O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) retorna a Pernambuco para a entrega do Ramal do Agreste.
A visita está prevista para ocorrer nesta quinta-feira (21), no município de Sertânia, e já havia sido confirmada pelos ministros do Turismo, Gilson Machado, e de Infraestrutura, Rogério Marinho.
Eles devem integrar a comitiva presidencial na vinda ao Estado, além do deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PSC). Os detalhes da agenda ainda estão sendo definidos pelo Palácio do Planalto.
A obra está sendo executada pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) com investimento de R$ 1,6 bilhão. O empreendimento de infraestrutura hídrica captará água na barragem Barro Branco, em Sertânia, com desague no reservatório Ipojuca, em Arcoverde.
Ao todo mais de 60 municípios serão contemplados com a obra, que distribuirá a água do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco para até 2,2 milhões de pessoas. O acionamento das comportas do primeiro trecho (chamado de Marco 1) foi realizado no reservatório de Barro Branco, em Sertânia, em fevereiro desse ano.
O prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, esteve no Congresso Nacional do PCdoB na quinta-feira (16), reforçando a aliança com o presidente Lula (PT) e o PCdoB. Na ocasião, o gestor reafirmou que atuará na “linha de frente” pela campanha de reeleição do presidente Lula em 2026. “Eu quero dizer aqui […]
O prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, esteve no Congresso Nacional do PCdoB na quinta-feira (16), reforçando a aliança com o presidente Lula (PT) e o PCdoB.
Na ocasião, o gestor reafirmou que atuará na “linha de frente” pela campanha de reeleição do presidente Lula em 2026.
“Eu quero dizer aqui no congresso do PCdoB que o senhor conta com o nosso partido, assim como eu fiz no congresso lá do PT, que o Partido Socialista Brasileiro estará na linha de frente na campanha de reeleição do presidente Luís Inácio Lula da Silva para que não só o presidente seja reeleito, mas que o Brasil continue a ter uma democracia”, declarou João Campos durante a abertura do evento.
O movimento reforça a aliança entre os partidos e encerra a possibilidade do PSB lançar uma candidatura própria para o cargo no Palácio do Planalto. O presidente nacional da legenda também defendeu a união do campo progressista para fortalecer a democracia.
“Uma democracia forte precisa de partidos fortes, com história e posição. E o PCdoB tem tudo isso e sempre se colocou na linha de frente da luta democrática brasileira. Não poderia deixar de estar no Congresso Nacional do PCdoB para representar o PSB e também reafirmar que estamos na mesma caminhada para fortalecer o campo progressista”, afirmou João Campos. As informações são do blog da Folha.
O vereador Luciano Pacheco conseguiu a façanha de mudar de posição duas vezes na cidade de Arcoverde, uma das mais importantes do Sertão. Ligado anteriormente ao grupo de Zeca e Júlio Cavalcanti, abandonou o palanque da prefeita Madalena Brito, com a esperança de que fosse ungido à condição de candidato a prefeito pelos irmãos. No […]
O vereador Luciano Pacheco conseguiu a façanha de mudar de posição duas vezes na cidade de Arcoverde, uma das mais importantes do Sertão.
Ligado anteriormente ao grupo de Zeca e Júlio Cavalcanti, abandonou o palanque da prefeita Madalena Brito, com a esperança de que fosse ungido à condição de candidato a prefeito pelos irmãos. No afã de conseguir a indicação, passou pelo menos dois anos sendo um dos mais ferrenhos opositores à gestão municipal. Criticava sem piedade.
Veio a escolha de Nerianne Cavalcanti, esposa de Zeca, para sucessão municipal. Bastou isso para nova guinada do parlamentar. Zeca voltou a migrar para a base governista e agora é só elogios à gestão socialista.
Luciano já declarou guerra contra a candidatura de Neryane. “Farei um trabalho combativo firme e forte, mostrando a verdade, porque não admito imposição de quem quer que seja. Na política todo processo de escolha passa por uma discussão”, finalizou.
Seu discurso virou do tipo “o que eu falei da gestão era verdade, depois passou a não ser mais, agora virou de novo”. Coisas da política.
A pesquisa Simplex/CBN com as intenções de voto para o Senado em Pernambuco, divulgada nesta segunda-feira (1º), apresenta Teresa Leitão na liderança. A petista teve 12,1% no levantamento estimulado. No entanto, ela aparece tecnicamente empatada com Gilson Machado (PL), que teve 8,5%, e André de Paula (PSD), com 6,5%. A margem de erro é de […]
A pesquisa Simplex/CBN com as intenções de voto para o Senado em Pernambuco, divulgada nesta segunda-feira (1º), apresenta Teresa Leitão na liderança.
A petista teve 12,1% no levantamento estimulado. No entanto, ela aparece tecnicamente empatada com Gilson Machado (PL), que teve 8,5%, e André de Paula (PSD), com 6,5%. A margem de erro é de 3%.
