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Biden vira sobre Trump e passa a liderar na Geórgia

Por André Luis

Resultado das eleições americanas segue indefinido

O candidato democrata Joe Biden virou sobre o republicano Donald Trump na manhã desta sexta-feira (5) na Geórgia, um dos estados decisivos para a eleição dos Estados Unidos, e agora está mais perto da Casa Branca, segundo projeções da Associated Press.

Se vencer no estado, Biden terá votos suficientes no Colégio Eleitoral para ser eleito o 46º presidente dos EUA. O democrata tem no momento 264 delegados e, com os 16 da Geórgia, chegaria a 280 – dez a mais que o necessário para vencer a eleição.

Para Trump, o caminho é mais difícil. Ele tem 214 votos no Colégio Eleitoral e agora precisa virar de novo na Geórgia, passar Biden em Nevada e vencer na Carolina do Norte e na Pensilvânia, onde está liderando. Assim, chegaria 271 – um a mais que o necessário.

Com informações da Globo News.

Outras Notícias

PoderData: Lula lidera com 40%, Bolsonaro tem 31% e Moro 9%

Pesquisa PoderData divulgada hoje pelo site Poder360 aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança para a disputa eleitoral deste ano para a Presidência. Lula aparece com 40% das intenções de voto, à frente do presidente Jair Bolsonaro (PL), que ficou com 31%. A margem de erro é de dois […]

Pesquisa PoderData divulgada hoje pelo site Poder360 aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança para a disputa eleitoral deste ano para a Presidência. Lula aparece com 40% das intenções de voto, à frente do presidente Jair Bolsonaro (PL), que ficou com 31%. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

No levantamento anterior, divulgado no dia 20 de janeiro, o petista aparecia com 42% e o atual mandatário, com 28%. Em terceiro lugar está o ex-juiz Sergio Moro (Podemos), que oscilou dois pontos para cima em relação à pesquisa anterior, e agora soma 9% das intenções de voto.

O ex-governador Ciro Gomes (PDT) variou três pontos percentuais para baixo em relação ao levantamento anterior, aparecendo agora com 4% das intenções de voto.

Ele está empatado tecnicamente com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que tem 3%; com o deputado federal André Janones (Avante), com 2%; e com os senadores Alessandro Vieira (Cidadania) e Rodrigo Pacheco (PSD), que têm 1% cada. Nas simulações de segundo turno Lula bateria Bolsonaro (50% a 35%), Moro (47% a 32%), Ciro (45% a 22%) e Doria (46% a 18%).

Filho de agricultor e dona de casa passa em Medicina na Federal 

Um jovem da zona rural de Tabira passou em 6° lugar para o curso de Medicina na UFPE. Carlos Alexandre da Silva Cordeiro é filho de agricultor, com a mãe dona de casa. É conhecido por Carlos de Neguinho, filho de Neguinho Boiadeiro. A mãe é prima da vereadora ingazeirense Deorlanda Carvalho. “A família está […]

Um jovem da zona rural de Tabira passou em 6° lugar para o curso de Medicina na UFPE.

Carlos Alexandre da Silva Cordeiro é filho de agricultor, com a mãe dona de casa.

É conhecido por Carlos de Neguinho, filho de Neguinho Boiadeiro. A mãe é prima da vereadora ingazeirense Deorlanda Carvalho.

“A família está radiante com essa notícia”, diz Deorlanda ao blog.

Nas redes sociais, a frase invocada para situações de inclusão universitária como essa: “O filho de agricultor vai ser doutor”. Ele obteve nota 775,51.

“Quem fez o acordo que diga à população como foi”, diz Zé Negão

Em entrevista ao programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (19), o vereador de Afogados da Ingazeira, Zé Negão, adotou uma postura de cautela e independência em relação à eleição do segundo biênio da Câmara Municipal. Eleito pelo campo da oposição, o parlamentar evitou se comprometer com os nomes que hoje polarizam […]

Em entrevista ao programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (19), o vereador de Afogados da Ingazeira, Zé Negão, adotou uma postura de cautela e independência em relação à eleição do segundo biênio da Câmara Municipal. Eleito pelo campo da oposição, o parlamentar evitou se comprometer com os nomes que hoje polarizam o debate: os vereadores Vicentinho e Raimundo Lima.

Ao ser questionado sobre o acordo político que envolve a atual gestão do Legislativo, Zé Negão foi enfático ao se eximir de responsabilidade sobre as negociações de bastidores. “Quem fez o acordo que diga à população como foi. Quem fez o acordo, se for cumprir, cumpra. Eu não posso fazer juízo de valor sobre essa questão”, declarou, jogando a responsabilidade para os protagonistas do pacto.

Independência e diálogo Mesmo integrando a bancada oposicionista ao lado do vereador Edson Henrique (PP), Zé Negão sinalizou que o voto da oposição não é uma carta marcada e que está aberto ao diálogo com ambos os lados, desde que as candidaturas sejam oficializadas.

