franquia

O Momento Empreendedor da Rádio Cultura FM deste sábado recebeu Marlo Julião, da  MJ Soluções Empresariais. Ele chegou a Serra Talhada em março. A empresa funciona no Shopping Serra Talhada. Marlo é especialista numa nova tendência de mercado, o chamado coworking. Na definição, coworking, cotrabalho, trabalho colaborativo ou trabalho cooperativo, modelo de trabalho que se baseia no compartilhamento de espaço e […]

O Momento Empreendedor da Rádio Cultura FM deste sábado recebeu Marlo Julião, da  MJ Soluções Empresariais.

Ele chegou a Serra Talhada em março. A empresa funciona no Shopping Serra Talhada. Marlo é especialista numa nova tendência de mercado, o chamado coworking.

Na definição, coworking, cotrabalho, trabalho colaborativo ou trabalho cooperativo, modelo de trabalho que se baseia no compartilhamento de espaço e recursos de escritório.

Em Serra Talhada, segundo Marlo, o projeto está dando certo graças à vocação empreendedora da Capital do Xaxado. São salas locadas para nomes e empresas da área de serviços como escritórios de advocacia e outros ramos de atividade que tem atendido à demanda do município e região.

Um detalhe é que pelo formato, quem procura as empresas e serviços instaladas na MJ não percebe que está tratando com profissionais instalados em espaço de coworking. “O atendimento é personalizado. Ao ligar, a recepção atende com nome, slogan e marca da empresa. O dono do espaço não precisa estar na sala em 100% do tempo e pode ser acionado de onde estiver a partir do contato”. As salas foram personalizadas com motivos sertanejos, com alusão a nomes da cultura serra-talhadense.

Silberto Fortunato,  da Via Brasil, contou a história de 23 anos da empresa. A marca lançou recentemente uma coleção de sapatos e, anualmente já apresenta sua linha própria de roupas, além de linha de óculos de sol.

Todo o design da coleção é desenvolvido em equipe com parceria de fornecedores especializados em óculos de qualidade.

As lojas se dividem em moda feminina, masculina e a linha executiva. Essa última tem sido um case de sucesso pela vocação da cidade, que recebe a cada dia mais profissionais que buscam peças para o trabalho, assim como filhos da terra que não precisam ir a outros centros.

“Uma consultoria do Sebrae nos ajudou a definir a característica do persona. São três personas diferentes. Na loja tradicional trabalhamos com o público jovem e em outra com o público executivo”.

Os estilistas são contratados a partir de São Paulo e adotam o corte italiano, famoso no mundo. Segundo Fortunato, a expectativa é para a criação de uma franquia da marca, com foco inicial no Nordeste. Silberto também é conhecido por sua vocação voluntária, tocando a APAE, que atende portadores de necessidades especiais na Capital do Xaxado.

O programa teve ainda a reflexão de Eugênio Marinho, da Referencial, mais as participações de CDL e Sindicom, com Maurício Melo e Francisco Mourato.

Em nota, presidente do MDB esclarece decisão de manter partido na Frente Popular

Em relação à nota divulgada hoje, 13 de julho, pelo prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, temos a esclarecer o seguinte. O prefeito nos procurou para uma primeira conversa no dia 7 de abril passado. Na ocasião, ele colocou, de forma legítima e correta, seu projeto de disputar o Governo de Pernambuco pelo MDB e solicitou […]

Em relação à nota divulgada hoje, 13 de julho, pelo prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, temos a esclarecer o seguinte.

O prefeito nos procurou para uma primeira conversa no dia 7 de abril passado. Na ocasião, ele colocou, de forma legítima e correta, seu projeto de disputar o Governo de Pernambuco pelo MDB e solicitou que o partido se pronunciasse até o mês de julho, um ano antes das convenções de 2022. Segundo ele, esse seria o prazo necessário para organizar um calendário de iniciativas que pudessem fortalecer o projeto.

Nessa oportunidade, salientei que não tínhamos nenhuma restrição pessoal a ele, mas que havia algumas contradições políticas a serem enfrentadas.

A primeira delas é que, hoje, temos uma aliança com a Frente Popular de Pernambuco, com colaborações na administração do estado e da prefeitura do Recife. Essa aliança foi construída por Jarbas e Eduardo Campos ainda no final de 2011.

Em segundo lugar, para iniciar um novo ciclo na vida partidária é indispensável que esse seja o sentimento majoritário na legenda. E pelas conversas diárias que mantivemos com as lideranças do partido – parlamentares, prefeitos, vice-prefeitos, diretorianos – não percebemos essa intenção.

Por fim, há uma contradição intransponível. É pública a aliança política entre o grupo liderado pelo senador Fernando Bezerra Coelho e o presidente Bolsonaro. Enquanto a nossa trajetória é marcada pela defesa dos valores democráticos, o presidente, todos os dias, aumenta a escalada do seu discurso contra as instituições e a ordem democrática.

No dia 31 de maio, voltamos a conversar e reiterei que nenhuma dessas variáveis tinha sido superada e que seria prudente alongar o calendário para uma decisão. O prefeito, então, solicitou que a nossa definição não ultrapassasse o mês de agosto.

Mantive Jarbas informado do conteúdo das conversas e também troquei ideias com vários quadros do partido. De Jarbas, ouvi a ponderação que deveríamos atender ao desejo do prefeito Miguel Coelho de acelerar o calendário. Não seria adequado deixar nele a impressão que estávamos adiando a decisão para trazer prejuízo ao seu projeto.