Recém confirmado na disputa, Carlos Andrade Lima (União Brasil), apareceu com 0,5%. Eugênia Lima (PSOL) foi lembrada por 0,4% dos entrevistados.
Chama a atenção na pesquisa o alto número de indecisos, que somou 47,1%. Outros 10,8% não responderam, enquanto 14,1% afirmaram que votariam nulo, ou em branco ou em nenhum dos candidatos citados.
O levantamento não captou a densidade eleitoral de Guilherme Coelho (PSDB), que só teve o nome confirmado depois que a pesquisa já estava em campo.
A pesquisa foi registrada no TSE sob o código PE- 06161/2022, e foi realizada por telefone entre os dias 18 a 22 de julho. Foram realizadas 1.067 entrevistas nesse período.
O blog teve acesso a dados de uma pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla, do economista Ronald Falabela, em Tuparetama. Os dados políticos e administrativos serão divulgados ainda esta semana. Mas por parceria e caminhada, o Múltipla compartilhou dados de audiência e preferência dos blogs na Princesinha do Pajeú. Os números dão uma demonstração da liderança […]
O blog teve acesso a dados de uma pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla, do economista Ronald Falabela, em Tuparetama.
Os dados políticos e administrativos serão divulgados ainda esta semana. Mas por parceria e caminhada, o Múltipla compartilhou dados de audiência e preferência dos blogs na Princesinha do Pajeú.
Os números dão uma demonstração da liderança do blog em terras sertanejas, principalmente nos Sertões do Pajeú e Moxotó, dada sua credibilidade e protagonismo.
Em Tuparetama, no Alto da Região, o blog é o preferido, com 44,7%. O mais próximo, tem 31,3%. A partir daí, mesmo blogs tidos como de conteúdo local não chegam a dois dígitos.
Compilados com dados de outras cidades dentre os 17 municípios chega-se à liderança dentre os blogs no Pajeú, fruto de uma caminhada de mais de 15 anos. Obrigado Tuparetama!
Em pronunciamentos, ministros repudiaram tentativas de intimidação à Corte, reforçando independência e imparcialidade do STF nos processos que apuram tentativa de golpe de Estado Na primeira sessão do Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) no segundo semestre, o presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, o decano, ministro Gilmar Mendes, e o ministro Alexandre de […]
Em pronunciamentos, ministros repudiaram tentativas de intimidação à Corte, reforçando independência e imparcialidade do STF nos processos que apuram tentativa de golpe de Estado
Na primeira sessão do Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) no segundo semestre, o presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, o decano, ministro Gilmar Mendes, e o ministro Alexandre de Moraes manifestaram-se em defesa da atuação do Supremo, da democracia e da soberania nacional.
Primeiro a falar na manhã desta sexta-feira (1°), Barroso fez um histórico dos momentos em que o Brasil, em sua história republicana, enfrentou golpes, contragolpes, intervenções militares, rupturas ou tentativas de ruptura institucional. “Do início da República até a Constituição de 1988, o sistema de Justiça não conseguiu se opor de forma eficaz às ameaças autoritárias e às quebras da legalidade constitucional”, afirmou.
Ele lembrou ainda que, nesse período, houve muitas ameaças, desrespeito e violências contra o STF, citando os casos de não nomeação de ministros, que resultaram na falta de quórum, aposentadorias compulsórias e aumento do número de vagas para nomeação de ministros alinhados com o regime.
Ressaltou que sua geração, por ter vivido na ditadura, reconhece o valor do constitucionalismo e da democracia. “O processo civilizatório existe para reprimir o mal e potencializar o bem. As ditaduras, frequentemente, fazem o contrário”, apontou.
Barroso disse que, no entanto, a Constituição de 1988 tem proporcionado ao Brasil o mais longo período de estabilidade institucional da história republicana. “Superamos as fases do atraso institucional, e é nosso papel impedir a volta ao passado”, apontou.
Ele lembrou que, a partir de 2019, aconteceram vários episódios graves, como ataques às instituições, ao sistema eleitoral e aos ministros do STF; tentativa de atentado terrorista a bomba no aeroporto de Brasília; e acampamento de milhares de pessoas em portas de quartéis pedindo a deposição do presidente eleito, culminando com a invasão e depredação da sede dos três Poderes da República em 8 de janeiro de 2023. “Foi necessário um tribunal independente e atuante para evitar o colapso das instituições, como ocorreu em vários países do mundo, do Leste Europeu à América Latina”, afirmou.
Os fatos em questão, explicou Barroso, são objeto de apuração em ações penais em curso no Tribunal, a partir de denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR). As ações têm sido conduzidas com observância do devido processo legal, com transparência e sem sessões públicas. “Todos os réus serão julgados com base nas provas produzidas, sem qualquer tipo de interferência, venha de onde vier”, enfatizou.
