Blog define votação de Zé de Bira como fenomenal por ser 3ª via
Por Nill Júnior
Blog do Magno
Em Tabira, a briga pelo poder foi travada entre o violeiro Sebastião Dias, bom de verso e viola, e Nicinha de Dinca (PMDB), que fez a campanha quase sem abrir a boca, ganhando o apelido de muda.
Prevaleceu à força da poesia. Sebastião foi reeleito por uma diferença de apenas 319 votos.
Zé de Bira, do PSB, conseguiu, por outro lado, uma façanha: nunca uma terceira via no município conseguiu passar dos 500 votos. Ele bateu a casa dos 2.339, sendo considerado também um fenômeno eleitoral.
O Ministério Público em Tuparetama vai ingressar com representações contra as duas candidaturas, ambas desrespeitando as normas de distanciamento social e uso de máscaras. Tanto a candidatura de Sávio Torres quanto a de Dêva Pessoa tem desrespeitado as normas de prevenção à Covid 19. As imagens falam por si. As das candidaturas já tinham gerado […]
O Ministério Público em Tuparetama vai ingressar com representações contra as duas candidaturas, ambas desrespeitando as normas de distanciamento social e uso de máscaras.
Tanto a candidatura de Sávio Torres quanto a de Dêva Pessoa tem desrespeitado as normas de prevenção à Covid 19.
As imagens falam por si. As das candidaturas já tinham gerado queixas e necessidade de intervenção do Ministério Público. “Tuparetama descobriu a vacina”, brincou um representante do MP em contato com o blog.
Num discurso em tom de desabafo, a vereadora Célia Galindo (PSB) disse na sessão ordinária desta segunda-feira que foi a “mais traída” do governo após sete anos e dez meses fazendo a defesa da gestão Madalena Britto (PSB). Fez um balanço de suas ações e cobranças feitas como a reforma da quadra da Cohab I […]
Num discurso em tom de desabafo, a vereadora Célia Galindo (PSB) disse na sessão ordinária desta segunda-feira que foi a “mais traída” do governo após sete anos e dez meses fazendo a defesa da gestão Madalena Britto (PSB).
Fez um balanço de suas ações e cobranças feitas como a reforma da quadra da Cohab I que está abandonada, aprovação do terreno do shopping, entre outros. Na fala, mandou um recado ao candidato a vice-prefeito na chapa de Wellington da LW, o delegado Israel Rubis, internado por causa da Covid-19.
“Este homem que colocou no birô dele uma portaria impedindo os policiais militares de entrarem na DP. Se sentindo o rei; imagine se aquilo chegasse a ser vice. No outo dia ele ia dar um ‘coice’ nas costas do candidato e no grupo de Madalena…Soube que tá doente, mas vai ficar bom. Vai voltar em nome de Jesus. Se Deus quiser vai voltar bom para apanhar, porque não vai ganhar”, disse de forma veemente.
Na sua fala, Célia criticou um candidato a vereador que diz que vai “abrir a caixa preta” da Câmara de Vereadores, lembrando que não foi na gestão dela que se pagou “R$ 4 mil pra matar barata” anos atrás. Lembrou que pagou mais de R$ 200 mil de impostos da gestão anterior e teve que cobrar R$ 400 mil que tinha sido desviado da casa na gestão do ex-vereador Sargento Siqueira, pai do líder do governo vereador Siqueirinha (PSB).
Ela também citou o fato de uma secretária do governo Madalena pressionar um eleitor para tirar o voto dela afirmando que “aqueles que acham que vão me derrubar, serão derrotados”; e sobre a escolha do nome do delegado Israel Rubis para ser o vice, a vereadora Célia Galindo criticou duramente a prefeita Madalena Britto e seu grupo político que não a teria respeitado por colocar um “delegadozinho” que agredia as pessoas, citando o caso de um senhor de mais de 70 anos, e agrediu a ela e a câmara de vereadores.
“Se ela tivesse respeito a mim, a Arcoverde, a prefeita não teria botado esse delegado. Quantas vezes foi desrespeitado por esse delegadizinho que chamava a prefeita e o filho de desonestos…Já havia esse esquema a muito tempo”, disse numa referência ao acordo de Rubis com o grupo da prefeita e de Wellington da LW.
Finalizou falando sobre o pleito afirmando que “pertinho das urnas vão querer comprar o resultado, mas o resultado já está aí nas ruas. O povo já sabe”, numa referência a candidatura do ex-prefeito Zeca Cavalcanti.