“Eles vão precisar do voto. Se acharem que precisam do voto de Zé Negão, venham pedir. Não tenho problema nenhum de votar em nenhum dos dois”, pontuou o vereador.

Barroso determina abertura de novo inquérito para investigar Temer

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, determinou a abertura de um inquérito para investigar o presidente da República, Michel Temer, por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro na edição de um decreto no setor de portos. O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Presidência, e aguardava uma […]

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, determinou a abertura de um inquérito para investigar o presidente da República, Michel Temer, por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro na edição de um decreto no setor de portos.

O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Presidência, e aguardava uma posição sobre a abertura do inquérito até a última atualização desta reportagem.

Na decisão, Barroso afirma que existe razoabilidade em a Procuradoria-Geral da República considerar nos autos elementos suficientes para a instauração de inquérito.

Ele disse que as provas colhidas mostram que o ex-deputado e ex-assessor de Temer, Rodrigo Rocha Loures, menciona intermediários de repasses ilícitos para o presidente em troca de favorecimento da empresa Rodrimar.

“Os elementos colhidos revelam que Rodrigo Rocha Loures, homem sabidamente da confiança do Presidente da República, menciona pessoas que poderiam ser intermediárias de repasses ilícitos para o próprio Presidente da República, em troca da edição de ato normativo de específico interesse de determinada empresa, no caso, a Rodrimar”, escreve o ministro.

Em nota, a Rodrimar afirmou que “nunca recebeu qualquer privilégio do Poder Público” (veja a nota na íntegra ao final desta reportagem).

Barroso também disse que a o inquérito para investigar o presidente é um “preço” a pagar pelo princípio republicano que determina a igualdade de todos perante a lei.

“A ninguém deve ser indiferente o ônus pessoal e político de uma autoridade pública, notadamente o Presidente da República, figurar como investigado em procedimento dessa natureza”, afirma Barroso na decisão, que tem oito páginas. “Mas este é o preço imposto pelo princípio republicano, um dos fundamentos da Constituição brasileira, ao estabelecer a igualdade de todos perante a lei e exigir transparência na atuação dos agentes públicos”, completa o ministro.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, fez o pedido de inquérito em junho. A investigação vai apurar se o decreto foi editado com o objetivo de beneficiar a empresa Rodrimar, que atua no porto de Santos.

O pedido de abertura de inquérito acabou sob o comando do ministro Barroso, porque Janot pediu que o caso fosse sorteado para um novo relator. O procurador-geral entendeu que essa investigação não temrelação com os fatos apurados na Operação Lava Jato.

Janot pediu abertura do novo inquérito para investigar Temer – e também Rodrigo Rocha Loures  – ao denunciar o presidente e o ex-deputado por corrupção passiva no episódio dorecebimento de uma mala de dinheiro da JBS.

Na ocasião, Janot foi questionado pelo STF se queria abrir uma nova investigação ou se preferia reabrir um inquérito antigo sobre o suposto envolvimento de Temer com irregularidade em portos, arquivado em 2011 pelo ministro Marco Aurélio Mello.

Na resposta, Janot afirmou que não se tratam dos mesmos fatos porque a apuração anterior abordava fraude em licitações na Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e crimes contra a ordem tributária.

Arcoverde: PMs fazem foto com grupo que faz protestos antidemocráticos

Arcoverde Online Circula nas redes sociais algumas imagens em que policiais militares que atuam em Arcoverde posam para foto ao lado de participantes do grupo “Patriotas Arcoverdenses” e simpatizantes. O grupo defende pautas antidemocráticas, como intervenção federal e fechamento do Supremo Tribunal Federal e do Congresso. Manifestos com essas pautas acontecem em vários locais do […]

Arcoverde Online

Circula nas redes sociais algumas imagens em que policiais militares que atuam em Arcoverde posam para foto ao lado de participantes do grupo “Patriotas Arcoverdenses” e simpatizantes. O grupo defende pautas antidemocráticas, como intervenção federal e fechamento do Supremo Tribunal Federal e do Congresso.

Manifestos com essas pautas acontecem em vários locais do país após o resultado das eleições para presidente neste ano.

Em Arcoverde, os protestos foram realizados em frente ao Tiro de Guerra, mesmo local onde foi tirada a foto em questão.

Nas redes sociais algumas pessoas têm questionado se os policiais que aparecem nas imagens teriam apoiado os protestos.

Ao tomar conhecimento da situação, a equipe de jornalismo do Arcoverde Online resolveu questionar ao 3° BPM qual seria a intenção dos policiais em posarem para foto ao lado dos manifestantes.

Em resposta ao nosso questionamento, a Polícia Militar (PM) informou que os policiais que aparecem nas imagens foram ao local para atender uma solicitação de “perturbação por parte de pessoas contrárias aos protestos”.

Ainda segundo a PM, após terem resolvido a situação, os policiais teriam sido solicitados para tirar uma foto ao lado do grupo. E que teriam aceitado fazer a foto, sem que isso significasse um apoio deles ao manifesto.