Ele destacou a importância da condução dos processos sobre o tema pelo ministro Alexandre de Moraes. “Nem todos compreendem os riscos que o país correu e a importância de uma atuação firme e rigorosa, mas sempre dentro do devido processo legal”, reforçou.
Por fim, Barroso ressaltou que o STF é um dos poucos tribunais no mundo que, ao lado da sociedade civil, da imprensa e de parte da classe política, conseguiu evitar uma grave erosão democrática, sem nenhum abalo às instituições.
Decano
Em seguida, o decano do STF, ministro Gilmar Mendes, manifestou repúdio aos recentes ataques dirigidos à Corte e enfatizou que “o Supremo não se dobra a intimidações”. Segundo ele, o STF está preparado para enfrentar, mais uma vez, com altivez e resiliência, quaisquer ameaças, “venham de onde vierem”.
Mendes ressaltou que a atuação do Tribunal e de seus ministros não está imune a críticas, as quais são bem-vindas quando visam ao aperfeiçoamento das instituições. Contudo, destacou a importância de se distinguir críticas sérias e construtivas das opiniões levianas.
O ministro afirmou que o STF tem se pautado rigorosamente pela lisura de todos os procedimentos e pela obediência ao princípio da legalidade. Observou que cada decisão da Corte está amparada no devido processo legal, no contraditório e na ampla defesa, e que a Constituição e as leis são aplicadas com o máximo rigor técnico, por meio de ritos públicos, oitiva das partes e fundamentações transparentes. “Não há espaço para arbítrio ou decisões discricionárias que se desviem do cânone constitucional e legal”, pontuou.
O decano destacou ainda que os julgamentos do Tribunal não se submetem a interesses políticos, pressões externas ou simpatias ideológicas. “A toga que vestimos simboliza a imparcialidade e o compromisso exclusivo com a Constituição, que, como toda constituição democrática, divide os poderes e garante a existência de um Poder Judiciário autônomo”, afirmou.
Em sua manifestação, Mendes reiterou que a independência do Poder Judiciário brasileiro é um valor inegociável. Em sua visão, os ataques à atuação jurisdicional do país representam não apenas um desrespeito ao STF, mas uma afronta à própria soberania nacional. “Apenas ao povo brasileiro compete decidir sobre seu próprio destino, sem interferências externas indevidas”, destacou. Ele lembrou que o respeito mútuo entre as nações e a não ingerência em assuntos internos são princípios basilares da convivência pacífica e harmoniosa.
Por fim, o decano se solidarizou com o ministro Alexandre de Moraes, “que tem sido alvo de agressões injustas e reiteradas tentativas de intimidação”. Enfatizou que o ministro tem prestado um serviço fundamental ao Estado brasileiro, atuando com prudência e assertividade na condução dos processos que apuram a tentativa de golpe de Estado. “Que ninguém duvide da imparcialidade e da legitimidade da atuação do STF, e que ninguém ouse desrespeitar a soberania do Brasil”, concluiu.
Ministro Alexandre de Moraes
Relator dos processos sobre a tentativa de golpe, o ministro Alexandre de Moraes apontou a existência de ações articuladas por investigados e réus com o objetivo de obstruir a Justiça e interferir no funcionamento da Corte. Segundo ele, os envolvidos fazem parte de uma organização criminosa que atua fora do país de forma “covarde e traiçoeira”, promovendo negociações ilícitas com autoridades estrangeiras para tentar coagir o STF no julgamento da Ação Penal 2668, que apura os atos de 8 de janeiro de 2023.
O ministro afirmou que há provas de articulações que resultaram em sanções econômicas contra o Brasil, com prejuízos a empresários e risco de perda de empregos. As iniciativas incluiriam a promoção de tarifas internacionais sobre produtos brasileiros como forma de criar instabilidade social e política. Ele também mencionou ameaças direcionadas aos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, classificando as ações como tentativas de obtenção de uma anistia inconstitucional.
O ministro Alexandre reforçou o respeito à legalidade e a transparência do processo penal em curso e informou que já foram ouvidas 149 testemunhas de defesa e interrogados 31 réus no âmbito das ações penais, em atos públicos, gravados e divulgados à sociedade. Ressaltou que todos os procedimentos seguem o devido processo legal e são conduzidos de forma colegiada. “Não há no mundo uma ação penal com tanta transparência e publicidade”, afirmou, reforçando que o Supremo continuará a julgar com base nas provas, absolvendo os inocentes e responsabilizando os culpados.
Ele repudiou as ameaças dirigidas a membros do STF e a seus familiares, reiterando que a Corte não se submeterá a pressões. “A soberania nacional jamais será vilipendiada, negociada ou extorquida”, afirmou.
Você precisa fazer login para comentar.