Os Deputados irmãos Júlio e Zeca Cavalcanti (PTB) partiram para o ataque à prefeita Madalena Brito, no que estão chamando de “Campanha contra o nepotismo em Arcoverde”. Júlio lançou nota em sua rede social onde disse relembrar que no governo do ex-prefeito Zeca Cavalcanti existiam pouco mais de 80 cargos comissionados. “A atual prefeita tem hoje 160 […]
Os Deputados irmãos Júlio e Zeca Cavalcanti (PTB) partiram para o ataque à prefeita Madalena Brito, no que estão chamando de “Campanha contra o nepotismo em Arcoverde”. Júlio lançou nota em sua rede social onde disse relembrar que no governo do ex-prefeito Zeca Cavalcanti existiam pouco mais de 80 cargos comissionados. “A atual prefeita tem hoje 160 cargos, fora os contratados. A prática nefasta do nepotismo tornou-se a marca principal da atual gestão”.
Júlio reafirma que “vai estar junto acompanhando as vozes do povo, a ação do Ministério Público e demais órgãos de fiscalização para que a cidade volte a respirar um ar de modernidade e não volte aos anos 90 quando essa prática do nepotismo era coisa comum e que o povo rejeitou”.
Já o deputado federal Zeca Cavalcanti esteve na rádio Itapuama FM e questionou a ausência da temática municipal na entrevista. “Abordou apenas assuntos referentes a crise nacional e ao trabalho do parlamentar trabalhista no Congresso”.
Após a entrevista, Zeca Cavalcanti (PTB) falou com alguns representantes da imprensa local e disse estar apoiando a ação pela saída dos familiares da chefe do executivo.
“A prefeitura de Arcoverde não pode ser um cabide de emprego dos familiares da prefeita e nem tão pouco ver a prefeita falar de crise, cortar gastos e não extinguir nenhum dos mais de 70 novos Cargos criados por ela no seu primeiro ano de governo (2013)”.
Servidores municipais concursados, aposentados e pensionistas do município de Afogados da Ingazeira, em ato público realizado na Praça Monsenhor Arruda Câmara, na manhã desta quarta-feira (07), reivindicaram junto ao Governo Municipal a equiparação salarial. Assim como já tinham externado em entrevista à Rádio Pajeú, através do presidente José Barbosa, alegaram que desde 2022 não é […]
Servidores municipais concursados, aposentados e pensionistas do município de Afogados da Ingazeira, em ato público realizado na Praça Monsenhor Arruda Câmara, na manhã desta quarta-feira (07), reivindicaram junto ao Governo Municipal a equiparação salarial.
Assim como já tinham externado em entrevista à Rádio Pajeú, através do presidente José Barbosa, alegaram que desde 2022 não é feita a correção do salário base.
Segundo eles, a programação já estava definida. Eles não gostaram da nota que foi divulgada pela gestão Sandrinho, afirmando que reajustou a base de cálculo para o pagamento do funcionalismo público municipal de R$ 1.320,00 para R$ 1.412,00, o valor do novo salário mínimo, medida que, segundo nota, representa um reajuste salarial de 7,7%.
A crítica é porque o salário base continua defasado. “Todas as vantagens devem incindir sobre o salário base, sem haver o complemento com abono. É um desrespeito. Querem iludir o trabalhador”, reclamou José Barbosa.
Da Coluna do Domingão Em Serra Talhada, o candidato a vereador Odair Pereira gravou o que seria uma tentativa de suborno do vereador Gin Oliveira e da prefeita e candidata à reeleição Márcia Conrado. O caso foi bater no MP. Mas o promotor Vandeci de Souza Leite diz que, apesar de “extremamente grave, já que […]
Em Serra Talhada, o candidato a vereador Odair Pereira gravou o que seria uma tentativa de suborno do vereador Gin Oliveira e da prefeita e candidata à reeleição Márcia Conrado.
O caso foi bater no MP. Mas o promotor Vandeci de Souza Leite diz que, apesar de “extremamente grave, já que a cooptação de apoio politico em troca de vantagens pecuniárias fragiliza e deslegitima o processo eleitoral”, houve ilegalidade e ilicitude da prova.
O uso de gravação ambiental clandestina — ainda que feita por um dos participantes — é ilícito em ação eleitoral, exceto quando o registro ocorre em lugar público, sem controle de acesso.
Esse entendimento foi estabelecido pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal, e é aplicado desde as eleições de 2022.
À época da decisão, envolvendo um caso em Pedrinhas, Sergipe, o relator Dias Toffoli disse que, em seu entendimento, “a gravação em espaço privado, em razão das acirradas disputas político-eleitorais, pode decorrer de arranjo prévio para a indução ou a instigação de um flagrante preparado”. A posição majoritária divide opiniões até hoje.
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