Dessa forma, na última quinta-feira, dia 8 de julho, tivemos o nosso mais recente encontro. Enfatizamos mais uma vez que não havia qualquer restrição pessoal ao prefeito, mas as contradições políticas, além de permaneceram de pé, estavam se aprofundando. Na ocasião, o deixamos à vontade para, diante de nossa posição, encaminhar da maneira que lhe fosse mais conveniente os passos seguintes.

Hoje, ao tomar conhecimento da sua nota, desejamos boa sorte em sua já vitoriosa trajetória.

Raul Henry

Presidente do MDB de Pernambuco

Guerra pela água do São Francisco é destaque em reunião da Câmara Técnica do Comitê de Bacias

Reunidos nesta quinta-feira, 05/02, em Belo Horizonte (MG), os membros da Câmara Técnica Institucional e Legal – CTIL do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco – CBHSF retomaram debate sobre os procedimentos para conciliação e/ou arbitragem nos processos de conflito pelo uso das águas na bacia do Velho Chico. Em sua primeira reunião […]

2015-Fev-05-BH-reuniao-da-CTIL-Wilton-Merces Ascom CBHSF

Reunidos nesta quinta-feira, 05/02, em Belo Horizonte (MG), os membros da Câmara Técnica Institucional e Legal – CTIL do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco – CBHSF retomaram debate sobre os procedimentos para conciliação e/ou arbitragem nos processos de conflito pelo uso das águas na bacia do Velho Chico.

Em sua primeira reunião do ano, a Câmara se posicionou e deu encaminhamentos sobre a denúncia feita em abril de 2014 pela organização Canoa de Tolda, sociedade socioambiental do Baixo São Francisco, e a empresa fluvial Estrela Guia (que opera na travessia entre Piaçabuçu/AL e Brejo Grande/SE).

A denúncia é sobre as dificuldades de navegação no São Francisco, sobretudo na região do Baixo, entre Alagoas e Sergipe, por causa do assoreamento e das frequentes reduções das vazões de 1300m³/s para 1100m³/s. A CTIL, além de considerar a denuncia relevante, acionou a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco-Chesf.

De acordo com o coordenador da Câmara, Roberto Porto Farias, a resposta dada pela Companhia foi insuficiente e a CTIL entende que a Agência Nacional de Águas – ANA e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis–Ibama devem ser notificados para integrar a relação processual.

Após acionados os dois órgãos, a Câmara analisará os posicionamentos de cada um na próxima reunião, agendada para o dia 16 de abril. Os membros consideram a possibilidade de agendar uma audiência na tentativa de conciliação entre a Canoa de Tolda e a empresa fluvial Estrela Guia (demandantes) e a Chesf (demandada), ainda nesse primeiro semestre. A denúncia dos representantes do Baixo São Francisco já recebeu adesão de instituições como as Associações de Barqueiros de Penedo, de Neópolis e de Santana do São Francisco, assim como da Colônia de Pescadores Z12, de Penedo.

Ainda no encontro, a Câmara debateu sobre outra denuncia que ameaça a quantidade das águas da bacia do Velho Chico na região do Submédio. O Comitê da Bacia do Rio Salitre questiona um projeto da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba – Codevasf que, conforme o integrante do Salitre e membro da CTIL, Luiz Alberto Dourado, objetiva, “erroneamente”, levar água do Velho Chico, a partir do reservatório de Sobradinho, às bacias dos rios Itapicuru e Paraguaçu (BA) e não beneficia as regiões da bacia do Salitre. A reclamação ainda está em fase de estudos e tramita internamente no Comitê do São Francisco.

Após Audiência de Custódia, dois suspeitos pelo estupro coletivo são encaminhados à Cadeia Pública

O terceiro foi solto, pois não chegou a praticar o crime de estupro de vulnerável Por André Luis Exclusivo Os três homens que foram presos por um estupro coletivo contra uma menor de 12 anos em um motel da cidade de Afogados da Ingazeira passaram por Audiência de Custódia nesta sexta-feira (25). Dois deles foram […]

O terceiro foi solto, pois não chegou a praticar o crime de estupro de vulnerável

Por André Luis

Exclusivo

Os três homens que foram presos por um estupro coletivo contra uma menor de 12 anos em um motel da cidade de Afogados da Ingazeira passaram por Audiência de Custódia nesta sexta-feira (25).

Dois deles foram encaminhados para a Cadeia Pública de Afogados, o terceiro foi solto, pois não chegou a praticar o crime de estupro de vulnerável. A informação foi confirmada ao blog por uma fonte da polícia.

O caso foi registrado na terça-feira mas só chegou ao conhecimento de ontem pra hoje.

O caso foi investigado pela Delegacia da Mulher, que tem como titular a Delegada Andreza Gregório, que disse mais cedo durante entrevista por telefone ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, que além do crime de estupro de vulnerável, observou-se que os homens estiveram com a adolescente ingerindo bebidas alcoólicas antes do ocorrido e efetuaram um pagamento em dinheiro ao final dos atos sexuais.

Andreza explicou que as acusações se enquadram em diversas figuras típicas, incluindo fornecimento de bebida alcoólica a menor, favorecimento à prostituição de adolescentes e estupro de vulnerável. Ela ressaltou que todos os crimes contra a dignidade sexual de adolescentes são considerados crimes hediondos e possuem penas severas.